Comédia As Atrizes, de Juca de Oliveira, confirma temporada no Teatro Opus


Créditos: Priscila Prade


A comédia de Juca de Oliveira teve sua primeira encenação em 1991 com Tônia Carrero, Lucélia Santos, Mauro Mendonça, Osmar Prado e Márcia Cabrita no elenco. A montagem atual, com direção de Léo Stefanini, recebeu revisão e atualização no texto para abordar conflitos mais ligados ao universo feminino, como sexualidade, traição e maturidade, mostrando também o embate artístico entre uma atriz consagrada, que conquistou o respeito de seu público, e outra mais jovem e preocupada com o número de seguidores em suas redes sociais.

A história se passa no universo artístico, mas poderia ser perfeitamente ambientada em qualquer ambiente de trabalho. As questões retratadas são absolutamente universais e engraçadas, mostrando os personagens vivendo à beira do caos. Marilda Ziliat (Angela Dippe) é uma grande atriz de meia-idade, consagrada no teatro, que vive um momento crítico da sua vida pessoal e profissional. Está insegura porque a televisão, e os homens, preferem atrizes mais jovens. É casada com Igor (Blota Filho), um diretor de teatro que se encanta pela jovem Irma. Irma (Renata Ricci) é uma atriz ambiciosa que sonha com o estrelato, mas obtém papeis inferiores às suas pretensões em teatros vazios de público e de repercussão. Ela entra no jogo de Igor para conseguir o que quer, embora viva com Cláudio (Giovani Tozi), um ator de pouco talento e inseguro, pois percebe que a mulher, por quem é desesperadamente apaixonado, lhe escapa a cada instante. Botando mais lenha na fogueira, surge a Repórter (Mariana Melgaço), uma profissional de índole duvidosa, pouco informada, mas que adora disseminar fofocas e fake news dos famosos.

SERVIÇO

AS ATRIZES
Teatro OPUS (751 lugares)
Avenida das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros
Shopping Villa-Lobos / 4º andar
www.teatroopus.com.br

Duração: 75 minutos
Classificação: 10 anos

Bilheteria: de terça a domingo, das 12h às 20h. Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron.
Estacionamento do Shopping: R$ 16 até 3 horas. Acesso para cadeirantes.

Sexta e sábado às 21h | Domingo às 20h

Ingressos especiais “Prêmio Cleyde Yáconis”: R$ 20

*Não haverá apresentação dia 07 de julho, domingo*

**Sessão para convidados: dia 08 de julho, segunda, às 21h**

Estreia dia 05 de julho de 2019
Temporada: até 11 de agosto

Comédia As Atrizes, de Juca de Oliveira, confirma temporada em São Paulo


Créditos: Priscila Prade


A comédia de Juca de Oliveira teve sua primeira encenação em 1991 com Tônia Carrero, Lucélia Santos, Mauro Mendonça, Osmar Prado e Márcia Cabrita no elenco. A montagem atual, com direção de Léo Stefanini, recebeu revisão e atualização no texto para abordar conflitos mais ligados ao universo feminino, como sexualidade, traição e maturidade, mostrando também o embate artístico entre uma atriz consagrada, que conquistou o respeito de seu público, e outra mais jovem e preocupada com o número de seguidores em suas redes sociais.

A história se passa no universo artístico, mas poderia ser perfeitamente ambientada em qualquer ambiente de trabalho. As questões retratadas são absolutamente universais e engraçadas, mostrando os personagens vivendo à beira do caos. Marilda Ziliat (Angela Dippe) é uma grande atriz de meia-idade, consagrada no teatro, que vive um momento crítico da sua vida pessoal e profissional. Está insegura porque a televisão, e os homens, preferem atrizes mais jovens. É casada com Igor (Ary França), um diretor de teatro que se encanta pela jovem Irma.

Créditos: Divulgação

Irma (Renata Ricci) é uma atriz ambiciosa que sonha com o estrelato, mas obtém papeis inferiores às suas pretensões em teatros vazios de público e de repercussão. Ela entra no jogo de Igor para conseguir o que quer, embora viva com Cláudio (Giovani Tozi), um ator de pouco talento e inseguro, pois percebe que a mulher, por quem é desesperadamente apaixonado, lhe escapa a cada instante. Botando mais lenha na fogueira, surge a Repórter (Mariana Melgaço), uma profissional de índole duvidosa, pouco informada, mas que adora disseminar fofocas e fake news dos famosos.

Serviço

AS ATRIZES

Duração: 75 minutos
Classificação: 10 anos
Teatro OPUS (751 lugares)
Avenida das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros
Shopping Villa-Lobos / 4º andar
www.teatroopus.com.br

Bilheteria: de terça a domingo, das 12h às 20h. Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron.
Estacionamento do Shopping: R$ 16 até 3 horas. Acesso para cadeirantes.

Sexta e sábado às 21h | Domingo às 20h

Ingressos especiais “Prêmio Cleyde Yáconis”: R$ 20

*Não haverá apresentação dia 07 de julho, domingo*

**Sessão para convidados: dia 08 de julho, segunda, às 21h**

Estreia dia 05 de julho de 2019
Temporada: até 11 de agosto

Angela Dippe e Luana Martau estrelam A Dona da História




Estreia dia 01 de setembro no Teatro Opus

Por Andréia Bueno

Quem nunca desejou encontrar-se consigo mesmo no futuro, só por curiosidade ou até para pedir um conselho? Ou quem não sonhou em visitar o passado e dizer umas verdades para sua versão mais jovem? A Dona da História é uma comédia que retrata esse improvável encontro.

Foto: Divulgação
Uma mulher, um personagem, dois tempos. Entretanto cada uma vive o mesmo tempo, seu tempo presente. Um presente que as tornaram completamente diferentes. O presente da primeira é o futuro da segunda. O presente da segunda é o passado da primeira. Poderia dizer-se que uma é imaginação e a outra é a memória, ainda que ambas coexistam. A comicidade e humor pertinente às relações entre passado e presente e às questões tão próprias da rotina e do universo feminino tornam o espetáculo uma deliciosa comédia sobre o viver.

Angela Dippe e Luana Martau interpretam a mesma mulher em fases diferentes da vida, aos cinquenta e aos quinze anos, numa espécie de acerto de contas entre juventude e maturidade, expectativa e realidade.

A Dona da História volta aos palcos comemorando 20 anos de sua primeira e antológica montagem. Com texto e direção de João Falcão, A Dona da História traz agora aos palcos Angela Dippe e Luana Martau vivendo uma única personagem, a mesma vivida por Marieta Severo e Andreia Beltrão em 1997. 

Sucesso de público e crítica, a primeira montagem ganhou diversos prêmios e projetou mundialmente o texto, sendo traduzido para o espanhol, inglês, francês e hebraico. Agora, 20 anos depois, o grande sucesso teatral que tornou João Falcão um dos mais festejados dramaturgos e diretor brasileiro ganha nova montagem comemorativa. 


Serviço
A DONA DA HISTÓRIA
Teatro OPUS (751 lugares)
Avenida das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros
Shopping Villa Lobos / 4o andar
Bilheteria: de terça a domingo, das 12h às 20h. Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron. 
Estacionamento do Shopping: R$ 16 até 3 horas. Acesso para cadeirantes.
Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 19h

Ingressos:
R$ 100 (plateia baixa) | R$ 80 (plateia alta) |
R$ 50 (segunda plateia alta e balcão nobre)

Sessões Populares: 
Quintas – dias 27 de setembro, 04 e 11 de outubro – às 21h
R$ 60

*Não haverá apresentações nos dias 19, 20 e 21 de outubro*

Duração: 50 minutos
Classificação: 12 anos
Gênero: comédia

Estreia dia 01 de setembro de 2018
Temporada: até 04 de novembro

Teatro do Ornitorrinco estreia texto inédito no Brasil




Por Andréia Bueno

No ciclo de comemorações de seus 40 anos de existência, o Teatro do Ornitorrinco estreia no Teatro Sergio Cardoso, “Nem Princesas Nem Escravas”. O texto, inédito no Brasil, é de Humberto Robles, hoje o dramaturgo mexicano vivo mais montado em todo o mundo. Com tradução e direção geral de Cacá Rosset e produção de Christiane Tricerri (que também está no elenco), a montagem, que foi contemplada pela 6ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo, aborda a resiliência e os conflitos femininos.

Foto: Gal Oppido
Como dramaturgia, o autor propõe um Teatro Cabaré, que vem de encontro com a pesquisa iniciada pelo Teatro do Ornitorrinco desde o início de sua formação, em 1977. Com três atrizes, performers, cantoras e dançarinas, a peça traz uma espécie de monólogos que se entrecruzam durante o decorrer do espetáculo, com cenografia, figurinos e músicas que dialogam com o cabaré alemão no sentido mais rigoroso e ao mesmo tempo popular da sua essência.
O diretor, vale lembrar, traz como referência, desde sua primeira montagem “Ornitorrinco canta Brecht e Weill”, o teatro de distanciamento brechtiano, envolvendo diretamente a plateia, as canções cabaretianas de Weill, o teatro poético e lírico de Karl Valentim e a Commedia Dell ‘ Arte em sua natureza crítica e carnavalesca ao longo de séculos de influência em todo o teatro moderno europeu. Nesta montagem, a luz também será criada como elemento revelador e enigmático, transportando a montagem ao clima noir que caracteriza o cabaré alemão e francês.
Sobre a escolha deste espetáculo, Rosset diz que, embora o autor tenha uma peça chamada “El Ornitorrinco”, ele se encantou por “Nem Princesas Nem Escravas”. Segundo o diretor, “o texto me captou pelo humor cáustico e farsesco e pela pegada, pois consegue ter um equilíbrio entre política, provocação e cinismo ao levar ao palco três mulheres em situações por vezes convencionais, por vezes adversas e que têm uma guinada em suas vidas. Além disso, é uma comédia rasgada, uma crítica social que permite o envolvimento direto com o público e, ainda, contribuir para que os espectadores tenham a experiência de contato e formação com esse universo do gênero Cabaré, um teatro político e dialético”, diz.
Christiane Tricerri reforça as palavras de Rosset em relação à atualidade e à relevância da peça. “A escolha de um texto é sempre um reflexo da atualidade. Esse protagonismo feminino fica muito claro na montagem. O espetáculo agradará a gregos e troianos, machistas e feministas. Minha personagem é Thelma Maria, uma servidora sexual que se transformará numa servidora pública: eu satisfazia a alguns, agora posso satisfazer a nação. Votem em mim para deputada no PM, Partido da Mãe”.
Além de Christiane Tricerri, que faz parte do Ornitorrinco desde a sua criação, o espetáculo conta com as atrizes Angela Dippe e Rachel Ripani.
O Teatro do Ornitorrinco traz, mais uma vez, um projeto instigante com um texto ácido em contato com seu tempo e seu público, propondo um espetáculo de rigor artístico sem perder de vista o popular. “Nem Princesas Nem Escravas” rompe paradigmas. Trata-se de puro “entretenimento transformacional”, segundo Rosset. A temporada se estenderá até 9 de julho. A montagem foi contemplada com o Prêmio Zé Renato, criado em 2014, para apoiar a produção teatral da cidade de São Paulo, e está vinculado à Secretaria Municipal de Cultura.

Serviço
NEM PRINCESAS NEM ESCRAVAS
Onde: Teatro Sérgio Cardoso
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista
Capacidade: 144 lugares
Temporada: 19 de maio a 9 de julho 
Quando: sábados, às 19h30; domingos, às 16h; e às segundas, às 20h
Ingressos: R$ 30
Indicação: desaconselhável para menores de 14 anos
Telefone: 11 3288-0136
Bilheteria: Atendimento das 14h até o início do espetáculo


VENDAS DE INGRESSOS
• bilheteria do teatro
• Internet*: www.ingressorapido.com.br
• por telefone*: 11 4003-1212
• lojas Fnac
* (sujeito à cobrança de taxa de serviço)