Top 5: filme com a Emma Watson para você assistir na Netflix




Por Leina Mara

Emma Watson, que atualmente está em cartaz com o clássico longa “A Bela e a Fera”, mostrou que Harry Potter ficou no passado. A atriz, que interpretou a querida bruxa Hermione Granger na saga, vem mostrando que seu talento vai além. Com alguns filmes no currículo – pós Harry Potter – ela mostra a versatilidade de seu talento e está consagrando cada vez mais seu nome no hall das celebridades de Hollywood. Por isso, selecionamos 5 filmes de Emma que está no catálogo da Netflix que comprova que ela é uma das melhores atrizes de sua geração. Vem conferir! 

 
Reprodução / Internet

7 Dias com Marilyn (2011)
Neste longa, que mostra o período em que Marilyn Monroe passou em Londres para rodar um de seus filmes, Emma interpreta Lucy, uma assistente de figurino de Marilyn e que acaba se envolvendo com um jovem que mantém um caso com a celebridade.
 
 
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As Vantagens de Ser Invisível (2012)
O filme mostra sobre a vida do jovem Charles, um calouro depressivo que precisa lidar com o suicídio de seu melhor amigo e com a descoberta do primeiro amor, Sam (Emma Watson).
 
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É o Fim (2013)

Nesta comédia, Seth Rogen é um grupo de astros de Hollywood testemunha os prenúncios do apocalipse após ficarem presos em uma casa. Emma Watson faz participação no filme como ela.
 
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The Bling Ring (2013)
Baseado em fatos reais, Emma interpreta Nick, a líder de uma gangue de adolescentes de Hollywood que utilizam a Internet para programar seus roubos às casas das estrelas.
 
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Regressão (2015)
Em Minnesota, na década de 80, Bruce é preso acusando de estuprar sua própria filha, Angela (Watson). Auxiliado por um psicólogo, ele começa a desconfiar da existência de uma conspiração nacional. 

 
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Entrevista com nosso LeFou: Alírio Netto




Por colaboradora Veronica Costa

Cantor (vocalista das bandas Age of Artemis, Heavy Pop, Khallice e Lince), ator de teatro musical, protagonista de espetáculos como Jesus Cristo Superstar, em que viveu Jesus na versão mexicana, no ano 2000. Anos mais tarde viveu o personagem Judas Iscariotes na versão brasileira do musical sob direção de Jorge Takla. Em 2015, Alírio dá vida a Galileu, no musical ‘Will We Rock You’. Preparador vocal e dublador, Alírio Netto já emprestou sua voz para outras produções da Disney. 

Em meio a tantas atividades, Alírio Netto conversou com o Acesso Cultural, sobre o seu mais novo trabalho como dublador, falou sobre desafios do personagem, a relação com a direção e o convite para participar desta produção. Alírio da voz ao personagem Lefou, na versão dublada do clássico A Bela e a Fera. Confira a entrevista!

Foto: Priscila Tessa

Acesso Cultural: Você e outros grandes nomes do teatro musical emprestam suas vozes aos personagens deste clássico. Como surgiu este convite e como foi esta experiência?
Alírio Netto: Na verdade, foi o seguinte o diretor já me conhecia de outros trabalhos e me chamou para fazer o teste. Aí, eu tive que gravar a música do personagem e gravar uma cena. Pouco tempo depois os caras já tinham me respondido dizendo que eu tinha passado no teste e o papel era meu. Eu fiquei feliz pra caramba, né? Por que eu já tinha feito duas dublagens para a Disney, mas como cantor, não cantando e atuando.

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AC: Dublar o Lefou numa versão live-action, que é a mais próxima da animação de 1991, no sentido de canções clássicas, figurinos e algumas cenas fiéis, traz uma certa responsabilidade. Como você se preparou para viver esta versão?
AN: Em relação a preparação, isso é algo até interessante por que, claro, fui buscar como era o desenho, como tinham feito. Mas acabou que a direção foi para outro lado,  porque é um live-action, não é um desenho propriamente dito, né? Então, eu tive muita liberdade para propor algumas coisas, mesmo com a direção da Disney  a gente acabou encontrando um equilíbrio muito legal e eu fiquei feliz com o resultado.

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AC: Cantor de ópera, vocalista de renomadas bandas da cena do heavy metal, ator de teatro musical, preparador vocal, entre outras habilidades. A dublagem chegou a ser um desafio para você? Por quê?

AN: Foi muito desafiador, eu realmente nunca tinha feito uma dublagem falada, é muito difícil, mas eu me diverti demais. Eu acho que consegui render bem perante o diretor, que foi um cara muito paciente…é muito difícil porque você tem pouco tempo para fazer uma quantidade muito grande de textos e gravações de músicas e tal…Volto a dizer: fiquei feliz com o resultado.

AC: Para interpretar a música “Gaston”, diferente da versão inglês de Josh Gad, você trouxe alguns elementos voltados à opera. Como foi esta escolha?

AN: Essa interpretação mais operística, na verdade, ela ficou no meio do caminho, né? Foi uma proposta do diretor, ele queria muito a minha característica vocal e tentou explorar ao máximo essa versatilidade que eu consigo ter (vocalmente) … Então ele pediu para que eu fizesse algo mais para teatro musical, em alguns momentos algo mais falado, em outros algo um pouco mais caricato e com isso ele conseguiu o equilíbrio que fez a diferença para eles (direção da Disney).

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AC: E como não podemos deixar de falar sobre as polêmicas envolvendo o longa, antes mesmo da estreia mundial, em relação a nova versão a qual fica evidente a paixão de Lefou por Gaston, de quem ele é o braço direito. É possível perceber uma grande admiração da parte de Lefou, ora querendo ser como Gaston, ora apaixonado pelo amigo. Como você sentiu este personagem?

AN: Esta polêmica toda…se Lefou é ou não é gay, ou se ele é ou não apaixonado pelo Gaston, não faz o menor sentido nos dias de hoje onde a gente vive, saca? Então, independente dele ser apaixonado pelo amigo ou pela figura do homem, a história de A Bela e a Fera é uma história de amor, né? E eu acho que esse é só mais um núcleo de amor diferente ali. E é claro, que é voltado para a comédia. Então é muito engraçado você ver o Lefou se derretendo pro lado do Gaston e o Gaston dando um monte de ‘toco’ nele. Isso deixa a coisa um pouco mais divertida e engraçada. Não tive nenhum problema, não me senti mal de forma alguma fazendo esse papel. Como artista eu me empresto para o personagem, né? E eu segui exatamente a direção que os gringos me pediram e eu não vi nada demais nessa polêmica toda aí. Fiquei muito feliz com o resultado.