Nino recebeu os visitantes da exposição Rá-Tim-Bum, O Castelo




Por colaboradora Nicole Gomez

Este sábado foi de muita emoção para os fãs que passaram pela exposição “Rá Tim Bum, O Castelo”. Isso, porque ao chegarem, depararam com o próprio Nino (Cassio Scapin) recebendo quem ali estava. O ícone da infância de muitos de nós, em pessoa, pronto para tirar fotos, abraçar e receber com muito carinho os já adultos fãs da série.

Foto: Divulgação

Acontece que o Memorial da América Latina fez uma ação em sua página do Facebook que dava a oportunidade aos 30 primeiros sortudos a interagir com a página, para estarem na companhia de Nino, todos com acompanhante.


O resultado deste dia tão especial pode ser conferido na página oficial do Memorial no Facebook. Nós ficamos emocionados só de imaginar… Veja fotos!

Fotos: Divulgação

18 Coisas que aprendi com o Castelo Rá-Tim-Bum




Por colaboradora Nicole Gomez

O Castelo mais querido da TV fez parte da vida de muitos adultos de hoje em dia e tem um espaço enorme no coração dos brasileiros. Mas será que você se lembra de tudo o que essa turma ensinou? Vamos refrescar sua memória e citar algumas das lições que guardamos com todo o carinho!


Reprodução / Internet


1. O porteiro do Castelo recebia Pedro, Biba e Zequinha com uma senha, que era sempre algum desafio que as crianças precisariam cumprir antes de entrar para brincar todos os dias. Entrar no Castelo sussurrando, pulando e imitando índio são só alguns exemplos!

2. Também aprendemos, desde muito cedo, poemas graças ao Gato Pintado, que lia todos eles em seus livros da biblioteca. Muitos de nós conhecemos Manuel Bandeira, Mário Quintana e Vinícius de Moraes, entre muitos outros, antes mesmo de termos idade para ir à escola!

3. Já as Fadinhas do Lustre do Castelo propunham entre si alguns desafios de lógica, que desafiavam também o telespectador. 


Reprodução / Internet


4. Os gêmeos Tíbio e Perônio traziam conhecimentos sobre o corpo humano e a ciência. Brincadeiras com sombra na parede e os sons são algumas das coisas que esses dois atrapalhados mostraram para a gente!

5. O inesquecível Telekid sempre respondia às perguntas mais inusitadas do Zequinha. Portando um pequeno aparelho, o que já era considerado tecnológico demais para a época, ele pesquisava as respostas e sempre conseguia saciar as dúvidas dos pequenos curiosos.

6. Mau e Godofredo chegavam através dos encanamentos do castelo, muitas vezes até assustando as crianças, para brincar com quem estava assistindo de trava-línguas e rimas, sempre com uma gargalhada fatal do Mau ao final do quadro. 

7. Você já viu um ratinho tomando banho? No castelo você podia encontrar! Através de músicas, o pequeno animalzinho ensinava a importância de escovar bem os dentes, tomar banho, jogar o lixo no lugar certo, entre outras coisas.


Reprodução / Internet



8. Com o João de Barro e as Patativas, você aprendia a cada episódio o nome de alguns instrumentos musicais, sempre tocando uma música inesquecível, que cantarolamos até hoje: “Passarinho! Que som é esse?”


9. Quem nunca cantou uma música muito marcante para lavar as mãos? Ela vinha do Castelo e era apresentada sempre que os habitantes de lá iam comer alguma coisa, o que indicava a grande importância de se ter as mãos limpas antes de cada refeição!

10. Com certeza a turma da Dedolândia foi essencial para que muitas crianças da época aprendessem a contar com mais facilidade. Eles se apresentavam em forma de show, sempre com um cálculo diferente.


Reprodução / Internet


11. O Relógio avisava a que horas o tio Victor chegava do trabalho, com isso, a gente já sabia que estava no final do dia de expediente e que era hora de as crianças irem para suas casas e nos prepararmos para dormir.

12. A Penélope nos mostrou desde cedo a profissão de jornalista, o que acontecia dentro da televisão, que é objeto da curiosidade da maioria das crianças. 

13. Morgana, a bruxinha do bem, tia de Nino, contava histórias de seu passado, de quase 3.000 anos, como sua amizade com Colombo, por exemplo. Além disso, ela traz o universo do teatro no episódio “Quem canta, seus males espanta!”. 

14. Etevaldo veio diretamente de outro planeta para conhecer a Terra, como vivemos e o que comemos, e ao mesmo tempo, contava histórias sobre o seu próprio, de um jeito divertido e leve, de uma criança.

15. Graças à Caipora, pudemos conhecer um pouco do universo indígena, tão importante na nossa cultura e tão pouco falada.

16. Victor, o feiticeiro tio de Nino, foi responsável por nos dar lições de comportamento, como não mexer no que não se deve, pois a consequência pode ser muito ruim. No episódio “Sua majestade, o bebê”, Zeca toma a poção da juventude feita por Victor e vira um neném. Pedro e Nino também não ficam imunes ao feitiço.

17. Doutor Abobrinha, ou melhor, Doutor Pompeu Pompilho Pomposo, uma figura suspeita que insiste em comprar o Castelo através de planos malignos, ensina que não devemos confiar em qualquer pessoa, muito menos assinar contratos suspeitos.

18. Em “Como se faz?”, a gente sempre aprendia como algumas coisas do nosso cotidiano eram produzidas, como o disco, por exemplo.

E você, lembrou de alguma lição que o Castelo te ensinou e não foi citada aqui? Comente! E não esqueça que para conhecer o Castelo e ver alguns desses elementos citados é só comprar seu ingresso para “Rá-Tim-Bum, o Castelo”, no Memorial da América Latina.

Serviço
Exposição: Rá-Tim-Bum, o Castelo
Onde: Memorial da América Latina – Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda, São Paulo – SP – Próximo ao Terminal Barra Funda
Abertura para o público: Terça-feira a domingo, das 9h às 22h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia entrada)
Bilheterias: Espaço Gabo e www.ratimbumocastelo.com.br
Abertura: 31 de março às 9h
Estacionamento: portões 4, 8 e 15
Recomenda-se transporte público até o Terminal Barra Funda

Especial Rá-Tim-Bum, O Castelo: Nino é o amigo que todos nós gostaríamos de ter!




Por colaboradora: Nicole Gomez

Antonino Stradivarius Victorius II, mais conhecido como Nino (Cassio Scapin), é um menino de 300 anos de idade, nascido em São Vicente, província da Ilha de Vera Cruz. Vive com seu tio Victor (Sérgio Mamberti) e sua tia-avó Morgana (Rosi Campos), dois feiticeiros que tem um castelo como moradia, no meio da cidade. Seus pais viajam pelo mundo, o que explica o fato de nunca aparecerem por lá.

Celeste e Nino | Foto: Divulgação

Nino, seguindo os passos de seus tios, também está aprendendo a fazer suas magias, acabando por arriscar algumas de maneira inusitada e divertida. Uma delas, depois de muito insistir para que estudasse em uma escola convencional para que tivesse contato com o mundo exterior e assim, ter novos amigos, foi atraindo três crianças, Pedro (Luciano Amaral), Biba (Cinthya Rachel) e Zequinha (Freddy Allan), para seu castelo através de uma bola de brinquedo de um dos meninos. Além disso, com seu jeito atrapalhado, acaba por criar coisas que já existem e só fica sabendo disso após apresentar seus “grandes inventos” às pessoas.

Inicialmente, Nino parece uma figura assustadora e misteriosa, até por usar um método tão esquisito para conseguir o que quer, mas no decorrer do primeiro capítulo e o restante da série, se mostra uma pessoa amável e que todos nós gostaríamos de ter como amigo, com suas roupas coloridas e seu cabelo “tigelinha”, que tem só um fio de pé, além de bichos de estimação como Celeste, uma cobra que vive em uma árvore, que fica no centro do castelo. Quem nunca sonhou em entrar no Castelo Rá-Tim-Bum e passar um dia brincando naquele lugar cheio de mistérios com uma criança tão diferente? Pedro, Biba e Zequinha acabam por virarem grandes amigos de Nino e vão visitá-lo todos os dias.

Tio Victor, Morgana, Zequinha, Nino, Biba e Pedro | Foto: Divulgação
É inegável que Nino fez parte da infância de muitos de nós e tem lugar especial guardado nos corações dos brasileiros por muitas gerações, afinal, muitas das crianças da época, hoje tem filhos, que acabam por conhecer esse menino tão querido, através de memórias e reprises do programa.

Quer conhecer o Castelo onde o Nino viveu muitas aventuras? Isso já é possível, graças ao Memorial da América Latina, que trouxe o Castelo para São Paulo, em uma exposição exclusiva: Rá-Tim-Bum, O Castelo, com uma réplica única e inédita, que conta com todas as atrações do programa, como cenários e objetos.


Serviço:
Exposição: Rá-Tim-Bum, o Castelo
Onde: Memorial da América Latina – Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda, São Paulo – SP – Próximo ao Terminal Barra Funda
Abertura para o público: Terça-feira a domingo, das 9h às 22h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia entrada)
Bilheterias: Espaço Gabo e www.ratimbumocastelo.com.br
Abertura: 31 de março às 9h
Estacionamentos: portões 4, 8 e 15
Recomenda-se transporte público até o Terminal Barra Funda

OS BASTIDORES DO TEATRO EM COMÉDIA INGLESA DE SUCESSO




Na peça “Terceiro Sinal” (Noises Off) os atores Rosi Campos e Cassio Scapin contracenam pela primeira vez desde o Castelo Rá-Tim-Bum.

Fotos: João Caldas

O Banco Bradesco oferece a peça de teatro “Terceiro Sinal” de 02 de maio a 27 de julho todas as sextas às 21h30, sábados às 20h e 22h e domingos às 20h no Teatro Folha. A obra apresenta uma peça dentro da peça, um retrato engraçado dos bastidores do teatro. Nela uma companhia de teatro ensaia um espetáculo comandado por um diretor impaciente que se preocupa apenas com sua visão não dando importância a uma série de problemas técnicos e de relacionamento entre a equipe. A comédia, escrita por Michael Frayn, será dirigida por Zadoque Lopes e contará com um elenco de peso além do brilhante reencontro de Rosi Campos e Cassio Scapin nos palcos.
Fotos: João Caldas

Nesta temporada o autor Michael Frayn está realmente ansioso para brincar com os atores e experimentar alguns elementos fundamentais e essenciais do humor inglês: sarcasmo, insinuações, ironia e “duplo sentido”. Frayn explora os diferentes, e muitas vezes opostos, elementos das personalidades individuais. Os atores interpretam a si mesmos e também uma personagem, pulando entre os dois ao longo da peça. 
Esta produção será fiel à sua origem, com os atores representando o que os ingleses chamam de “stiff upper lip”. Apesar dos temas da peça exigirem o entendimento da farsa clássica, eles são, no entanto, muito humanos e verdadeiros, embora ditos de uma forma tragicômica.

Fotos: João Caldas
O espetáculo apresenta a história da senhorita Dotty Otley, uma estrela de teatro e televisão que decidiu investir seu próprio dinheiro para fazer uma montagem da mais nova comedia do autor Robin Housemonger, o titulo da peca é “Nothing On – Sem Nada”. Dotty espera que essa turnê de 12 semanas, passando por pequenos teatros provincianos consiga realizar o sonho dela de comprar sua casa na aposentadoria.
Infelizmente, para toda a companhia, o elenco é de segunda classe, a peça é pobremente escrita  e o diretor acha que todos e tudo nesse projeto é inferior a ele. Além disso, a senhorita Otley está tendo um caso com o ator  mais jovem da companhia Gary Lejeune, com quem ela atuou em um show de comédia na TV. Esta é a primeira vez, em muito tempo, que eles viajam juntos e a sua relação é testada ao limite. Lloyd, o diretor, ao mesmo tempo, está dormindo com a assistente de palco e com uma das atrizes. A esposa de Freddie terminou com ele no dia do último ensaio e Belinda, outra atriz, vê sua oportunidade de se jogar sobre ele, mas a Srta. Otley parece querer conquista-lo primeiro. E para piorar tudo, Selsdon, o ator mais velho do elenco voltou a beber novamente, e é por isso que ele não consegue lembrar suas falas. Tudo é uma receita para o desastre.

Fotos: João Caldas

SERVIÇO:

PEÇA DE TEATRO – TERCEIRO SINAL (“NOISES OFF”)
Estreia: 02 de maio
Temporada: Até 27 de julho
Apresentações: Sexta, 21h30; Sábado, 20h e 22h; e Domingo, 20h

Ingressos: 
R$40, Setor 2 – Sexta
R$50, Setor 1 – Sexta | Setor 2 – Sábado e Domingo
R$60, Setor 1 – Sábado e Domingo
*Desconto 20% para clientes Bradesco
Classificação etária: 12 anos
*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação.
TEATRO FOLHA
Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 / Terraço / tel: (11) 3823-2323 – Televendas: (11) 3823-2737 / Site: www.teatrofolha.com.br
Vendas por telefone e Internet/ Capacidade: 305 lugares / Não aceita cheques / Aceita os cartões de crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex / Estudantes e +60 anos têm os descontos legais / Clube Folha 25% desconto / Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a quinta, das 15h às 21h; sexta, das 13h às 24h, sábado, das 12h às 24h e domingo, 12h às 20h / Acesso para cadeirantes / Ar-condicionado /  Estacionamento do Shopping R$ 12,00 (primeiras duas horas)  / Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 3104-4885 / Patrocínio: Folha de S.Paulo, CSN, Original e Prosecurity.

CCBB-SP APRESENTA A PEÇA “EU NÃO DAVA PRAQUILO”




Espetáculo sobre Myrian Muniz é interpretado por Cassio Scapin 

(Foto: João Caldas)

O Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo apresenta a peça de teatro “Eu Não Dava Praquilo” de 12 de julho a 23 de setembro aos sábados às 20h, domingos às 19h e em dia especial, nas segundas às 20h. O monólogo transcorre sobre a história do teatro, a arte de interpretar, baseando as narrações em depoimentos e fatos vividos pela atriz Myrian Muniz, influente personalidade do teatro brasileiro. Com autoria de Cassio Scapin e Cássio Junqueira, interpretação de Cassio Scapin, a peça conta com direção de Elias Andreato, cenografia e figurino de Fabio Namatame. 
Neste monólogo cômico dramático além de contar passagens da vida pessoal e profissional da atriz e diretora paulista Myrian Muniz a partir da sua biografia, o espetáculo pretende ser uma homenagem ao ofício teatral e sua importância como agente de transformação tanto individual quanto social. 

                                                                                                                                         (Foto: João Caldas)

Para o autor e intérprete Cassio Scapin seria impossível contar a história dos palcos brasileiros sem falar na Myrian. Para ele, a atriz era dona de personalidade ímpar, que conferiu a ela uma forma inigualável de representar. Suas passagens pelos palcos eram impregnadas do modo como encarava a vida e o ofício do ator, Cassio a vê como “impulsiva, intuitiva, generosa, de uma generosidade hoje rara nos palcos” sendo essas muitas das qualidades que ele procura explorar nos palcos durante a temporada no CCBB-SP. 
O espetáculo também relembra a história do teatro, seus ensinamentos, prazeres, decepções, obstáculos e relevância para toda sociedade. Para o diretor Elias Andreato, Myrian Muniz é uma sacerdotisa do teatro e os seus ensinamentos marcaram profundamente e apaixonadamente muitos artistas. Segundo ele, “Eu Não Dava Praquilo” é uma forma de agradecimento e reverência pelo seu encantamento. 
SINOPSE 
Criado por Cassio Scapin e Cássio Junqueira, “Eu Não Dava Praquilo” é um monólogo cômico dramático a partir da biografia da atriz e diretora paulista Myrian Muniz, uma das mais influentes personalidades do teatro brasileiro das últimas décadas. Além de contar passagens da vida pessoal e profissional da homenageada, o espetáculo pretende ser uma ode ao ofício teatral e sua importância como agente de transformação tanto individual quanto social. Direção de Elias Andreato. Com Cassio Scapin. 
SERVIÇO: Eu Não Dava Praquilo 
Local: Teatro do CCBB SP 
Endereço: R. Álvares Penteado, 112, Sé, São Paulo/SP CEP: 01012-000 
Data: De 12 de julho a 23 de setembro 
Horário: Sábado às 20h, domingo às 19h e segunda às 20h
Preço: R$6,00 inteira e R$3,00 meia entrada
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 16 anos 
Ingressos: venda pelo site www.ingressorapido.com.br e na bilheteria do CCBB