Com Letícia Sabatella, “PIAF E BRECHT – A Vida em Vermelho” realiza curta temporada no Teatro B32


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Dois dos maiores artistas do século 20, a cantora francesa Edith Piaf (1915-1963) e o poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956) conversam sobre suas vidas, obras, anseios, angústias, medos, sonhos e realizações. Esse improvável encontro imaginado por Aimar Labaki em ‘Piaf e Brecht’ traria à tona um potente embate entre duas ideologias e visões de mundo radicalmente opostas.

Ela sentiu na própria pele a miséria ao longo de sua infância, conheceu as dores do amor, tornou-se uma das cantoras mais amadas da França, viveu intensamente e encontrou a solidão no fim – poderia ser uma personagem do teatro de brechtiano. Ele conceituou a tragédia do homem, revolucionou o teatro mundial e lançou um olhar profundo para as relações humanas no sistema capitalista, a mesma sociedade que a consumiu.

Num final de tarde, em um antigo cabaret, Bertolt e Edith ensaiam o espetáculo que apresentarão naquela noite acompanhados por três músicos. Eles interpretam suas composições e outras músicas famosas de sua época como se estivessem em uma competição. A partir de cartas, solilóquios, memórias e autocitações, Brecht coloca o homem em xeque, enquanto Piaf expõe a própria alma.

Além de sua evidente qualidade artística, as canções – sempre executadas ao vivo – revelam visões de mundo bem diferentes. Por isso, mais do que competir pelo título de melhor cancioneiro, os dois artistas disputam pelo melhor modo de vida. Ao longo da encenação, esses dois universos mostram que podem coexistir.

O encontro é usado para evocar uma série de temas importantes tanto para o Brasil como para o mundo contemporâneo. Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto interpretam os protagonistas e outros personagens que vão invadindo a ação.

O espetáculo apresenta uma coletânea das principais canções de dois grandes artistas do século 20, o poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht e a cantora francesa Edith Piaf, que possuem realidades e ideologias opostas. Em um encontro hipotético na sala de ensaios, eles falam sobre suas vidas, obras, anseios, angústias, medos, sonhos e realizações. O que começa como a tentativa de montar uma peça termina em um tsunami de sensações e pensamentos.

SERVIÇO

“Piaf e Brecht – A Vida em Vermelho”

TEATRO B32 (480 lugares)

Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.732 – Itaim Bibi – SP

Ingressos através do link: https://teatrob32.byinti.com/

Data: 2, 3 e 4 de junho (quinta, sexta e sábado)

Horário: quinta a sábado 20h

Classificação: 12 anos

Ingresso:

Inteira 120,00/ Meia 60,00 Plateia 1

Inteira 100,00 / meia 50,00 Plateia 2

Inteira 80,00/ meia 40,00 Plateia 3

Inteira 60,00 / meia 30,00 – Balcão 1 e 2

 

Confira o novo álbum da Chiara Civello “Chansons”


Créditos: Divulgação


Quem poderia imaginar que Feelings, The Good Life ou My Way foram todas escritas por compositores franceses?

A cantora e compositora italiana Chiara Civello, que vive entre Rio e Nova Iorque, e já colaborou com nomes como Burt Bacharach, Chico Buarque, Esperanza Spalding, Ana Carolina e Gilberto Gil, imprime sua marca de ótima intérprete com sofisticação e contemporaneidade pop/jazz nesta coleção de 12 canções clássicas escritas entre 1945 e 1975, todas de compositores franceses. Obras-primas que Frank Sinatra, Julio Inglesias, Elvis Presley, Madonna, Lady Gaga, Luciano Pavarotti, Céline Dion e Caetano Veloso eternizaram na trilha sonora de nossas vidas.

De Michel Legrand a Charles Aznavour, Charles Trénet, Édith Piaf, Jacques Brel ou Gilbert Bécaud e Francis Lai. Nomes conhecidos para os amantes da boa música francesa, mas não necessariamente para o público internacional.

E essa é a grande surpresa de Chansons. Essas belas canções cruzaram fronteiras por mais de 70 anos, sem referência à sua herança francesa. Com esta seleção de clássicos, agora elas vão das sombras para a luz na voz de Chiara Civello.

Créditos: Dirk Vogel

Pour Toi foi composta em 1956 por Louis Gasté, com letra de Albert Simonin e Marie-Hélène Bourquin. Em 1974 o brasileiro Morris Albert lançou seu grande sucesso, Feelings, que ocupou as paradas musicais em 52 países, e foi indicada ao Grammy e regravada por mais de 300 artistas, incluindo Frank Sinatra, Nina Simone, Elvis Presley, Caetano Veloso. Em 1987, um tribunal americano determinou que a coautoria da música fosse creditada ao francês Louis Gasté.

Nos anos 50 e 60, era comum um artista adicionar uma (ou duas) canções internacionais bem conhecidas (ou não) ao seu repertório, pedindo a um tradutor que fizesse uma adaptação no idioma de seu país de origem. Foi assim que Frank Sinatra e Elvis Presley acabaram cantando canções originalmente escritas em francês. My Way é a adaptação em inglês de Comme d’habitude, composta em 1967 por Claude François e Jacques Revaux.

“Sim. Eu fiz à minha maneira. Cada vez que aprendo uma música nova, aprendo algo sobre mim, sobre o ser humano, cada música é como um primeiro beijo, cada vez é diferente. Mas quanto mais me conheço, mais sei como começar a interpretar uma música: começo do silêncio”, revela Chiara.

Lançada originalmente em 1975 por Aznavour, Hier Encore é sobre a história de um homem que percebe que desperdiçou sua vida correndo atrás de sonhos, esperanças perdidas e amores fúteis. A versão em inglês foi intitulada “Yesterday When I Was Young”.

“Tendo me dedicado a covers e adaptações através do meu trabalho com a Nouvelle Vague, disse a mim mesmo que seria interessante reunir aquelas canções de padrões internacionais que foram originalmente escritas em francês para cantores franceses. Convidei então a cantora de jazz Chiara Civello para interpretar essas canções”, revela Marc Collin. “Para as gravações, reunimos alguns músicos muito bons em um estúdio vintage na cidade de Bari, no sul da Itália. Supervisionei as gravações e arranjos, e então adicionamos alguns teclados e vocais adicionais”, finaliza Marc.

OUÇA “CHANSONS”: https://lab344.lnk.to/chansons

CORA lança single “Você Chegou” com Arthur Favero

Cora lança single "Você Chegou" com Arthur Favero

Créditos: Gabriel Galvani


A Alma Music Group lança o mais novo single da jovem cantora e compositora CORA: “Você Chegou“. A música, que tem participação do cantor e produtor musical Arthur Favero, foi composta pelos dois artistas e é o trabalho que dá oficialmente o pontapé inicial na carreira da paulistana CORA. Com um timbre de voz doce e aveludado, a jovem artista de apenas 19 anos começou a ganhar destaque nas redes sociais ao postar covers de grandes nomes da música como Nina Simone, Edith Piaf e Amy Winehouse. Em outubro do ano passado, ela lançou o seu primeiro single pela Alma Music em parceria com Midas Music, “Só Deixa Acontecer“, a primeira parceria na composição com Arthur. A canção ganhou um videoclipe com direção geral de Rick Bonadio.

Escrevi ‘Você Chegou’ com o Arthur Favero por FaceTime“, conta CORA. “A inspiração veio da ideia de que as coisas acontecem quando você menos espera, por mais que você tenha que trabalhar e se esforçar pra conseguir o que quer, tem certas coisas que fogem do seu controle. É o caso da história dessa música, que fala de uma pessoa especial que chegou em um momento inesperado, e trouxe muitas coisas boas.

Sobre as expectativas para o lançamento da música, ela diz: “Espero que essa música represente o início da minha carreira, para as pessoas conhecerem a CORA. A música traz uma energia calma e boa e eu acredito que se encaixa em qualquer momento.

A Alma Music Group lança o mais novo single da jovem cantora e compositora CORA: "Você Chegou".
Créditos: Divulgação

CORA e eu criamos uma sintonia boa em relação à composição“, explica Arthur Favero. “Uma melodia veio na minha cabeça e achei que combinava com o estilo dela e a partir daí começamos a escrever a música juntos por videoconferência. Cada um foi escrevendo as experiências/vivências e acabaram se encaixando na música. Estou muito feliz e orgulhoso do resultado, a CORA é uma artista incrível com uma das vozes mais bonitas do pop atual“, elogia.

Carreira: A cantora e compositora CORA se interessou por música desde muito pequena. Ela conta que sempre gostou de cantar e sempre teve uma conexão muito forte com a música: “Eu comecei a fazer aulas de música fora da escola com quatro anos porque meus pais já tinham percebido o meu lado musical muito forte e eu amava. Acho que sempre foi um sonho de criança ser cantora, mas depois de muitas experiências, comecei a pensar cada vez mais sobre o assunto e resolvi investir nisso com seriedade. Eu sempre amei ir em shows. A energia do lugar, ver os artistas de perto e escutar as músicas ao vivo me faz sentir mais próxima desse mundo e do lugar que eu quero chegar. Eu já estava produzindo e começando a pensar sobre seguir essa carreira quando eu fui assistir a um show que me tocou de uma forma diferente. E foi nesse dia que eu decidi de fato que era isso o que eu queria. Foi uma performance incrível que me deixou arrepiada e emocionada. Me identifiquei com o artista, com suas músicas e com as suas letras, assim, me inspirei ainda mais a externalizar os meus sentimentos por meio musical“, conta.

Para o futuro, ela tem um objetivo claro: “Hoje o meu maior sonho é tocar as pessoas de alguma forma com as minhas composições.” finaliza.

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Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto estrelam “Piaf e Brecht, a Vida em Vermelho”


Créditos: Daniel Bianchini


O espetáculo Piaf e Brecht, a Vida em Vermelho apresenta, a partir do dia 05 de julho no Teatro Prudential, uma coletânea das principais canções de dois grandes artistas do século 20, o poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht e a cantora francesa Edith Piaf, que possuem realidades e ideologias opostas. Encenado por Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto, a peça acontece a partir de um encontro hipotético, na sala de ensaios, onde eles falam sobre suas vidas, obras, anseios, angústias, medos, sonhos e realizações. O que começa como a tentativa de montar uma peça termina em um tsunami de sensações e pensamentos.

O carioca ganhou um novo espaço cultural para desfrutar neste ano. O antigo teatro Manchete, patrimônio tombado, foi devolvido ao público após passar por reformas e receber naming rights. Localizado no histórico Edifício Manchete, na Glória, o espaço -projetado por Oscar Niemeyer e com paisagismo assinado por Burle Marx, nos anos 1970-, reabre, agora, como Teatro Prudential – Sala Adolpho Bloch.

Créditos: Daniel Bianchini

A Aventura e a seguradora Prudential do Brasil são as responsáveis por devolver ao Rio de Janeiro esse espaço tradicional de arte e cultura. O novo projeto oferece ao carioca um verdadeiro polo cultural, pois além do teatro, que conta com 359 lugares e um palco de 140 m² equipado para receber todos os tipos de espetáculo, o espaço dispõe, ainda, de um centro de convivência e ensaios, criado para receber várias produções ao mesmo tempo. Além disso, o projeto inclui um espaço bistrô com mesas a céu aberto e vista para um charmoso chafariz.

Serviço
Piaf e Brecht, a Vida em Vermelho

Teatro Prudential – Sala Adolpho Bloch

Endereço:

Rua do Russel, 804 – Glória / Rio de Janeiro

Data: 05 de julho a 04 de agosto
Horários: Sexta – 20h / Sábado – 20h / Domingo – 19h
Direção: Bruno Perillo
Texto: Aimar Labaki
Vendas: Plateia (Setor único) – Sexta – R$ 80,00 / Sábado e Domingo – R$ 90,00
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos