Maitê Proença estreia A Mulher de Bath no Teatro FAAP




Depois da temporada no Sesc Bom Retiro, Maitê Proença estreia 09 de março o sucesso A Mulher de Bath no Teatro FAAP, dando continuidade às comemorações de seus 40 anos de carreira

Foto: Daniel Chiacos e Matheus José Maria / Divulgação
Por Rodrigo Medeiros

“Se não houvesse em toda a Terra imensa, autoridade além da experiência, a mim isso seria suficiente, pra fazer um relato contundente, das mazelas da vida de casado.” Assim nos diz “A Mulher de Bath” ao se apresentar para o público.  O fato é que ela enterrou cinco maridos e agora quer mais um.

À beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval, uma mulher de vasta experiência e de ardorosa oratória conta a história de sua vida exemplar, universal e única: seus amores incansáveis, seus rancores, suas paixões e vinganças, suas traições e sua grandeza, seu conhecimento profundo do pecado, da salvação e do espírito humano.  E ela o faz sem poupar ninguém, nem a si própria.  As coisas são ditas como são, sem enfeites, de forma clara, irreverente e direta. Movida por um humor visceral, Alice sugere que o comando nas mãos da mulher não leva à guerra, ou submissão, mas ao bem estar comum.  A Mulher de Bath é uma mulher à frente de sua época, e deixará de queixo caído as feministas da atualidade.

A Mulher de Bath, personagem dos Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer, (publicados pela primeira vez em 1475), é uma das figuras basilares da literatura ocidental, precursora de Shakespeare e do indivíduo moderno. Chega aos palcos brasileiros pela primeira vez, em uma tradução que resgata a eloquência popular de sua fala: a alma pulsante da Idade Média volta à vida em versos inspirados no cancioneiro popular e na poesia oral do interior do Brasil.

Foto: Daniel Chiacos e Matheus José Maria / Divulgação
A premiada tradução de José Francisco Botelho busca inspiração na poesia popular brasileira, do repente nordestino à trova gaúcha, para reviver entre nós a exaltação e a grandeza da Idade Média.

A peça é uma adaptação gestada na já premiada união teatral da atriz Maitê Proença, que completou em janeiro 40 anos de carreira e 60 anos de vida, com o diretor Amir Haddad. O primeiro encontro entre eles aconteceu em 2012 na peça As Meninas – Prêmios APTR melhor autoria (Maitê e Luiz Carlos Góes), melhor atriz (Patrícia Pinho), melhor figurino (Beth Filipecki) – seguido de À Beira Do Abismo Me Cresceram Asas, em 2014 – Prêmio APTR melhor atriz para Clarisse Derziê.
Serviço
A MULHER DE BATH
Teatro FAAP (486 lugares)
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis.
Informações e Vendas: 3662.7233 e 3662.7234.
Bilheteria: de terça à sábado, das 14h às 20h. Domingo das 14h às 17h.
Aceita cartão de débito e crédito: Visa, Master ou Dinners. Não aceita cheque.

Acesso para deficiente. Ar-condicionado. Estacionamento Conveniado ESTAPAR – Rua Alagoas 903 – Entrada pela Rua Armando Penteado – Portão G7

Sexta e Sábado 21h | Domingo às 18h
Ingressos:
R$ 70

Duração: 60 minutos
Recomendação: 16 anos
Gênero: comédia confessional
Reestreia dia 09 de Março 2018
Temporada: até 01 de Abril

Nick Jonas está confirmado no line up do VillaMix Festival Goiânia 2018




Cantor é a primeira atração internacional divulgada para o mega evento

Por Andréia Bueno

A cada edição o VillaMix Festival se supera! Em sua oitava passagem por Goiânia , nos dias 30 de junho e 1 de julho, o maior festival de música do Brasil traz a primeira grande novidade deste ano! O evento que acontecerá no estacionamento do Estádio Serra Dourada confirma a apresentação exclusiva e único show na América Latina do cantor Nick Jonas para o sábado, dia 30 de junho.

Foto: Divulgação
Nick Jonas conta com mais de 13 milhões de seguidores no Twitter, 14 milhões no Instagram e mais de 10 milhões de fãs no Facebook. Ficou conhecido como um dos Jonas Brothers, banda pop que formou com seus irmãos Joe Jonas e Kevin Jonas até 2013, ano que divulgou sua carreira solo. 

Não perca! As vendas dos ingressos para a oitava edição do VillaMix Festival Goiânia começam nesta segunda-feira, dia 5, e até o dia 12, terão promoções especiais no site da www.ticmix.com.br, stand no Flamboyant Shopping Center e na loja VillaMix no Buriti Shopping. Comprando o ingresso de domingo, ganha o de sábado, lembrando que a promoção é válida para os primeiros três mil ingressos de cada setor. 

Serviço

Villa Mix Festival – Goiânia (GO)

Data: 30 de junho e 1 de julho de 2018

Local: Estacionamento do Estádio Serra Dourada

Ingressos: www.ticmix.com.br


** Lote exclusivo: Compre o domingo e ganhe o sábado (valores válidos de 05 a 12/03 ou enquanto durar o estoque de três mil ingressos por setor)

VILLA VIP

R$ 50,00 (Meia)

R$ 100,00 (Inteira)


VILLA EXTRA

R$ 100,00 (Unissex)


VILLA PRIME

R$ 200,00 (Feminino)

R$ 250,00 (Masculino)


BACKSTAGE BRAHMA GOLDEN MIX

R$ 500,00 (Feminino)

R$ 800,00 (Masculino)


CAMAROTE ÚNICO

R$ 1.500,00 (Feminino)

R$ 3.000,00 (Masculino)

Acompanhe o VillaMix Festival na internet:


Instagram: @VillaMix


Marcelo Serrado estreia Os Vilões de Shakespeare




Espetáculo premiado do americano Steven Berkoff faz curta temporada em São Paulo, com Marcelo Serrado comemorando 30 anos de carreira

Foto: Divulgação
Por Rodrigo Medeiros

Um espetáculo com olhar bem humorado, um desfile de personalidades que possuem a natureza do mal, os pecados do teatro e as vaidades dos atores. Marcelo Serrado interpreta um conferencista, uma espécie de palestrante, que reúne e analisa trechos da obra de Shakespeare e ao mesmo tempo vive os personagens. “Estava encenando Rain Man quando o Zé Wilker me apresentou o Shakespeare’s Villains. Tinha um desejo de ser dirigido e de fazer um espetáculo com ele”, conta Marcelo Serrado que protagoniza o espetáculo solo dirigido por Sergio Módena e produzido por Eduardo Barata. 

O texto estreou em 1998, na Inglaterra, foi encenado pelo próprio Steven e indicado para o prêmio The Society Laurence Olivier Award de Londres, como melhor espetáculo. Em 2000 ganhou o Prêmio americano de Teatro LA Weekly para Solo Performance.

“É muito interessante pra um ator representar vários vilões. É onde estão os arquétipos, o dissimulado, tirano, vingativo… Essa colcha de retalhos é genial. Shakespeare, através de seus personagens, mostra causa, motivo e justificativa para que possamos compartilhar uma jornada psicológica, no lugar de condenar a maldade”, analisa Serrado. Sobre a temporada em São Paulo, o ator confessa: “Sempre que pensei em ficar em cartaz em SP, quis estar no Teatro Eva Herz, por ser a cara da peça. Um teatro pequeno, com uma excelente trajetória de espetáculos e super apropriado para a montagem dos Vilões. O espetáculo está bem bacana. O público está curtindo muito e temos tudo para agradar o público paulista”.

Foto: Divulgação
Marcelo Serrado completou, em 2017, 30 anos de carreira com 50 trabalhos na televisão, mais de 40 no teatro e 14 no cinema, além de inúmeros prêmios de reconhecimento artístico. Sobre seus novos projetos, Serrado diz: “Agora estou dedicado ao espetáculo e fazendo dois longas: CRÔ 2, com direção de Cininha de Paula, e VOCÊ NÃO SOUBE ME AMAR, direção de Pedro Amorim. Em seguida no mês de junho, emendo com a próxima novela das 20h, de Aguinaldo Silva”

O diretor Sérgio Módena relata que “Marcelo Serrado trouxe para nossa montagem sua personalidade irreverente e bem humorada que casa perfeitamente com a proposta de Berkoff. Muitas vezes ele brinca com os personagens. Em outros momentos, mergulha fundo na tragédia. Em minha opinião, as considerações de Berkoff combinadas à dramaturgia de Shakespeare provocam no espectador uma saudável reflexão sobre o atual momento que vivemos no Brasil. Isso porque o texto em sua essência traz algo simples, mas poderoso: alguém que vem contar histórias e que se permite de vez em quando viver os personagens narrados. E essa combinação faz com que o público se sinta convidado a mergulhar em universos de peças que ele provavelmente não conhece. Especialmente o público brasileiro”.

Em Os Vilões de Shakespeare, o escritor inglês, também reconhecido mundialmente por seus trabalhos como ator e diretor, investiga o que torna os vilões tão atraentes para estudantes das artes cênicas e público, examinando e apresentando alguns dos personagens do bardo inglês. “Uma ideia maravilhosa a do Steven. A gente apenas transpôs as reflexões para o contexto do teatro brasileiro” afirma Geraldo Carneiro, que já traduziu 6 peças de Shakespeare e é um apaixonado pelo dramaturgo inglês. “Tenho o meu “SIM” engatilhado para tudo que é relacionado a ele”, finaliza.
Serviço
OS VILÕES DE SHAKESPEARE
Teatro Eva Herz (168 lugares)
Livraria Cultura – Conjunto Nacional
Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista
Bilheteria: 3170-4059 / www.teatroevaherz.com.br

Apocalipse: Gloria descobre que Vittorio é seu filho




Por Nicole Gomez

Na última semana, a novela Apocalipse veio recheada por fortes emoções. Além dos planos de Ricardo Montana estarem indo de vento em popa, é claro, com uma mãozinha do vilão sempre que necessário, outros acontecimentos fizeram parte da trama e arrancaram emoção do público.

Foto: Divulgação / Rede Record
Nos capítulos de quinta e sexta-feira, desenrolou-se uma cena em que Glória (Nina de Pádua), em uma conversa com Vittorio (Jonatas Faro), acabou descobrindo, através de algumas evidências e coincidências, descobriu que o ajudante de Stefano (Flávio Galvão), é seu próprio filho. Depois de descobrirem que possuem a mesma medalhinha, que Glória entregou ao filho ainda bebê, uma emocionante sequência se seguiu, onde mãe e filho se abraçaram, matando a saudade de muito tempo sem saberem do parentesco. 

Vittorio ainda questionou Glória sobre seu pai, já que a identidade ainda é um mistério para o jovem. A governanta da família Montana se esquivou e pediu que Vittorio prometesse não pensar mais no assunto. Porém, os motivos que fizeram com que Stefano escondesse o fato por tanto tempo ainda intrigam Vittorio, que já se mostrou muito diferente com o sacerdote.

O que será que Vittorio fará nos próximos capítulos? Será que Stefano será confrontado? Apocalipse vai ao ar de segunda a sexta-feira, após Os Dez Mandamentos. 

Larissa Manoela fotografa para campanha da sua nova linha de bolsas e acessórios




Por Andréia Bueno


A atriz e cantora Larissa Manoela fotografou em São Paulo no Studio Pier 88 para sua nova coleção de bolsas “Larissa Manoela by Birô”. A sessão de fotos teve direção criativa de Walter Gallo e ocorreu em parceria com a plataforma digital Post2B.

Foto: Divulgação
Os cliques desse ensaio foram registrados pela fotógrafa Luiza Ferraz, já a make ficou a cargo de Mauro Marcos e o stylist por Roberta Gasparini.
Lorena Queiroz protagonista da novela Carinha de Anjo também esteve presente e fotografou ao lado da amiga Larissa Manoela.
Foto: Divulgação
A coleção “Larissa Manoela by Birô” é dividida em bolsas divertidas, clássicas, delicadas e em modelos cheios de atitude e no melhor estilo Rock n´roll. A coleção também é composta de mochilas, almofadas, bottons, copos e podem ser encontradas nas melhores lojas ou no site www.larissamanoelaloja.com.br.

Do canal Parafernalha para o AC, Mariana Rebelo nos conta um pouco sobre sua vida




Por colaborador Cristian César

Esbanjando humor e acidez em seus vídeos, Mariana Rebelo vem dando cores ao YouTube com suas atuações. São quinze anos de carreira, uma graduação, uma pós-graduação e um currículo para ninguém botar defeito.  


Foto: Denis Alves

Além de atriz, Mariana é dubladora, roteirista e diretora; se sente em casa quando está no teatro e produz textos excelentes. Desde muito nova desejou ser independente, saiu de sua cidade (Barra do Piraí-RJ) para enfrentar a capital carioca, tudo para buscar seu verdadeiro destino e exercer aquilo que sonhava.  

Nesses quinze anos de carreira a atriz já atuou, produziu roteiros fez parte da produção de programas humorísticos como o “Tô de graça” e “Os suburbanos” do Multishow, escreveu, atuou e dirigiu dois espetáculos próprios e agora se dedica a projetos tanto de escrita quanto de atuação.

Quando está incorporada em uma de suas personagens, Mariana imprime a imagem de uma mulher dura, ríspida e sem paciência. Viajando sempre entre o humor ácido ao humor tradicional. Mas será que ela é assim também no seu dia a dia? Nós do Acesso Cultural fizemos uma entrevista com Mariana Rebelo para saber mais sobre sua vida profissional e pessoal, vamos lá!  

Foto: Serginho Carvalho

Acesso Cultural (AC): São quinze anos de carreira, uma graduação e uma pós… Dentro desse espaço de tempo, qual foi a experiência que marcou sua vida?  

Mariana Rebelo (MR): Eu amo tudo que faço, acho que tudo aquilo a que me entrego é marcante, porém o teatro ganha uma força maior nesse sentido. Ter escrito, produzido e atuado na peça “Versão de 2” foi com certeza uma experiência muito grande em minha carreira. Vivi um misto de sentimentos, a insegurança de não saber se meu texto seria aceito pelo público foi um deles. Mas atuar em um espetáculo produzido e escrito por mim foi sem sombra de dúvidas algo muito marcante em minha carreira. Tive essa mesma sensação quando dirigi, ajudei no roteiro e atuei no espetáculo da “Parafernalha” e também no infantil “As aventuras de Pedro” que foi eleita umas das cinco melhores peças infantis do Rio de Janeiro do ano de 2015. Não consigo dizer qual dessas três foi mais importante, mas estar no ao vivo, é desafiador. 

AC: Atriz, roteirista ou dubladora? Existe uma preferência entre alguma dessas três profissões que você exerce?   

MR: Gosto muito da dublagem, mas ainda considero um desafio. Admiro os bons dubladores. Também amo escrever, acho mágico ver alguém interpretando um texto meu. Amo de paixão escrever humor, tanto pela acidez quanto pelo senso crítico que há nele. Mas minha paixão mesmo é atuar, dentre as três se eu tivesse que escolher uma, seria atuar. 

AC: Como foi estar na produção da novela “Joia Rara”?    

MR: Foi uma participação pequena, mas foi muito bom. Fui muito bem recebida por todos. Lembro que era uma cena de perseguição e a novela era de época então os carros antigos custavam a pegar, foi ali que conheci o ator Domingos Montagner, que faleceu precocemente, minha cena era com ele e outros atores. Na hora do almoço pude conversar com o Domingos e apesar do brevíssimo tempo de contato que tivemos, vi que era realmente um ser humano maravilhoso e tudo aquilo que falam dele. Ele foi gentleman, um querido comigo, me entristeci muito com sua morte.  Mas voltando à pergunta…. Foi uma experiência muito bacana estar ali, me sentir numa época na qual não vivi, foi ótimo. Nunca havia feito nada de época, gostei muito. 


Foto: Serginho Carvalho

AC: Em suas atuações é perceptível um humor ácido, a Mariana é assim naturalmente ou apenas seus personagens são? Como você é em seu cotidiano?  

MR: Eu sou muito “na minha”, calada, reservada, um pouco tímida, mas não acho que chego a ser tímida (risos). Esse humor ácido está presente sim dentro de mim, porém solto só com quem tenho intimidade. Se tem algo que me define em meu dia a dia é “na minha” (risos).  

AC: Ser atriz é um sonho desde de criança?  

MR: Tudo foi acontecendo devagar, cursei turismo antes de ser atriz. A atuação foi algo que cresceu naturalmente dentro de mim e eu só deixei acontecer, mas sim, desde muito nova já fazia cursos nessa área. 

Foto: Serginho Carvalho

AC: Sua família sempre te apoiou em suas escolhas profissionais? Como foi a relação deles com o seu trabalho?  

MR: Sempre me apoiaram em todas as minhas escolhas. Tudo foi acontecendo naturalmente, desde muito nova saí da minha cidade e eles me ajudaram financeiramente aqui na capital do Rio de Janeiro. Se não fosse eles nada disso seria possível. 

AC: Tem algum filme que você considere como o filme da sua vida?  

MR: Sempre quando me perguntam isso eu fico confusa, porque na verdade eu não consigo eleger um só (risos) Mas um filme que eu gosto muito e que recomendo para todo mundo é “Relatos Selvagens” que são histórias curtas e que tem uma temática implícita sobre até onde vai o limite do ser humano, é um humor ácido, uma tragicomédia, são situações super trágicas, mas que são conduzidas de uma maneira que provocam o riso. Por isso, talvez esse seja um longa que eu goste e indique, me deixou com a sensação de “Eu queria ter escrito esse filme”. 

AC: Aproveitando o ensejo, existem planos para o cinema?  

MR: Eu quero muito fazer cinema, fiz uma pequena participação, ano passado, num filme protagonizando por Luis Lobianco, e colaborei com roteiro de um outro longa recentemente. Acho que todo ator sempre quer fazer cinema. porém se não for convidada eu aproveito essa minha onda de escrever e escrevo um para mim (risos). Deixo aqui aberto, quem quiser me convidar para fazer um longa, estou aceitando (risos).

AC: Quais foram suas inspirações para seguir sua carreira? E na música? Quem foi?   

MR:  Assim, foi tudo surgindo tão naturalmente que eu não sei dizer quem me inspirou. No meu trabalho de atriz eu busco algo mais naturalista, independente da personagem. É uma linguagem que eu gosto e acredito. Admiro muito atores que trabalham com esse viés, por exemplo, a Meryl Streep que não precisa nem de legenda, ela consegue ser dramática e engraçada sem ficar caricata. Sou apaixonada também pela Cate Blanchett. Sua personagem em “Blue Jasmine” do Wood Allen é maravilhosa. Super dramática, porem cômica ao mesmo, sem exageros . No Brasil uma inspiração para mim seria a atriz Marília Pera. Atriz brilhante que conseguia manter um naturalismo e ser hilaria e dramática ao mesmo tempo. Para mim essas três são as minhas inspirações. Já musicalmente falando, sou muito eclética, mas gosto muito de música calma. Amo “Beirut” que é super performático e instrumental mas tem um estilo mais lento, não gosto de música barulhenta (risos). Melodias melancólicas me encantam, a canção “Elephant Gun” narra muito dessa minha preferência. 

AC: Dentre tantos personagens já feitos, existe alguma que é sua preferida?  

MR: Sobre personagens não tenho nenhum predileto, gosto de narrar a realidade. Tem uma personagem que é uma mãe desempregada. Ainda não usei publicamente. Ela já está em uma idade que não tem mais pudor com as coisas, sabe? Ela não se preocupa com o que os outros vão falar, não precisa ser hipócrita… É uma personagem de identificação.  

AC: Existe possibilidade de retorno do espetáculo da Parafernalha ao teatro?  

MR: Hummm… Por enquanto sem planos.

AC: Se você fosse viajar agora, qual seria seu destino?  

MR: Acho que a Tailândia, queria conhecer a cultura e as belezas naturais de lá.  

AC: E para encerrar, como surgiu o canal Parafernalha em sua vida?  

MR: Surgiu o convite por indicação de dois atores amigos meus, sem querer, ao mesmo tempo. O Fábio Nunes e o Cézar Maracujá. Eles me indicaram, fiz os testes e estou na Parafernalha desde o final de 2012.  


Foto: Serginho Carvalho

Mariana é uma atriz com nome já reconhecido no mercado e possui uma vasta experiência. Querem acompanhar o trabalho dela? Sigam-na no Instagram e no Facebook, é só procurar Mariana Rebelo que vocês encontrarão, e no Youtube, poderão se divertir com os vídeos da Parafernalha.