Resenha: As Bruxarias




Por colaboradora Luci Cara

A animação espanhola As Bruxarias tem um início bastante confuso. Não conseguimos entender muito bem quem são a avó e sua neta, porque se sentem ameaçadas, qual seu trabalho, etc. Mas, aos poucos tudo vai se esclarecendo .


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A avó tem uma tradição a ser preservada, do uso de plantas medicinais , e tenta transmitir seu conhecimento à netinha , que , um pouco distraída por uma paixão adolescente, e pelo uso constante de seu smartphone, não lhe dá importância. Ao mesmo tempo uma grande indústria tenta se apossar desse conhecimento e de outras senhoras da região.

Apesar das grandes aventuras a que os personagens se expoem, o ritmo do filme é um pouco lento , e demora um pouco até nos habituarmos a ele. Depois dessa adaptação, podemos desfrutar completamente da poesia que acompanha a narrativa. 


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Como não conta com uma carga dramática muito expressiva, deve agradar os pequenos , que desejarão voar com a facilidade que se vê na tela, e encontrar parceiros para suas aventuras pela floresta.  Aperte o play e confira o trailer.


Documentário Sepultura – Endurance chega às telas da Cinesystem




Longa que narra a trajetória da banda de heavy metal Sepultura ao longo de seus 30 anos de história estreou nesta quarta-feira (14)

Por Redação

O aguardado documentário “Sepultura – Endurance”, que conta a história do grupo de heavy metal brasileiro de maior destaque internacional da história e celebra os 30 anos de trabalho da banda, chegou às telonas com sessão especial de estreia realizada nesta quarta-feira (14), nas seguintes unidades multiplex selecionados para a exibição : Cinesystem do Paulista North Way Shopping (PE), Parque Shopping Maceió (AL), Boulevard Vila Velha (ES), Américas Shopping (RJ), Ilha Plaza Shopping (RJ), Parque Shopping Sulacap (RJ), Morumbi Town Shopping (SP), Shopping Curitiba (PR), Londrina Norte Shopping (PR), Shopping Center Iguatemi (SC), Praça Rio Grande Shopping (RS).

Crédito: Divulgação
Sepultura – Endurance retrata a trajetória da banda Sepultura, com imagens de arquivos de shows, bastidores e momentos pessoais. A direção do documentário fica por conta do cineasta Otavio Juliano, que acompanhou a banda durante seis anos por turnês que passaram por diversos continentes e recolheu mais de 800 horas de material para apresentar seu retrato sobre a rotina e o processo criativo da banda.

Além de depoimentos dos membros da banda e imagens de arquivo, Sepultura Endurance traz ainda falas de nomes importantes do metal mundial ,como Lars Ulrich, baterista do Metallica; David Ellefson, baixista do Megadeth; Phil Campbell, baixista do Motorhead; Scott Ian, guitarrista do Anthrax; Corey Taylor, vocalista do Slipknot; e Phil Anselmo, vocalista das bandas Pantera e Down.

Resenha: A Múmia




Por colaborador Jurandir Vicari

Em primeiro lugar esqueça os filmes do “cult” Boris Karloff ou do engraçado Brendan Fraser, agora se inicia um novo universo, o tal do Dark Universe, onde “renascerá” os monstros clássicos como Drácula, Frankenstein, entre outros , trazendo atores de peso para o projeto como: Angelina Jolie, Johnny Deep e Javier Bardem. E para iniciar essa nova fase temos: A Múmia.

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Sofia Boutella, é a atriz que dá vida a personagem tema do filme. Pela primeira vez, temos uma múmia mulher. A atriz tem o perfil e o talento necessário para esse papel, pena que é pouco explorado. Vemos a princesa Ahmanet que fez um pacto com o deus egípcio Seth, vindo a ser mumificada viva que volta com poderes sobrenaturais para se vingar. A personagem é quase eclipsada por Tom Cruise, que dá vida a Nick Morton, protagonista, que usa seu posto de soldado para encontrar e vender artefatos arqueológicos. Um dos pontos altos do filme é a interpretação de Tom. Para finalizar o “triangulo amoroso” temos: Jenny Halsey, arqueóloga interpretado pela atriz Annabelle Wallis, cuja única função é ser a “mocinha em apuros”, arquétipo meio ultrapassado em tempos de empoderamento e representatividade.

O longa se perde entre ser uma aventura, comédia ou filme de terror, mas ao meu ver com certeza não é nenhuma das duas últimas alternativas. Se visto como aventura, tem cenas empolgantes como a queda do avião onde o casal protagonista se vê em uma queda livre.

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Como que numa “segunda parte” do filme, vemos a introdução de Dr. Jekyll,  Russell Crowe, apresentando mais um personagem desse “universo das trevas” e me fazendo lembrar de outro filme, “Liga Extraordinária”, onde personagens bem distintos tem um objetivo em comum.

Os efeitos especiais são um dos diferenciais do filme, Tom Cruise, está muito carismático e Sofia Boutella, no pouco que aparece está encantadora e diversos “easter eggs” são os pontos positivos. O roteiro é  fraco, ainda mais servindo como alicerce para tantos filmes que devem vir por aí.
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Se estiver apenas procurando por um filme que não tenha que pensar muito e ver Tom Cruise pulando entre belas paisagens assistam, senão voltem para as sessões da Mulher-Maravilha. Aperte o play e confira o trailer!



Especial Dia dos Namorados: Amor.Com




Por colaborador Jurandir Vicari

Em clima de dia dos namorados conferi o longa AMOR.COM e recebi um tsunami de clichês. Eu sei…eu sei…trata-se de uma comédia romântica e é difícil não ter clichê, mas poderia trazer algum frescor, alguma novidade.

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A tentativa desse tal frescor se dá pelo fato do casal protagonista ser uma dupla de “Youtubers” e pelo relacionamento totalmente exposto nas redes sociais. Algo bem atual, não é verdade?

O casal em questão é formado por Katrina, vivida pela linda e talentosa atriz Ísis Valverde, que convence como a blogueira fashion que faz tudo para manter a sua imagem. Tanto que se aproxima do “menino da informática”, vivido pelo ator Gil Coelho, que ao contrário de Isis não convence como o nerd Fernando, que faz de tudo para evitar o vazamento de suas nudes. A partir daí vemos os conflitos de opostos que tentam ter um relacionamento, como acontecem na maioria dos romances. Destaque para a cena que a Katrina se veste de zumbi em uma festa nerd, deixando de lado um dos seus looks famosos. Mas infelizmente o resto do longa é bem previsível e um pouco desinteressante.

Os pontos positivos: como já salientado ficam para a atuação da protagonista e a sinceridade com que é abordada a vida dos famosos ou não nas redes sociais e a crítica ao fato de como a sociedade está cada dia mais valorizando as aparências em vez do que realmente somos.

Os pontos negativos: a total falta de química do casal e a quase ausência de trilha sonora. Gente é um filme romântico e cadê a música para gente lembrar do crush?
Mesmo com altos e baixos, Amor. Com é um filme que EU RECOMENDO ! Porque eu recomendo ? É um filme nacional, e é sempre bom prestigiar o nosso cinema. Porque é dia dos namorados. Porque o mundo precisa mais de AMOR, mas talvez menos .COM. Aperte o play e confira ao trailer.



6 dicas de filmes para assistir no Dia dos Namorados




Por Redação

Hoje é celebrado o Dia dos Namorados no Brasil e há quem comemore com jantar, presentes, declarações, ao mesmo tempo que há aqueles casais mais contidos, mas que não deixam de demonstrar o que sentem. 

Caso você prefira uma coisa mais light para a data e seu amor faça o estilo inteligente e descolado ou curta cultura pop, filmes cult e nerdices em geral, veja as dicas de filmes indicados pelo publicitário Rafael Monteiro de Castro.

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Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança (2004)

Escrito pelo genial Charlie Kaufman (Adaptação, Quero ser John Malkovich) e dirigido por Michel Gondry, entra de forma visceral na relação de um casal vivido por Jim Carrey e Kate Winslet, e nos mostra como estar com alguém pode ser algo tão contraditório: o amor anda lado a lado com mágoa, frustração, egoísmo e até crueldade, mas, no fim das contas, continua sendo amor. No filme, Joel (Carrey) contrata uma firma especializada em apagar memórias, para literalmente extrair de sua mente todas as lembranças de sua namorada Clementine (Winslet). De forma inventiva e bem-humorada, vemos de que forma as memórias vão sendo deletadas e a luta de um Joel arrependido para manter em sua mente essa mulher, que apesar de complicada e problemática, é o grande amor de sua vida.

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Ela (2013)
Filme de extrema sensibilidade dirigido por Spike Jonze (que dirigiu os mesmos Adaptação e Quero ser John Malkovitch citados acima), que aborda o inusitado romance entre um homem e um sistema operacional, uma espécie de SIRI da Apple com inteligência artificial. Theodore (Joaquin Phoenix) adquire esta “mulher virtual” (apenas uma voz, sem corpo, interpretada por Scarlett Johansson), cuja função é atuar como uma espécie de secretária. O convívio de Theodore, que passa por um doloroso divórcio, com a I.A. se torna cada vez mais próximo e os dois se apaixonam. O rapaz agora terá que lidar com a estranheza daqueles que o cercam e com as óbvias questões físicas e emocionais envolvidas: Como amar uma mulher sem corpo? Como se relacionar com uma pessoa cuja inteligência e conhecimento aumentam exponencialmente ao longo do tempo?



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Encontros e Desencontros (2003)
O título em português é terrível. Em inglês é Lost in Translation (termo usado quando uma piada ou trocadilho se perde na tradução para outra língua), filme dirigido por Sofia Copolla, hoje cultuada como o pai, o grande Francis Ford Copolla. O filme é interessante por tratar de um “não romance” (fica difícil explicar o porquê desse termo sem entregar spoilers do filme). Bob (Bill Murray) é um ator americano de meia idade que já teve seu auge e está no Japão para gravar um comercial. Charlotte (Scarlett Johannson) também está na Terra do Sol Nascente, acompanhando seu marido, um fotógrafo de celebridades. O casal se hospeda no mesmo hotel de Bob, mas o marido de Charlotte está sempre ausente, o que a deixa insegura e infeliz, vagando pelo hotel. É assim que ela e Bob se conhecem e desenvolvem uma amizade. Como a história desse casal improvável evolui é o que torna esse filme único.

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Harry & Sally – Feitos um para o outro (1989)
Apesar de classificado como uma comédia romântica, o que de fato é, esse filme é muito mais do que isso. É um tratado muito bem-humorado sobre a relação homem/mulher. O texto afiado de Nora Ephron e a direção hilária e sensível de Rob Reiner trazem à tona os vícios comportamentais do macho e da fêmea em diferentes estágios de um relacionamento. Sally (Meg Ryan) dá carona a Harry (Billy Crystal) até Nova York, onde ambos pretendem dar início à sua vida profissional. Os anos se passam e os dois vão se reencontrando em diferentes fases de suas vidas, até que se tornam amigos. É então que uma das máximas defendidas por Harry é colocada em cheque: Um homem e uma mulher nunca serão apenas amigos, o sexo entre eles sempre será uma possibilidade. Será? O filme já vale a pena só pela cena de Meg Ryan simulando um orgasmo no meio de um restaurante lotado.

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Manhattan (1979)
Uma obra-prima de Woody Allen (apesar dele próprio não gostar tanto do filme), aborda uma questão pela qual quase todo mundo já passou: Não valorizamos a pessoa com quem estamos, achamos que nossa felicidade está em outra pessoa. Aí, quando quebramos a cara, pensamos: será que é tarde para voltar atrás? Isaac (Allen) namora uma menina muito mais nova (Mariel Hemingway), mas encara a relação como algo passageiro, até que conhece Mary (Diane Keaton), a amante de seu amigo, e acredita que encontrou o amor de sua vida. Além da história e direção grandiosos de Allen, o filme se destaca pela fotografia em preto e branco sensacional, que retrata diversos cartões postais de Nova York, e que se traduz em uma bela declaração de amor à cidade.

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Singles – Vida de solteiro (1992)
Além de explorar diversos problemas amorosos vividos por jovens americanos solteiros no início da década de noventa, Singles é um filme relevante por outro motivo: A história se passa em Seattle, por volta de 1991, ano em que o grunge explodiu em todo o mundo. Três das maiores bandas surgidas desse movimento fazem aparições no filme: Pearl Jam, Soundgarden e Alice in Chains. Para quem viveu essa época, o filme tem um aspecto nostálgico, além de uma excelente trilha sonora. Mas as aparições das bandas são usadas como chamariz para a trama, que foca em um grupo de personagens e suas desventuras no amor. Dirigido por Cameron Crowe (Quase Famosos), Singles fala de sofrer por amor, paixão não correspondida, problemas de auto aceitação e dificuldade em encontrar a pessoa certa, entre outros temas universais.

Resenha: Stephan Zweig – Adeus, Europa




Por colaboradora Luci Cara

Estréia em streaming na próxima semana, nas plataformas VOD (iTunes, Google Play entre outros) o filme Stephan Zweig – Adeus, Europa, que também está em cartaz no cinema.

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Trata-se de uma cinebiografia sobre o escritor de origem judia, austríaco, que vive em exílio por diversos países no período anterior à Segunda Guerra. 

Ao mesmo tempo em que foca no trabalho, em discutir questões ligadas à Literatura, colocando a arte acima da política, ele se torna cada vez mais atormentado em perceber que a realidade se escancara diante de seus olhos. 

A possibilidade que tem de ajudar os que ficaram para trás é ínfima, diante das necessidades que insistem em se apresentar. E o escritor se vê em certa medida covarde, como alguém que não consegue realizar tanto quanto gostaria. 

Dividido em capítulos, de acordo com as passagens que fez por diferentes locais da América, o filme é bastante detalhista em retratar sua crescente angústia , conforme o mundo vai se tornando um lugar cada vez mais impróprio para se viver . Aperte o play e confira o trailer!