Uma história com ritmo dançante e solar, uma levada que remete à Jamaica. Esse é o clima do clipe de “Brisa”, lançado hoje, dia 18 de abril.
Inspirada no universo dos musicais, a narrativa do curta mistura muita dança ao ritmo caribenho da canção. IZA incorpora a comandante de um navio e, junto com seu ballet de tripulantes, alterna cenas de dança em um cenário que remete ao barco e em uma praia do litoral sul de São Paulo.
Créditos: Rodolfo Magalhães
“Eu estou muito feliz com essa música e ansiosa para saber a opinião do público. Ela é mais solar e tem tudo a ver com o que eu tenho ouvido ultimamente”, conta IZA.
As cores escolhidas para o clipe seguem uma estética color blocking do reggae (amarelo, verde, vermelho e preto, uma mistura das cores de várias bandeiras africanas) e dão mais sensualidade à performance de IZA. A direção do curta foi assinada por Felipe Sassi, que também cuidou do roteiro, ao lado da cantora. A direção de arte foi de Poliana Feulo.
“O clipe é muito colorido e foi muito divertido criar o universo dele. Tudo o que que queria, o Felipe conseguiu traduzir em imagens, todas as referências. Eu sempre participo da direção criativa dos meus clipes, mas esse foi diferente porque foi mais lúdico. Foi o clipe que eu mais investi em direção de arte”, completa a cantora afirmando que procuraram uma arte diferenciada, algo que ela ainda não havia experimentado.
Diretamente do Nordeste, o Saia Rodada aposta em mais novo sucesso do forró eletrônico. A banda, que assinou recentemente com a Som Livre, lança nesta quinta-feira (18) o clipe de “Bebe e Vem Me Procurar” . A música promete conquistar as pistas de dança e também os corações nos momentos de ‘sofrência’. O clipe foi gravado em Natal, no Rio Grande do Norte, estado onde nasceu a banda. O single também está disponível em todas as plataformas digitais – ouça.
Na voz de Raí Soares, a música traz a história de um amor mal resolvido e que sofre de saudade: “Eu era só um lança, uma distração/ O meu corpo era sua diversão/ O nosso combinado era não ligar/Mas tá sentindo falta da cama amarrotada/das roupas pela casa/do cheiro de amor no ar”, diz o refrão. O clipe conta com as participações dos influenciadores digitais Leydi Paranhos, Lusiane Lira e Lucas Guimarães.
Créditos: Divulgação
Com a participação dos influenciadores digitais Leydi Paranhos, Lusiane Lira e Lucas Guimarães – noivo de Carlinhos Maia – o clipe já está disponível.
Entre os últimos grandes sucessos da banda estão “Hoje Eu Não Vou Trabalhar”, “Apaga A Luz E Vem Deitar”, “Quero Sentir De Novo” (parceria com Breno & Caio Cesar) e “Filho do Mato”.
Confira o videoclipe de “Bebe e Vem Me Procurar”:
Letra: Eu sei que você fala por aí que não Jura que é de pedra o seu coração Mas na madrugada vem me procurar
Eu era só um lance, uma distração O meu corpo era sua diversão O nosso combinado era não ligar Mas tá sentindo falta da cama amarrotada, das roupas pela casa Do cheiro do amor no ar, o cheiro do amor no ar Caiu na madrugada e viu que tava errada tá desesperada Louca pra me encontrar então bebe vem me procurar
Bebe vem me procurar bebe, vem me procurar bebe, vem me procurar (3X)
Desde desvendar roubos de dentaduras, até investigar desvio de dinheiro envolvendo o prefeito da cidade, o livro “Diário de um Detetive” traz histórias de um detetive sem noção, que está resolvendo os casos mais absurdos sempre regado as mais variadas bebidas e personagens com suas loucas particularidades.
A obra é do autor Guilherme Bianchini, escritor de contos, historinhas e diálogos de humor, além de roteiros audiovisuais. “Em 105 páginas, o leitor vai encontrar um dos melhores detetives de todos os tempos que, expõe de maneira absurda, suas dificuldades, medos e prazeres num diário escrito exclusivamente com sua máquina de escrever Remigton”, explica.
Créditos: Divulgação
As histórias são carregadas de humor non sense, mas os medos e angústias dos personagens trazem sentimentos inerentes a qualquer ser humano. “Diário de um Detetive é meu segundo livro com foco na escrita de humor. Livros de humor não são tão comuns e creio que este traz um pouco de originalidade ao ramo”, afirma o autor.
Destinado ao público jovem adulto, o livro é impresso pela Chiado Books e está disponível no site da editora, além de outras livrarias como Cultura ou Saraiva. O preço sugerido ao varejo é de R$ 30,00.
Em maio chega às lojas pela Editora Planeta, Sra. Escobar – Minha vida com Pablo, livro escrito por Victoria Eugenia Henao, viúva de Pablo Escobar. Na obra, ela revela segredos e detalhes da vida ao lado dele e como sua família teve que lutar pela própria sobrevivência.
Victoria tinha 12 anos quando conheceu Pablo, aos 15 fugiu para se casar com ele e ficaram juntos por 16 anos, até sua morte. Hoje, aos 58 anos, ela vive na Argentina sob o nome María Isabel Santos Caballero.
Créditos: Divulgação / Editora Planeta
Trecho do livro:
“Como você conseguia dormir com aquele monstro?”, perguntou-me uma das vítimas de meu marido, Pablo Escobar. “Você era cúmplice ou vítima? Por que não fez nada? Por que não o deixou? Por que não o denunciou?” Essas perguntas são provavelmente as mesmas que milhares de pessoas se fazem sobre mim. A resposta é porque eu o amava e, embora para muitos isso seja insuficiente, a verdade é que essa foi a razão pela qual fiquei ao seu lado até o último dia de sua vida, apesar de uma infinidade de vezes não concordar com suas ações e suas decisões. (…)
Suportei amantes, desaforos, humilhações, mentiras, solidão, buscas policiais, ameaças de morte, atentados terroristas, tentativas de sequestro de meus filhos e até longas clausuras e exílios. Tudo por amor. É evidente que houve muitos momentos que me fizeram questionar se devia continuar ou não; porém, não fui capaz de deixá-lo, não só por amor, mas também por medo, impotência e pela incerteza, por não saber o que seria de minha vida e de meus filhos sem ele. (…)
Muito poucos me reconhecem como María Isabel Santos. Não me olham como mulher, e sim como a extensão da maldade de meu marido. Questionam-me por seus atos, sem levar em conta meus esforços ou minha luta como mãe de família. O passado nos persegue e o fantasma de Pablo não nos deixa em paz. Sou – e tomara que deixe de ser a partir de agora – “a viúva de Pablo Escobar”.
“TER LIVROS É CRIME. DENUNCIE!”. O aviso está estampado em placas por toda parte, perseguindo os protagonistas de O Silêncio dos Livros. A partir do argumento de que os livros seriam “antidemocráticos” por supostamente “congelarem a visão do autor”, países de todo o mundo passam a proibi-los. Livrarias são atacadas, bibliotecas incendiadas e, neste novo mundo, não há espaço para escritores e leitores.
Estatuto da Incineração de Publicações Art. 33 – Constitui crime possuir, trazer consigo, ter em depósito, guardar, ocultar, adquirir, escrever, editar, publicar, vender, expor à venda, oferecer, importar, exportar, remeter, transportar, entregar ou fornecer livros impressos. (p.122)
Escrita pelo Doutor em Ciências Jurídicas, promotor e fotógrafo Fausto Luciano Panicacci, a obra é lapidada em uma prosa poética carregada de referências literárias. Nela, o leitor acompanha a chegada do misterioso Santiago Pena a Vila Nova de Gaia, em Portugal, onde conhecerá Alice, uma garota desprezada pelos pais. Sonhadora e apaixonada por histórias, a “menina” – como é chamada pela família – fica obcecada por um caderno de anotações que Santiago carrega e acidentalmente deixa cair.
Créditos: Divulgação
Nas páginas desse manuscrito, o leitor mergulhará na vida de Hilário, jovem aspirante a arquiteto que se envolve numa briga de bar, da qual resulta a morte de um rapaz. Acusado de um crime que alega não ter cometido e oprimido por um sistema que busca rastrear um possível “gene criminoso”, Hilário travará contato com António, editor que contrabandeia livros do Brasil para Portugal.
De maneira surpreendente, as histórias de Alice, Santiago, Hilário e António interligam-se à de Elizabeth, fotógrafa que luta para que a lei que proibiu os livros não afete também a fotografia. Juntos, eles arriscam a liberdade para manter um perigoso segredo.
A narrativa perpassa ainda a perturbadora atração que um estrangeiro exerce sobre a mãe e a irmã da menina, e a admiração e inveja que ele desperta no pai da garota, abordando temas como a manipulação genética, escolhas randomizadas, identidade e esgarçamento das relações pessoais num mundo sem livros.
Enquanto o mundo decretava a morte dos livros, tentando silenciá-los, eles resistiam: longe do burburinho quotidiano, do barulho das cidades, das buzinas dos carros, do ruído dos aparelhos, do falatório vazio, o silêncio dos livros não era de morte, como se buscava impor-lhes, mas de música. O silêncio tinha sons, e os livros iam conclamando, em cochichos, à leitura, e celebrando, aos gritos, a vida. O silêncio dos livros cantava. O silêncio dos livros era a própria música. (p.113)
Créditos: Divulgação
Em meio a suspense e aventura, o livro carrega profundas reflexões sobre os paradoxos da condição humana. Alternando-se entre a perspectiva de uma curiosa menina e a de um enigmático homem, O Silêncio dos Livros trata de amor, paixão, amizade, egos, dores latentes e cicatrizes, e é, sobretudo, uma autêntica declaração de amor à Literatura.
A obra já está em pré-venda e com chegada prevista nas livrarias de todo Brasil para o final de abril! E para já entrar no clima, o autor disponibilizou gratuitamente os primeiros capítulos do livro para degustação.
Confira nos links!
Primeiros capítulos: http://bit.ly/2WY3GnI Booktrailer: http://bit.ly/2YuQ05r
Serviço Título: O Silêncio dos Livros Autor: Fausto Luciano Panicacci ISBN: 978-85-8442-392-7 Páginas: 256 Formato: 16×23 cm Preço impresso: R$39,90 Preço e-book: R$29,90
Lançado nos Estados Unidos, o livro de Vingadores: Ultimato traz a imagem do casulo de Adam Warlock, que pode ser visto em Guardiões da Galáxia Vol. 2. Isso não quer dizer que a presença do personagem está confirmada no filme, mas talvez explique alguns elementos no Universo Cinematográfico da Marvel.
Embora tenha sido uma das maiores inspirações para Vingadores: Guerra Infinita, o personagem não aparece no longa, o que deixou muitos fãs questionando o motivo. Em entrevista durante um painel do Collider, os diretores Anthony e Joe Russo explicaram o motivo:
Créditos: Site Oficial / Marvel
“Nós tivemos muitos personagens pré estabelecidos e, novamente, sendo um fã de gibis, eu não quero ver uma interpretação literal de uma história em quadrinhos que eu li centenas de vezes. Não quero ir a um cinema e saber exatamente o que vai acontecer. Para mim, isso meio que arruína a experiência de ir ao cinema. E às vezes pegamos os arcos que foram atribuídos a diferentes personagens nos livros e os transferimos para outros personagens. Ou estamos apenas nos inspirando nos livros e realmente se desviando do enredo.”
Vingadores: Ultimato encerra os 10 anos da história do Universo Cinematográfico Marvel e continua com os acontecimentos já vistos em Guerra Infinita. A direção do longa é novamente assinada pelos irmãos Anthony e Joe Russo e chega aos cinemas em 25 de abril de 2019.
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