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Arte, Cultura Pop e Entretenimento

Ana Beatriz Nogueira volta aos palcos com novo monólogo

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Tag: monólogo

Ana Beatriz Nogueira volta aos palcos com novo monólogo

Publicado em 10 de dezembro de 20219 de dezembro de 2021

Créditos: Cristina Granato


Em cartaz no Teatro Renaissance e com temporada prorrogada (para a alegria dos amantes da arte), “Um Dia a Menos” é a dica de Teatro do mês.

Inspirada em um conto de Clarice Lispector e protagonizada por Ana Beatriz Nogueira, a peça retrata o dia monótono de uma pessoa em seu mais profundo nível de solidão.

Com cinquenta anos, Margarida Flores é uma mulher solteira que se vê sozinha em casa sem sua única companhia, sua empregada fiel que precisa se ausentar por um mês.

Créditos: Cristina Granato

Sem nenhum convívio social, ela vê as horas do dia passarem lentamente por seus olhos. Sua busca por algo que a atraia, que lhe dê algum sentido em seu cotidiano faz com que ela divague em diversos diálogos existenciais consigo mesma.

No palco, uma poltrona, uma mesinha com uma jarra de água e um telefone é tudo que Ana Beatriz Nogueira tem como apoio de cenário em seu monólogo, e, para falar a verdade, é o bastante, já que o texto tão minucioso e profundo de Clarice Lispector somado a interpretação multifacetada de Ana Beatriz é mais que o suficiente para deixar o público hipnotizado e atento a cada movimento minimalista da atriz em cena.

Os cinquenta minutos de espetáculo passam em um piscar de olhos deixando quem assiste com o gostinho de quero mais.

‘Um Dia a Menos’ tem direção e adaptação de Leonardo Netto e está em cartaz aos sábados, às 17h30, e domingos, às 20h30, até 19 de dezembro. Imperdível!

Serviço
‘UM DIA A MENOS’
LOCAL: Teatro Renaissance – Alameda Santos, 2233 – Jardim Paulista, SP | Tel: (11) 3069-2286.
HORÁRIOS: sábados às 17h30 e domingos às 20h30
INGRESSOS: R$70,00 e R$35 (meia)
HORÁRIO BILHETERIA: sexta, sábado e domingo, das 14h até o início do espetáculo
CAPACIDADE: 440 espectadores
DURAÇÃO: 50 min
GÊNERO: drama
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos
TEMPORADA: até 19 de dezembro

Espetáculo ‘O Amor Que Sinto” estreia em Salvador

Publicado em 6 de dezembro de 20217 de dezembro de 2021

Créditos: Rodrigo Chueri


Estreia no dia 10 dezembro em Salvador a turnê do espetáculo O Amor que Sinto protagonizado pelo premiado ator Mário Goes e com direção de Elias Andreato. A peça passará por várias cidades do nordeste em dezembro de 2021 e chega aos palcos paulistanos em 2022.

O monólogo, do autor Egbert Mesquita, são cartas de amor escritas por anos e nunca entregues ao destinatário. Um reencontro entre passado, presente e o homem em cena com a pessoa amada que ora “está” presente e ora “não”. Baseado em cartas da vida real, o espetáculo é um respiro ao amor.

Créditos: Rodrigo Chueri

A ideia de montar o espetáculo apareceu durante esse período de pandemia quando o ator Mário Goes se apresentava da varanda do prédio para os vizinhos com o “Arte na Varanda”. A partir dessa experiência surgiu a vontade de montar a peça. O texto era inicialmente para 3 atores e que foi adaptado pelo autor para ser um monólogo. “Eu queria falar de amor neste mundo quase “pós pandêmico” e de tanto ódio aí fora. Sou um artista muito sensível à minha intuição e ao meu tempo”, conta Mário.

Os textos das cartas presentes na peça, são verídicos e pertencem ao autor Egbert Mesquita. Foram de um grande amor décadas atrás. Um amor que lhe rendeu muitas feridas e resultaram durante anos na escrita de dezenas de outras cartas, como um desabafo, uma forma de extravasar os sentimentos de uma relação conturbada. Essas cartas foram organizadas e digitalizadas pois eram escritas à mão.

Mário Goes, nesse projeto, volta para suas origens, pois começou fazendo Teatro na Bahia além de estar atualmente rodando o filme “Bartolomeu e Benedito Descangados”nas cidades de Caldas de Cipó e Banzaê que ficam no interior baiano. Outro motivo de grande satisfação na peça é a parceria com o diretor Elias Andreato:  –  “tivemos uma química desde o primeiro dia e isso é ótimo para o trabalho fluir. Ele tem a humildade de me deixar propôr ao mesmo tempo que me conduz com maestria” relata Mário.

SERVIÇO:

LOCAL (1) : Salvador – Sesi Rio Vermelho, (Rua Borges dos Reis, 9 – Rio Vermelho).

DATA: 10/12 (Sexta 20h)

INGRESSOS: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

LOCAL (2): Cipó – Sarau Cafofo do Leco

DATA: 17/12 (Sexta 19h)

INGRESSOS: Gratuito

LOCAL (3): Remanso – Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Remanso

DATA: 28/12 (Terça 20h)

INGRESSOS: R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia)

INFORMAÇÕES: ciaparadoxos@gmail.com

DURAÇÃO: 50 minutos

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

Espaço Brica Braque apresenta o monólogo Clareana, com Dani Moreno

Publicado em 23 de junho de 202123 de junho de 2021

Créditos: Priscila Prade


Depois dos espetáculos Beethoven em Fá (para Menores) e 23 de setembro, transmitidos de forma online, o Espaço Cultural Bricabraque apresenta o monólogo Clareana, com texto e direção de Marcello Airoldi e interpretação de Dani Moreno em encenação presencial nos dias 26 e 27 de junho, sábado e domingo, em duas sessões, às 16 e 19 horas. Os ingressos já estão à venda na Sympla e custam R$ 30,00. Escrito há cerca de oito anos, o texto de Clareana foi refeito especialmente para a interpretação da atriz. “Quando a Dani me convidou para escrever uma peça em que atuasse para esse projeto do Brica Braque com produção da Priscila Prade, imediatamente pensei em reescrever o texto. Adaptei a dramaturgia, não mais com dois personagens e sim na voz de uma só mulher – a mãe de uma criança que é abusada pelo próprio pai.”

Clareana é uma menina que se suicida diante da mãe por não conseguir lidar com o abuso cometido pelo pai. A narrativa percorre a trajetória desta mulher contando seu passado até o tempo presente, quando decide ter condições e forças para dividir a história de sua vida e o ocorrido depois do ato. O abuso é um dos temas fundamentais da peça, entretanto o autor e diretor observa ser outra a questão mobilizadora da trama. “É a vida que a mulher levou depois de ter descoberto a violência sexual do próprio marido contra a filha. O fato de conseguir reelaborar os acontecimentos, após tantos anos, e contar ao público, expectador e testemunha de seu relato.” Marcello Airoldi tirou a ideia para o texto de uma história real contada por um amigo há muitos anos. A partir de duas imagens potentes – a morte trágica de uma moça e um homem que se embriaga ao beber Coca Cola -, construiu a dramaturgia da obra.

Créditos: Priscila Prade

A trilha musical, criação de Dugg Mont, é formada por sons que auxiliam a plateia a se situar como parte integrante do inconsciente da personagem e vivenciando o estranhamento do relato denso apresentado para o público. Assinado por Karen Brusttolin, o figurino é simples e artesanal, uma camisola, e remete à intimidade, à vida pessoal da personagem, despida de vaidade. A iluminação de Cesar Pivetti se relaciona diretamente com a personagem, quase como uma parceira de cena. Não realista, o cenário minimalista, comporta uma cadeira e um plástico negro de grandes dimensões sobre o qual a atriz pisa, se enrola e se movimenta. Parte da sonoplastia é feita com o barulho do plástico. “É quase uma dança f eita pela atriz com este adereço gigante e de aspecto obscuro”, diz Marcello Airoldi, observando que se trata de metáfora do inconsciente da personagem. “Há muita simplicidade e eficácia cênica no cenário. Ele auxilia Dani a compor e elaborar de forma mais clara para a plateia os elementos narrativos dessa dramaturgia.”

Aos 35 anos, Dani Moreno sabe o peso da responsabilidade de interpretar essa mãe que revela o motivo da filha ter se matado. A atriz pensava em fazer um monólogo só depois dos 50 anos. “Talvez, quem sabe, eu me sentisse preparada para contar uma história. Com o incentivo da Priscila, o texto e a direção do Marcelo Airoldi, não tinha como deixar esta oportunidade passar.” A atriz acredita que as mulheres, em geral, se identificam com este texto em algum momento. “A peça mexe com questões inerentes às mulheres em geral, a mulher na sociedade, a relação mãe e filha, mulher e homem, igreja; assuntos atuais que precisam ser abordados. Em algum grau toda mulher já sofreu algum tipo de abuso – sexual, moral ou psicológico. A mulher es tá muito vulnerável, infelizmente, mesmo hoje no século 21 a gente ainda precisa debater o tema.”

Dani conta que foi Priscila Prade quem deu o pontapé inicial do projeto. “A gente trabalha junto há quase dez anos. Ela é uma grande incentivadora do teatro. Mesmo no meio da pandemia, conseguiu aprovar vários projetos em editais e está apresentando em seu espaço. A realização deste projeto é da Priscila Prade”, diz Moreno, que terminou de gravar sua participação na novela Gênesis, da TV Record, com previsão de ir ao ar na primeira semana de julho.

Serviço

Espetáculo – CLAREANA

Dias 26 e 27 de junho , sábado e domingo, em duas sessões – às 16 e 19 horas.
Espaço Cultural Bricabraque / Rua Dr Alberto Seabra 900 B / Vila Madalena. Whatsap – 11 96660 9120. Ingressos pelo Sympla. R$30,00 (preço único). Indicação de público-alvo e classificação indicativa. 14 anos.

De acordo com as determinações do Plano São Paulo para o Combate ao Coronavírus:

O Espaço atende com a quantidade reduzida de publico, de acordo com as determinações do plano São Paulo.

Assentos intercalados com distância permitida de 1,5 metros.

Obrigatório o uso de máscara durante todo o período do evento.

Álcool em gel disponibilizado em totem com pedal.

Mãe Fora da Caixa, protagonizado por Miá Mello, estreia em SP

Publicado em 14 de dezembro de 201912 de dezembro de 2019

Créditos: Carlos Grun


“Ter filho é muito bom, mas dura…“, recita Miá Mello logo no início do espetáculo Mãe Fora da Caixa, que traz aos palcos uma mãe sem medo de falar sobre os diversos dilemas que envolvem a maternidade. Dúvidas, alegrias, conflitos, amamentação, o puerpério e todas as mudanças que acontecem neste novo ciclo.

Depois de uma temporada carioca bem-sucedida, que começou com oito semanas e se transformou em cinco meses em cartaz, o solo com a atriz e humorista Miá Mello (protagonista no filme Meu Passado Me Condena), tem sua estreia paulistana marcada para o dia 10 de janeiro de 2020 no Teatro das Artes, no Shopping Eldorado. A peça é inspirada no best-seller homônimo de Thaís Vilarino e tem direção de Joana Lebreiro e texto de Cláudia Gomes (roteirista da Rede Globo e criadora do blog Humor de Mãe).

Na trama, uma mulher que já tem uma filha com sete anos aguarda ansiosa em seu banheiro pelo resultado de um novo teste de gravidez.

Uma das maiores dificuldades da mãe contemporânea é o acúmulo de tarefas, conta a atriz Miá Mello. “Temos essa sobrecarga mental provocada pela cobrança de ter que fazer um monte de coisas: ser boa mãe, ser boa profissional, ver as amigas, estar com o marido, ir ao mercado etc. Tem aquele bom e velho ditado que diz que para criar uma criança é preciso de uma aldeia. E cada vez estamos mais isolados em uma ilha de nossas famílias modernas individuais. A peça tem essa força de mostrar que não estamos sozinhas de verdade. Eu começo dizendo que não é a minha história, mas poderia ser e acho que isso acontece com todo mundo. Tem um grande poder de identificação”.

O espetáculo surgiu quando o ator e produtor Pablo Sanábio (que atua na série Sob Pressão, na TV Globo) se deparou com uma série de questionamentos sobre paternidade e acabou encontrando o livro Mãe Fora da Caixa, de Thaís Vilarino. A autora é conhecida nas redes sociais por mostrar o lado real da maternidade e oferecer um ombro amigo para os pais e mães que se sentem pressionados com tantos desafios.

O desejo de Vilarino de escrever sobre maternidade aflorou com o nascimento de seu primeiro filho.

Já Miá Mello conta que o tema da maternidade sempre foi algo latente para ela, mas mantido em seu círculo íntimo. “Quando tive meu segundo filho, fiquei absolutamente mexida. Eu achei que fosse tirar de letra porque já era mãe, mas não foi bem assim. Estava longe dos meus pais, da minha sogra, das minhas amigas de infância. E como não tinha uma rede de apoio, tudo foi mais difícil. Passei a viver a maternidade com muita intensidade, mas não tinha com quem falar sobre isso. Quando o Pablo me ligou, topei participar do projeto antes mesmo que ele me explicasse como seria. Logo comprei e devorei o livro da Thaís e fui anotando coisas sobre a minha maternidade. Tínhamos essa conexão muito forte e tudo foi desenrolando a partir dessa necessidade de falar sobre isso de forma real”.

A encenação foi criada a partir de um diálogo entre o livro e o perfil no Instagram de Taís Vilarino com as experiências pessoais de Miá, Joana e Cláudia. “Queríamos um espetáculo que juntasse esse papo reto e real sobre maternidade com a sensação de acolhimento às mães, sem deixar de lado esse humor ‘pé na porta’ que é a marca da Claudia. Uma coisa que conversamos desde o início e que permeou a escrita dela é ter um espetáculo que fosse bem aberto, bem direto para o público. E que não ficasse fechado na história, no sentido de ter uma personagem falando sozinha. Ela está conversando com aquelas pessoas que estão ali assistindo. Eu gosto muito das peças que deixam a plateia como parte atuante do jogo cênico”, esclarece Joana Lebreiro.

Na prática, a voz da personagem se mistura com a voz da atriz, que interfere ativamente na história e compartilha sua experiência com o público.

O espetáculo ainda conta com produção de Carlos Grun (responsável por sucessos como Selfie, com Mateus Solano; e O Escândalo Philippe Dussaert, com Marcos Caruso). E a equipe técnica traz Paulo César Medeiros (luz), Mina Quental (cenário) e os irmãos Vilarouca (videografismo).

Créditos: Carlos Grun

Sessão Bebê Bem-Vindo

Os pequenos também podem assistir à peça nas sessões Bebê Bem-Vindo, que acontecem aos domingos, às 11h, a cada 15 dias, sempre acompanhadas dos responsáveis. Trata-se de uma experiência que transforma ainda mais o ambiente harmônico da peça, além de proporcionar cenas belíssimas para os pequenos.

Serviço:

MÃE FORA DA CAIXA – Estreia dia 10 de janeiro de 2020 no TEATRO DAS ARTES.

Duração: 80 minutos. Classificação: 12 anos. Ingressos: Sextas e domingos R$ 80 (inteira); R$40 (meia-entrada). Sábados R$ 90 ( inteira ); R$ 45 ( meia-entrada).

Temporada: De 10 de janeiro até 26 de abril de 2020. Às sextas e aos sábados, às 21h; aos domingos, às 18h. Sessões Bebê Bem-vindo, aos domingos, às 11h (de 15 em 15 dias).

TEATRO DAS ARTES – Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970, Loja 409, Pinheiros, São Paulo, SP.

Bilheteria: De terça a domingos, das 13h15 às 20h. Vendas online pelo site Sympla. Capacidade: 769 lugares. Informações: (11) 3034-0075.

Gotas de Codeína estréia nova temporada em Novembro

Publicado em 28 de outubro de 201927 de outubro de 2019

Créditos: divulgação


O espetáculo Gotas de Codeína esta há quatro anos em cartaz e chega a São Paulo para a sua segunda temporada.

As sessões acontecerão de as sextas e sábados de Novembro, as , as 20h, no AP 302, no Bixiga.

O monologo foi residente do projeto OCUPAÇÃO 32 do SESC Santos e teve sua estreia no projeto CorposubCorpo do SESC SP, em 2015.

Com texto de Diego Lourenço, a peça tem como temas centrais o suicídio e sexualidade. – dois grandes tabus da sociedade contemporânea e alerta para os índices alarmantes de suicídio entre a população LGBTQIA+.

Gotas de Codeína conta a historia de Cesar, um homem comum, que aparenta estar contente com a vida que leva, mas que no fundo está profundamente deprimido. A peça revela intimidades de um homem casado que vive atrás de máscaras, sem coragem de assumir seu verdadeiro “Eu”. Cesar, como tantos outros, já não suporta mais continuar e pensa em acabar com a própria vida.

A platéia circula pelo espaço para vivenciar juntos, alguns momentos cotidianos do personagem, enquanto refletem sobre questões como amor, família, sexualidade.

Até que ponto podemos fugir do que realmente somos? Vale a pena viver uma vida pela metade?

Espetáculo indicado na categoria Melhor Espetaculo LGBTQ no Prêmio Papo Mix da Diversidade 2016. Cumpriu temporadas em cidades como São Paulo, Santos e Araçatuba e participou de eventos como: CorpoSubCorpo (Sesc Sp), Manufatura de Monólogos (SESC SP), SIM – Semana da Diversidade, SANSEX Mostra da Diversidade entre outros.

O Espaço

O AP32 fica na rua Santo Antônio, 541 e está cercado por teatros como o extinto TBC; o magnífico Teatro Oficina; e os Satyros, na praça Roosevelt.
O espaço alternativo de encenação é administrado pelo dramaturgo e diretor Alexandre Cruz.

Serviço:

Gotas de Codeína
Rua Santo Antônio 541- Bixiga Apartamento 32.
Sextas e sábados as 20h
De 01 de Outubro a 30 de Novembro.
Exceto dia 09/11.
Ingressos:$30 inteira / $15 meia a bilheteria abre 01 hora antes
Vendas: Sympla
Duração: 60 minutos.
Classificação Indicativa : 18 anos.

 

Comemorando 50 anos de carreira, Tonico Pereira estreia seu primeiro monólogo

Publicado em 10 de julho de 2018



Adaptação da obra “Apologia de Sócrates”, do filósofo e matemático Platão, espetáculo debate a liberdade de expressão e o pensamento no mundo contemporâneo

Por Andréia Bueno

Aos 50 anos de carreira, e quase 70 de vida, Tonico Pereira sobe ao palco do Teatro Nair Bello com a comédia filosófica – O julgamento de Sócrates – a partir de 21 de julho. Em turnê pelo Brasil, solo é sucesso de crítica e público e marca a carreira de Tonico que interpreta seu primeiro monólogo. Em cena, interpreta um dos fundadores da filosofia ocidental cuja adaptação assinada por Ivan Fernandes, da obra ‘Apologia de Sócrates’, do filósofo e matemático Platão, dramatiza a defesa de Sócrates, no julgamento que o condenou à morte por envenenamento.
Foto: Divulgação
O texto, por ser um dos primeiros grandes casos na história em que um homem foi condenado por ter ideias diferentes da sociedade, debate a liberdade de expressão e o pensamento no mundo contemporâneo. As sessões acontecem aos sábados, 21h e aos domingos, 19h,  com temporada até dia 9 de setembro.
No palco, Sócrates defende suas ideias, mas, acima de tudo, o direito de tê-las. Para Tonico, o espetáculo é um “antiteatro”, ou seja, não é um espetáculo cheio de glamour, e sim uma troca de ideias com figurino, cenário e trilhas simples. É essencialmente artesanal, sem muitos recursos. Mas isso “é a essência do teatro”. Afirma
Para o autor, Ivan Fernandes, a inspiração veio da ideia de se falar dos tempos atuais. “Não queria falar diretamente sobre isso, até porque muitas pessoas estão sem distanciamento. Então, me ocorreu falar que tudo que se tornou em um grande julgamento”.

SERVIÇO

O Julgamento de Sócrates

Estreia: 21 de julho

Local: Teatro Nair Bello

Endereço: Rua Frei Caneca, 569- loja 401A- Shopping Frei Caneca – Cerqueira César – SP

Temporada: 21 de Julho a 09 de Setembro de 2018

Horários: Sábados às 21h e Domingos às 19h

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 50 minutos

Capacidade: 200 Lugares

Gênero: Comédia filosófica

Informações: (11) 3472-2414

Bilheteria: De quarta a sábado, das 15h às 21h; Domingos, das 15h às 19h 

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