Resenha: Jane the virgin




Por Natanael Silva

No melhor estilo “novela mexicana”, Jane the virgin é a medida certa da mistura de bom humor e drama exagerado que a gente gosta.

A série que é de 2014 e foi adaptada de uma novela Venezuelana que já foi transmitida no Brasil pela Record em 2002 como Joana a virgem, conta sobre uma jovem noiva que numa consulta de rotina no ginecologista é acidentalmente inseminada. Daí em diante a tragédia só aumenta a cada capítulo.

Com todos os 22 capítulos liberados na Netflix, Jane the virgin traz de volta rostos já conhecidos da telinha como Jaime Camil (a feia mais bela) e Ivonne Coll (o poderoso chefão: parte II). Imperdível!

CRÍTICA: Sete Homens e um Destino




Por Renato Caliman

Direção de Antoine Fuqua. Com Denzel Washington, Chris Pratt, Ethan Hawke, Vincent D’Onofrio, Byung-hun Lee, Manuel Garcia-Rulfo, Martin Sensmeier, Haley Bennett, Peter Sasgaard e Matt Bomer

Foto: Divulgação

Uma semana antes do lançamento do remake de Sete Homens e um Destino, resolvi fazer um aquecimento assistindo ao filme original (presente no catálogo abençoado da Netflix), que por sua vez nem é tão original assim já que foi produzido com base no japonês Os Sete Samurais. Curiosidade à parte, o hollywoodiano de 1960, protagonizado por estrelas da época como Steve McQueen, Yul Brynner e Charles Bronson, quando visto através dos olhos de hoje rende momentos divertidos, devido a pouca veracidade da ação e as atuações meio robóticas, o que imediatamente abre uma brecha para que atualmente possa se entregar algo mais denso. Além disso, o antigo carrega consigo uma história peculiar de luta e vingança do mais fraco contra o mais forte. Pois bem, adaptado de maneira incrível para o mundo contemporâneo, o novo Sete Homens e um Destino mantêm a essência do passado, só que bem mais engenhoso e luxuoso em sua narrativa consegue resgatar o esquecido velho oeste.

Na refilmagem, os moradores de um pequeno vilarejo sofrem com os abusos de poder de Bartholomew Bogue (Sarsgaard), um vilão com ares de terrorista que junto com seus homens esbanja crueldade e mantém as pessoas sob o medo constante. Cansada da presença dele e sedenta por vingança, a camponesa Emma Cullen (Bennett) resolve tomar uma atitude e parte em busca de ajuda. No caminho, encontra, por acaso, um caçador de recompensas chamado Chilsom (Washington) e faz a ele uma proposta para defender o povoado. Hesitando no início, o homem logo toma as dores para si, mas para enfrentar o exército de Bogue, precisa reunir outros caras dotados de habilidades para contribuir com ele. Faraday (Pratt), Goodnight Robicheuax (Hawke), Billy Rocks (Lee), Jack Horne (D’Onofrio), Vasquez (Garcia-Rulfo) e Red Harvest (Sensmeier) formam os sete homens armados, movidos por algum tipo de sentimento, que terão a missão de lutar contra a Diligência Bogue e afastá-los de vez do vilarejo.

Mantidas algumas semelhanças com o predecessor, o roteiro escrito por Nic Pizzolato (a mente por trás de True Detective), propõe mudanças que vão além dos nomes, a começar pela composição dos sete cavaleiros. Enquanto o original presava pelo mistério dos personagens com relação a origem deles, o remake se mostra mais claro nesse ponto. Ao longo da trama é fácil perceber que todos eles guardam lembranças de um passado triste, revelado pela impossibilidade de constituir uma família, a perda de entes queridos ou até mesmo traumas de guerra. Essa escolha por evidenciar tais questões faz com que os novos protagonista sejam mais do que meros caçadores de recompensas ‘contratados’ em favor de uma causa nobre. As motivações tornam-se ainda mais verossímeis e o envolvimento deles com aqueles por quem lutam termina sendo uma relação plausível, fator que confere uma naturalidade no desenvolvimento do começo ao fim, e evita que narrativa cai em clichês para um conveniente desfecho. 

Outro ponto que imprimi mais veracidade a narrativa é a maneira como os sete se firmam como companheiros. A reunião entre eles soa muito mais orgânica. Alguns se conhecem, afinal, no universo do faroeste todos já ‘ouviram falar’ do cara bom em algum coisa, e outros são escolhidos devido a coincidências críveis. Sete Homens e um Destino conta ainda com uma direção segura de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento, 2001), que sabe captar o coração dos bons filmes de western com o uso recorrente do plano americano e os closes fulminantes nos personagens, que embalados pela trilha sonora quase convencional, revelam a tensão onipresente em cada ambiente e situação. Acompanhando o ótimo trabalho executado por Fuqua, a montagem super ágil reforça as habilidades de cada membro do conjunto, reproduzindo uma urgência necessária para os duelos épicos entre centenas de pistoleiros. A narrativa não para um minuto sequer, as atuações são de tirar o chapéu e a conclusão ganha tons épicos.

Luke Cage – primeira temporada: um herói do mundo real




Por Joana Darc Leal

Se há algo que ninguém pode negar é que a Netflix está acertando, e muito, nas adaptações dos HQs da Marvel para o mundo das séries. Jessica Jones e Demolidor, dupla responsável pela estreia das produções, deram um show que poucos aguardavam. Agora, quando novamente pouco se esperava no quesito surpresa, a primeira temporada de Luke Cage estreia e deixa a todos de boca aberta.

Foto: Divulgação

Cage é um personagem que ganhou vida pela primeira vez nos quadrinhos da Marvel Comics, na década de 70. A sequência alcançou relativo sucesso até meados dos anos 80, quando foi cancelada e o super-heroi (termo mais tarde discutido) começou a aparecer como coadjuvante em HQs de outros personagens da editora.

A história, que estreou na última sexta-feira, se passa alguns meses após o encontro de Luke com Jessica Jones. O ambiente também muda de Hell’s Kitchen para o Harlem, bairro nova-iorquino conhecido por ser um centro cultural e econômico da comunidade negra. O cenário não é escolhido ao acaso, o enredo dialoga profundamente com as questões sociais enfrentadas pela população negra – racismo e violência policial serão apenas algumas delas. O fator humano e a proximidade com a realidade – bem maior, inclusive, do que nas produções anteriores – prendem o público e são, certamente, o ponto alto da narrativa.

Ao contrário da história original dos HQs, Luke Cage não cresceu nas ruas do Harlem, é de Chicago e foi apresentado ao bairro pela ex-namorada Reva Connors – todos que assistiram Jessica Jones sabem o que acontece com ela. Ele chega ao bairro procurando descanso e discrição, após o período turbulento que viveu ao lado de Jessica. Para entender como surgiram suas habilidades, no entanto, precisamos voltar um pouco no tempo: Luke conhece Jessica em Hell’s Kitchen, onde tinha um bar, mas antes disso esteve uma longa temporada preso em Seagate, onde foi vítima de uma experiência científica que lhe conferiu superforça e pele invulnerável.

Apesar de tentar ficar longe de confusões, Luke logo dá de cara com alguns vilões, afinal, não teríamos uma história se isso não acontecesse. Assim como o cenário e a narrativa, eles se aproximam muito do mundo real. São pessoas sem nenhum poder especial além do dinheiro, que compra as pessoas e permite a criação de um sistema de corrupção. O primeiro deles é Boca de Algodão, interpretado por Mahershala Ali, um cruel traficante que, quando jovem, sonhava em se tornar pianista. Acompanhando-o teremos sua prima Mariah Dillard (Alfre Woodard) uma vereadora corrupta que faz discursos em prol do crescimento do Harlem, mas desvia verba pública e faz diversas negociações ilícitas – é uma personagem que merece atenção pela forma como cresce na história e ganha destaque.

Foto: Divulgação

O conflito principal fica por conta de Kid Cascavel, meio irmão de Luke que guarda uma série de ressentimentos do passado. Com personalidade instável e aparentemente insensível à dor alheia, ele é um dos criminosos mais temidos de New York. Ainda que não tenha nenhum poder, no decorrer da trama ele contará com alguns apetrechos especiais que lhe ajudarão a lutar com seu irmão. O último personagem do lado mau que merece menção é Shades (Theo Rossi) um antigo conhecido de Luke da época de Seagate, ele, como Mariah, ganha contornos no decorrer da série.

O time de vilões é grande, mas Luke, apesar de todo o protagonismo, não está sozinho na guerra. Sua primeira aliada é a policial Misty Knight (Simone Missick), ela cresceu nas ruas do Harlem, conhece o local como ninguém, e está obstinada a combater o crime. Outra parceira será a enfermeira Claire Temple (Rosario Dawson), uma velha conhecida de quem assistiu Demolidor e Jessica Jones, aqui ela ganha mais protagonismo e seus contornos começam a ser esmiuçados.

Foto: Divulgação

Na história, os vilões farão Luke parecer culpado de múltiplos crimes, mas aos poucos a verdade entra em cena e ele se torna o herói que o Harlem tanto precisava – ainda que recuse esse título. Luke Cage é, antes de qualquer nomenclatura ou habilidade, um homem negro em um bairro historicamente reconhecido pela luta contra o racismo. É um símbolo de que é possível, sim, ir contra um sistema opressor.

O passado de Cage aparece, aos poucos, em flashbacks e nos ajuda a amarrar a narrativa, mas há muita coisa que permanece no ar. O último episódio, por sua vez, não pode ser encarado como um desfecho, pois ficamos com uma abertura enorme para uma próxima temporada, pela qual sabe-se que a Netflix nos fará esperar bastante.

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Vale dizer que, apesar de todas as referências, assistir JJ e Demolidor não é necessário para compreender Luke Cage, mas pode tornar a experiência bem mais divertida.

Por fim, a série do roteirista Cheo Hodari Coker nos mostra o quão bem a ficção pode representar a realidade e como alguns heróis são mais humanos do que imaginamos. As adaptações da Netflix fogem de clichês outrora encenados e transportam para o nosso mundo alguns dos heróis mais interessantes já criados. 

Netflix-Dona-Do-Nosso-Coração confirma segunda temporada de Stranger Things




Sim, Eleven e sua turminha marota voltarão em 2017

Por Walace Toledo


O coração chega dispara! Se você não assistiu “Stranger Things”, série original da Netflix, pare de ler esta nota e vá agora maratonar a primeira temporada, depois volta aqui, ok? rs

Sério, a série tomou o mundo e se tornou o assunto do momento. Anos 80 com centenas de referências geek da época, criança desaparecida, criança com superpoderes, crianças maravilhosas <3, mundo invertido, humor, suspense, Demogorgon e Winona Ryder, uma misturas de elementos que é quase impossível alguém não gostar. 

Se você, assim como eu, assistiu aos oito episódios numa tacada só – e no momento está em abstinência – pode comemorar!!! A Netflix confirmou nesta quarta-feira (31) a segunda temporada de “Stranger Things” para 2017 com um teaser. Assim, derruba os rumores que só estrearia em 2018. Ufa!


‘NO OUTONO DE 84, A AVENTURA CONTINUA’, ou seja, um ano depois da trama inicial.

Desta vez serão nove episódios (tortura parte II, muito pouco, pra muito amor), sob o comando dos criadores da série, os irmãos Matt e Ross Duffer; retornam também os produtores Shawn Levy e Dan Cohen.

Seriam estes os nomes dos 9 eps.?

– MADMAX
– O MENINO QUE RESSUSCITOU
– A PLANTAÇÃO DE ABÓBORAS
– O PALÁCIO
– A TEMPESTADE 
– O GIRINO
– A CABANA SECRETA
– O CÉREBRO
– e O IRMÃO DESAPARECIDO

Este último me deu nervoso…mais um desaparecido?! =O

Onde está Eleven? Will voltou mesmo bugado ao deixar o mundo invertido? Estas e outras perguntas estão gerando muitas teorias por aí. Qual a sua? Conta nos comentários.

Todas as temporadas de Glee já disponíveis na Netflix!




Por Rodrigo Bueno

Para a nossa alegria, a Netflix anuncia que as temporadas 1 a 6 (TODAS) de Glee já estão disponíveis no catálogo brasileiro.

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A série retrata o cotidiano dos estudantes de uma escola americana que não são nem um pouco populares. Juntos, eles reúnem-se no coral New Directions.



Glee foi criada e produzida por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan para a Fox Broadcasting Company. A série foi exibida em mais de 60 países entre 2009 e 2015, tendo altos índices de audiência desde a sua estreia. Vale a pena ver de novo!

5 filmes do Ashton Kutcher no Netflix para você curtir no fim de semana




Por Leina Mara 

Que Ashton Kutcher é um dos queridinhos das comédias românticas americanas todo mundo já sabe, mas o ator mostrou que não é só um rostinho bonito e fez filmes que são maravilhosos. Pesquisando na Netflix, escolhemos cinco filmes para você passar o fim de semana maratonando com esse boy magia!

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De Repente é Amor (2005)
Bem no estilo “os opostos se atraem”, Ashton e Amanda Peet fazem um casal fofo que todo mundo torce para ficar junto.

Sexo Sem Compromisso (2011)
O filme retrata a “amizade colorida” de Adam e Emma, interpretada pela Natalie Portman. Que sortuda você, miga! Ficamos com invejinha…

Jobs (2013)
Saindo um pouco das comédias românticas, Ashton interpreta Steve Jobs. Com uma caracterização que surpreende, o ator se destaca ao interpretar sobre a vida do líder da Apple.

Jogo de Amor em Las Vegas (2008)
Imagina você em Las Vegas e acordar casada com Ashton e milionária? Pois foi isso que aconteceu com Cameron Diaz, ou melhor dizendo, com sua personagem. Miga, como faz pra isso acontecer comigo também?

Por Amor (2009)
Tratando sobre temas bem pesados, Michelle Pfeiffer e Ashton fazem um casal inesperado, unidos pela dor.

Boa maratona para vocês!