Márcio Kieling e Nuno Leal Maia protagonizam série de TV sobre submundo do futebol


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O futebol vai muito além das vitórias e derrotas dos jogadores em campo e da paixão e emoção da torcida pelo seu time favorito. A série de TV que irá expor o esquema obscuro do submundo do esporte, intitulada ‘Chuteira Preta’, protagonizada pelos atores Márcio Kieling e Nuno Leal Maia, tem data de estreia definida para 13 de julho, às 22h, no canal por assinatura Prime Box Brazil.

Máfia russa de compra de resultados de partidas, corrupção de dirigentes, autoboicote dos próprios atletas e alienação religiosa e familiar. Esses são alguns dos elementos tratados na série, que têm levado ao declínio precoce de carreiras talentosas e prejuízos milionários à indústria brasileira e internacional do esporte.

“A primeira grande habilidade que os jogadores devem aprender é saber lidar com o perigo iminente dentro e fora dos campos a todo instante. Só sobrevivem aqueles que aprendem essa regra que não é tão clara”, pontua o cineasta Paulo Nascimento, que assina roteiro e direção da série.

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Os primeiros teasers da série, que ajudam a compreender os arquétipos do futebol, começam a ser veiculados na programação e perfis no YouTube, Instagram e Facebook do Prime Box Brazil.

O protagonista Kadu (interpretado por Márcio Kieling), com apenas 29 anos de idade, é o jogador multipremiado, saído da periferia, que não tem mais o bom desempenho técnico que o levou à principal seleção do país. Mas ele persiste na volta por cima devido à promessa feita à mãe falecida.

Jair (Nuno Leal Maia), ex-craque de 1970 com seus atuais sessenta e poucos anos, é a referência esquecida pelo seu sobrinho do futebol-raíz. Embora chateado com o distanciamento do filho de sua irmã falecida, ajudará Kadu voltar às suas origens treinando no campinho de várzea da periferia da cidade.

Com sua principal fonte de renda comprometida, em virtude do fim do contrato com o clube em que atuava no exterior, Kadu tem de administrar as altas demandas financeiras que extrapolam o seu estilo de vida.

Elas partem, principalmente, de seu pai. Cedenir (Kadu Moliterno) é o jogador fracassado, que inveja a relação do cunhado, Jair, com o filho, Kadu. O pai decidiu viver a vida às custas do dinheiro que o filho lhe dá.

Flávia (Karin Roepke) é de família rica, embora falida. Pede cada vez mais dinheiro ao ex-marido, Kadu, por exercer certo domínio sobre ele. Totalmente bipolar, a ex-mulher acha que o mundo deve girar em torno dela. Seu grande sonho é ter um filho.

O futebol-arte se confunde com politicagem. Dr. Sangaletti (Zé Victor Castiel) é o presidente do clube que traz Kadu de volta ao Brasil. É o corrupto nato do esporte e da política. Tenta retomar o mandato de deputado em busca da imunidade parlamentar.

Carniça (Allan Souza Lima) é o chefe da torcida organizada do clube que trouxe Kadu ao Brasil. Tem personalidade questionável e faz todo o trabalho sujo que Dr. Sangaletti precisa. Há uma cumplicidade inabalável entre o chefe de torcida e o presidente do clube.

Sinônimo de consagração de carreiras, a presença de jogadores brasileiros no futebol internacional também será discutida na série ‘Chuteira Preta”. A porta de entrada acontece pela Europa em times pequenos de Portugal e Espanha.

Genaro (ator italiano Nicola Siri) é o empresário descobridor e amigo do Kadu. Tenta reorganizar a vida do jogador e a carreira desse atleta que se perdeu.

A série ‘Chuteira Preta’ tem produção assinada pela Accorde Filmes. É baseada em fatos (sur) reais, muito embora vale ressaltar, propositalmente, uma obra de ficção.

7 pais de novelas que vale a pena recordar




Por Leina Mara

O Dia dos Pais está chegando e na teledramaturgia tivemos alguns exemplos de pais dedicados, amorosos e inesquecíveis. Para homenageá-los separamos sete que nos emocionaram e que vale muito a pena recordar. 


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Gaspar (Nuno Leal Maia) – Top Model (1989)


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O personagem certamente estaria na nossa lista de pais memoráveis. Quem assistiu a novela, desejou fazer parte daquela trupe formada pelo surfista quarentão e seus cinco filhos Elvis Presley (Marcelo Faria), Jane Fonda (Carol Machado), Ringo Star (Henrique Farias), John Lennon (Igor Lage) e Olívia (Gabriela Duarte). 

Otávio (Tony Ramos) – Felicidade (1991)


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Na novela de Manuel Carlos, Otávio era o pai dedicado ao filho Alvinho (Eduardo Caldas). Uma das cenas mais marcantes da novela é justamente a delicada e emocionante cena em que o personagem descobria ser também o pai da doce Bia (Tatiane Goulart). Cena inesquecível! 

Eduardo (Fabio Assunção) – Coração de Estudante (2002)


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Jovem, o professor de Biologia era só cumplicidade com o seu filho Lipe (Pedro Malta). Pai amoroso, ele cuidava de Lipe sozinho após ser abandonado pela mulher, que era alcoólatra. 

Miguel (Tony Ramos) – Laços de Família (2000) 


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Mais um personagem marcante de Maneco. Desta vez, Tony fazia Miguel, um pai totalmente devotado aos filhos: a impetuosa Ciça e o doce Paulo, que tinha uma vida debilitada após um acidente de carro, no qual a mãe havia falecido. 

Rodrigo (Rafael Cardoso) – A Vida da Gente (2012)


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Na trama de Lícia Manzo, Rodrigo se descobre pai da pequena Júlia (Jesuela Moro) ainda na adolescência. Com a namorada em coma devido a um acidente de carro, o rapaz assume a responsabilidade de criar a filha ao lado da cunhada Manuela (Marjorie Estiano). 

Alex (Marcos Caruso) – Páginas da Vida (2006) 


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Homem simples, Alex era apaixonado pelos filhos, principalmente pela filha Nanda. Após a morte da jovem, dedica sua vida aos cuidados do neto Francisco, até que descobre que tem outra neta, Clara, portadora da Síndrome de Down, que foi separada do irmão gêmeo na maternidade pela própria avó Marta (Lília Cabral). 

Miguel (Domingos Montagner) – Sete Vidas (2015)


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Ambientalista e navegador, Miguel era avesso a relações até ter sua vida invadida e mudada por seis filhos – Pedro (Jayme Matarazzo), Felipe (Michel Noher), Luís (Thiago Rodrigues), Laila (Maria Eduarda de Carvalho) e Bernardo (Guilherme Lobo) -, frutos de inseminação artificial, que se unem na tentativa de saber mais sobre o pai. No clã ainda se juntam Joaquim (Bernardo Berruezo), filho dele com Lígia (Débora Bloch), seu grande amor, e Júlia (Isabelle Drummond), a pioneira da união dos irmãos e que se torna filha de criação de Miguel, que reaprende a amar por causa dessas sete vidas.