Férias escolares: 10 dicas para ninguém enlouquecer


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Crianças correndo pela casa, cheias de energia, reclamando o tempo todo que não têm nada para fazer, jogadas no sofá o dia todo ou em frente à TV e ao computador. Pais cansados e sobrecarregados por não terem tempo de qualidade com os filhos. As férias estão chegando e muitos pais já começam a “surtar” com esse período do ano. Seria isso um castigo ou um presente para toda a família?

A maternidade tem muito desafios, e o período de férias escolares, com certeza, é um desafio para todas as famílias. Para as mães que ficam em casa, surge o sentimento de “muito tempo” para preencher com os pequenos, e para os pais que trabalham fora, fica a preocupação de quem vai cuidar dos filhos, como será a rotina e os desafios.

A melhor forma de garantir 30 dias de tranquilidade é montar uma agenda de atividades. Como tudo na vida, se for planejado com antecedência a chance de dar certo é muito maior. As crianças e os adolescentes vão sair da rotina do período escolar, mas podem criar outra rotina, bem mais leve, para o período de férias. Isso traz tranquilidade para a criança e para os adultos que estão ao redor.

Por isso, se você quer ter férias educativas e prazerosas com toda a família, monte uma agenda! E vamos te ajudar a dar os primeiros passos.

Antes de mais nada, vale lembrar que as férias são, sim, para descansar, dormir até um pouco mais tarde e deixar o corpo recuperar a energia gasta ao longo do ano, principalmente para os adolescentes, que estão em uma fase que precisam de mais horas de sono para a formação do seu corpo e cérebro.

Lembre-se: com uma agenda bem organizada você não ficará perdido e nem desesperado a cada dia.

A  psicopedagoga Fernanda Vasconcelos apresenta dicas  que podem ser aplicadas com ou sem a presença dos pais, porque, inevitavelmente, muitas famílias vivem essa realidade: as crianças estão de férias, mas os pais não. Confira!

1. Leitura de um livro com atividades educativas

A criança ou o adolescente pode escolher um livro, ou mais, para ler nas férias, mas não vale o livro da escola. Pode ser outro tipo de leitura, que tenha um tema bem atrativo para a molecada. Todos os dias, separe na agenda um tempo para leitura, que pode variar de 10 minutos, para quem ainda não desenvolveu o hábito de leitura, até quanto tempo a criança desejar – é muito importante que essa atividade seja prazerosa e não uma obrigação. Após a leitura, pode-se criar um diário com colagem, desenhos, atividades interativas, gravar um vídeo contando sobre o que leu e aprendeu. Esta atividade pode ser feita com o sem a presença dos pais, mas aconselho que, ao término de cada dia, os pais separem um tempo para verificar a atividade feita pela criança.

2. Mães unidas, jamais serão vencidas!

Combine com um grupo de amigas que também tenham filhos pequenos e organizem a agenda de forma que um dia as crianças ficam na casa da amiga e outro dia na sua casa. Assim, você “surta” um dia só, mas ganha outros dias de vale day. E o mais importante, as crianças vão amar a farra de ir na casa de um coleguinha durante as férias.

3. Peça ajuda para a família

Monte uma pequena escala com os membros da família: uma tarde na casa da vovó, uma manhã na casa da tia que ainda não tem filhos, um cineminha com o primo mais velho. Não tenha vergonha de organizar essa agenda contando com a ajuda da família. Acredite, muitas vezes as pessoas não ajudam as mães e os pais sobrecarregados porque não fazem ideia de como estão, principalmente os que ainda não têm filhos. Você precisa falar e pedir ajuda.

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4. Organize uma pequena viagem em família

Pode ser na praia, em um hotel fazenda ou em uma colônia de férias. Escolha um local que você possa se desligar um pouco da correria e dos afazeres da casa e focar exclusivamente na família.

5. Estabeleça horário para dormir

Sou a favor de a criança dormir até a hora em que o corpo pedir, principalmente nos primeiros dias das férias. Mas, definitivamente, dormir muito tarde não é nenhum pouco saudável. Sem contar que você precisa também descansar após um longo dia de atividades.

6. Aproveite para visitar a família

Uma ótima atividade para fazer e que não gasta muito. Aproveitar as férias para visitar a família: pode ser a vovó, uma tia, um familiar distante. Na correria do dia a dia não sobra muito tempo para visitar as pessoas queridas, por isso, nas férias, você pode promover e agendar esses encontros em família.

7. Sessão cinema!

Organize uma sessão de cinema, faça pipoca, escureça a sala e chame alguns amigos para este momento. Os pais podem estar presentes ou apenas supervisionando a atividade. Existem muitos filmes que são educativos e divertidos ao mesmo tempo.

8. Conheça um lugar novo

Todas as férias eu coloco isso como meta: conhecer um parque novo, um museu, um shopping que nunca fui, assistir à uma peça de teatro – fazer algo diferente. Resumindo: saia da rotina!

9. Faça um ensaio fotográfico em família

Não precisa ser nada muito produzido, mas se quiser fazer uma grande produção, também não tem problema. Escolha um dia para registar as crianças brincando, o adolescente andando de skate. Peça a eles para brincarem de youtubers e “conversar” com a câmera. Ao término do dia, vocês terão registrado momentos incríveis das férias.

10. Esqueça a agenda!

É isso mesmo, eu não estou doida! Separe alguns dias na semana para não fazer nada, para não assumir nenhum compromisso, para simplesmente deitar na rede e contar piada, comer o que tiver na geladeira, para acordar tarde e não arrumar a cama. Tire alguns dias em família para simplesmente fazer o que “der na telha”.

Lembre-se sempre de que, por mais difícil que seja, a maternidade é sua maior e mais importante missão. Você está escrevendo a história de vida dos seus filhos, por isso, invista tempo, recursos financeiros e planeje essa fase tão importante. Eles crescem muito rápido, e o que nos sobra são as lembranças de momentos como esses que você está prestes a viver.

Confira a programação das Feiras de Trocas de Brinquedos em São Paulo


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Para comemorar o Mês das Crianças com mais diversão e menos consumo, o programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, incentiva que pais, mães, responsáveis, educadores, entre outros, organizem suas edições da Feira de Trocas de Brinquedos.

Em São Paulo, além da capital, as cidades de Santa Bárbara D’Oeste, Socorro, Santo André, São Carlos, Jundiaí, Joanópolis, Vargem Grande Paulista, Campinas, Indaiatuba, Caieiras e Sorocaba já têm edições agendadas para o mês de outubro. A agenda completa das Feiras programadas no estado está disponível aqui.

Além destas, outras dezenas de Feiras de Trocas de Brinquedos estão programadas por todo o Brasil no mês de outubro, com a proposta de proporcionar a interação entre as crianças, refletir sobre os apelos ao consumismo na infância e fomentar mudanças de hábito sobre nossos atuais padrões de consumo, como estabelecem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 4 e 12, da Organização das Nações Unidas (ONU).

Vale lembrar que a Feira de Troca de Brinquedos pode ser realizada durante todo o ano e em outros espaços além das escolas, como no quintal de casa, parques públicos ou quaisquer outros espaços coletivos. Pais, mães, responsáveis, vizinhos, entre outros grupos, também podem se engajar e participar da ação. Para saber como organizar a sua Feira de Trocas de Brinquedos, comunicar a realização da atividade em sua cidade ou saber a programação de agendamentos, o Criança e Consumo disponibiliza em seu site informações e materiais de apoio para divulgações.

Sobre o Criança e Consumo
Criado em 2006, o programa Criança e Consumo, do Alana, atua para divulgar e debater ideias sobre as questões relacionadas à publicidade dirigida às crianças, assim como apontar caminhos para minimizar e prevenir os malefícios decorrentes da comunicação mercadológica.

Reúna seus vizinhos, familiares, pais da escola e organize uma Feira De Troca de Brinquedos. Além de reutilizara-los, as crianças se divertem e os pais economizam.

O Acesso Cultural apoia toda forma de sustentabilidade e preservação do mundo. Apoie essa causa você também!

 

7 pais de novelas que vale a pena recordar




Por Leina Mara

O Dia dos Pais está chegando e na teledramaturgia tivemos alguns exemplos de pais dedicados, amorosos e inesquecíveis. Para homenageá-los separamos sete que nos emocionaram e que vale muito a pena recordar. 


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Gaspar (Nuno Leal Maia) – Top Model (1989)


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O personagem certamente estaria na nossa lista de pais memoráveis. Quem assistiu a novela, desejou fazer parte daquela trupe formada pelo surfista quarentão e seus cinco filhos Elvis Presley (Marcelo Faria), Jane Fonda (Carol Machado), Ringo Star (Henrique Farias), John Lennon (Igor Lage) e Olívia (Gabriela Duarte). 

Otávio (Tony Ramos) – Felicidade (1991)


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Na novela de Manuel Carlos, Otávio era o pai dedicado ao filho Alvinho (Eduardo Caldas). Uma das cenas mais marcantes da novela é justamente a delicada e emocionante cena em que o personagem descobria ser também o pai da doce Bia (Tatiane Goulart). Cena inesquecível! 

Eduardo (Fabio Assunção) – Coração de Estudante (2002)


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Jovem, o professor de Biologia era só cumplicidade com o seu filho Lipe (Pedro Malta). Pai amoroso, ele cuidava de Lipe sozinho após ser abandonado pela mulher, que era alcoólatra. 

Miguel (Tony Ramos) – Laços de Família (2000) 


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Mais um personagem marcante de Maneco. Desta vez, Tony fazia Miguel, um pai totalmente devotado aos filhos: a impetuosa Ciça e o doce Paulo, que tinha uma vida debilitada após um acidente de carro, no qual a mãe havia falecido. 

Rodrigo (Rafael Cardoso) – A Vida da Gente (2012)


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Na trama de Lícia Manzo, Rodrigo se descobre pai da pequena Júlia (Jesuela Moro) ainda na adolescência. Com a namorada em coma devido a um acidente de carro, o rapaz assume a responsabilidade de criar a filha ao lado da cunhada Manuela (Marjorie Estiano). 

Alex (Marcos Caruso) – Páginas da Vida (2006) 


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Homem simples, Alex era apaixonado pelos filhos, principalmente pela filha Nanda. Após a morte da jovem, dedica sua vida aos cuidados do neto Francisco, até que descobre que tem outra neta, Clara, portadora da Síndrome de Down, que foi separada do irmão gêmeo na maternidade pela própria avó Marta (Lília Cabral). 

Miguel (Domingos Montagner) – Sete Vidas (2015)


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Ambientalista e navegador, Miguel era avesso a relações até ter sua vida invadida e mudada por seis filhos – Pedro (Jayme Matarazzo), Felipe (Michel Noher), Luís (Thiago Rodrigues), Laila (Maria Eduarda de Carvalho) e Bernardo (Guilherme Lobo) -, frutos de inseminação artificial, que se unem na tentativa de saber mais sobre o pai. No clã ainda se juntam Joaquim (Bernardo Berruezo), filho dele com Lígia (Débora Bloch), seu grande amor, e Júlia (Isabelle Drummond), a pioneira da união dos irmãos e que se torna filha de criação de Miguel, que reaprende a amar por causa dessas sete vidas. 

O vídeo game e a criança: a questão dos limites tecnológicos para os filhos




Conheça dois pontos essenciais que os pais devem observar no uso de produtos eletrônicos

Por Andréia Bueno

Com o constante desenvolvimento da tecnologia, uma pergunta que parece ser constante na vida moderna dos pais é se vídeo games são bons ou ruins para os seus filhos? Com o advento de aparelhos eletrônicos, como notebooks, tablets e smartphones, que conquistam rapidamente a atenção das crianças, essa discussão ganhou cada vez mais relevância dentro das famílias e das escolas. Neste cenário tecnológico, pai e mãe ficam motivados, e às vezes até mesmo pressionados, a comprá-los e entregar nas mãos dos pequenos.

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Algumas pesquisas apontam que as crianças que brincam com vídeo game são mais criativas, tem um rápido desenvolvimento cognitivo, uma capacidade maior de tomar decisões, enxergam melhor o espaço e desenvolvem bem a coordenação motora, entre outros benefícios.

Em contraponto, tem pesquisas que mostram que os jogos eletrônicos causam complicações no desempenho escolar das crianças, além disso, elas passam a ter problemas de socialização, a estarem sempre com mal humor e a se tornarem mais impacientes. São estudos que divergem e deixam os pais ainda mais confusos sobre o que fazer.

Afinal, os pais devem entregar os jogos eletrônicos para os filhos, ou não? O Rabino Samy Pinto, responsável pela Sinagoga Ohel Yaacov, compartilha um pouco da sabedoria milenar judaica e destaca dois pontos importantes que podem iluminar o caminho que pai e mãe devem seguir neste caso. “Não podemos tomar uma decisão como essa sem pensar e analisar profundamente os benefícios e os malefícios que os equipamentos eletrônicos produzem em nós humanos, e mais nas crianças”, afirma.

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O QUE MEUS FILHOS ESTÃO VENDO?

Essa pergunta deve sempre ser feita pelos pais. Muitos jogos, programas de televisão e sites na internet têm conteúdos violentos ou que não são apropriados para o público infantil. “Cabe ao adulto selecionar e permitir qual tipo de influência seus filhos irão absorver, sejam positivas ou negativos. É importante que pais, professores e agentes educacionais estejam atentos e envolvidos com o desenvolvimento do material para crianças”, comenta o Rabino Samy Pinto.

Mas não basta apenas permitir ou proibir o contato com determinados vídeo games ou programas, sentar em família e explicar as razões dos limites colocados para a criança e as consequências em quebrar as regras familiares, ajudam na construção pessoal e social do indivíduo. 

QUANTO TEMPO MEUS FILHOS ESTÃO JOGANDO VIDEO GAME?

O segundo ponto que precisa ter a atenção dos pais é o tempo dedicado aos jogos e aparelhos eletrônicos, não só dos filhos, mas deles próprios. “O tempo é um valor, e que sabemos o quanto algo é valioso pelo tempo que a pessoa se dedica a ele. Se uma criança fica exposta a um longo período ao jogo, é sinal de que o vídeo game é muito importante para ele, e outras tarefas que sabemos que são muito importantes ficaram comprometidas devido a isso”, explica Samy.

As crianças percebem o tempo de forma diferente dos adultos. “Elas podem pedir mais alguns minutinhos esperando aproveitar horas, podem falar que passaram apenas alguns segundos, mas já foi metade do dia”.

Para os adultos e para as crianças, a sabedoria judaica mostra o mesmo caminho. “Que tal dedicarmos nosso tempo para o que valorizamos bastante. Se nossos filhos são importantes, e de fato são, devemos passar mais tempo com eles, ao invés de deixá-los passar todas as horas com equipamentos eletrônicos”, conclui o rabino Samy Pinto.  

Férias com muita aventura no SP Market




De 02 a janeiro a 08 de fevereiro o público do centro de compras poderá participar de circuitos de arvorismo, voltados para crianças e adultos


Mais do que descanso, férias significam diversão! E quando a brincadeira pode ser compartilhada em família a alegria é ainda maior, não é mesmo? Por isso o Shopping SP Market oferece ao público dois circuitos de arvorismo, repletos de adrenalina e diversão, com graus de dificuldade diferenciados. Os percursos estão divididos entre o Infantil e o Aventura.

O circuito infantil é voltado para crianças de 3 a 7 anos, com altura de 80 cm a 1,20 m. O trajeto, que fica a 2 metros do chão, faz duas voltas, passando por quatro pontes e duas torres. Já o circuito Aventura, que pode ser feito por crianças acima de 1,20 m e até adultos, oferece 6 pontes para travessia, a 4 metros do chão, que instigam os instintos desbravadores dos participantes. O percurso conta com seis voltas diferentes e o grau de dificuldade é maior que o do Infantil.

Os circuitos oferecem toda a segurança e contam com cabos de aço e redes de corda em sua estrutura. Instrutores permanecem no local para orientar e auxiliar os aventureiros. As duas atividades são pagas e funcionam de segunda a sábado, das 13h às 22h. Domingos e feriados, das 14h às 20h. O trajeto Infantil custa R$ 20 e o Aventura R$ 25.

Serviço: 

Arvorismo e Aventura – Shopping SP Market

Endereço: Av. das Nações Unidas, 22.540 – São Paulo/SP

Período: de 02 de janeiro a 08 de fevereiro de 2017

Local: Atrium, de segunda a sábado, das 13h às 22h, e domingos e feriados, das 14h às 20h.