Confira o trailer de “A Sombra do Pai”


Créditos: Pandora Filmes


“A SOMBRA DO PAI”, escrito e dirigido por Gabriela Amaral Almeida (O Animal Cordial), acaba de ter seu pôster divulgado. O filme, que foi o vencedor de três prêmios no 51º Festival de Brasília, onde fez sua estreia mundial, chega ao circuito comercial dia 2 de maio, pelo projeto Caixa de Pandora e em outras cidades brasileiras.

Gabriela trabalha neste roteiro, que seria seu primeiro filme, há anos. “‘A SOMBRA DO PAI’ caminhou lado a lado às minhas descobertas como artista. Acompanhou meus curtas e os roteiros que escrevi para outros diretores. É um texto que reflete este caminho, de forma intuitiva, e que está muito próximo de minha autodescoberta como escritora e diretora. É um filme especial e bastante íntimo”, explica a cineasta.

Créditos: Pandora Filmes

Protagonizado por Julio Machado (Joaquim) e Nina Medeiros (As Boas Maneiras), “A SOMBRA DO PAI” conta a história de Dalva, uma menina de nove anos às voltas com o silêncio do pai, o pedreiro Jorge (Machado), que fica mais triste após perder o melhor amigo em um acidente. A irmã de Jorge, Cristina (Luciana Paes, de O Animal Cordial), administrava a vida de pai e filha desde a morte da mãe da menina, há três anos. Quando Cristina deixa a casa do irmão para se casar, Jorge e Dalva precisam enfrentar a distância que os separa.

Fã de filmes de terror, Dalva acredita ter poderes sobrenaturais e ser capaz de trazer a mãe de volta à vida. À medida que Jorge se torna cada vez mais ausente – e eventualmente perigoso –, resta a Dalva a esperança de que sim, sua mãe há de voltar.

A diretora comenta a representatividade do personagem de Machado: “O personagem Jorge é o lixo tóxico de um sociedade hiper-capitalista e cruel. Ele é vítima e algoz de quem lhe é imediatamente mais fraco – no caso, a filha. É também o subproduto de nossa sociedade patriarcal. O arquétipo do homem forte, viril, apolíneo – mas que, por dentro, está desmoronando pelo simples fato de não saber amar, cuidar, chorar, pedir ajuda, ou seja, por não saber fazer absolutamente nada que o coloque numa suposta condição de ‘fragilidade’. O monte de músculos e força que ele aparenta ser contrasta com a pilha de medos, angústias e incertezas que ele realmente é”.

“A SOMBRA DO PAI” aborda as consequências da inversão de papéis entre um pai e uma filha, que enfrentam uma situação de exceção, por meio de uma narração realista, com toques de horror e fantasia, marcas registradas da diretora. A fantasia permeia todos os trabalhos de Gabriela, que a utiliza como “materialização dos dramas internos dos personagens”. Para ela, este é “um signo do que os personagens sentem e, na maior parte das vezes, não conseguem expressar – eles sequer são conscientes desses dramas. O monstro surge porque nos recusamos a enfrentá-lo quando ele ainda é uma larva. Ele cresce e se torna maior que nossa própria consciência. É este o mecanismo que me interessa na construção do fantástico, do horror, do terror e derivados”.

Para a escolha dos atores, a diretora contou com o apoio da produtora de elenco Alice Wolferson e do preparador de elenco Tomás Decina. “Testamos mais de 300 crianças para chegarmos à Nina Medeiros e à Clara Moura, que chamaram nossa atenção pela energia concentrada durante as improvisações”, lembra Gabriela. “Julio Machado também foi uma indicação da Alice e me ganhou no primeiro encontro. Já Luciana Paes é minha parceira de anos; a personagem Cristina foi escrita para ela”, completa.

“A SOMBRA DO PAI” é uma produção da Acere, em coprodução com a RT Features e tem distribuição no Brasil da Pandora Filmes.

Confira o trailer:

A programação total de salas e cidades onde o filme estreia só é fechada na estreia, porém o filme faz parte do projeto CAIXA DE PANDORA NA CINÉPOLIS então tem estreia garantida nos seguintes cinemas, e suas respectivas cidades

São Paulo – Cinépolis JK Iguatemi
Barueri – Cinépolis Iguatemi Alphaville
Bauru – Cinépolis Nações Bauru
Campinas – Cinépolis Campinas Shopping
Guarulhos – Cinépolis Parque Maia
Jundiaí – Cinépolis Jundiaí Shopping
Sorocaba – Cinépolis Iguatemi Esplanada Sorocaba
Ribeirão Preto – Cinépolis Iguatemi Ribeirão Preto
São José do Rio Preto – Cinépolis Iguatemi São José do Rio Preto
Rio de Janeiro – Cinépolis Lagoon São José – Cinépolis Continente Park
Uberlândia – Cinépolis Center Shopping Uberlândia
Curitiba – Cinépolis Pátio Batel
Caxias do Sul – Cinépolis San Pelegrino
Santa Maria – Cinépolis Praça Nova
Olinda – Cinépolis Patteo Olinda
Macapá – Cinépolis Amapá Garden
João Pessoa – Cinépolis Manaíra Shopping
São Luis – Cinépolis São Luís Shopping
Natal – Cinépolis Natal Shopping
Belém – Cinépolis Boulevard Belém
Manaus – Cinépolis Millennium
Salvador – Cinépolis Bela Vista
Teresina – Cinépolis Rio Poty
Fortaleza – Cinépolis RioMar Fortaleza

Confira o trailer e cartaz do filme “Jorginho Guinle – $ó se vive uma vez”


Créditos: Divulgação / Pandora Filmes


Jorge Eduardo Guinle, mais conhecido como Jorginho Guinle, foi um dos personagens mais emblemáticos da história da sociedade brasileira e tem uma cadeira cativa no imaginário do brasileiro que ouviu falar de suas aventuras. Teve algumas das mulheres mais desejadas do seu tempo – como Marilyn Monroe, Heddy Lamarr, Kim Novak, Rita Hayworth e Jayne Mansfield, conheceu os políticos mais influentes, viveu permanentemente cercado de luxo, riquezas e não trabalhou nem um dia sequer. E, talvez, por isso, morreu, em 2004, na miséria.

O diretor Otavio Escobar, da Pró-Digital, recriou no filme “JORGINHO GUINLE – $Ó SE VIVE UMA VEZ”, que estreia dia 21 de março com distribuição da Pandora Filmes, cenas em dramaturgia em cenários belíssimos, como o Palácio Laranjeiras e o Copacabana Palace; selecionou imagens de arquivos do carnaval carioca dos anos 50 e de grandes estrelas de Hollywood, com trechos de clássicos do cinema, como Rita Hayworth em Gilda, Louis Armstrong em Five Pennies – onde Jorge Guinle aparece numa ponta -, além de takes dos bastidores dos filmes, do Porto de Santos dos anos 20 e adicionou depoimentos dos filhos, amigos e da ex-mulher, que resultaram em um filme divertido, combinando as linguagens da dramaturgia e do documentário.

Créditos: Divulgação / Pandora Filmes

“É uma cinebiografia que conta a trajetória do playboy e, ao mesmo tempo, as mudanças que ocorreram na sociedade brasileira, desde a República Velha aos nossos dias. À medida em que Jorge Guinle entra em decadência e, em vão, tenta recuperar o único estilo de vida que conheceu, o filme acaba revelando um personagem muito mais profundo do que simplesmente o homem que nunca trabalhou. Vemos, enfim, o playboy se transformando num personagem muito mais rico do que a herança milionária que ganhou e torrou até o último centavo”, explica Escobar.

No papel de Jorge Guinle está o ator Saulo Segreto; Leticia Spiller vive a governanta da família, Fraulei Emy e Guilhermina Guinle recria sua bisavó, Guilhermina. Os musicais de abertura e encerramento têm arranjos do maestro Guto Graça Mello e a trilha sonora vai do melhor estilo big bands dos anos 40 e 50 ao clássico Maurice Ravell, sublinhando o auge e a decadência da vida do playboy.

Aperte o play e confira o trailer:

Encerram as filmagens no Brasil de O Traidor, filme de Marco Bellocchio




O longa-metragem é uma coprodução Itália, Brasil, Alemanha e França e conta com Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Candido no elenco 

Por Andréia Bueno
Encerradas as filmagens de O Traidor, longa-metragem filmado 8 semanas na Itália, 2 na Alemanha e 2 Brasil; e conta com paisagens da cidade do Rio de Janeiro em seu roteiro. Dirigido por Marco Bellocchio, é uma coprodução Itália-Brasil-Alemanha-França Brasil, uma produção IBC Movie, Kavac Film em coprodução com Rai Cinema (Itália), Gullane em coprodução com Telecine (Brasil), Match Factory Productions (Alemanha) e AD Vitam (França). 
Foto: Marcio Amaro
O filme é uma biografia de Tommaso Buscetta, o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante no caso “Cosa Nostra” em um ato de traição heroica, e é estrelado por Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Cândido. A distribuição no Brasil será feita pela Fênix Filmes e Pandora Filmes. 
Com roteiro de Marco Bellocchio, Bibbiana Santella, Ludovica Rampoldi e Francesco Piccolo, a intrigante história italiana mostra a perseguição de Buschetta pela família Corleonni, seu exílio no Rio de Janeiro e o emocionante julgamento (Maxiprocesso) onde pela primeira vez foi revelado publicamente o funcionamento interno da “Cosa Nostra”. O filme será majoritariamente falado em italiano e com algumas cenas em português. 

Divulgado o novo trailer de A Moça do Calendário




Dirigido por Helena Ignez, o filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 27 de setembro

Por Andréia Bueno

“A MOÇA DO CALENDÁRIO” acaba de ganhar novo trailer. Dirigido pela consagrada atriz e diretora do cinema nacional Helena Ignez,  o filme é baseado em um roteiro escrito por seu marido, Rogério Sganzerla, antes de sua morte, em 2004. O texto foi adaptado por Helena e fala sobre as contradições do país, a luta de classes, as questões de gênero e o sonho como agente libertador. Quinto longa dirigido por Helena, o filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 27 de setembro com distribuição da Pandora Filmes.

Djin Sganzerla protagoniza filme reflexivo – Foto: Divulgação
A trama acompanha Inácio (André Guerreiro Lopes), ex-gari, mecânico e dublê de dançarino desmotivado que trabalha numa oficina mecânica e sonha com uma Moça do Calendário (Djin Sganzerla), musa dos seus desejos e fantasias. Para Helena, “A MOÇA DO CALENDÁRIO” se trata de um “filme utópico”, que busca a “descolonização do pensamento”.

Exibido em mais de 15 festivais em 2017, entre eles a Mostra de São Paulo e o Festival de Brasília, o filme foi premiado no Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria, como Melhor Filme – Voto Popular, Melhor filme do Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino, Prêmios de Melhor Filme Longa Nacional, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Ator no 41º Festival Guarnicê de Cinema, além de ser elogiado pela crítica especializada. “A Moça do Calendário pode ser visto como sátira ou drama social. O certo é que Helena retorna aqui, de forma bem pessoal, ao espírito (popular) dos primeiros filmes com Sganzerla. Confira o trailer: