Shopping Villa Lobos traz experiência artística com pintura que brilha no escuro


Crédito: Divulgação (Imagem feita por IA.)


O Shopping Villa Lobos vai promover uma atividade artística com tintas que brilham no escuro como parte da sua programação natalina. Batizada de “Villa Glow – Pintando no Escuro”, a experiência é realizada em um ambiente iluminado por luzes black light, onde crianças e adultos poderão soltar a imaginação com tintas neon.

A ação funciona da seguinte forma: cada participante recebe uma base com papel especial, avental e kit de tintas neon para pintar livremente, sob a atmosfera das luzes black light que transformam as cores em puro brilho. A atividade não exige experiência prévia e, após a sessão, cada um pode levar para casa sua criação como lembrança da experiência natalina.

O Villa Glow será inaugurado no dia 20 de novembro e fica no shopping até 24 de dezembro, véspera de Natal. Cada sessão tem duração de 30 minutos em turmas com até 25 vagas, garantindo uma experiência exclusiva e acolhedora. Os ingressos, que custam a partir de R$ 65,00 (meia-entrada), já estão disponíveis no Sympla ou na bilheteria do evento. O evento é acessível para toda família, mas crianças de até 11 anos devem estar acompanhadas por adultos (acompanhantes não pagam ingresso). Clientes que participam do programa de benefícios do shopping têm descontos progressivos (de 5% a 15%, conforme categoria).

 

Informações “Villa Glow – Pintando no Escuro”

Período: 20 de novembro a 24 de dezembro de 2025

Horários: segunda a domingo das 13h30 às 21h (última sessão às 20h30)

*sessões de 30 minutos, vagas limitadas a 20 participantes por turma

Local: Piso 3, em frente ao Cinemark, Shopping Villa Lobos

Ingressos: R$130 (inteira) / R$65 (meia)

Ingressos: Sympla ou na bilheteria do evento

 

Marília Mendonça lança “Troca de Calçada” e traz reflexão sobre preconceito


Créditos: Divulgação


“Se alguém passar por ela fique em silêncio / Não aponte o dedo, não julgue tão cedo / Ela tem motivos pra estar desse jeito / Isso é preconceito”. É com esses versos reflexivos que Marília Mendonça inicia seu novo single autoral, “Troca de Calçada”, que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (29), pela Som Livre e pode ser conferido aqui. Com mensagem emocionante, a faixa é cantada do ponto de vista de uma mulher que, por circunstâncias da vida, foi levada a se prostituir e sofre todo o tipo de julgamento por isso.

Gravado durante a live “Vem Aí”, realizada em outubro do ano passado, a canção chega também com um clipe no canal da artista no YouTube. Aperte o play e confira!

Apesar de não ter a melodia tão lenta, a letra forte de “Troca de Calçada” não deixa dúvidas sobre sua dramaticidade ao abordar um tema que tangibiliza uma questão social real. “Essa música conta a história de uma prostituta. Acho que é uma das músicas mais fortes que eu tenho e eu me convenci a gravar por causa do Twitter”, diz a artista. O apelo do público veio quando Marília divulgou na rede social um trecho da faixa-guia da canção, o que foi o suficiente para que os fãs fizessem um mutirão pedindo que ela gravasse a sofrência.

Depois de apresentar “Deprê” no dia 4 de dezembro de 2020 e “Foi Por Conveniência” no último dia 15 de janeiro, após “Troca de Calçada” estão previstos ainda os lançamentos de “Rosa Embriagada” no dia 05/02 e “Nosso Amor Envelheceu” no dia 12/02, completando o ciclo de cinco faixas autorais inéditas que saem como um presente para os fãs da cantora.

Créditos: Divulgação

Neste projeto, com exceção de “Deprê”, as capas de todas as faixas têm inspiração em pinturas de artistas famosos que hoje são de domínio público. “Foi Por Conveniência”, por exemplo, retrata “Nighthawks”, do artista norte-americano Edward Hopper, pintada em 1942. Já a capa “Troca de Calçada” veio de um clássico de Vincent Van Gogh, “O Terraço do Café à Noite”, de 1888.

 

Conheça mais sobre a artista plástica e fotógrafa Marisa Melo


Créditos: Divulgação


No Brasil, de tempos em tempos, as artes visuais são sacudidas por estrelas de grande brilho. Quem vem para iluminar esse mundo com sua criatividade é uma artista plástica que também é fotógrafa. Seu nome é Marisa Melo.

Fascinada pelos dois universos, o da pintura e o da fotografia, ela tem se dedicado à criação de um terceiro: partindo da fotografia e acrescentando pinceladas digitais. O resultado é genial, quase hipnótico.

Créditos: Divulgação

Na fotografia faz um trabalho com foco em moda e beleza para o público infantil. Quem ainda não viu, confira em @flash_artbrasil.

Na arte digital, esta fã de Dali e Rembrandt, combina Impressionismo com Arte Moderna, tropical com urbano. Na pintura, sua marca registrada é a forma indefinida.

Suas imagens conseguem resgatar a beleza, mesmo para o nosso olhar menos atento. Visite @mmelo_artista.

Créditos: Divulgação

Marisa tem como objetivo artístico transmitir sempre a sua verdade. Sua originalidade faz com que ela, às vezes, navegue contra a corrente. Aberto o caminho, alguns tentam seguir seus passos e seus traços. Só para descobrir que ela já foi para uma nova etapa, mais fascinante, mais difícil de copiar. Nunca teve a preocupação do elogio fácil.

Suas imagens encantam. Seja na tela, seja na arte gráfica. Você pode ter um quadro ou um poster da Marisa. O que é certo é que será impossível escapar da magia que há de capturar seu olhar.

Créditos: Divulgação

E o que atiça sua curiosidade? Marisa nos conta que seu impulso criativo é o convite a compartilhar suas causas. Da Justiça à Natureza. Transformando-se a cada momento.E nos transformando também. Como só os artistas de verdade sabem fazer.

CAIXA Cultural São Paulo apresenta exposição individual de Fábio Magalhães




As obras do artista baiano são marcadas por distorções da realidade e contornos perturbadores, apresentados em metáforas visuais

Por Redação
A CAIXA Cultural São Paulo inaugura, no dia 29 de julho (sábado, às 11 horas), a exposição Além do Visível, Aquém do Intangível, que reúne a produção artística mais significativa de Fábio Magalhães, desenvolvida entre 2007 e 2017.
Foto: Acervo do Artista
A mostra, que tem curadoria de Alejandra Muñoz, é patrocinada pela Caixa Econômica Federal. O evento de abertura conta ainda com lançamento de um livro que reúne obras do artista, produzidas ao longo de 10 anos, e uma visita guiada pelo próprio Magalhães, seguida pela mesa redonda As Matrizes Tradicionais da Arte e a Pintura Contemporânea com participação da curadora e do crítico de arte Jorge Coli.
Além do Visível, Aquém do Intangível apresenta 25 trabalhos de óleo sobre tela em grandes formatos, distribuídos em cinco séries: O Grande Corpo, Retratos Íntimos, Superfícies do Intangível, Latências Atrozes e Limites do Introspecto.
Foto: Acervo do Artista
As obras de Fábio Magalhães surgem de metáforas criadas a partir de pulsões, das condições psíquicas e substratos de um imaginário pessoal, até chegar a um estado de imagem/corpo. Os resultados são obtidos por meio de artifícios que nascem de um modus operandi que parte de um ato fotográfico e materializa-se em pintura. O artista apresenta encenações meticulosamente planejadas, capazes de borrar os limites da percepção, configuradas em distorções da realidade e contornos perturbadores.
A produção artística contemporânea vem enfrentando desafios numa época em que o excesso de imagens nos faz pensar: para que mais uma? Contudo, Magalhães questiona aquilo que se encontra na superfície da tela, a imagem. Para ele, trata-se de uma superfície permeável, onde poderíamos atravessar e encontrar outros lugares, outras imagens que só existem em nossa imaginação, podendo ser entendidas como portais que nos conduzem a outras realidades e nos faz pensar a condição de alteridade. Assim, o artista convida o espectador a “ver” o que está além das imagens produzidas por ele, nas quais figuram cenas realistas que colocam em xeque a própria realidade. Um convite para “além do visível”.
Foto: Acervo do Artista
A escolha da pintura é uma atitude afirmativa e política que Magalhães defende em sua obra, pois se trata de uma produção que questiona o Ser e a condição do humano. Para tanto, escolhe construir metáforas visuais que buscam discutir o Eu e o Outro. Com isso, a alteridade é uma das premissas que se instaura em seu modo de fazer arte. Vivências e memórias funcionam como ativadores criativos, reunindo imaginário, fabulações e subjetividades. Usando a técnica de óleo sobre tela, ele estabelece relações e interações entre a tradição e a contemporaneidade, presentes no seu modo de fazer e pensar a arte hoje. “A pintura de Fábio Magalhães se constitui nesse lugar inquietante entre o visível, reconhecível e familiar e o inefável e intangível”, comenta a curadora Alejandra Muñoz.
Além do Visível, Aquém do Intangível traz uma proposta de desterritorialização das diretrizes que definiam a produção artística do passado e coloca a pintura em outro lugar de potência, onde o artista estabelece suas próprias regras, construídas para dar visibilidade aos substratos de um imaginário pessoal, atravessados por procedimentos fotográficos, simulações de cenas e o próprio ato de pintar. O deslocamento aqui é entendido em múltiplos aspectos, seja pela presença da pintura na atualidade, seja pela escolha de temas que se encontram transitando ente condições psíquicas, devaneios e relações humanas possíveis.
Foto: Acervo do Artista
Serviço

Exposição: Além do Visível, Aquém do Intangível
Artista: Fábio Magalhães
Curadoria: Alejandra Muñoz
Abertura: 29 de julho de 2017. Sábado, às 11h
Visita guiada na abertura com o artista Fábio Magalhães.
Período: de 29 de julho a 24 de setembro
Visitação: terça a domingo, das 9h às 19h

Mesa redonda (29/6) – Das 13h às 14h30
Participantes: Alejandra Muñoz e Jorge Coli
Tema: As Matrizes Tradicionais da Arte e a Pintura Contemporânea
Vagas limitadas. Inscrições pelo telefone: (11) 3321-4400
Público alvo: público juvenil e adulto, estudantes e apreciadores de arte.
Local: Auditório – 6º andar
CAIXA Cultural São Paulo
Praça da Sé, 111 – Centro. SP/SP. Metrô Sé.
Telefone: (11) 3321-4400
Entrada franca. Classificação indicativa: 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência

São Paulo recebe exposição ALEX FLEMMING: RetroPerspectiva




A partir de 13 de agosto, o artista por trás dos rostos anônimos no Metrô Sumaré apresenta a mostra gratuita “Alex Flemming: RetroPerspectiva” no MAC USP

Os paulistanos que já passaram pela Estação Sumaré do Metrô de São Paulo já devem ter reparado alguns rostos anônimos em painéis de vidro sobrepostos por poemas brasileiros. O artista criador desta obra traz a São Paulo a exposição gratuita Alex Flemming: RetroPerspectiva a partir do dia 13 de agosto, no MAC USP Ibirapuera. Experimental por princípio, Alex Flemming comemora 40 anos de profissão apresentando obras suas de diversas séries, desde objetos até pinturas sobre superfícies não tradicionais.


Alex Flemming: RetroPerspectiva traz 110 obras das últimas quatro décadas de produção do artista. Livre de escolas, movimentos e formas, Flemming sempre pesquisou diferentes materiais como suporte de suas pinturas, como gravuras, fotografias, objetos e instalações. 

Com uma obra de caráter autorreferente, Flemming traz pinturas que têm como suporte suas próprias roupas, assim como o prato em que comeu, as cuecas que usou, os cartões de crédito que gastou, os dentes que tirou. “Auto-Retrato em Auschwitz”, por exemplo, mostra sapatos que Flemming utilizou ao longo da vida, pintados da mesma cor, formando um círculo em que não se vê o fim.

O artista fotografa nudez feminina/masculina desde os anos 80 e trabalha o corpo como tema central de sua obra. Alex Flemming: RetroPerspectiva é uma mostra sobre a sexualidade, o desejo, a eroticidade e a morte. Refere-se ao clássico tema grego Eros versus Thanatos, a personificação do Amor e da Morte. Nessa linha, a exposição traz a instalação “Lápides”, em que computadores são transformados em arte por meio da pintura, simbolizando a morte do computador, a morte da tecnologia e a morte do usuário. Na exposição, também estarão disponíveis obras consagradas como as séries Alturas, Body Builders, além da mais recente: Caos.

SERVIÇO

Alex Flemming: RetroPerspectiva
Local: MAC USP Ibirapuera
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301 – Ibirapuera
Temporada: 13 de agosto a 11 de dezembro
Funcionamento: Terça a domingo, das 10h às 18h
#AcessoGratuito

IMS-RJ exibe, com exclusividade, A pintura de Gerhard Richter, documentário sobre um dos grandes nomes da arte contemporânea




Um dos maiores pintores vivos no mundo, o artista alemão Gerhard Richter dedicou mais de meio século de experimentações a uma vasta ordem de técnicas e ideias, tratando de crises históricas e representações midiáticas a explorações de procedimentos ao acaso.

Crédito: Ritcher A. Bild

Em 2007, o artista, de poucas aparições públicas, concordou em ser filmado, pela primeira vez em 15 anos, pela cineasta Corinna Belz, no curta-metragem Gerhard Richter’s Window. Também realizado por Belz, A pintura de Gerhard Richter, que será lançado no próximo dia 26 de maio pela distribuidora Bretz Filmes, realiza um registro do seu processo criativo justaposto a material de arquivo e conversas íntimas com seus críticos, colaboradores e sua galerista americana Marian Goodman.

Belz observou o pintor durante vários meses com a câmera – nos ateliês de Richter em Hahnwald, bairro nobre de Colônia no centro da cidade, e na preparação de exposições em algumas cidades da Europa. A cineasta abordou também o início da trajetória de Richter, nascido em Dresden, que se mudou para a Alemanha Ocidental em 1961, passando mais de 20 anos sem regressar ao território socialista.

Com lançamento exclusivo por duas semanas no cinema do IMS-RJ, A pintura de Gerhard Richter será exibido a partir de quinta-feira, 26/5.


Programação

Quinta-feira | 26 de maio | 14h e 16h
A pintura de Gerhard Richter 
De Corinna Belz
Alemanha, 2011. 97’
Exibição em DCP
10 anos

Sexta-feira | 27 de maio | 14h, 16h, 18h e 20h
A pintura de Gerhard Richter 
De Corinna Belz
Alemanha, 2011. 97’
Exibição em DCP
10 anos

Sábado | 28 de maio | 14h, 16h, 18h e 20h
A pintura de Gerhard Richter 
De Corinna Belz
Alemanha, 2011. 97’
Exibição em DCP
10 anos

Domingo | 29 de maio | 14h, 16h, 18h e 20h
A pintura de Gerhard Richter 
De Corinna Belz
Alemanha, 2011. 97’
Exibição em DCP
10 anos

Terça-feira | 31 de maio | 14h, 16h, 18h e 20h
A pintura de Gerhard Richter 
De Corinna Belz
Alemanha, 2011. 97’
Exibição em DCP
10 anos

INGRESSOS
Terça, quarta e quinta:
R$ 22,00 (inteira) e R$11,00 (meia)
Sexta, sábado, domingo e feriados:
R$26,00 (inteira) e R$ 13,00 (meia). 
Ingressos disponíveis também em www.ingresso.com
Disponibilidade de ingressos sujeita à lotação da sala.
Instituto Moreira Salles
Rua Marquês de São Vicente, 476
Gávea – Rio de Janeiro – RJ
21 3284 7400