#fbf – Prêmio Bibi Ferreira 2018 emociona e consagra Cantando na Chuva como grande vencedor




Claudia Raia premiada pela primeira vez, emoção no discurso poético de um jovem interiorano e seu peixe, consciência política e cultural, tivemos sim! Em clima de ‘flashback friday’, vamos relembrar tudo o que aconteceu na cerimônia mais importante do teatro musical brasileiro

Por Walace Toledo








Foto: Rodrigo Bueno / Acesso Cultural






Considerado o ‘Tony Awards’ BR, a 6ª edição do ‘Prêmio Bibi Ferreira’ foi celebrada, na noite do último dia 25, pela primeira vez no Teatro Renault, palco icônico que recebe desde 2001 superproduções da Broadway. Idealizado pelo produtor Marllos Silva, da Marcenaria de Cultura, a grande festa do teatro musical paulistano elegeu “Cantando na Chuva”, protagonizado por Jarbas Homem de Mello, Bruna Guerin e Reiner Tenente, como o grande laureado da noite com seis estatuetas, incluindo “Melhor Musical”, pelo júri técnico.






Como de praxe, Marllos abriu a cerimônia com seu monólogo e agradecimentos. Em discurso, o idealizador propôs aos convidados reflexões sobre o crescimento do mercado de teatro musical em São Paulo nos últimos 18 anos, empregabilidade e desmistificações sobre a Lei Rouanet. “Os musicais hoje são um dos maiores formadores de plateia, só nos últimos 12 meses mais de 200 mil ingressos foram distribuídos via contrapartida social das leis de incentivo federal e estadual (…) 0,28%, menos que meio porcento, esta é a fatia do que representa a Lei Rouanet dentro dos incentivos fiscais do país”, afirma o produtor, “teatro é arte, mas é trabalho! E sem lei de incentivo ele não se sustenta… ainda”. Confira o pertinente discurso no vídeo abaixo.











Alessandra Maestrini e Miguel Falabella repetiram por mais um ano a parceria como Mestres de Cerimônia do evento; desde o número de abertura a dupla arrancou muitas risadas da plateia. Ao lado de Marllos, Renata Alvim (produtora T4F) e dos atores Débora Reis, Amanda Acosta e Marco Luque, representando suas personagens Hebe Camargo (“Hebe – o Musical”), Bibi Ferreira (“Bibi – Uma Vida em Musical”) e Ed Nerd // Leo Bloom (“Os Produtores”) respectivamente, apresentaram uma cena e um número musical sarcástico e hilário.










Larissa Manoela e Diego Montez, par romântico no musical “A Noviça Rebelde”, subiram ao palco da cerimônia para entregar o prêmio ‘Revelação’ do ano. Novidade na categoria, além de atores e atrizes, a partir desta edição passa a considerar também outros profissionais da ficha criativa – desde que estejam fazendo sua estreia no mercado. Em uníssono, o teatro Renault inteiro torcia pelo jovem mineirinho Vitor Rocha. E ele levou, pelo roteiro e músicas originais de ”Cargas D’Água – Um Musical de Bolso”, o autor, ator e diretor de 20 anos fez um discurso poético e emocionante, segurando com carinho outra estrela do espetáculo, o balde, no qual ‘vive’ o peixinho Sr. Cargas. Uma vitória do cenário independente, mostrando que qualidade no roteiro e letras originais, não importa o tamanho do orçamento, emocionam e tem a mesma magia das megaproduções.

Premiada como “Melhor Atriz” pela impecável interpretação de Bibi Ferreira, Amanda Acosta, acompanhada no piano por Tony Lucchesi, abriu as apresentações dos indicados a ‘Melhor Musical’ com o ‘Medley Piaf’, de “Bibi – Uma Vida em Musical”. Em seguida, todas as tribos da Terra do Nunca se juntaram no maravilhoso e APOTEÓTICO número “Uga-Uga” (Ugg-a-Wugg), o qual levou o público ao delírio e recebeu aplausos de pé de todo o teatro – de arrepiar(!). Não à toa, “J. M. Barrie’s Peter Pan – Um Musical da Broadway” venceu em três categorias: Melhor Figurino, Cenário e Coreografia, esta assinada pelo sempre incrível Alonso Barros.
A colorida e divertida turma de “A Pequena Sereia” também invadiu o palco do Bibi, com o número “É Amor”, cantado pelas irmãs da sereia Ariel (Fabi Bang) e seu fiel amigo Linguado (Lucas Cândido). A magia Disney encanta gerações, sucesso de público com ingressos esgotados até o final da temporada, o espetáculo conquistou o coração de milhares de pessoas, que premiaram a turminha do fundo do mar na categoria ‘Melhor Musical – Voto Popular’. 
Um clássico é um clássico! “Cantando na Chuva” não só ganhou o público lotando as sessões na única temporada paulistana, como os votos dos jurados do Prêmio Bibi Ferreira. Maior premiado da noite, a superprodução arrebatou a principal categoria, de ‘Melhor Musical’, e mais cinco: Melhor Desenho de Som, Desenho de Luz, Versão, Direção e Atriz Coadjuvante. 
“Gente, não tenho nem roupa pra receber prêmio” (risos), foram as primeiras palavras de Claudia Raia ao subir ao palco. Premiada por trabalhos televisivos, a personagem Lina Lamont, de “Cantando na Chuva”, deu à atriz o seu 1º prêmio de TEATRO! Dá para acreditar? Escolhida dos jurados como ‘Melhor Atriz Coadjuvante’, também um caso atípico, sendo que a diva sempre está protagonizando as produções.

Rebeca Jamir, Adrén Alvez e Eduardo Rios apresentaram a emocionante canção “Se Eu Quiser Falar com Deus”, de “O Auto do Reino do Sol – Suassuna”. Ovacionada pelos convidados a cada categoria indicada, a produção é a segunda maior vencedora da noite levando quatro estatuetas para casa: Melhor Música Original, Ator, Ator Coadjuvante e Musical Brasileiro. 

Inesperado e maravilhoso, por fim, o encerramento colocou a plateia de mais de 1.200 convidados para dançar ao som de “Quem Eu Sou”, versão de “This Is Me”, do longa musical “O Rei do Show” (The Greatest Showman), assinada por Mariana Elisabetsky e cantada pelas vozes poderosas de Letícia Soares e Andrezza Massei, acompanhadas no final pelos Mestres de Cerimônia e um grupo de 120 atores que realizaram um flashmob alucinante nos dois andares do teatro. Que ESPETÁCULO! 

Para 2019, Marllos Silva anunciou a expansão do Prêmio, que até aqui avaliou única e exclusivamente espetáculos de teatro musical, mas que a partir de agora passa a considerar também produções teatrais – não musicais. Para essa mudança se juntam ao time de jurados, dividido entre teatro convencional e musical, a jornalista Fabiana Seragusa e o jornalista e crítico teatral Miguel Arcanjo Prado. Confira nossa cobertura via Stories aqui, restante das apresentações e discursos aqui e aqui
Foto: Divulgação / Luis França
VENCEDORES PRÊMIO BIBI FERREIRA 2018

Melhor Desenho de Som

Tocko Mickelazzo por “Cantando na Chuva”

Melhor Desenho de Luz

Cory Pattak por “Cantando na Chuva”

Melhor Cenário

Renato Theobaldo por “J. M. Barrie’s Peter Pan”

Melhor Figurino

Thanara Schonardie por “J. M. Barrie’s Peter Pan”

Melhor Visagismo

Anderson Bueno por “Hebe – O Musical”

Melhor Roteiro Original

Miguel Falabella por “O Som e a Sílaba”

Melhor Versão

Mariana Elisabetsky e Victor Muhletahler por “Cantando na Chuva”

Melhor Arranjo Original

Daniel Rocha por “Hebe – O Musical”

Melhor Música Original

Adrén Alves, Alfredo Del Penho, Beto Lemos, Braulio Tavares e Chico César por “O Auto do Reino do Sol – Suassuna”

Melhor Direção Musical

Tony Lucchesi por “Bibi – Uma Vida em Musical”

Melhor Coreografia

Alonso Barros por “J. M. Barrie’s Peter Pan”

Melhor Direção

Fred Hanson por “Cantando na Chuva”

Revelação

Vitor Rocha por roteiro e música de “Cargas D’Água – Um Musical de Bolso”

Melhor Ator Coadjuvante

Eduardo Rios por “O Auto do Reino do Sol – Suassuna”

Melhor Atriz Coadjuvante

Cláudia Raia por “Cantando na Chuva”

Melhor Ator

Adrén Alves por “O Auto do Reino do Sol – Suassuna”

Melhor Atriz

Amanda Acosta por “Bibi – Uma Vida em Musical”

Melhor Musical Brasileiro

“O Auto do Reino do Sol – Suassuna” de Sarau Agência e A Barca dos Corações Partidos

Melhor Musical (Voto Popular)

“A Pequena Sereia” por IMM e EGG Entretenimento

Melhor Musical

“Cantando na Chuva” de IMM, EGG Entretenimento e Raia Produções

Aos 16 anos, Filipe Bragança ganha destaque por atuação em Les Misérables




O ator que interpreta o jovem Marius PontMercy, levou o Prêmio Bibi Ferreira 2017 de Melhor Ator Revelação 

Por colaboradora Letícia Akamine
Ele é bem conhecido pelo público infanto-juvenil como Duda, de Chiquititas, e o jovem Christian Figueiredo (Youtuber), no longa “Eu Fico Loko” (2016). Mas agora, o goiano Filipe Bragança está dando o que falar nos palcos. 

Foto: Divulgação

Filipe ganhou na última quinta-feira (18) o Prêmio Bibi Ferreira de teatro com Melhor Ator Revelação pelo seu personagem Marius, do aclamado musical Les Misérables. Quem já viu o menino nos palcos sabe que não é pra menos!

Na história, Marius é um estudante aristocrata dividido entre o amor e a revolução. Ele é um dos personagens principais do espetáculo, baseado na obra de Victor Hugo, em cartaz, no Teatro Renault, em São Paulo, desde março.

Mesmo muito jovem, o ator apresenta um personagem maduro que flerta com a coragem e determinação que a guerra exige, e a doçura e ingenuidade que a paixão aflora, a atuação dele é afiada e bem sintonizada.

Ser um ídolo teen deve ser bem legal, mas imagina arrancar sorrisos e lágrimas – de jovens a velhinhos – por puro talento? 

O Acesso Cultural também quis saber como é pra ele viver essa experiência. Confira abaixo a entrevista na íntegra!

Foto: Andy Santana

Acesso Cultural: Você acabou de ganhar o Prêmio Bibi Ferreira 2017 como Melhor Ator Revelação. Qual é a sensação deste reconhecimento?

Filipe Bragança: Eu me sinto muito bem, me sinto muito grato e surpreso também porque, por vários motivos, eu não pensei que eu fosse ganhar. Eu acho que eu sou o mais novo de todos os atores que estavam concorrendo na categoria. É o meu primeiro musical. Mas eu ganhei, e estou muito feliz pelo reconhecimento.  Acho que o Prêmio, na verdade, é para fazer o ator se sentir bem depois de todo o trabalho duro que ele colocou naquilo.

AC: Como você vê a importância desse prêmio para a sua carreira?

FB: Para mim, o mais importante de ganhar um prêmio é que você tem que merecer ele depois [de ganhar] também. Não adianta você ter merecido antes de ganhar, aí você ganhou e já está satisfeito. Na verdade, o depois de ganhar o prêmio é o mais importante porque você tem que provar para si mesmo que você merecia. Então, eu acho que meu trabalho, de agora em diante, só tende a ficar mais aprofundado e melhor porque eu preciso provar para mim mesmo que eu mereci.

AC: No fim do ano você estreou “Eu Fico Loko”, baseado na vida do Christian Figueiredo, um filme mais família, mais teen. Agora você está aqui sendo aplaudido por jovens, adultos e idosos. Como você está se sentindo com essa mudança de público?

FB: Eu me sinto muito satisfeito porque, conforme eu fui crescendo, o público que eu estava atingindo também foi mudando de idade. Eu sabia que o “Les Mis” ia ter um público mais adulto, mas eu gosto muito disso. O fato de você atingir vários públicos mostra bastante como você faz o seu trabalho.

Foto: Divulgação

AC: Eu vi, em uma entrevista sua, que você só fazia aula de canto há dois meses quando decidiu tentar o papel do Marius, no “Les Mis”. Mas você já cantava, não é? Quando parou de ser só hobby?

FB: Sim, eu comecei realmente a fazer aula de canto para musical faltando dois meses para começarem as audições.  Antes, eu fazia aulas com a Maria Diniz, que é uma professora muito boa de canto popular. Mas depois, eu passei para a Amélia Gumes que é um canto mais destinado para musical. E eu acho que a partir daí parou de ser hobby porque eu realmente estava querendo trabalhar com canto de alguma forma.

AC: Como foi o processo de conseguir o papel de Marius?

FB: O processo para conseguir o papel foi o que é feito em quase todos os musicais, que é o processo de audição em fases. E foi bem difícil para mim porque eu teria sido mandado embora na segunda fase, pelo fato de o diretor achar que minha voz não estava madura o suficiente. Mas eu pedi uma segunda chance para ele, para eu tentar amadurecer minha voz, e ele aceitou. E aí eu fui estudar, estudei muito, para poder chegar na hora e fazer melhor.

AC: O musical está fazendo sucesso e agradando todo mundo. Mas você acha que esse é um mercado tão aberto assim? Quer dizer, no interesse do público?

FB: Na verdade, esse espetáculo não foi feito para agradar todo mundo. Hoje em dia, eu acho que o público quer não pensar um pouco, quer entretenimento. Com “Les Mis”, não. Você vai ver uma história que quer te passar uma coisa. Ela é muito emotiva, muito profunda e que acontece lentamente. Ela não se preocupa em ser entretenimento. Mas isso agrada muitas pessoas que sabem apreciar esse trabalho. É um espetáculo que tem agradado muita gente, até mais do que eu esperava. Quanto aos musicais, eu acho que o mercado está aberto para divulgação e tal. É uma coisa que está crescendo!

Foto: Talita Alencar

AC: Você tem só 16 anos e está fazendo o papel de um jovem estudante, mas que é tradicionalmente de atores mais velhos. Isso foi uma tentativa da própria direção de trazer autenticidade para o papel ou esse mérito é seu?

FB: Na verdade, eu não sei (risos). Claro que eles tinham um perfil, uma média de idade que eles queriam. Mas acho que eles simplesmente procuraram algo no ator que pudesse dar um brilho para o personagem que ele fosse interpretar. E eu acho que o diretor conseguiu ver esse fator em mim.

AC: Você está fazendo o musical desde março. Não está cansado de fazer isso por tanto tempo? 

FB: Eu estou menos cansado do que eu esperava que eu fosse estar agora… já estou fazendo [o espetáculo] desde março. Na verdade, é um processo que começou em março do ano passado (risos), em 2016. Então sim, tem um cansaço, por parte de todo mundo [o elenco]. Mas, mesmo assim, eu gosto tanto de fazer esse meu trabalho que o cansaço meio que fica de lado. Quando eu estou ali, eu descubro coisas novas a cada dia. 

AC: Você acha que se descobriu mais versátil nesse desafio?

FB: Com certeza me descobri mais versátil por vários motivos. Eu acho que percebi que eu consigo, sim, cantar e atuar, que é uma coisa que eu não pensei que eu fosse conseguir, sabe?! Eu percebi que eu consigo trabalhar com pessoas diferentes. Eu percebo que em cena, por mais que eu faça sete vezes a mesma coisa na semana, eu consigo descobrir coisas. E é bom porque a cada trabalho que eu tenho feito faz eu me provar cada vez mais que eu sou versátil.

Foto: Divulgação

AC: Você praticamente não tem final de semana por causa das apresentações. Isso te incomoda?

FB: O fato de não ter final de semana não me incomodaria tanto… mas, um problema, é que eu vejo que todo mundo, no domingo tá indo para casa tranquilo e tal porque, teoricamente, eles vão ter um final de semana [que é a folga na segunda e terça], mas eu sei que na segunda eu vou ter que ir para escola, e na terça, quarta, quinta, sexta. Mas eu tento descansar nos momentos que eu consigo. Minha única exigência é conseguir passar um tempo com os meus pais, ir para o cinema, poder ficar com a minha namorada… eu conseguindo aproveitar um tempo com as pessoas que eu amo, para mim já é mais do que suficiente.

AC: Você vem de uma família de artistas. Mas chega um momento na vida que a gente tem que decidir o que quer fazer de verdade. Você chegou nesse ponto ou está deixando rolar? 

FB: Olha, eu quero ser ator desde os 5 anos. Eu sofri muita influência do meu pai e da minha mãe que são artistas. Eu aprendi dos filmes que eu assisti, e que me inspiram até hoje para fazer tudo que eu faço. É impressionante! Com 5 anos foi quando eu percebi que a arte e a atuação tinham uma importância tão grande, podiam mudar vidas, eu quis me tornar ator. Então, eu já cheguei no ponto que  já sei o que quero fazer, e eu quero isso para minha vida, não tem nem o que discutir.

AC: Quais são os projetos futuros? Pode dar uma dica?

FB: Tem alguns projetos que talvez rolem, mas eu não posso dar dicas (risos). 

AC: Quem é o Filipe?  Adolescente, ator, namorado…? Algum desses títulos te definem?

FB: Na verdade, esses três títulos me definem bem. Eu sou ator, sou adolescente, sou namorado, filho, irmão, amigo, eu sou apaixonado… Eu fico muito feliz de poder falar que eu sou tudo isso, menos adolescente, porque adolescente é um pouco chato (risos), mas o resto eu tenho até orgulho. Tenho orgulho de quem eu sou, e eu acho que é bem importante que todo mundo tenha orgulho de quem é para conseguir se incentivar a ir em frente.

Foto: Talita Alencar


Prêmio Bibi Ferreira anuncia indicados da 5ª edição




Conheça os jurados e os indicados da cerimônia que celebra em grande estilo o teatro musical brasileiro na cidade de São Paulo

Por Redação

O primeiro prêmio exclusivo de teatro musical do Brasil que leva o nome da grande Diva dos palcos, Bibi Ferreira, chega a sua quinta edição e anuncia sua lista de indicados. 

Crédito: Divulgação
Considerado pelo público e crítica o mais importante evento do teatro musical brasileiro, o Prêmio Bibi Ferreira, que foi concebido em 2011, a partir da troca de informações entre a Marcenaria de Cultura, do produtor, diretor e dramaturgo Marllos Silva, com a Broadway League e American Wings, responsáveis pela realização do Prêmio Tony (Nova York – EUA), e a Sociedade Teatral de Londres, responsável pelo Prêmio Olivier (Londres – UK), celebra em 2017 os musicais que cumpriram temporada na cidade de São Paulo durante o período de 01 de julho de 2016 a 30 de junho de 2017.

Ao todo, 23 produções profissionais, foram acompanhadas pelo comitê de indicação – composto por renomados profissionais do gênero, críticos e jornalistas especializados, compõem a tão esperada lista de indicados.  

Neste ano, a grande festa, que ainda terá data e local divulgados, contempla 20 categorias, com indicados escolhidos cuidadosamente pelo juri técnico composto por Charles Dalla, Christiane Matallo, Jamil Dias, Luiz Amorim, Ricardo Monteiro, Rogerio Matias e Ubiratan Brasil.

E por falar em indicação, confira a lista de indicados ao 5º Prêmio Bibi Ferreira.

MELHOR MUSICAL
AUÊ – Sarau Agência e Companhia Barca dos Corações Partidos
Forever Young – Coisas Nossas Produções, Benjamin Produções e Chaim XYZ Produções
Gota d´Água [à Seco] – Sarau Agência
Les Misérables – T4F Entretenimento
My Fair Lady – Takla Prod, Egg Entretenimento e IMM

MELHOR MUSICAL BRASILEIRO
60! Década de Arromba – Doc. Musical – Brain + e Reder Entretenimento
AUÊ – Sarau Agência e Companhia Barca dos Corações Partidos
Gota d’Água [À Seco] – Sarau Agência
Lembro Todo Dia de Você – Núcleo Experimental 
O Grande Sucesso – Super Amigos Produções

MELHOR ATRIZ
Giulia Nadruz – Ghost – O Musical
Laila Garin – Gota D’Água [À Seco]
Paula Capovilla – Forever Young
Paula Flaiban – Na Laje
Simone Gutierrez – Tudo é Jazz

MELHOR ATOR
Daniel Diges – Les Misérables
Flavio Bauraqui – Cartola, O mundo é um moinho 
Marcelo Médici – Rocky Horror Show
Paulo Szot – My Fair Lady 
Thiago Machado – Rent

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Adriana Lessa – Cartola, O Mundo é um moinho
Anna Toledo – Lembro Todo Dia de Você
Andrezza Massei – Les Misérables
Laura Lobo – Les Misérables
Nábia Vilela – Roque Santeiro, O Musical 

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Ivan Parente – Les Misérables
Marcel Octavio – Rocky Horror Show
Nando Pradho – Les Misérables
Nicola Lama – Rocky Horror Show
Sandro Christopher – My Fair Lady 

ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO
Daniele Nastri – My Fair Lady
Davi Tapias – Lembro Todo Dia de Você 
Diego Martins – A Era do Rock
Filipe Bragança – Les Misérables

MELHOR DIRETOR
Duda Maia – AUÊ
Jorge Takla – My Fair Lady 
Rafael Gomes – Gota D’Água [À Seco]
Jarbas Homem de Mello – Forever Young
Zé Henrique de Paula – Lembro Todo Dia de Você 

MELHOR DIRETOR MUSICAL
Alfredo Del Penho e Beto Lemos – AUÊ
Luis Gustavo Petri – My Fair Lady 
Miguel Briamonte – Forever Young
Tony Lucchesi – 60! Década de Arromba – Doc. Musical
Vania Pajares – Tudo é Jazz 

MELHOR COREÓGRAFO
Alonso Barros – Alegria, Alegria
Duda Maia – AUÊ
Tania Nardini – My Fair Lady 

MELHOR CENÁRIO
André Cortez – Gota D´Água [À Seco]
Nicolás Boni – My Fair Lady 
Renato Theobaldo – Ghost O Musical 

MELHOR FIGURINO
Fabio Namatame – My Fair Lady
Karen Brustolin – O Grande Sucesso
Kika Lopes – Gota D´Àgua [À Seco]

MELHOR ARRANJO ORIGINAL
Tony Lucchesi – 60! Década de Arromba – Doc. Musical 
Alfredo Del Penho e Beto Lemos com colaboração de Duda Maia e a Barca do Corações Partidos – AUÊ
Thiago Gimenes – Alegria, Alegria

MELHOR LETRA E MÚSICA ORIGINAL
Alfredo Del Penho e Beto Lemos, Duda Maia e a Barca dos Corações Partidos – AUÊ
Fernanda Maia e Rafa Miranda – Lembro Todo Dia de Você
Elenco e equipe de “O Grande Sucesso” – O Grande Sucesso

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Fernanda Maia – Lembro Todo Dia de Você
Duda Maia e a barca dos corações partidos – AUÊ
Diego Fortes – O Grande Sucesso

MELHOR VERSÃO
Claudio Botelho – Les Misérables
Claudio Botelho – My Fair Lady 

MELHOR DESENHO DE LUZ
Caetano Vilela – Lili Marlene 
Renato Machado – AUÊ
Wagner Antônio – Gota D´Água [À Seco]

MELHOR DESENHO DE SOM
Gabriel D´Angelo – AUÊ
Tocko Michelazzo – Alegria, Alegria
Tocko Michelazzo – My Fair Lady

MELHOR VISAGISMO
Duda Molinos e Feliciano San Roman – My Fair Lady 
Hugo Daniel – Forever Young
Wilson Eliodoro – O Grande Sucesso

Prêmio Bibi Ferreira contempla os melhores do teatro musical




Por Leina Mara

Na última terça-feira (20) o Teatro Santander, na capital paulista, recebeu a 4ª Edição do Prêmio Bibi Ferreira. Contemplando os melhores do teatro musical, o evento reuniu personalidades da área.

Foto: Rodrigo Bueno

A Mestre de Cerimônias foi pelo quarto ano consecutivo a atriz e cantora Alessandra Maestrini. Com bastante segurança, bom humor e improviso, a talentosa cantriz divertiu a plateia e imprimiu mais uma vez sua marca no evento.

Foto: Rodrigo Bueno

Dentre os tantos momentos importantes, vale destacar a Medalha Artur Azevedo entregue a Lia Maria Aguiar, pela instituição que leva o seu nome e cuida de crianças através de projetos socioculturais. Já a atriz Suely Franco ganhou o Prêmio de Honra pela sua trajetória e importância para o teatro brasileiro.

Foto: Rodrigo Bueno

Foto: Rodrigo Bueno

A grande novidade aconteceu na entrega de Ator Revelação. O vencedor Ruy Brissac, de O Musical Mamonas, recebeu da mão de Esperança Pêra, filha de Marília Pêra, e de Marllos Silva, idealizador do evento, o “Manto da Marília”, assinado por todos os atores das 24 produções que estavam concorrendo. Marilia ainda foi lembrada no especial “In Memorian”, que homenageou os artistas que faleceram, além do número de “Alo Dolly” feito com parte do elenco do musical.

Foto: Rodrigo Bueno

O Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator ficou com Leandro Luna, de Meu Amigo Charlie Brown, e de Melhor Atriz com Fabi Bang, intérprete de Glinda em Wicked. O maior vencedor da noite, para muitos mais que esperado, foi o musical Wicked, que ganhou como Melhor Musical, também por Voto Popular.

Foto: Rodrigo Bueno

Foto: Rodrigo Bueno

Confira abaixo a lista de vencedores do Prêmio Bibi Ferreira 2016:

Melhor Desenho de Som
BRANCO FERREIRA – Gilberto Gil, Aquele Abraço – O Musical

Melhor Desenho de Luz
CESAR DE RAMIRES – Gabriela Um Musical

Melhor Figurino
FÁBIO NAMATAME – Antes Tarde do que Nunca

Melhor Cenografia
ROGERIO FALCÃO – Rodgers&Hammerstein – Cinderella

Melhor Versão
MARIANA ELISABETSKY – Meu Amigo Charlie Brown

Melhor Roteiro Original
EDUARDO BAKR – 4 Faces do Amor

Melhor Arranjo Original
NANDO DUARTE – Gilberto Gil, Aquele Abraço – O Musical

Melhor Música Original
JOSIMAR CARNEIRO – Memórias de um Gigolô – O Musical

Prêmio de Honra
SUELY FRANCO

Melhor Diretor Musical
NANDO DUARTE – Gilberto Gil, Aquele Abraço – O Musical

Melhor Coreografia
FERNANDA CHAMMA – Antes Tarde do que Nunca

Melhor Ator Coadjuvante
PATRICK AMSTALDEN – O Musical Mamonas

Melhor Atriz Coadjuvante
JANA AMORIM – Antes Tarde do que Nunca

Melhor Musical Voto Popular
WICKED – T4F Entretenimento

Melhor Diretor
JOÃO FALCÃO – Gabriela Um Musical

Melhor Ator
LEANDRO LUNA – Meu Amigo Charlie Brown

Melhor Atriz
FABI BANG – Wicked

Melhor Musical Brasileiro
GABRIELA UM MUSICAL – Caradiboi e Tempo Entertainment

Melhor Musical
WICKED – T4F Entretenimento

Prêmio Bibi Ferreira: Vote Agora no Melhor Musical de 2015/2016




Está aberta a votação popular de melhor espetáculo. Concorrem somente peças em cartaz na capital paulista

Por Walace Toledo

Foto: Reprodução / Site

Considerado pelo público e crítica como “o mais importante evento do teatro musical no Brasil”, o “Prêmio Bibi Ferreira” chega a sua quarta edição em 20 de setembro, pela primeira vez no novíssimo Teatro Santander (SP). 

Além das 18 categorias premiadas pelos seis jurados do ‘Comitê de Nomeação”, há uma que o internauta e frequentador de teatro musical pode opinar: ‘VOTO POPULAR DE MELHOR MUSICAL DE 2015/2016’. Correspondente aos espetáculos que entraram em cartaz de 01 de julho de 2015 a 31 de junho de 2016.

Na corrida pelo prêmio estão 24 musicais incríveis, são eles:

4 FACES DO AMOR – Brain+ e Estamos Aqui

ANTES TARDE DO QUE NUNCA – T4F Entretenimento

BARBARIDADE – Aventura Entretenimento

CINDERELLA DE RODGERS & HAMMERSTEIN – Fábula Entretenimento

CONSTELLATION – Brain+

DEZ, CEM MIL INIMIGOS DO POVO – Cia da Revista

ESTÚPIDO CUPIDO – Barata Comunicação

GABRIELA, UM MUSICAL – Caradiboi e Tempo Entertainment

GARRINCHA – SESC

GILBERTO GIL, AQUELE ABRAÇO – O MUSICAL – RGA Produções, Miniatura 9 e Chaim Produções

UMA LUZ COR DE LUAR – Fundação Lia Maria Aguiar

O MUSICAL MAMONAS – Miniatura 9

MEMÓRIAS DE UM GIGOLÔ – Grupo New Marketing, Aveia Cômica, Miniatura 9, Chaim Produções e XYZ Live

MEU AMIGO CHARLIE BROWN – Néctar Cultural

O PRIMEIRO MUSICAL A GENTE NUNCA ESQUECE – Aventura Entretenimento

MULHERES À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS – Quote Produções, Bela Vista Espaço Cênico e Chaim Produções

NUVEM DE LÁGRIMAS – Move Concerts, Livre Entretenimento e Opus

OS DEZ MANDAMENTOS, O MUSICAL – Record e Chaim Produções

OU TUDO OU NADA – O MUSICAL – Estamos Aqui

RAIA 30 – O MUSICAL – Raia Produções, Pagan Produções e Chaim Produções XYZ Live

SAMBRA – Aventura Entretenimento

SOU TODA CORAÇÃO – Palipalan Arte e Cultura

WE WILL ROCK YOU – Atual Consultoria e Caradiboi

WICKED – T4F Entretenimento

Qual o seu favorito? Vote já: www.premiobibiferreira.com.br. A votação vai até setembro, avisa os amiguinhos!

Confira os premiados da 3ª Edição do Prêmio Bibi Ferreira




Por Leina Mara e Walace Toledo
Fotos Rodrigo Bueno

A 3ª Edição do Prêmio Bibi Ferreira, realizada na última quarta-feira, dia 14, foi repleta de glamour e surpresas. Criado em 2013, o evento dedica-se em premiar os musicais do ano, gênero teatral que cresce cada vez mais no Brasil. Diferente dos dois últimos anos, sediada no Theatro São Pedro, neste ano a premiação ocorreu no Theatro Municipal de São Paulo.

Desde 2013, a Mestre de Cerimônias do Prêmio Bibi Ferreira é a atriz e cantora Alessandra Maestrini. Com muito humor e jogo de cintura, a cantriz comandou o evento com muita inteligência, interagindo com o público e ainda apresentou o número de abertura. Ao lado de Saulo Vasconcelos, Maestrini fez uma paródia do musical ‘O Fantasma da Ópera’ – há 10 anos o ator protagonizou a produção no Brasil – e arrancou gargalhadas da plateia. A Mestre de Cerimônias também chamou atenção por conta de seus figurinos. Os cinco vestidos usados por Alessandra durante a premiação foram trazidos da França e assinados pelo estilista Alexis Mabille.

Para indicar cada categoria, o Prêmio Bibi Ferreira contou com anfitriões de peso como Daniel Boaventura, Leonardo Miggiorin, Marisa Orth, Emilio Dantas, Jarbas Homem de Mello e Claudia Raia. E cada musical indicado ainda teve a oportunidade de apresentar um número para os convidados.

O principal vencedor da noite foi o musical ‘O Homem De La Macha’, do Atelier de Cultura, laureado nas categorias de Melhor Desenho de Luz, Melhor Direção Musical, Melhor Coreografia, Melhor Diretor, Melhor Musical por Voto Popular e Melhor Musical (pelo júri).

E para encerrar a noite, o público foi presenteado com o show de Bibi Ferreira. A cantora, que comemora 75 anos de carreira, interpretou o repertório de Frank Sinatra e encantou a todos com sua intensidade e talento no auge de seus 93 anos.

Idealizado por Marllos Silva, a 3ª Edição do Prêmio Bibi Ferreira mostrou, principalmente, que o país necessitava de um evento que premiasse essa classe teatral. Os musicais estão em alta, e premiar as pessoas envolvidas nesta evolução é um dever.

Confira agora os vencedores da 3ª Edição do Prêmio Bibi Ferreira:

MELHOR DESENHO DE SOM
MARCELO CLARET – Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos

MELHOR DESENHO DE LUZ
DRIKA MATHEUS – O Homem de La Mancha

MELHOR CENOGRAFIA
MATT KINLEY – Chaplin, O Musical

MELHOR FIGURINO
CLAUDIO TOVAR – O Homem de La Mancha

MELHOR VERSÃO
BIANCA TADINI E LUCIANO ANDREY – Mudança de Hábito

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
ALESSANDRO TOLLER E NEWTON MORENO – O Grande Circo Místico

MELHOR ARRANJO ORIGINAL
THIAGO TRAJANO E JULES VANDYSTADT – Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 
Minutos

MELHOR DIREÇÃO MUSICAL
CARLOS BAUZYS – O Homem de La Mancha

MELHOR MÚSICA ORIGINAL
NEI LOPES – Bilac, Vê Estrelas

MELHOR COREOGRAFIA
KATIA BARROS – O Homem de La Mancha

ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO
ANA LUIZA FERREIRA – Mudança de Hábito

MELHOR DIRETOR
MIGUEL FALABELLA – O Homem de La Mancha

MELHOR ATOR COADJUVANTE
DANIEL COSTA – Urinal, O Musical

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
ADRIANA QUADROS – Mudança de Hábito

MELHOR ATOR
EMILIO DANTAS – Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, O Musical

MELHOR ATRIZ
BRUNA GUERIN – Urinal, O Musical

MELHOR MUSICAL BRASILEIRO
BILAC VÊ ESTRELAS – Tema Eventos

MELHOR MUSICAL
O HOMEM DE LA MANCHA – Atelier de Cultura

MELHOR MUSICAL VOTO POPULAR
O HOMEM DE LA MANCHA – Atelier de Cultura