Sandy, JÃO e mais artistas se unem no ‘Festival Música em Casa’


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Como medida preventiva, muitos artistas estão remarcando datas de shows e turnês e os substituindo por transmissões ao vivo via internet. Pensando nisso, a Universal Music e a GTS resolveram promover o “Festival Música em Casa“, realizado de 20 a 29 de março, que contará com a participação de dezenas de artistas, em sua maioria do cast da companhia. Para curtir os shows, basta acessar o link oficial do evento no Instagram, que vai direcionar para o perfil de cada artista.

Os shows, que serão sempre apresentados num formato intimista, serão realizados a partir desta sexta (20), sempre às 19 horas. O festival abre em alto estilo com a apresentação de Sabrina Sato e shows da cantora Sandy, do grupo Mar Aberto, da banda Maneva, do cantor Michel Teló e do grupo Cortesia da Casa.

Outros diversos talentos da nossa música já confirmaram presença no line-up do festival. São eles: Vitão, Atitude 67, Jão, Felipe Araújo, Melim, Maneva, Di Ferrero, Bryan Behr, As Bahias e a Cozinha Mineira, Lauana Prado, Léo Santana, Juan Marcus & Vinícius, Lucas Reis & Thácio, Júlia & Rafaela, Greg BBX, PH e Michel, Guga Nandes, Ana Clara, Clau, Donatto, Paula Fernandes, Gabily, Tayrone, Luísa Sonza, Shark, Lucas e Orelha, Dj Batata, Mumuzinho, DAY, Carol Biazin, Gaab, 3030, OUTROEU, Rodrigo Suricato, Mahmundi, Preto no Branco, Eli Soares, Gabriela Gomes, Biorki, Felipe Vilela, Tropkillaz e Projota. Ao longo da temporada, outros artistas, datas e horários serão confirmados.

Além da programação de shows, a página oficial do “Festival Música em Casa” também contará com a interação de diversos influenciadores, que vão apresentar os shows e fazer um bate-papo com os espectadores. Sabrina Sato e Gominho já são dois que confirmaram a participação. Para quem perder alguma apresentação poderá acessar o IGTV, que manterá as LIVES disponíveis. Imperdível!

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De SuperStar à Barão Vermelho, conheça o EP homônimo do Rodrigo Suricato


Créditos: Universal Music


O multitalentoso Rodrigo Suricato é o que podemos chamar de “banda de um homem só”, pois o próprio artista toca violão, guitarra, gaita e instrumentos de percussão com os pés, enquanto produz suas próprias canções. O EP homônimo, recém-lançado, é uma prova disso. Conversamos com Suricato sobre sua carreira solo e dentro do Barão Vermelho, da qual o artista faz parte desde 2017 e falou um pouco sobre como tem sido. Confira!

Acesso Cultural: Como você acha que o reality show Superstar te ajudou em seu processo de amadurecimento como músico?

Rodrigo Suricato: Bom, o “SuperStar” foi importante em muitos aspectos. Poder chegar em um grande público através da minha música e sendo produtor já há algum tempo, transformar as canções que eu faço em um formato de dois minutos realmente é sempre um desafio muito grande. Na verdade, não sei se o SuperStar me ajudou como músico, mas como uma visão mais ampla da música, como chega a canção até os lares e como chega até as pessoas e a importância disso, a importância dos veículos de comunicação para a arte em geral. Eu acho que o SuperStar foi mais fundamental em relação à pulverização do meu trabalho do que propriamente um desenvolvimento meu, artístico muito definidor.

Créditos: Universal Music Brasil

AC: O que podemos esperar de seu álbum, que será lançado?

RS: As pessoas podem esperar novamente um disco com enorme honestidade e comprometimento com a mensagem que o Suricato, meu projeto artístico há mais de oito anos tem por função seguir. É um disco tocado por mim, de autoconhecimento enorme, eu toquei 85% dos instrumentos, compus todas as canções, fui produtor do disco também, então foi um processo de imersão muito grande, que me levou a poder viver isso dentro do meu trabalho. Poder viver isso dentro do meu trabalho tem sido realmente uma das maiores aventuras da minha vida.

AC: Qual é o maior desafio, na sua opinião, em realizar tantas funções de uma vez, como tocar violão, guitarra, gaita e instrumentos de percussão com os pés?

RS: O maior desafio de tocar todos os instrumentos, além da autocrítica, porque, se meu baterista com os pés estiver em um dia ruim, a banda toda vai embora, então eu tenho realmente que ficar muito concentrado e comprometido com os movimentos que eu estou fazendo. Como o movimento de uma bicicleta, eu tenho que funcionar como um relógio e tocar todos os instrumentos, porque os instrumentos são ferramentas para a comunicação da minha música e não o contrário. Então eu utilizo toda essa “parafernalha” para comunicar o que está dentro do meu coração. E além disso, outro desafio é o mesmo que leva a todas as outras profissões, que é o exercício dela, o tempo de aprimoramento de uma determinada atividade. Eu acredito ainda no “banho-Maria”: eu digo que não há velocidade que o tempo nos imponha que supere a necessidade do banho-Maria. O tempo para você se tornar um bom bailarino ainda é o mesmo, o tempo para você se tornar um bom músico continua o mesmo, mesmo com toda a tecnologia.

Créditos: Universal Music Brasil

AC: O público pode esperar sentir sua personalidade no EP “Suricato”? Conte mais sobre ele.

RS: Eu acho que o meu público vai continuar notando toda a honestidade e comprometimento que eu tenho com a minha obra, com as minhas canções, com o meu texto e ficaria muito feliz se as pessoas sentissem realmente esse processo todo de autodescoberta pela qual eu passei nos últimos anos, selecionando, de trinta canções, dez que entrariam no disco. Algumas delas chegaram a ter, mais ou menos, umas seis versões. O processo de gravar todos os instrumentos e produzir meu próprio trabalho. A “convivência” mais próxima que eu tive de mim mesmo durante todo o meu processo artístico conseguiu fazer um disco muito bonito, muito condizente com o momento que eu estou passando e absolutamente solar.

AC: Olhando para os primeiros anos de sua carreira e onde você chegou, qual seria o maior conselho que você daria ao seu “eu” do passado?

RS: O maior conselho que eu daria para o Rodrigo do passado é “atenção aos contratos”. E principalmente que jamais deixasse de acreditar nele, jamais deixasse de acreditar no cerne que move esse Rodrigo, que é a paixão pela música, a paixão pelo comprometimento e a verdade.

Créditos: Universal Music Brasil

AC: Como você definiria sua participação no Barão vermelho? Conte um pouco sobre sua experiência e aprendizados na banda.

RS: Eu costumo dizer que a diferença entre uma banda e um artista solo é que, em uma banda eu fico p* e solo eu fico louco (risos). O Barão Vermelho, na verdade, é um dos melhores processos coletivos que eu já vivi na minha vida toda. Eu entrei no Barão Vermelho já como um artista com uma certa janela, já tinha um Grammy, já tinha participado do Rock in Rio, do Lollapalooza, com um público interessado em ouvir minhas coisas. Eu entrei “Suricato” no Barão Vermelho e isso me deixou muito à vontade para não entrar em jogos de disputas e sim poder curtir aquele momento, junto com as pessoas que ajudaram a fundar o Barão Vermelho e toda a sua discografia. Para mim é uma alegria poder viver um processo coletivo com o Barão Vermelho, e ao mesmo tempo, poder ter esse cantinho meu, sozinho, no meu trabalho, o qual eu continuo fazendo o que meu coração está mandando no momento. Está sendo muito proveitoso estar com eles, espero estar com eles sempre, da mesma forma que estarei sempre lançando discos em turnê também com o meu próprio trabalho.

Créditos: Universal Music Brasil

O álbum “Rodrigo Suricato” já está disponível e você pode conferir também o clipe de “Admirável Estranho”, um dos destaques da nova produção.

Suricato realiza única apresentação no Theatro Net São Paulo




Por Redação

O Theatro NET São Paulo recebe Rodrigo Suricato, dia 26 de setembro, terça-feira, às 21h. O artista ganhou o Grammy Latino de Melhor Álbum Rock Brasileiro, em 2015, com sua banda Suricato. Revelado na primeira temporada do programa SuperStar (TV Globo), ele assumiu no início de 2017 os vocais do Barão Vermelho.


Foto: Divulgação

Compositor e multi-instrumentista, Rodrigo é apontado como uma das gratas promessas da música nacional, com passagem em festivais como o Rock in Rio e Lollapalooza. Nascido no Rio de Janeiro e autodidata desde os 8 anos de idade, Rodrigo foi eleito o melhor guitarrista brasileiro de 2007 no concurso Gibson Contest, promovido pela Gibson USA, Revista Guitar Player e IM&T com uma versão country de Brasileirinho.

Rodrigo vai apresentar o show One Man Band ao lado de sua inseparável mala-bumbo e muitos outros instrumentos pouco convencionais. De uma maneira intimista e versátil ele mostra um repertório que passa por suas influências (folk e blues), sucessos da carreira e algumas surpresas.

Serviço
26 setembro
Terça-feira às 21h
Plateia Central, Plateia Lateral e Balcão: R$80,00
Classificação: 12 anos


*Consulte a disponibilidade dos setores.


Ponto de Venda Sem Taxa de Conveniência


Theatro Net São Paulo
Shopping Vila Olímpia: Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia – São Paulo/SP


Ponto de Venda Com Taxa de Conveniência


Site Ingresso Rápido: https://www.ingressorapido.com.br/venda/?id=1374#!/tickets


Telefone: (11) 4003-1212


Formas de Pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito e débito; e dinheiro. Não aceitamos cheques.


Descontos:


Cliente NET: Limitado a 4 ingressos por sessão.
Assinante CARAS: Limitado a 2 ingressos por sessão.
Associados DRT: Limitado a 1 ingresso por sessão somente na Bilheteria.


Associados AMAVE: Limitados a 2 ingressos por sessão somente na Bilheteria
Aplicativo APONTADOR: Limitado a 2 ingressos por sessão, para clientes que possuem app no celular.



Meia-Entrada: Estudantes, Idosos com 60 anos ou mais, Jovens pertencentes a Família de Baixa Renda, Pessoas com Deficiência, Professores e Profissionais da Rede Pública Municipal de Ensino.