Gravado em show ao vivo, Carol Biazin lança primeiro DVD: “Beijo de Judas”


Créditos: Divulgação


Se na versão de estúdio, Beijo de Judas já foi um grande sucesso com mais de 20 milhões de streams, imagine em uma apresentação ao vivo com Carol Biazin entregando toda sua presença de palco e muita sensualidade. Não é mais necessário imaginar! O primeiro DVD da cantora, homônimo ao álbum, já tem data e chega a todos aplicativos de música: nesta terça-feira (19), às 21h. O espetáculo, gravado em show realizado no Cine Joia, contou ainda com participações especiais de ninguém menos que Luísa Sonza e Vitão e promete levar os fãs da artista ao delírio.

Além das canções novo álbum, Biazin relembrou sucessos da carreira como “Suas Linhas” e “Cancela”. Produzido por Vivian Kuczynski– responsável por produções de nomes como Pabllo Vittar e Scalene – o show traz versões especiais ao vivo e performances da paranaense como musicista. “Preparamos versões especiais para o ao vivo que vão além do que ouvimos no digital, sabe? O objetivo era trazer uma experiência do show, da performance e da Carol musicista”, conta Carol.

Sobre as escolhas das participações especiais, Carol é categórica ao dizer que são pessoas que sempre acreditaram em seu potencial. “Foram as pessoas que me agregaram muito na minha construção como artista e pessoa. Elas sempre acreditaram em mim e me motivaram a continuar. Cada um (Luisa Sonza e Vitão ) tem sua importância na minha vida”.

Feito só por mulheres

Visando incentivar e expandir a participação da mulher na produção de shows, eventos e espetáculos, a finalista da sexta edição do The Voice Brasil revela que a produção do evento foi realizada 100% por mulheres. Vale lembrar que, mesmo com a retomada, medidas preventivas contra a infecção do coronavírus foram mantidas para o público e para as equipes de trabalho no evento.

Créditos: Beatriz Person

Além de São Paulo, a turnê “Beijo de Judas”, que gerou o DVD em sua estreia, ainda passará pelas principais capitais do país durante o mês de abril.

Com apenas 24 anos de idade, Carol mostra-se uma grata realidade da nova geração do pop brasileiro. Prestes a lançar seu álbum de estreia, a ruiva é coautora dos singles ‘Pouco de você’, do cantor Vitão, ‘Juntinho’ da Rouge, ‘Complicado’, de Vitão e Anitta e vencedora dos prêmios Pop Mais na categoria ‘artista revelação’ e aposta do ano do Prêmio Jovem Brasileiro em 2019. A ruiva inclusive é (co)autora de 5 canções do novo álbum de Luisa Sonza. A paranaense assina as canções “Penhasco”, “Melhor Sozinha”, “V.I.P”, “2000” e “Anaconda”.

Os números da cantora também impressionam! No Youtube, Carol já contabiliza 813 mil inscritos e 88.3 milhões de acessos em todo canal. Já no Instagram, soma mais de 721 mil seguidores e mais de 141 mil fãs no Twitter. Carol foi finalista do The Voice 2017 no time da cantora Ivete Sangalo.

Repertório Final – Beijo de Judas (Ao Vivo):
1- Intro / Beijo De Judas
2- Louca
3- Cancela
4- Metade
5- Sempre Que Der, feat Vitão
6- Café, feat Vitão
7- Frank Ocean
8- Tatuagem
9- Ser, feat Luccas Carlos
11- Segue Com A Tua Vida
13- Inveja
14- Talvez
15- Raio X, feat Luisa Sonza
16- Tentação, feat Luisa Sonza
17- Suas Linhas
18- Desgrama
20- Rolê

Selvagens À Procura de Lei e Scalene lançam single

Selvagens À Procura de Lei e Scalene lançam single

Créditos: Divulgação


As bandas Selvagens À Procura de Lei e Scalene lançam pelo slap – selo da Som Livre – o single “O Rio“. A canção, que já está disponível em todas as plataformas de música, é resultado da vontade que as duas conceituadas bandas de rock nacional tinham de gravar juntas. “Quando fomos assistir a um show do Selvagens no início deste ano ficamos intrigados com a energia que a música deles têm. Queríamos fazer algo perto da linguagem deles. Foi então que compus uma música que achei que ficaria legal no som deles e trouxemos alguns elementos nossos pra dentro disso“, conta Gustavo Bertoni, vocalista da Scalene.

Selvagens À Procura de Lei e Scalene lançam single
Créditos: Divulgação

O lançamento tem uma melodia suave e a letra traz uma mensagem propícia à reflexão, o que pode ser visto em trechos como: “Tô me sentindo tipo pássaro longe do ninho/ Voando no limite entre o azul e o precipício/ De vez em quando eu vou mudar/ E o que tiver de vir, virá/ Eu vim aqui só pra te dizer como é bom sumir/ Mesmo sem mapa voltar pra casa dentro de si.” Segundo Rafael Martins, vocalista e guitarrista da banda “Selvagens”, a intenção foi traduzir em palavras as inconstâncias da vida. “Falamos bastante sobre que caminho a letra deveria seguir e meio que de forma natural e unânime quisemos falar sobre a busca interior. Essa coisa de procurar ser fiel a você, mesmo nas curvas do caminho da vida“, diz ele.

O mais curioso é que as bandas fecharam a parceria em março deste ano, mas só puderam concluí-la meses depois, à distância, em meio a pandemia do Coronavírus. “Levamos vários meses até chegarmos num resultado massa. Imagina: duas bandas, oito integrantes, compondo os arranjos e gravando tudo nos home studios, compartilhando arquivos e ideias, foi muito doido! Acho que no final das contas a música tá falando por si. Tanto pela letra quanto pela sonoridade bem distinta que Scalene e Selvagens têm. ‘O Rio’ é uma novidade pros fãs que pediam e devem estar bem surpresos com essa collab“, conclui Martins.

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Scalene faz show especial na Casa Natura Musical




Banda mostra que o rock brasileiro ainda surpreende, em noite de esquenta do Festival DoSol.

Por Andréia Bueno

Na quinta, 13 de setembro, às 21h30, na Casa Natura Musical, a banda Scalene apresenta um show especial, celebrando os 15 anos do Festival DoSol e antecipando a sua próxima edição, que acontece em novembro, em Natal. O show de abertura será com a banda Talma e Gadelha.

Foto: Breno Galtier

A banda brasiliense Scalene, formada por Gustavo Bertoni (voz), Tomás Bertoni (guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe “Mkk” Nogueira (bateria), apresenta um repertório baseado principalmente no discomagnetite (slap, 2017), que agregou novos caminhos sonoros à sua trajetória. São 12 músicas assinadas pelo vocalista Gustavo que provam que o rock brasileiro resiste e se renova, como Distopia, Velho Lobo, Ponta de Anzol, Frenesi e Cartão Postal. Neste show na Casa Natura Musical, serão apresentadas também algumas músicas do EP +gnetite (2018), uma extensão do álbum anterior, como Tempo, Zamboni e Impulso.
A banda potiguar Talma e Gadelha, formada por Simona Talma (voz), Luiz Gadelha (voz e guitarra), Thiago Andrade (guitarra), Ana Morena (baixo) e Yves Fernandes (bateria), faz o show de lançamento do seu quarto álbum, Marfim. O novo disco é resultado de muitas conversas em torno de uma mesa redonda com café, risadas… Os temas, as ideias, os personagens e, principalmente, as emoções vieram do cotidiano de cada um da banda, que tinha necessidade urgente em falar sobre essas histórias, sobre as suas vivências, os seus amigos, as suas expectativas e suas desilusões. Banda residente do projeto Incubadora DoSol, o Talma e Gadelha apresenta neste show sucessos antigos e as nove canções de Marfim, como Trans (single lançado no primeiro semestre), Você Bateu Tão Forte, Ressurgências e O Vaqueiro e a Drag (referência ao sucesso O Roqueiro e a Hippie, do primeiro disco Matando o Amor).

Talma e Gadelha – Foto: Mylena Sousa
Em 2018, o Festival DoSol completa 15 anos e a celebração também acontecerá em outros cantos do país, com noites de esquenta que mostram um pouco da essência do evento. Assim, o Festival do DoSol desembarca em São Paulo com shows, workshops e ações em diferentes espaços da capital. “É sempre muito bom ser recebido em outros Estados como parte da nossa programação. Isso mostra um pouco da força e relevância do evento fora de casa”, diz Ana Morena, organizadora do festival. 
Serviço
Scalene – Esquenta para o Festival DoSol
Show de abertura: Talma e Gadelha
Quando: quinta, 13 de setembro, às 21h30
Abertura da Casa: 20h
Ingressos:
Meia-entrada para todos os setores
Pista: R$ 60 (lote 1) e R$ 80 (lote 2)
Bistrô superior: R$ 120
Camarote: R$ 120
Lotação para este show: 710 lugares
Classificação etária: 12 anos (menor de 12 acompanhado pelos pais ou responsáveis)
Casa Natura Musical
Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo
Ingressos sem taxa de conveniência na bilheteria da Casa 
Ingressos podem ser pagos com dinheiro, cartões de crédito e débito
Horário da bilheteria: de terça a sábado, das 12h às 20h. Segundas e domingos, quando houver show. Em dias de espetáculo, a bilheteria fecha mais tarde, até uma hora após o início da apresentação.
Vendas de ingressos: Eventim
SAC Eventim: 4003-6860, das 11h às 17h, de segunda a sexta-feira
Vendas para pessoas com deficiência: 4003-6860

Ford comemora o Dia do Rock com playlists comentadas de Pitty e Scalene no Spotify




Por Redação

A Ford convidou a cantora baiana Pitty e a banda Scalene, de Brasília, para montar playlists comentadas no Spotify na ação Ford on the Road, parceria entre a marca e a plataforma digital. As seleções, dedicadas a comemorar o Dia do Rock, poderão ser ouvidas no Spotify entre os dias 13 e 31 de julho.
Foto: Reprodução / Internet
As músicas escolhidas por Pitty estarão no ar de 13 a 21 de julho e disponíveis neste link. A eclética artista baiana escolheu sucessos próprios como Deixa Ela Entrar e Serpente, além de hits de outros artistas como I Wanna Be Your Boyfriend, dos Ramones.
De 22 a 31 de julho o público ouvirá as escolhas da banda Scalene (acesse neste link a partir de 22 de julho), que reuniu os sucessos autorais Náufrago e Furacão com hits de artistas que marcaram o gênero pop/rock.
Foto: Divulgação / Ford
As duas playlists tem comentários dos artistas. Pitty e Scalene intercalam as pedidas musicais com histórias sobre as experiências em turnês. Mantendo o espírito da proposta Ford on the Road, os músicos também falam sobre o que gostam de ouvir quando estão na estrada.
Fãs de rock poderão curtir as playlists do Spotify usando o moderno sistema de infotainment SYNC, que utiliza comandos de voz para garantir que o motorista mantenha as mãos no volante e os olhos na pista. A seleção também estará disponível gratuitamente para smartphones, tablets e computadores.
Foto: Divulgação / Ford
O Dia Mundial do Rock teve origem no megaconcerto beneficente Live Aid, realizado em 13 de julho de 1985. O evento foi organizado pelo músico irlandês Bob Geldof e o escocês Midge Ure para arrecadar doações para famílias pobres da Etiópia, e reuniu algumas das bandas e nomes mais importantes do rock internacional, como Queen, U2, The Who, Led Zeppelin, Black Sabbath, Dire Straits, David Bowie, Paul McCartney, Eric Clapton, Phil Collins, Elton John, Mick Jagger e BB King. Os shows principais foram realizados no estádio John F. Kennedy, na Filadélfia, nos Estados Unidos, e em Wembley, em Londres, na Inglaterra.
Além disso, um número menor de artistas se apresentou na Rússia, na Austrália e no Japão. No total, os concertos reuniram mais de 200 mil pessoas, e estima-se que eles foram assistidos ao vivo por mais de 1,5 bilhão de telespectadores de mais de 100 países.

Scalene, Supercombo, Fresno e Ivo Mozart são algumas das atrações




Selvagens à Procura de Lei, Jay Vaquer, Zimbra e Hevo 84 completam o line-up

Acontece no dia 1 de abril, a primeira edição do Buzina Festival no Espaço Victory, ao lado do metrô Penha em São Paulo. Scalene, Supercombo, Fresno, Selvagens à Procura de Lei, Ivo Mozart, Hevo84, Zimbra e Jay Vaquer se revezarão pelos dois palcos do festival.

Foto: Divulgação

Gustavo Bertoni, vocalista da banda Scalene, diz que a expectativa para este show é grande e que será incrível em tocar ao lado de grandes nomes do rock nacional. “A expectativa da banda para este show é grande, afinal será um festival com boas bandas e sempre fizemos grandes shows em São Paulo. Será uma honra tocar ao lado de grandes e bons nomes da música brasileira.” O Scalene chega ao festival para apresentar a turnê do álbum Éter. A banda ainda se apresentará no Rock in Rio.

O Buzina Festival nasceu com a finalidade de unir e dar oportunidades às bandas novas se apresentarem ao lado de consagrados nomes do rock brasileiro e terá 12 horas de duração. No total, mais de 20 bandas passarão pelos dois palcos do festival.

Foto: Divulgação

Os ingressos já estão disponíveis e variam de R$40 à R$150.

Serviço:

Buzina Festival:

Local: Espaço Victory

Endereço: Rua Major Ângelo Zanchi, 825 – Penha/SP

Telefone para informações: 4508-3338

Horário de Abertura: 10:00hs

Horário de Encerramento: 23h30

Censura: 14 anos

Quando: Sábado (01/4)

Preços Antecipados:

Pista: R$50 (Estudante/Promocional1kg de alimento)

Pista Premium 1º Lote Promocional: R$100 (Estudante/Promocional 1kg de alimento)

Pista VIP 2º Lote Promocional: R$100 (Estudante/Promocional)

Fresno Full Experience: R$150

Meet and Greet Jay Vaquer + Pista Premium: R$120

Grammy Latino 2016: Confira os destaques brasileiros da premiação




Por colaborador Filipe Pavão

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Ocorrido na última sexta-feira (17), a grande celebração da música latina premiou os cantores que mais se destacaram nos últimos meses. E, claro, não poderia faltar grandes nomes brasileiros nessa 17° edição.

Nas categorias gerais, os grandes vencedores foram Carlos Vives e Shakira, os donos do hit “La Bicicleta”. Eles levaram duas estatuetas para casa, vencendo as categorias de Gravação do Ano e Canção do Ano. A cantora brasileira Céu também recebeu dois prêmios, Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa e Melhor Engenharia de Gravação para um Álbum. Outro brasileiro que venceu em uma categoria geral foi Hamilton de Holanda, pois o seu álbum “Samba de Chico” ganhou como Melhor Álbum de Música Instrumental. 

Nas categorias voltadas às músicas em língua portuguesa, os vencedores foram a Banda Scalene, Ian Ramil, Martinho da Vila, Elza Soares, Paula Fernandes, Almir Sater & Renato Teixeira, Djavan, Anderson Freire, além de Céu já citada anteriormente.

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Scalene e Ian Ramil dividiram o prêmio de Melhor Álbum de Rock Brasileiro em Língua Portuguesa, pelos CDs “Éter” e “Derivacivilização” respectivamente. Eles concorriam com Boogarins, Jay Vaquer e Versalle.

O Melhor Álbum de Samba/Pagode ficou com Martinho da Vila. Lançado pela Sony Music, o álbum “De Bem Com A Vida” concorria com “Notícias Dum Brasil 4” de Eduardo Gudin, “Tem Mineira No Samba” de Corina Magalhães, “Na Veia” de Rogê & Arlindo Cruz e “Sambas Para Mangueira” com vários interpretes. 

Elza Soares levou a categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira com o aclamadíssimo “A Mulher Do Fim Do Mundo”. Ela concorria com Dani Black e seu “Dilúvio”, Roberta Campos e seu “Todo Caminho é Sorte”, Celso Fonseca e o seu “Like Nice” e Roberta Sá e o seu “Delírio”.

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Paula Fernandes concorria ao Melhor Álbum de Música Sertaneja e levou a estatueta para casa. O seu CD chamado “Amanhecer” disputava com “Bar do Leo” do Leonardo, “Adivinha” de Lucas Lucco, “Baile do Teló” de Michel Teló e “Sóis” de João Victor.

A parceria de Almir Sater e Renato Teixeira rendeu o Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras com “AR”. Eles concorriam com Lucy Alves & Clã Brasil, Heraldo do Monte, Elba Ramalho e Alceu Valença.

Já o Melhor Álbum Cristão em Português foi para Anderson Freire que lançou “Deus Não Te Rejeita” no início de 2016. Ele concorria com Paulo César Baruk, Ceremonya, Adelso Freire e o favorito Padre Fabio De Melo. 

Djavan foi o brasileiro com mais indicações. Ele concorreu nas categorias Gravação do Ano, Álbum do Ano e Melhor Álbum de Cantor-Compositor, no entanto, ele levou para casa somente a estatueta de Melhor Canção na Língua Portuguesa com a música “Vidas Pra Contar”. Sua canção disputava com “Maria Da Vila Matilde”, interpretada por Elza Soares, “Maior” de Dani Black e Milton Nascimento, “D de Destino” de Almir Sater e Renato Teixeira e o hit “Amei Te Ver” de Tiago Iorc. 

Sophia Abrahão, Celso Fonseca, Moska, Emicida, Anitta, João Donato, Bruno Miranda, Mario Adnet e Antonio Adolfo também foram alguns dos outros brasileiros que representaram o nosso país em pelo menos uma categoria, mas não levaram a estatueta para casa. 

Carlos Vives – Crédito: Divulgação

Síntese dos brasileiros no Grammy Latino 2016:


Nas categorias gerais:
  • Melhor Engenharia de Gravação Para um Álbum: Céu em “Tropix”.
  • Melhor Álbum de Música Instrumental: Hamilton de Holanda em “Samba de Chico”.
Nas categorias destinadas a música na língua portuguesa:
  • Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa: Céu em “Tropix”.
  • Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa: Ian Ramil em “Derivacivilização” e Banda Scalene em “Éter”.
  • Melhor Álbum de Samba/Pagode: Martinho da Vila em “De Bem Com a Vida”.
  • Melhor Álbum de Música Popular Brasileira: Elza Soares em “A Mulher do Fim do Mundo”.
  • Melhor Álbum de Música Sertaneja: Paula Fernandes em “Amanhecer”.
  • Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras: Almir Sater e Renato Teixeira em “AR”
  • Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa: Anderson Freire em “Deus Não Te Rejeita”.
  • Melhor Canção na Língua Portuguesa: Djavan em “Vidas Pra Contar”.