Maria Clara Gueiros e Luccas Papp vivem mãe e filho em espetáculo calcado no realismo fantástico


Crédito: Leekyung Kim


O sonho de voar do homem e a expectativa dos pais diante dos filhos povoam O Falcão Vingador, tragicomédia de Luccas Papp que estreia a peça ao lado de Maria Clara Gueiros no dia 15 de julho, sexta-feira, às 21h, no Teatro Nair Bello. A montagem ganha contornos focados no realismo fantástico com direção de Ricardo Grasson e a temporada vai até 28 de agosto com sessões sextas e sábados, às 21h; e domingos às 19h.

A trama se passa no topo do precipício mais alto da pequena cidade de “Ferradura“. Lúcia, uma mulher de meia-idade de comportamento espalhafatoso, chega no local com seu filho Victor. O tímido rapaz tem apenas uma missão naquele momento: saltar da montanha com uma asa de pano nas costas projetada duas décadas antes. Seu objetivo é provar ao povo que seu falecido pai e idealizador da missão era um gênio e não um suicida. Lúcia está extasiada com esse evento, mas o garoto parece se sentir pequeno para o fardo que lhe foi dado para carregar.

O realismo fantástico guia todo o espetáculo e vai se tornar uma fábula sobre sonhos, grandeza e a busca desenfreada pela glória. Tem uma atmosfera meio Tim Burton, Guillermo del Toro com tonalidades de Federico Felini, que atinge muito mais a plateia do que um realismo. Cada um acaba criando suas leituras e interpretações, existem muitas camadas. É uma história sensível e potente de uma mãe que joga todas as suas projeções em cima do filho; é uma metáfora de como os pais criam um plano de voo completo para o filho sem deixar eles voarem pelas próprias asas“, conta Grasson.

Para o autor, os protagonistas são diferentes e ao longo da trama entram em cena questões como o despertar da consciência, o controle de um sobre o outro. “Lucia tem um desejo pela grandeza e pela glória, deslumbrada pela fama e reconhecimento. Se considera muito maior do que a cidade em que vivem. Já Victor é um jovem com ideais simples que apenas deseja ficar com a menina que ama. Todavia, ele precisa desempenhar uma missão histórica que foi destinada para ele desde criança. É como se o personagem usasse uma roupa que não cabe mais nele“.

A cenografia de Bruno Anselmo traz um estilo não-realista por meio de recursos que dão margem para a imaginação com ideia do penhasco e o topo da montanha alinhado com as formas e cores. O figurino de Fabio Namatame se inspira nos anos 1930/40, a iluminação de César Pivetti exprime o sentido de fábula, assim como a trilha sonora original de Edgar Duvivier que utilizou instrumentos como violoncelo, sanfona, trompete para construir uma atmosfera bem solar.

Crédito: Leekyung Kim

Luccas Papp fala dos detalhes que compõem a dramaturgia. “A forma manipulada como o garoto foi criado evidencia uma temática fundamental presente no enredo da obra: a projeção de sonhos dos pais em seus filhos. Na sociedade contemporânea, ainda existe uma certa idealização de como o filho deve ser e como se realizar. O espetáculo é sobre a busca pela liberdade e o texto tem essencialmente uma beleza poética com dois personagens que vão progredindo e se modificando“.

Maria Clara Gueiros retorna ao teatro para uma temporada presencial após a chegada da pandemia. Seu último espetáculo foi Loloucas, onde atuou ao lado de Heloísa Périssé em 2020. “O palco é um dos lugares que mais amo estar e será ótimo poder voltar com O Falcão Vingador. Interpreto uma mãe determinada em fazer o filho voar por meio de um projeto do falecido marido. Para a composição da personagem, tenho como referência meu lado maternal, é um texto sensível cheio de surpresas, chega até a ir para um lado obcecado“.

Crédito: Leekyung Kim

O Falcão Vingador é a terceira parceria entre Papp e Grasson, ambos também uniram direção, dramaturgia e atuação nos espetáculos O Ovo de Ouro que retratava a figura do Sonderkommando nos crematórios dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial; e A Bicicleta de Papel que mostrava uma história sobre amizade e a busca por alguma esperança após o trauma da perda.

Serviço:

TEATRO NAIR BELLO

Rua Frei Caneca, 569 (Shopping Frei Caneca 3º Piso) – Consolação – SP.
Temporada: De 15 de julho a 28 de agosto. Sextas e Sábados, às 21h; e Domingos às 19h.
Ingressos: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia). Duração: 80 minutos. Classificação indicativa: 10 anos.
Vendas Sympla

Capacidade: 201 lugares. Bilheteria online pela plataforma Sympa – Atendimento presencial 2 horas antes de cada apresentação.

Sucesso de crítica e público o musical “Naked Boys Singing!” estreia no Teatro Nair Bello


Créditos: Caio Gallucci


Naked Boys Singing! é um espetáculo de teatro musical, ícone da cultura gay, que estreou no Hollywood´s Celebration Teatre, em Los Angeles nos Estados Unidos, em 1998, e que posteriormente foi montado em New York, onde se tornou o segundo musical mais longevo off-Broadway. Produzido em mais de 20 países, desde a sua estreia sempre esteve em cartaz em algum lugar do mundo.

No Brasil, a nova montagem esteve em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno, e devido ao sucesso conta com nova temporada no Teatro Nair Bello  e os ingressos para as novas sessões estão à venda pelo site Sympla ou na bilheteria do teatro.

Naked Boys Singing! é um musical, com músicas pujantes, tocadas ao vivo por um ator/pianista e defendido com energia e vitalidade por dez atores/cantores/bailarinos, além de uma equipe criativa com nove artistas. O espetáculo é dividido por 15 atos musicados, que abordam temas distintos relacionados ao corpo masculino, do cômico nonsense ao drama.

Segundo o diretor Rodrigo Alfer, a pele exposta no musical tem um significado mais amplo e poético, principalmente pelo momento de pandemia em que fomos obrigados a nos cobrir, e temermos o corpo e contato com o outro. O musical além de libertador é uma celebração à vida.

Ficha Técnica

Idealização: Robert Schrock

Versionista: Rafael Oliveira

Direção: Rodrigo Alfer

Assistente de Direção: Manu Littiéry

Direção Coreográfica: Alex Martins

Assistente de Coreografia: João Hespanholeto

Direção Musical: Ettore Veríssimo

Assistente de Direção Musical: Gabriel Fabbri

Preparação de Elenco: Érika Altimayer

Cenário e Figurino: Daniele Desierrê

Desenho de Luz: Guilherme Andrade

Desenho de Som: André Omote

Copista: Rafael Gamboa

Produção e Cenotecnia – Alexandre de Marco

Produção: Bacana Produção Artísticas

Elenco: André Lau, Aquiles, João Hespanholeto, Luan Carvalho, Lucas Cordeiro, Raphael Mota, Ruan Rairo, Silvano Vieira, Victor Barreto, Tiago Prates e Gabriel Fabri – Pianista

Fotos: Caio Gallucci

Serviço:

Naked Boys Singing!

Teatro Nair Bello (Rua Frei Caneca, 569 – 3º Piso, Shopping Frei Caneca, São Paulo – SP)

Temporada: 21 de janeiro a 20 de fevereiro

Sábados, às 21h; e domingos, às 19h

Ingressos: R$40,00 e R$80,00

Vendas online: https://bileto.sympla.com.br/event/70174/d/116096/s/681405

Vendas presenciais na Bilheteria do Teatro ou nos Totens de Venda no Shopping Frei Caneca

Duração: 80 min

Classificação indicativa: 16 anos

‘O Último Concerto para Vivaldi’ reestreia em SP

'O Último Concerto para Vivaldi' reestreia em SP

Créditos: Cléber Corrêa


Espetáculo “O Último Concerto para Vivaldi” reestreia dia 13 de agosto no Teatro Nair Bello, após passar pelo Centro Cultural da Diversidade e Viga Espaço Cênico em que fez 12 sessões com ingressos esgotados (dentro da capacidade de público permitido nos locais e seguindo todas as medidas de segurança).

A peça “O Último Concerto para Vivaldi” tem texto e direção de Dan Rosseto, em seu trabalho mais autoral. No elenco estão os atores Amazyles de Almeida, Bruno Perillo e Michael Waisman. O espetáculo é o primeiro a fazer temporada no Teatro Nair Bello desde o ano passado. Relembre a nossa entrevista com os atores:

O “Último Concerto para Vivaldi” conta o último ano na vida de um professor de matemática universitário e um violinista profissional que ensaia um concerto de “As Quatro Estações” de Vivaldi. Um deles está com uma doença terminal incurável e tem apenas um ano de vida. Eles decidem transformar a casa em que moram em um hospital para que possam viver juntos durante este período.

O casal é assistido por Adilah (Amazyles de Almeida), uma enfermeira muçulmana que deixou o seu país após perder toda a sua família num confronto. Com o agravamento da doença vem uma descoberta que pode abalar a relação de Anton (Bruno Perillo) e Ben (Michael Waisman). Um deles se inscreveu num programa de morte assistida e precisa que o outro assine a documentação para que o procedimento aconteça. Neste embate entre vida e morte, o espectador é testemunha da difícil decisão entre antecipar ou não a partida quando o fim está próximo.

“O Último Concerto para Vivaldi” fecha um ciclo de obras de Dan Rosseto, iniciado com “Manual para Dias Chuvosos” em que o tema morte tem forte importância em sua obra. A peça é um drama em quatro quadros (Primavera, Verão, Outono e Inverno), passando pelas “As Quatro Estações de Vivaldi” e os estágios da doença que nos faz chegar até a morte. Na obra além da discussão sobre o tema, temos um outro assunto relacionado que é morte assistida e a sua discussão sobre ela.

“O Último Concerto para Vivaldi” é um texto realista que conta um pouco sobre a vida de Anton e Ben que vivem juntos há onze anos. O primeiro, matemático, professor universitário e pesquisador reconhecido. O segundo, um violinista profissional que toca em uma orquestra sinfônica e ensaia para um concerto de “As Quatro Estações” em homenagem a Vivaldi. Morando juntos desde que se conheceram, eles transformaram a casa onde vivem em um hospital com poucos equipamentos após a descoberta de uma doença grave em um deles, fazendo com que o outro viva os últimos meses ao lado do parceiro, como uma despedida.

Convivendo juntos e trabalhando em casa, eles passam as horas relembrando momentos de suas vidas, traçando um panorama sobre o comportamento dos casais no mundo contemporâneo, a convivência entre dois homens e tudo o que compreende esta condição. A medida que as estações do ano avançam, a doença se agrava e o público sabe enfim quem está se despedindo da vida.

O texto também relembra os anos de relação do casal, passando por momentos de ciúmes, reflexões importantes sobre o papel na sociedade, as escolhas de cada um, arte, viagens, entre outros assuntos. Eles revivem em um ano, durante as quatro estações momentos marcantes de suas vidas.

É importante ressaltar que esta obra fala de amor, em qualquer que seja a sua instância. E não trata do tema de forma a levantar bandeiras políticas ou sociais, apenas narra a relação de dois homens maduros e independentes que lutam dia após dia para um deles morrer dignamente, com a aliança e pacto de serem felizes por um ano ou até o término das quatro estações.

“O Último Concerto para Vivaldi” foi contemplado na pela Lei Emergencial Aldir Blanc, Inciso III, módulo I: Maria Alice Vergueiro; da Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo.

SERVIÇO:

LOCAL: Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca 3º piso (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação), 90 lugares. Com acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

DATA: 13/08 até 22/08 (Sexta e sábado 20h e domingo 18h)

INGRESSOS: Gratuito, retirada através do Sympla.

INFORMAÇÕES: 11 3472-2414 e @oultimoconcerto

DURAÇÃO: 100 minutos

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

Musical HAIR ganha nova montagem




Sucesso da Broadway está em cartaz na capital paulista

Por Walace Toledo
Fotos Célio Jouker

PAZ E AMOR – O movimento hippie dos anos 60 está de volta com a ‘Tribo’ de Berger e cia. no palco do Teatro Nair Bello, em São Paulo. Em sua sétima edição, os alunos do curso “Making Musicals” da Escola de Atores Wolf Maya dão vida ao clássico e premiado “HAIR”, um estudo da obra de James Rado e Geromi Ragni.

Berger (Luiz Pimentel) é o líder do grupo de hippies

FAÇA AMOR, NÃO FAÇA GUERRA – Na história uma turma de jovens – a Tribo – vive o estilo hippie de ser pelas ruas de Nova York. Berger (Luiz Pimentel), o erótico líder idolatrado pelo grupo; sua pseudonamorada ativista política Sheila (Mia Wicthoff/Paula Nicole) e o indeciso Claude (Lucas Souza) formam o triângulo amoroso protagonista da trama. As divergências ideológicas com os pais e a sociedade fazem com que eles fiquem mais tempo juntos do que em seus lares, mesmo que seja em um galpão abandonado, sujo e frio. 

As famosas canções “Aquarius” e “Let The Sunshine In” entre outras, versionadas para o português, embalam a história. “Sodomia” e  “Haxixe” explicitam os tabus sexuais e as preferências lisérgicas do grupo. Norte-americanos estão sendo enviados para Guerra do Vietnã, contrários a isso Sheila e seus amigos vão às ruas segurando cartazes com dizeres antiguerra e críticas sociais. Com a carta de convocação em mãos Claude deve escolher: seguir o ‘Sistema’ ou queimá-la em um ritual de libertação com o restante da irmandade. 

Outras duas personagens prendem a atenção do público: a doce grávida Jeannie (Carol Hubner/Rosiany Pelizzer), que não tem a mínima ideia de quem é o pai do bebê e é apaixonada por Claude e o libidinoso Woof (Júlia Braga/Rodrigo Nóbrega), que nutre uma tara pelo cantor Mick Jagger.

Sheila (Mia Wicthoff) à frente do prostesto 

ERA DE AQUÁRIO – A primeira apresentação do musical data de 1967 no circuito alternativo (off-Broadway) de Nova York, logo o sucesso veio e no ano seguinte migraram para o mainstream (Broadway). Além dos entorpecentes e a liberdade sexual, a peça é conhecida pela polêmica nudez coletiva no final do primeiro ato, porém nesta montagem os atores não apresentam tal cena nus.

HAIR é o retrato de uma geração baseada numa filosofia pacifista, de amor, pensamento e uso de drogas livres. Símbolo da contracultura, fez de suas canções hinos de uma época. 

Lucas Souza dá vida ao tranquilo e indeciso Claude

Alinne Frasson, Ashley Aigner Antunes, Carol Ghirardelli, Diego Godoy, Guilherme Franulovic, Herbene França, Jady Forte, Luciana Perroni, Luiza Patara, Rafael Leal, Rebeca Oliviera, Stephanie Liporacci completam o elenco. HAIR tem direção de Hubson Glauber, co-direção de Rodrigo Miallaret, direção musical por Thiago Gimenes, coreografias de Eduardo Martinz (sapateado) e Keila Fuke (jazz) e a supervisão geral do Wolf Maya.

HAIR – O MUSICAL

Teatro Nair Bello
Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569, 3° Piso
Até 31 de maio
Sábados às 15h | Domingos às 14h
R$ 20

Musical de Lisbela e o Prisioneiro estreia hoje!




Por Walace Toledo

Após ganhar vida no cinema e na TV obra chega aos palcos
Fotos Caio Gallucci
Obra de 1964, escrita pelo pernambucano Osman Lins (1924-1978), é a nova aposta da MP Produção Cultural. Envolto numa atmosfera circense e lúdica, Lisbela e o Prisioneiro – O Musical estreia hoje no Teatro Nair Bello, em São Paulo.

Após quatro anos de sucesso com Primo Basílio – O Musical, a produtora MP traz ao público nova adaptação de um texto brasileiro em forma de teatro musical. Ligia Paula Machado, que interpreta Lisbela e exerce outras funções na produção, explica a escolha do novo projeto por causa do carinho que tem pelo romance e a afeição do público pelo filme (2003) e o especial de TV (1993).

Polivalente, Ligia ainda divide a direção geral com Dan Rosseto e coreografias com Roger Pendezza. Adaptação e supervisão geral fica por conta de Francisca Braga. Cenografria e figurino são assinados pelo premiado Kleber Montanheiro e a direção musical por Dyonisio Moreno. O elenco é composto por oito atores, oito músicos e cinco acrobatas circenses.

(da esquerda para direita) Dyonisio, Francisca, Ligia, Luiz e José Ferrara (representante patrocinador Tokyo Marine Seguradora) receberam a imprensa na tarde de quarta (08) no Teatro Nair Bello – Foto Rodrigo Bueno

“Lisbela e o Prisioneiro – o musical é contado em forma de fábula, um espetáculo em que trabalhamos muito esta questão do lúdico e trazendo de volta o circo mambembe pro palco do teatro. Então a gente mescla as atividades circenses mais antigas com a história de Osman Lins”, diz Rosseto. Buscando unir livro e filme, Francisca garante que sua adaptação é um mix das duas obras e considera a montagem arriscada, pois “é uma fábula muito ‘louca’… um passo adiante ficava um exagero, um passo atrás ficava no óbvio, e eu gostaria de ficar no centro disso”.

Na trama Leléu (Luiz Araújo) é um artista mambembe que chega à cidade de Vitória de Santo Antão com sua trupe, após se engraçar com a mulher do matador de aluguel Vela de Libra (Fernando Prata). Mesmo jurado de morte, o conquistador se envolve com outra prometida, Lisbela, de casamento marcado com Douglas (Beto Marden). Ambos se apaixonam, tornando-se prisioneiros deste amor.

Ousado, o espetáculo apresenta diversos números de circo como trapézio, lyra, tecido acrobático, corda indiana, malabares, clown, mágica e acrobacias de solo coordenados pelo artista circense Roger Pendezza que optou por um concepção baseada no artista mambembe brasileiro. Além disso, o musical contém coreografias de ballet, inclusive contemporâneo, forró, samba e roller dance (patins). 

Músicas de Zé Ramalho, Pixinguinha, Dominguinhos, Caetano Veloso, João Pernambuco e da nova geração como Filipe Catto entre outros integram a trilha sonora da peça. Dyonisio arranjou os clássicos dando uma levada pop rock, mesclando instrumentos regionais com eletrônicos. A escolha de músicas quase desconhecidas, por exemplo “Modificando o Olhar” e “Corações Animais” de Zé Ramalho, demonstra o caminho fora do óbvio. Foram estudadas música por música para construir uma unidade poética orgânica. 

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Hoje, a equipe do #AcessoCultural marcou presença na coletiva do #musical ‘Lisbela e o Prisioneiro’. O espetáculo estreia nesta sexta-feira (10), no Teatro Nair Bello em #SP. Aperte o play!#LisbelaeoPrisioneiro #Teatro #LuísAraújo #FernandoPrata #LigiaPaulaMachado #BetoGarden
Posted by Acesso Cultural on Quarta, 8 de abril de 2015



SERVIÇO

“Lisbela e o Prisioneiro – O Musical”

Local: Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca – 3º piso) – Rua Frei Caneca, 569, Consolação – São Paulo/SP
Dias e Horários: Sexta às 21h30 / Sábado às 21h / Domingo às 19h
Ingressos: R$ 80 (inteira) R$ 40 (meia) / direto na bilheteria ou pelo www.ingresso.com
Duração: 105 min.
Classificação: Livre