‘MALVADAS – Tudo Sobre Sharon, Sheila & Shirley’ estreia no Teatro FAAP


Créditos: Michel Angelo


“O melhor da festa é ter sido convidado para ela”
Alessandro Marson

‘MALVADAS – Tudo Sobre Sharon, Sheila & Shirley’ estreia no Teatro FAAP em 08 de maio, quarta-feira, às 21h, seguindo em temporada até 26 de junho. A peça do escritor e dramaturgo Alessandro Marson (Novo Mundo – TV Globo), que ganha pela primeira vez montagem só com atores ( André Segatti, Marcelo Mansfield e Chico Terrah), conta a história de três irmãs que moram em um apartamento que mais parece um depósito de coisas velhas.

Numa manhã de sábado, dia oficial de faxina, as irmãs recebem um convite para uma grande festa, a mais badalada do ano, que irá acontecer naquela noite. O convite é individual e somente uma delas poderá ir, porém o envelope está ilegível e não é possível saber qual das três foi a convidada. O lado mais sombrio, competitivo e maquiavélico vai ser colocado em prática. A história conduz a uma viagem pelos sentimentos dessas irmãs numa situação de embate. Depois da primeira parte do jogo vencida por alguém vem a vingança das ‘ninguéns’, as que foram derrotadas no primeiro tempo. Várias trapaças são realizadas; brigas, discussões, alianças e traições se dão sucessivamente.

Créditos: Michel Angelo

‘Malvadas — Tudo Sobre Sharon, Sheila & Shirley’ é sobre isso. As três irmãs que tem nomes que começam com as mesmas letras: “S” e “H”, mesmo desprovidas de qualquer talento, têm uma vontade absurda de serem “alguém” e mostrar para as outras que, mesmo “começando iguais” elas podem ser diferentes”, diz Marson.

A comédia também traz como reflexão o bullying familiar. “Em meio ao besteirol e gargalhadas, a peça traz à tona o pior de cada uma e consequentemente a reflexão nas relações em família, o que é pouco falado quando se trata de bullying”, diz o diretor.

Créditos: Michel Angelo

A direção de Marcio Rosario (que já havia sido produtor executivo na primeira montagem da peça com atrizes mulheres, em 2007, dirigida pelo autor) privilegia a versatilidade de cada ator na desconstrução das personagens. Rosario faz também uma discreta homenagem aos atores Miguel Magno e Ricardo de Almeida, que atuaram em “Quem tem medo de Itália Fausta”, besteirol dos anos 1980, que marcou o diretor pela inteligência cênica.

A atriz Angela Dippe assina as coreografias, a caracterização é de Malonna, desenho de Luz de Gabriel Greghi e a cenografia, figurinos e trilha de Marcio Rosario, além da direção.

SERVIÇO
Teatro FAAP
Endereço: R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo, 01243-010
Capacidade: 510 pessoas
“Teatro possui acessibilidade”
Telefone: (11) 3662-7233
Estreia dia 08 de maio, quarta, às 21h.
Temporada até 26 de junho, sempre às quartas, às 21h
Dia 22 de maio excepcionalmente não haverá espetáculo
Indicação de faixa etária: 12 anos
Duração: 70 minutos
Preços: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia entrada)
Gênero: Comédia
Estacionamento conveniado
ESTAPAR Estacionamentos – Rua Armando Penteado, 70
Telefone: (11) 3662-7582 – http://www.estapar.com.br
https://www.faap.br/teatro/ 

9 séries que chegam em maio na Netflix


Créditos: Divulgação


Você é daquelas pessoas que gostam de passar um dia de folga maratonando séries e descobrindo novas? A Netflix é sua melhor companhia? Veja, a seguir, 9 dicas do que chegam à plataforma no mês de maio!

Disque Amiga Para Matar

Uma viúva furiosa procura quem estava ao volante do carro que matou seu marido e fica amiga de uma otimista excêntrica – mas ela não é bem o que parece.

O Abismo Mágico

Créditos: Divulgação

Depois de um acidente, uma promotora descobre que reencarnou como uma pessoa diferente. E ela não foi a única.

Lucifer

Entediado com a vida nas trevas, o diabo se muda para Los Angeles, abre um piano-bar e empresta sua sabedoria a uma investigadora de assassinatos. A série retorna para sua 4ª temporada.

Easy

Uma antologia eclética acompanha grandes atores interpretando histórias complicadas de amor, relacionamento com eletrônicos e sexo.

The Society

Todo mundo desaparece da próspera cidade de West Ham, menos os adolescentes. Para sobreviver, eles vão ter de organizar a sua própria sociedade.

The Rain

Seis anos após um vírus exterminar quase toda a população da Escandinávia, dois irmãos e um grupo de jovens sobreviventes partem em busca de segurança – e de respostas.

Olhos que Condenam

Com criação, roteiro e direção de Ava DuVernay, a série expõe falhas da Justiça dos EUA em um dos mais polêmicos casos de erro judiciário de sua história.

Good Girls

Créditos: Reprodução

Três pacatas donas de casa bolam um roubo ao supermercado local para sair do buraco e conquistar a independência.

O Mecanismo

Uma investigação sobre suspeitas de corrupção envolvendo estatais e empreiteiras se torna um dos maiores escândalos políticos do Brasil. Inspirada em fatos reais.

Aproveite para maratonar suas séries preferidas!

“Os anos em que vivemos em perigo” revisita a atmosfera conturbada dos anos 1960


Créditos: Marcello Nitsche


Os anos 1960 foram marcados por movimentos de contestação em vários países do mundo, por motivos diversos – sistemas educacionais, costumes, repressão política, contestação de guerras. No Brasil não foi diferente e, a despeito da censura imposta por um regime de exceção, houve no período uma intensa produção artística, que retratou a atmosfera de tensão e riscos da época.

Para revisitar esse contexto, especificamente o período de 1965 a 1970, o Museu de Arte Moderna de São Paulo exibirá, entre 30/04 e 28/07, a exposição “Os anos em que vivemos em perigo”, que traz um recorte da coleção focado na segunda metade da década de 1960, um período plural da arte brasileira, que foi fundamental para o desenvolvimento de nossa produção até os dias atuais. Tal cenário transformou o antropofágico caldeirão cultural do país, no mesmo momento em que acontecia a reestruturação do MAM que, em 1969, teve sua nova sede inaugurada, resistindo aos tempos e chegando até o momento atual em que celebra seus 70 anos de história.

Créditos: Divulgação

Com curadoria de Marcos Moraes, a exposição reúne desde a tendência pop até obras de filiação surrealista, muitas das quais exprimindo as inquietações sociais e comportamentais que marcaram aquela época. São ao todo 50 obras de artistas como Antônio Henrique Amaral, Anna Maria Maiolino, Antônio Manuel, Cláudio Tozzi, Maureen Bisilliat, Wesley Duke Lee, entre outros.

Pinturas, xilogravuras, fotografias e objetos foram selecionados para apresentar imagens associadas ao ambiente cultural vigente como as manifestações, greve, censura, utopia, repressão, desejo e identidade brasileira – um apanhado que apresenta a potencialidade da ampliação de horizontes produzida pela vanguarda brasileira nesta época. A ação educacional do museu também contribuirá para oferecer aos espectadores oportunidades de pensar sobre a cultura daquela década, oferecendo atividades estimulantes que complementam a experiência da visita ao MAM.

Créditos: Romulo Fialdini

“Para a seleção de obras, considerei o contexto, o ambiente efervescente e os acontecimentos que envolveram esses artistas no período dos anos 60 com atitudes radicais frente ao sistema da arte vigente no país, entre eles as exposições: Nova Objetividade Brasileira (MAM RJ), 1ª JAC Jovem Arte Contemporânea (MAC USP), Exposição-não-exposição (Rex Gallery & Sons) e a 9ª Bienal de São Paulo. A proposta desta mostra será refletir sobre esses complexos momentos vividos, tendo como marcos os anos de 1965 e 1970 rebatendo e rebatidos em 2019, suas atmosferas marcadas pela vida e a presença do perigo e da ameaça”, propõe Marcos Moraes.

Serviço: Exposição Os anos em que vivemos em perigo

Data: de 30/04 a 28/07/2019

Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo

Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portões 1 e 3)

Horários: Terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)

Tel. (11) 5085-1300

Classificação indicativa: Livre

Ingresso: R$7,00. Gratuidade aos sábados. Meia-entrada para estudantes e professores, mediante identificação.

Agendamento gratuito de visitas em grupo pelo tel. 5085-1313 e e-mail

educativo@mam.org.br

atendimento@mam.org.br

www.mam.org.br

Estacionamento no local (Zona Azul: R$ 5,00 por 2h)

Acesso para pessoas com deficiência

Restaurante / café

Ar condicionado

Musical ‘Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo’ estreia em SP


Créditos: Dan Coelho


Na data que se comemora o centenário do cantor Nelson Gonçalves (✩ 1919 – ✞ 1998), segundo maior vendedor de discos do Brasil, estará em cartaz o espetáculo Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo, uma peça de teatro musical em homenagem ao artista que imortalizou clássicos da MPB, como Chão de Estrelas, Carinhoso e Rosa. A montagem é idealizada e produzida por Guilherme Logullo, tem texto de Gabriel Chalita, direção e coreografia de Tânia Nardini, direção musical e arranjos de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo também atua em parceria com a atriz e cantora Jullie. A temporada começa dia 3 de maio, sexta-feira, 21h, no Teatro Gazeta.

Sem a proposta de trabalhar questões biográficas da vida do artista, o musical se inspira em sentimentos e emoções expressas por Nelson Gonçalves nas canções que compunha e/ou interpretava. Na história, os protagonistas não representam personagens, mas sim a razão (Guilherme Logullo) e a emoção (Jullie), sentimentos que criam uma narrativa não-linear e de linguagem poética.

Créditos: Dan Coelho

“Quis escrever um texto que, de alguma forma, fugisse um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. O musical traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica o autor Gabriel Chalita.

O espetáculo reúne 33 canções, entre elas Naquela Mesa, A Volta do Boêmio e Chão de Estrelas. “A montagem tem um tom nostálgico e lírico. Vamos trazer fatos, histórias, emoções, músicas e sentimentos”, explica Guilherme Lagullo, que ‘descobriu’ Nelson Gonçalves durante estudos para um personagem, e por conta da semelhança do registro vocal, ficou encantado. A descoberta virou vício e admiração. E, aos poucos, nasceu a vontade de levar Nelson aos palcos.

Créditos: Dan Coelho

Os figurinos criados pelo estilista Fause Haten se revelam ao longo do espetáculo. As peças vão sendo removidas uma a uma e trazem novas camadas que se traduzem em números musicais. Já o cenário de Doris Rollemberg faz uma verdadeira homenagem ao teatro, trazendo para a cena um camarim, coxias e até o urdimento de um palco. Uma banda composta por cinco músicos também acompanha a dupla de atores em cena.

O diretor musical Tony Lucchesi optou por incluir violões na orquestra, instrumento muito ligado ao homenageado. A emoção (o amor) a ser personificada na figura masculina e o tempo (a razão) na figura feminina também gera uma riqueza musical e mais diversidade às interpretações, já que, normalmente, se espera o contrário. Outros recursos, como uma marcação de relógio nas canções do repertório de Jullie, representando o tempo, e muitos mash-ups nos momentos que os protagonistas cantam juntos ajudam a associar os temas às interpretações. A direção e coreografias de Tânia Nardini faz com que os momentos da peça que pinçam situações vividas por Nelson não soem biográficos ou narrativos – a ideia é que a todo momento a poesia do homenageado seja traduzida em cena.

Para Guilherme Logullo, que idealizou o projeto, a peça cria uma relação imediata com o público, já que as músicas escolhidas para a trilha são clássicos no país. “Nelson tem canções conhecidas em todo o Brasil, o que faz com que o espetáculo sempre traga uma série de recordações e sensações nostálgicas”, conclui o artista.

SERVIÇO

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO
Temporada: 3 de maio à 30 de junho. Sextas, 21h; Sábados, 20h e domingos, 18h.
Classificação: Livre.
Duração: 60 minutos.
Capacidade: 700 lugares.
Ingressos: R$80 (inteira) e R$40 (meia)

TEATRO GAZETA
Avenida Paulista, 900 – Térreo. Bela Vista – SP
Ingressos à venda pelo site http://www.teatrogazeta.com.br

Três Luas: peça inédita sobre sagrado feminino estreia em SP


Créditos: José A. Dalceno


Estreia sábado, dia 27 de abril, o espetáculo teatral “Três Luas”. A peça entra em cartaz para 4 únicas apresentações, dois finais de semana, sábados às 21h e domingos às 20h.

Com texto inédito de Rita Brafer e direção de Dimi Calazans, a peça é o novo trabalho da Cia. Rabo de Asno. A dramaturgia e versa sobre o feminino sob a ótica do “Sagrado feminino”, movimento que busca trazer a mulher de volta à sua essência interior por meio de ensinamentos sobre seu corpo, suas emoções, seus instintos e ciclos femininos, buscando uma “re-harmonização” com a natureza, sua história, suas aspirações e seus instintos.

Créditos: José A. Dalceno

Trazendo elementos do universo Xamânico, como cantos, toques de tambor e encenação da ritualística, Três Luas é simbolicamente ambientada no alto de uma montanha, na casa de Judith (Marilandi Pereira). Durante os preparativos para o ritual de “Plantar a Lua”, marcando a primeira menstruação da jovem Paloma (Gabriela Sales), as duas recebem a inesperada visita de Helena (Rita Brafer), uma antiga aluna de Judith, que em determinado momento da vida perdeu-se da sua essência natural e mergulhou numa vida totalmente urbana e cheia de ocupações, sem tempo para si mesma. Helena volta ao lugar onde cresceu em um momento em que se sente perdida de si mesma e está em busca de uma reconexão com sua verdadeira natureza feminina.
A partir daí, através das trocas e conversas das três luas, vamos desvendando os conflitos, as alegrias, o frescor, as sombras e os processos de cura interior de cada uma dessas mulheres.

“A peça nasceu a partir do despertar da consciência do feminino ancestral e selvagem em mim mesma, das minhas buscas pelo Xamanismo, pelas danças circulares e da minha iniciação ritual na Academia de Curandeiras de Paula Raquel Xavier. A partir dessas vivência passei a relembrar dessa minha conexão com o natural, com as fases da lua, com meu sangue menstrual e o texto da peça faz parte de todo esse processo de auto cura no qual tive a oportunidade de mergulhar nos últimos anos. Proponho através de “Três Luas” trazer ao palco, de forma lúdica e poética, o universo dos Círculos Sagrados Femininos, da sororidade, do Xamanismo e do aprendizado da arte das Curandeiras, que buscam na terra, na lua e na reconexão com a natureza e os ciclos naturais da vida uma forma natural de auto-cura.”, dia Rita Brafer, atriz e dramaturga.

A curta temporada da peça acontece nos dias 27 e 28/04, 04 e 05/05, sábados às 21h e domingos às 20h. As apresentações acontecem dentro do Circuito Profissionais Macu, que proporciona a grupos com trabalhos profissionais de fora da escola, se apresentarem nos palcos da escola nos intervalos das mostras de estudantes, desde que uma porcentagem do elenco seja ex-aluno ou professor da escola e já tenham um trabalho profissional.

Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) e são vendidos na bilheteria do teatro e através do ingresso rápido.

SERVIÇO

Peça: Três Luas
Texto e dramaturgia: Rita Brafer
Direção: Dimi Calazans

Elenco: Gabriela Sales, Marilandi Pereira e Rita Brafer

Duração: 75 minutos

Recomendação: 14 anos

Gênero: Drama

Onde: Teatro Macunaíma – Teatro 2
Endereço: Rua Adolfo Gordo, 238 – Campos Elíseos
Telefone: 3217-3400 / 99153-9434

Quando: 27, 28/04, 04 e 05/05 -Sábados às 21h e Domingos às 20h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Capacidade: 80 lugares
Estacionamento no local: não
Formas de Pagamento no local: somente em dinheiro
Ar condicionado: sim

Acessibilidade total: não
Wi-fi: não

Special: Saiba mais sobre a novidade da Netflix


Créditos: Netflix


Interpretada pelo ator e roteirista Ryan O’Connell, a série intitulada Special é a autobiografia do astro, que é gay e sofre de uma leve paralisia cerebral, que torna alguns movimentos mais difíceis. Mas se você pensa que O’Connell se deixou abater pelo fato, está muito enganado: o humor é o principal mote de seu livro e agora, da série, que está disponível na plataforma de streaming Netflix.

Em oito episódios, a primeira temporada da produção traz Ryan como ele mesmo, quando, após anos de uma vida de trabalho em sua própria casa, como blogueiro, e hospitais em busca de melhoras para a sua condição, o Ryan personagem começa a trabalhar em uma redação. Outra mudança de sua vida é finalmente se assumir homossexual e começar a namorar homens.

Créditos: Reprodução

Entretanto, as coisas parecem não se encaixar. Tanto no trabalho quanto em sua vida pessoal, ele enfrenta desafios devido a seu problema e sua falta de jeito para lidar com encontros, por assim dizer. Curiosamente, o protagonista se vê obrigado a também “sair do armário” quanto à sua paralisia, já que seus colegas de trabalho acreditam que ele manca por causa de um recente acidente de carro.

“Special” foi a primeira série que O’Connell escreveu sozinho. Por uma decisão da produtora, cada episódio conta com 15 minutos. Mas Ryan almeja uma segunda temporada com 30, seguindo o padrão das sitcoms americanas.

Assista ao trailer: