Theatro NET recebe o Prudential Concerts – Acordes Brasileiros




Por Leina Mara

O Prudential Concerts – Acordes Brasileiros se apresenta no Theatro NET São Paulo no dia 29 de agosto. Regido pelo maestro Carlos Prazeres, o espetáculo tem o objetivo de explorar a pluralidade de estilos musicais brasileiros sempre apresentando uma camerata formada por músicos locais e com um solista como convidado. Em São Paulo, o espetáculo contará com a participação especial da Orquestra Sinfônica de Heliópolis e da cantora Daniela Mercury.

Foto: Divulgação

No repertório, Carlos Prazeres passeia pelos sucessos da música brasileira com as composições de Villa Lobos, Pixinguinha, Braguinha, Tim Jobim, Chico Buarque, Edu Lobo, Luiz Gonzaga, Buchecha, entre outros.

O Prudential Concerts – Acordes Brasileiros é um projeto que proporciona uma sonoridade contemporânea, fruto de cruzamentos e experimentações, nos planos da composição e improvisação.

SERVIÇO

Dia 29 de agosto, no Theatro NET São Paulo 
Inteira: R$100,00
Meia-entrada: R$50,00 
Cliente NET: R$50,00

Alcione apresenta seu mais novo show em São Paulo




Por Leina Mara

Depois de passar por algumas cidades brasileiras, a grande marrom, Alcione, se apresenta no Theatro NET São Paulo nos dias 22 e 23 de agosto para lançamento do seu mais novo e inspirado projeto, “Alcione Boleros”.

Foto: Marcos Hermes

Com canções à flor da pele, o projeto era um dos sonhos não concretizados pela intérprete.”- gosto de cantar aquilo que me emociona, e sempre me emocionava ao ouvir os sucessos de Ângela Maria, Núnia Lafayette, Elizeth Cardoso, e de tantas e tantas divas do gênero. E o meu público, felizmente, sempre aprovou minhas incursões pelo estilo. Tanto que alguns dos meus maiores sucesso pertecem ao gênero romântico.”

No repertório, boletos como “Risque”(Ary Barroso), “Segredo”(Herivelto Martins), “Que Queres Tu de Mim”(Jair Amorim/Evaldo Gouveia), “Gracias a La Vida”(Violeta Parra), “Escribeme” (Guilhermo Castilho) e “Corsário”(Aldir Blanco).

SERVIÇO

Terça-feira e Quarta-feira às 21h00
22 de Agosto a 23 de Agosto
Theatro NET SP
Rua Olimpíadas, 360 – 5° Piso
São Paulo-São Paulo
Ingressos: A partir de R$60,00

Entrevista Projeto #Elenco60: Leandro Massaferri




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre o ator Leandro Massaferri

Por Leina Mara






Divulgação/60! Doc. Musical
Após temporada de sucesso no Rio de Janeiro, em 2016, “60! Década de Arromba – Doc.Musical” repete o feito também em São Paulo, com temporada estendida no Theatro Net São Paulo.
Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer
“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.
No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista o ator e cantor Leandro Massaferri.
Foto: Arquivo Pessoal
AC: Conte-nos um pouco sobre sua carreira. Como foi o inicio de sua trajetória no teatro musical?
LM: A minha carreira no teatro musical ainda é pequena. Sou primeiramente formado em publicidade, mas canto e participo de atividades artísticas desde criança. Decidi, finalmente, me dedicar 100% à carreira há 4 anos, quando entrei para a equipe de garçons cantores do Eclético, no Rio. De lá pra cá, fiz algumas peças infantis, como o começo da maioria, realizei 2 montagens acadêmicas, e o meu primeiro grande trabalho foi o musical “Como Eliminar o Seu Chefe”, versão brasileira de “9 to 5”, em seguida integrei o maravilhoso elenco do “60!” e, logo em depois o nosso lindo “Alice no país do iêiêê”.
Solo de Leandro um dos números mais impactante do 60! Década de Arromba pela sua força musical e cênica.
AC: Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de ator ? Existe algum papel que ainda almeja interpretar? 
LM: Na verdade, não existe um artista em específico que tenha me inspirado ou me inspira, mas sim grande parte dos meus amigos e colegas atores/cantores que amam o que fazem e são por inteiro, de verdade e se reinventam a cada dia pra nunca deixarem que a chama da arte se apague.
Em cena do espetáculo “Como Eliminar o Seu Chefe”, versão brasileira de “9 to 5”
AC: Como foi o seu processo para 60! Década de Arromba – doc. Musical?
LM: Foi, como pra todo o elenco, muito exaustivo e desafiador. Como foi um processo completamente colaborativo, exigiu que estivéssemos sempre por inteiro e deixando o melhor que só a gente tinha pra oferecer ali.
Em cena como Pai de Alice no musical infantil Alice No Pais do Iê Iê Iê de Carla Candiotto.
AC: Qual sua parte favorita no musical? Por quê? 
LM: Sem a menor dúvida, o HAIR. Também puxando sardinha para o meu solo (rs), esse número me arrebata e transporta para o meu primeiro curso de Teatro Musical, que foi a montagem do musical Hair em (2013), que é um musical que fala da relação de amor, união, cumplicidade, conflitos e abdicações, bem como a nossa realidade no 60!. Além de ter um dos arranjos vocais e instrumentais mais lindos e fortes da peça.
Como participante do quadro Iluminados do programa Domingão do Faustão da Rede Globo – Foto: Divulgação
AC: Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa? 
LM: Ela é sensacional!!! Surpreendeu a todos nós com a sua vitalidade, energia, generosidade, humildade e alma! Todos deveriam passar por essa experiência! Um presente muito grande! 
AC: Quais os planos para o futuro? 
LM: Seguir me dedicando ao teatro, à musica e à arte! Quem sabe o “70!” não vem aí e a nossa família 60! não continue unida??
             Crédito: Divulgação

Theatro Net SP apresenta Em Casa com Luiz Eça




Por Leina Mara
Uma homenagem a Luiz Eça reunirá craques da música brasileira como Dori Caymmi, Edu Lobo, Igor Eça, Toninho Horta e Zé Renato no Theatro Net São Paulo, dia 1º de agosto para o show “Em Casa com Luiz Eça”.

Foto: Divulgação


Pianista, arranjador, compositor, professor e líder de um dos mais criativos conjuntos vocais e instrumentais da música brasileira, o Tamba Trio, Luiz Eça talvez tenha sido o músico mais influente de sua geração. Por isso, seu filho, Igor Eça, reuniu esse time de para homenagear Luiz que se estivesse vivo estaria completando 80 anos.

O clima do disco busca resgatar os inesquecíveis saraus que Eça promovia informalmente em sua casa, sempre de porta aberta para os músicos e amigos. Não se trata, neste sentido, de um disco clássico de “participações especiais”, como era de se esperar, mas de um sarau mesmo. Todos que, de certa forma, foram discípulos de Eça e que traziam ao estúdio sua história e seu talento como forma de homenageá-lo.

Serviço
Em Casa  – Tributo à Luiz Eça
Dia 1º de agosto
Terça-feira às 21 hs
Ingresso: De R$25,00 a R$50,00

Theatro NET São Paulo 
Shopping Vila Olímpia, 5º andar – Rua Olimpíadas, 360.
Classificação: 12 anos
Capacidade: 799 lugares

Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site/4003-1212

Vendas para grupos específicos: 11.94536-6682/ 21.96629-0012

Horário do funcionamento da bilheteria: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 10h às 20h30.

Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito, débito e vale cultura. Não aceita cheques.
Clientes NET têm 50% de desconto na compra de até quatro ingressos.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping
Convencional: Até 2 horas – R$ 11,00 / Demais (por hora) + R$ 3,00
VIP: Até 1 hora – R$ 18,00 / Demais (por hora) + R$ 8,00
Motos: Até 2 horas – R$ 8,00 / Demais (por hora) + R$ 3,00

Entrevista Projeto #Elenco60: Amanda Döring




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre a atriz Amanda Döring

Por Leina Mara
Divulgação/60! Doc. Musical
Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, em 2016, “60! Década de Arromba – Doc.Musical” repete o feito também em São Paulo, com temporada prorrogada no Theatro Net São Paulo.
Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer.
“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.
No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista o atriz e cantora Amanda Döring.
Amanda, iniciou a carreira profissional nos palcos em 2015, quando foi convidada a se juntar ao elenco da peça “Chacrinha, o musical” para a sua primeira turnê pelo Brasil, dando vida a personalidades como Carmen Miranda e Elba Ramalho. No ano passado, integrou o elenco original na montagem brasileira da franquia do West End, “We Will Rock You”, onde atuou como cover de duas das protagonistas. Ainda no ano de  2016, fez a segunda turnê de “Chacrinha, o musical”, além de chegar ao Top 10 de sua categoria em sua participação na primeira edição do The X Factor Brasil na Band. Atualmente, está em cartaz com o espetáculo “60! Década de Arromba – Doc. Musical” e protagoniza o musical infantil “Alice no País do Iêiêiê”.
Foto: Acervo Pessoal
AC: Conte-nos um pouco mais sobre sua carreira e o inicio de sua trajetória no teatro musical ? 
AD: Diria que comecei mais tarde do que gostaria! Trabalhei na área de Informática até dois anos atrás, enquanto estudava para conseguir realizar meu sonho de trabalhar com teatro musical. Minha primeira oportunidade foi na turnê de “Chacrinha, O musical”. Logo depois passei nos testes para We Will Rock You Brasil e, em seguida, entrei pro “60!”. Agora também estou fazendo a Alice na nova produção da Brain+ “Alice no País do Iêiêiê”.
AC: Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de atriz? Existe algum papel que ainda almeja interpretar?
AD: Lembro da primeira vez que fui a NY. Assisti alguns musicais e fiquei encantada com aqueles artistas que vi no palco. Almejo poder ser sortuda o bastante pra viver disso por muito tempo e interpretar muitos papéis, que talvez nem existam ainda(rsrsrs). 
Na montagem brasileira da franquia do West End, “We Will Rock You”

AC: Como foi o seu processo  de produção para 60! Década de Arromba – doc. Musical?
AD: Nossa equipe criativa é apaixonante e genial. O processo criativo também foi muito moldado em torno do elenco, o que nos deu bastante espaço pra criar e foi incrível!
AC: Qual sua parte favorita no musical? Por que?
AD: Amo os números de grupo, pois acho muito fortes. Em especial a parte do Hair/Festivais que culmina na linda entrada da Wanderléa (Spoiler,rsrs). Também sou apaixonada pelo número das viúvas do Élvis e a Súplica Cearense.  
Como Alice, protagonista do espetáculo Alice, no Pais do Ié Ié Ié de Carla Candioto e produção da Brain+

AC: Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa?
AD: A Wandeca é uma das pessoas mais doces que já conheci. Realmente é a “ternurinha”. Inteligente, espirituosa e parceira sempre. É uma honra que jamais poderia imaginar. 
Em cena em seu solo “Filme Triste” uns dos números mais aclamado do espetáculo 60! Decada de Arromba.
AC: Quais seus planos para o futuro?
AD: Meus planos são de continuar estudando e trabalhando bastante para ter a oportunidade de fazer parte de muitos mais espetáculos tão lindos quanto o 60!
Top 10 de sua categoria em sua participação na primeira edição do The X Factor Brasil na Band


Entrevista Projeto #Elenco60: Marcelo Ferrari




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre o ator Marcelo Ferrari.

Por Leina Mara

              Foto: Divulgação/60! Doc. Musical
Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, em 2016, “60! Década de Arromba – Doc.Musical” repete o feito também em São Paulo, com temporada prorrogada no Theatro Net São Paulo
Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 
“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.
No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista o ator multitalentoso Marcelo Ferrari
Marcelo Ferrari,começou seus estudos de interpretação, canto e dança aos 8 anos de idade na Escola Livre de Artes Cênicas do Teatro Municipal de Santos. Em São Paulo iniciou bacharelado em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi; cursou o “TeenBroadway”, workshop de musicais dirigido por Maiza Tempesta; estudou canto com Rafael Villar e dança na Escola de Ballet Cisne Negro e Studio 3. No Rio de Janeiro continuou os estudos de canto com Danilo Timm; dança e sapateado, no Centro de Arte Nós da Dança, com a coreógrafa Regina Sauer; interpretação para TV no Art Cênicas com direção de Antônio Amâncio. 
Entre os principais trabalhos destacam-se em teatro: A Ostra e o Vento; Quero à Lua e O Despertar da Primavera, da Cia. de Teatro experimental Fúrias. Nos musicais protagonizou BARK com direção de José Possi Neto, que lhe rendeu destaque como Ator Revelação de 2010 pelo Estadão na coluna de Ubiratan Brasil; fez a versão brasileira do musical HAIR da dupla Möller e Botelho. Foi o fantasma Martim na série Julie e os Fantasmas do canal Nickelodeon, série indicada ao Emmy de melhor série infanto-juvenil. Foi o Pinóquio na versão brasileira de Shrek o musical. Também viveu o baixista Dé Palmeira em Cazuza o musical, de João Fonseca. Fez parte do elenco de ‘O Primeiro Musical a Gente Nunca Esquece’ com direção de Rodrigo Nogueira e, atualmente, está no elenco de 60! Doc Musical interpretando o boneco Ken, entre outros personagens, com direção e produção de Frederico Reder.
AC: Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de ator ? Existe algum papel que ainda almeja interpretar? 
MF: Difícil escolher uma pessoa que represente essa minha motivação pela arte, o teatro em si já é meu combustível, mas claro que guardo grande admiração por alguns que me inspiram. Recentemente assisti Marco Nanini em Ubu Rei e fiquei maravilhado com tanta genialidade em cena, com certeza ele é um dos meus preferidos. Em relação a algum papel que almeje, com certeza existe rs, senão eu poderia parar tudo agora, acho que sempre existirá um novo desafio e eu adoro isso. Em musicais, viver Pippin seria um sonho; e também tenho muita vontade de interpretar Trepliov, do texto “A Gaivota” de Tchekhov.
Em cena na versão brasileira do musical HAIR da dupla Möller e Botelho – Foto: Divulgação

AC: Como foi o seu processo para 60! Década de Arromba – doc. Musical? 
MF: Foi muito desafiador, assustadoramente gratificante, rs. Dividir palco com um elenco de grandes vozes, interpretar sucessos que marcaram uma época e ainda estão ‘frescos’ na memória do público, foi engrandecedor em vários sentidos. Fomos também muito bem direcionados pela equipe criativa que nos preparou durante esses 2 meses de ensaios, Frederico, Tony, Victor e Alessandra souberam amarrar tudo e nos dar muita segurança no palco, além de ser muito divertido, porque a gente rala mas também dá muito risada, é uma delícia.
AC: Qual sua parte favorita no musical? Por quê? 
MF: Os números “Splish Splash” seguido de “Filme Triste”, brilhantemente cantados por André Sigom e Amanda Doring. Acho que é um bloco da peça onde se consegue criar uma dramaturgia (historinha), que me lembra muito Grease e eu sou apaixonado por esse universo.
​Em seu numero de maior destaque de 60! “Decada de Arromba”, no qual interpreta Ken, cantando a música “Gostoso Mesmo é Namorar” de Celly Campello – Foto: Divulgação
AC: Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa? 
MF: É um acontecimento. Ainda fico muito bobo quando ela fala comigo como ‘parceira de cena’, tipo me puxa na coxia e diz “Marcelo, olha, adorei o Ken, me emocionei.” ; ela é mesmo a ‘Ternurinha’ como dizem, extremamente generosa, tem uma energia incrível, uma luz diferente, além de ser MUITO cheirosa,rs (a gente já sente o perfume quando passa na frente do camarim dela rs). Admiro a forma dela de se comunicar em cena, a propriedade com que diz cada palavra nas músicas, é lindo!
Como o baixista Dé Palmeira em Cazuza o musical, de João Fonseca – Foto: Léo Aversa


AC: Quais seus planos para o futuro? 
MF: Espero continuar estudando, criando e vivendo de arte, sendo desafiado por obras que me encantem e comuniquem cada vez mais. O ator tem uma função social muito importante de criar, provocar, promover o debate; a arte em si tem essa função. E eu espero poder continuar a emprestar meu corpo, minha energia, minha voz e minha alma por essa missão.