Leonardo Lourenço lança o livro ‘A Síndrome do gênio da lâmpada’


Créditos: Divulgação


Lembra-se da história de Aladim, do gênio da lâmpada mágica? Imagine se cada um de nós fôssemos um pouco esse gênio. Trata-se do ponto de partida do novo livro do médico neurocirurgião Leonardo Lourenço: A SÍNDROME DO GÊNIO DA LÂMPADA – como não se tornar prisioneiro dos pedidos dos outros, pela editora Labrador. Usando história e literatura como ganchos, o mito do gênio da lâmpada, conduzido através da moderna ciência do cérebro, lança luz sobre nosso comportamento de estar sempre disponível, atendendo solicitações e expectativas de outras pessoas e da sociedade. E não são poucas. Dar conta de tudo exige um esforço “genial”. Como isso não é possível, acabamos por ficar presos mentalmente às demandas externas, como um gênio amaldiçoado.

Porém, há uma forma de sair da lâmpada e não voltar. Baseado em neurociência e no funcionamento do cérebro e da mente, a publicação indica os porquês desse comportamento e o caminho para escapar dessa cilada, além de apresentar casos de pessoas que sofrem da síndrome. O dr. Leonardo traz informações atuais, embasadas em ciência de ponta, com linguagem clara e acessível. No livro, ainda conhecemos mais sobre a história do gênio da lâmpada, desde a origem na era pré-islâmica até as animações da Disney. Ao final dos 12 capítulos, estamos prontos para resgatar o protagonismo em nossas vidas.

A síndrome do gênio da lâmpada tem prefácio assinado pela Dra. Edenilza Mendes, médica diretora científica da Associação Paulista de Medicina do Trabalho (APMT). A introdução é de Suely Lang, professora de português, literatura e latim pela PUC-SP. Já Tânia Morales, jornalista e apresentadora da rádio CBN, escreve a orelha. Ela alerta: “…as mudanças propostas aqui exigem coragem. Que este livro permita a você identificar a sua lâmpada e romper com essa gaiola mental para se tornar amo de seus próprios anseios“.

Andréia Bueno

Andréia Bueno

Apaixonada pelas artes em geral, ama registrar cada instante, seja no trabalho ou durante viagens. Já realizou entrevistas com artistas nacionais e internacionais para o Acesso Cultural. Adora conhecer novos lugares e culturas, tendo viajado por 14 países entre o continente europeu, africano e americano.

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