Com Daniel Dantas e grande elenco, ‘O Inoportuno’ estreia em SP


Créditos: Guga Melgar


A peça O Inoportuno (The Caretaker), de Harold Pinter (1930-2008), foi escrita em 1959 e estreou em Londres no ano seguinte com enorme sucesso. Foi com esta peça, considerada uma de suas obras-primas, que Pinter passou a ser conhecido e tornou-se um dos dramaturgos mais respeitados e discutidos em todo o mundo, assim permanecendo até sua morte, três anos depois de ter recebido o prêmio Nobel de literatura em 2005. Influenciado inicialmente por Samuel Beckett – e também por Franz Kafka – Pinter foi um dos mestres do teatro do absurdo, expressão criada por Martin Esslin nos anos 50 do século passado. Depois de um tempo, ele desenvolveu um estilo próprio e as características de suas peças são únicas e marcantes, como a ambiguidade, a iminência do desastre, a passagem do tempo, as possíveis verdades e mentiras, as falhas da memória e, claro, as famosas pausas. Tudo isso pode ser visto nesta comédia dramática que aborda a impossibilidade de comunicação, envolvendo personagens marginais e solitários.

Mick (Well Aguiar) divide um apartamento com seu irmão mais velho, Aston (André Junqueira), que traz para dentro de casa o velho Davies (Daniel Dantas), supostamente um mendigo, um sem-teto, a quem resgatou numa briga em um bar. Com pena do homem, Aston lhe oferece a casa como abrigo até que ele se recupere, fisicamente, e consiga organizar seus documentos, então extraviados, para dar curso a seu caminho. Ao longo da trama, obrigados a conviver mais próximos do que desejavam, os interesses, mentiras e conflitos vão se revelando e provocando mudanças no comportamento dos personagens, navegando entre amor e ódio, pena e repulsa, solidão e tristeza.

Créditos: Guga Melgar

“O ano era 2018. Ano esse em que se completaram exatos 10 anos em que perdemos Harold Pinter, sem sombra de dúvidas um dos maiores dramaturgos que já existiu, com inúmeras peças montadas mundo a fora. Pensando nisso resolvemos fazer uma homenagem a esse célebre autor inglês e para isso escolhemos uma de suas obras primas, que já foi montada no Brasil, em 1964, com direção de Antônio Abujamra e foi considerado, pela critica, um grande sucesso naquele ano. Agora passado mais de meio século, trouxemos O Inoportuno de volta aos palcos para relembrar esse grande artista, que tanto contribuiu para o teatro mundial, e fazer jus à sua existência”, afirma o diretor Ary Coslov, que recebeu o Prêmio Shell e APTR 2008 de Melhor Direção, pelo espetáculo Traição, texto de Harold Pinter. A tradução é de Alexandre Tenório, que também já traduziu inúmeras peças do autor, e recebe no Brasil o nome de O Inoportuno. Completam a ficha técnica Paulo César Medeiros na iluminação, Marcus Flaksman no cenário e Kika Lopes, que assina os figurinos.

Serviço
O INOPORTUNO

Teatro Raul Cortez – Fecomércio (513 lugares)

Rua Dr. Plínio Barreto 285 – Bela Vista

Informações: 3254.1631

Bilheteria: terça a quinta das 15h às 20h; sexta a domingo a partir das 15h. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento do teatro: R$ 23

Vendas: www.ingressorapido.com.br

* Venda antecipada com desconto até dia 31 de julho pelo site da IR*

Sextas às 21h30 | Sábados às 21h | Domingo às 19h

Ingressos:

R$ 90

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Gênero: comédia dramática

Estreou em novembro de 2018 no Rio de Janeiro

Estreia dia 02 de agosto de 2019

Temporada: até 29 de setembro

‘Top Gun: Maverick’ ganha primeiro trailer e cartaz oficiais


Créditos: Divulgação / Paramount Films


Tom Cruise está de volta, 34 anos depois, em um dos papeis mais icônicos de sua carreira: o piloto Pete “Maverick” Mitchell de ‘Top Gun – Ases Indomáveis’, filme lançado em 1986 que ganhou milhares de fãs e se tornou um clássico da época.

Com a produção de Jerry Bruckheimer, ‘Top Gun: Maverick’ traz ainda no elenco Jennifer Connelly, Miles Teller, Jon Hamm, Ed Harris e Val Kilmer de volta como Iceman.

Créditos: Divulgação / Paramount Films

Assista ao primeiro trailer oficial de ‘Top Gun: Maverick’, que traz a nostalgia do primeiro filme e muitas cenas de ação de tirar o fôlego – como é de se esperar de um filme estrelado por Tom Cruise. Dirigido por Joseph Kosinski (Oblivion), o longa está previsto para chegar aos cinemas brasileiros em 25 de junho de 2020.

Musical ‘Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz retorna à capital paulista em curta temporada


Créditos: Claudia Ribeiro


Após uma longa temporada de sucesso que estreou em 2013, e visto por mais de 200 mil espectadores, o musical Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz retornou à capital paulista na última sexta-feira (19), para uma curta temporada no Teatro Porto Seguro.

O espetáculo biográfico traz momentos importantes da vida de Cazuza. A relação com os pais, a entrada na banda Barão Vermelho, o temperamento impulsivo, sua linguagem poética e, ao mesmo tempo, libertadora, o sucesso, as relações amorosas e a descoberta da doença que o levou à morte. Com um elenco afiado e empolgado, o musical é recheado de momentos divertidos e emocionantes.

Créditos: Claudia Ribeiro

O elenco formado é quase o mesmo da temporada de 2013. O ator Osmar Silveira dá vida à Cazuza, trazendo todos os trejeitos do cantor e uma interpretação visceral que arrebata o público logo de primeira. Em algumas sessões, o protagonista também será interpretado por Bruno Narchi, que também vive o personagem Serginho Maciel. Marcelo Varzea e Susana Ribeiro repetem a parceria e transbordam cumplicidade como João e Lucinha Araújo, pais de Cazuza. Já Fabiano Medeiros impressiona como Ney Matogrosso. O elenco ainda é completado por André Dias, Fabiana Tolentino, Oscar Fabião, Igor Miranda, Dezo Mota, Rafaela Machado, André Viéri, Philipe Carneiro, Carol Dezani, Carlos Leça e Matheus Paiva.

O repertório do musical foi muito bem escolhido, trazendo sucessos da banda Barão Vermelho e músicas da carreira solo de Cazuza. Não podiam ficar de fora canções como “Pro Dia Nascer Feliz”, “Codinome Beija-Flor”, “Bete Balanço”, “Exagerado”, “Ideologia”, “Preciso Dizer Que Te Amo”, “Faz Parte do Meu Show”, além de composições de Cazuza que ele nunca chegou a gravar como “Malandragem”, “Poema” e “Mais Feliz”.

Créditos: Claudia Ribeiro

É praticamente impossível não sair do espetáculo extasiado e emocionado com toda a produção dirigida por João Fonseca. O musical Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz tem texto de Aloísio de Abreu e estará em cartaz até dia 25 de agosto, no Teatro Porto Seguro.

Arthur Berges será o protagonista em “Escola do Rock – O Musical”


Créditos: Divulgação


Após integrar os elencos dos espetáculos que foram sucesso de público, “Se Essa Lua Fosse Minha” e “Aparecida, Um Musical de Walcyr Carrasco”, o ator e cantor Arthur Berges se prepara agora para seu próximo grande trabalho, no qual viverá o protagonista da montagem brasileira de “Escola do Rock – O Musical”, que tem estreia marcada para agosto, em São Paulo.

Baseado no filme “School of Rock”, de 2003, escrito por Mike White, o espetáculo conta a história de Dewey Finn, um cantor e guitarrista que ainda deseja se tornar uma estrela do rock. Depois de identificar o talento musical em seus alunos, ao fingir ser um professor substituto em uma prestigiosa e conservadora escola, Dewey forma um grupo do quinto ano, na tentativa de ganhar o próximo concurso: a Batalha das Bandas. Na versão cinematográfica o papel ficou por conta do ator Jack Black e agora, ao lado de 42 crianças, que se alternam em 3 elencos e um talentoso de time de adultos, Arthur assume o personagem que promete agitar a vida dos alunos e também do público brasileiro.

Créditos: Divulgação

A obra, composta por Andrew Loyd Webber, é uma produção do Atelier de Cultura e será o primeiro licenciamento internacional do título e, pela primeira vez, o espetáculo será apresentado em versão para a língua local.

Arthur Berges começou sua carreira no espetáculo “O Poeta e as Andorinhas” de Paulo Ribeiro. Ligado a música desde pequeno, pela influência do seu pai, se interessou de imediato pelo teatro musical. Participou do musical “O Sitio do Pica Pau Amarelo” e do espetáculo “Piramo e Tisbe” de Vladimir Cappela. Fez parte da Cia. de teatro Rock e compôs o elenco dos espetáculos “A Sessão da Tarde”, Lado B” e “Se Essa Rua Fosse Minha” no qual foi indicado ao prêmio de melhor ator FENSA Coca Cola 2011. Atuou no espetáculo “Um Violinista no Telhado” de Charles Moeller e Claudio Botelho. Estudou na Escola de Artes Dramáticas EAD. Compôs o elenco de “Godspell – O Musical”, no papel de Judas. Fez parte do elenco de “As Damas de Paus” direção de Kleber di Lazzate e texto de Mara Carvalho.

Atuou também no espetáculo “Chaplin – O Musical”, direção de Mariano Detry. Fez parte do elenco do premiado musical “Urinal” com direção de Zé Henrique de Paula. Também integrou o elenco dos espetáculos “Os Dez Mandamentos”, “Coisas de Meninos” e “Rent”. Recentemente esteve nos elencos de “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812” com direção de Zé Henrique de Paula, “Aparecida – Um Musical de Walcyr Carrasco” e “Se Essa Lua Fosse Minha” com direção de Victória Ariante.

SERVIÇO

Escola do Rock – O Musical

Teatro Santander (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041)

Vendas: www.ingressorapido.com.br

Quinta e sexta às 20h30 | Sábado e domingo às 15h e 18h30

Ingressos: De R$75,00 a R$310,00

Duração: 120 minutos (com 20 min. de intervalo)

Classificação: Livre

Gênero: musical

Bilheteria: Domingo a quinta, das 12h às 20h ou até início do espetáculo. Sexta e sábado, das 12h às 22h. Aceita todos os cartões de crédito e débito. Não aceita cheque. Estacionamento no local, R$ 35.

Clientes Vivo tem 25% de desconto na aquisição de ingressos.

Emma Watson e Meryl Streep serão as “Mulherzinhas” de Louisa May Alcott


Créditos: Divulgação


O romance atemporal, “Mulherzinhas” conhecido também como “Adoráveis Mulheres”, ganha mais uma adaptação para o cinema com data de lançamento prevista para dezembro de 2019 e inclui Emma Watson – a eterna Hermione da saga britânica ‘Harry Potter’ – e Meryl Streep – o maior nome da moda em ‘O Diabo Veste Prada’, a memorável e poderosa Miranda Priestly.

Colecionando cinco longas metragens, a primeira versão de “Mulherzinhas” chegou ao cinema em 1918, muda e em preto e branco. As próximas exibições, já com falas, foram protagonizadas por grandes estrelas de Hollywood como, por exemplo, Katharine Hepburn, Elizabeth Taylor e Winona Ryder, contando a história das irmãs March entre gerações.

Créditos: Divulgação

Assim como a narrativa de Louisa May Alcott, a direção do novo filme também apresenta empoderamento feminino e traz mais uma vez aos holofotes a diretora Greta Gerwing, indicada ao Oscar de melhor roteiro original e melhor direção em 2018 com a produção independente do filme ‘LadyBird’. Além de Greta, outra importante figura para o movimento feminino está na nova versão. Emma Watson, embaixadora da ONU Mulheres e ativista pelos Direitos Humanos, é quem dará vida a jovem e meiga Meg March

A Via Leitura do Grupo Editorial Edipro apresenta o clássico da literatura americana “Mulherzinhas”, escrito por Alcott há mais de dois séculos, remodelado em uma versão de colecionador que conta com uma diagramação diferente de qualquer outra edição da obra.

Em um tom de autobiografia, Louisa narra a história de sororidade entre as quatro irmãs March após a Guerra Civil Americana. A história acompanha os dramas familiares e as questões do amadurecimento das adoráveis Jo, Meg, Beth e Amy.

Créditos: Divulgação

A personagem principal, Jo March, apresenta uma clara discrepância à época. Na nova produção, a atriz Saoirse Ronan, conhecida pelo papel principal no filme ‘LadyBird’, viverá a personagem mais ousada do romance. Além de levantar um questionamento ao leitor sobre a sua sexualidade, a jovem também revela pensamentos que contestam normas sociais vigentes de seu período histórico, se tornando um modelo para mentes mais abertas ainda no século XIX. Atípico, Mulherzinhas é uma obra que vale a leitura e, certamente valerá o filme.

Ficha técnica: Editora: Via Leitura | Assunto: Literatura | Preço: R$ 39,00 | ISBN: 9788567097749 | Edição: 1ª edição, 2019 | Idioma: Português | Tradução: Giu Alonso | Número de páginas: 256

Musical Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz em curta temporada no Teatro Porto Seguro


Créditos: Claudia Ribeiro


Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, musical que já foi visto por mais 200 mil espectadores volta aos palcos de São Paulo em curta temporada, 19 de julho a 25 de agosto, de sexta a domingo, no Teatro Porto Seguro. Texto de Aloísio de Abreu com direção de João Fonseca.

“Não quero que me imitem. Não quero ninguém atrás de mim. Tenho muito medo de ser porta-voz de qualquer coisa”. Nesta declaração de 1988, Cazuza já profetizava o inevitável. O talento instintivo e avassalador, o temperamento explosivo, a linguagem única e libertária, fizeram dele um ícone sem precedentes na cultura contemporânea produzida no Brasil. Muito mais do que isso: ainda que à revelia foi, mesmo sem pretender sê-lo, o grande cronista da juventude brasileira dos anos 80. Morto em 1990, aos 32 anos, no auge da carreira, foi alçado a precoce e definitivo mito no imaginário brasileiro.

Créditos: Claudia Ribeiro

O espetáculo reúne alguns dos maiores clássicos de Cazuza tanto em carreira solo quanto com a banda Barão Vermelho, como Pro Dia Nascer Feliz e Codinome Beija Flor. Também os hits Bete Balanço, Ideologia, O Tempo Não Para, Exagerado, Brasil, Preciso Dizer Que Te Amo e Faz Parte do Meu Show estão presentes no roteiro, que ainda reserva espaço para composições de Cazuza que ele nunca chegou a gravar, como Malandragem, Poema e Mais Feliz.

Para a construção do texto, Aloísio de Abreu partiu das conversas com pessoas próximas a Cazuza e fez uma ampla pesquisa para a criação da estrutura dramática do espetáculo. “Apesar de frequentar os mesmos lugares, eu não conhecia o Cazuza. Entretanto, sempre tive uma profunda identificação com a obra dele, que tem um quê de crônica da nossa época, revelando de forma rasgada comportamentos típicos dos jovens que todos éramos nos anos oitenta”, explica Aloísio.

Créditos: Claudia Ribeiro

Como a vida do personagem foi curta e ao mesmo tempo muito intensa, o autor procurou contar a história de forma ágil, avançando sempre a partir dos momentos de virada na carreira e na vida dele: a descoberta do teatro, o gosto pelo rock, o momento em que resolve cantar, montar uma banda, se profissionalizar, o estouro, as brigas, a mudança no estilo de sua obra, o estrelato solo, a descoberta da doença, a urgência poética no fim das forças. Enfim, momentos que levam a história adiante. “As músicas se inserem quase como parte do texto. Estrutura de musical mesmo. Claro que tem momento show, mas a trajetória do Cazuza é contada através das letras e da poesia dele. Tudo no texto ‘faz parte do show’“, complementa.

A montagem deu continuidade à pesquisa desenvolvida pelo diretor João Fonseca de uma cena musical brasileira mais despojada e teatral. “Este espetáculo é mais um passo do trabalho que comecei com ‘Gota d’água’ e que culminou no ‘Tim Maia’. É uma nova possibilidade de desenvolver e aperfeiçoar uma linguagem muito autoral de musical iniciada há alguns anos”. O diretor conta que os depoimentos de Lucinha Araújo foram fundamentais na estruturação cênica do espetáculo: “A partir das lembranças dela, vamos conhecendo a vida e a obra desse artista e, tal como sua obra, a peça alterna momentos exagerados e de puro rock’n’roll a momentos mais intimistas e delicados”, finaliza.

Créditos: Claudia Ribeiro

Um amplo trabalho de pesquisa também foi essencial para a concepção musical do espetáculo. Os diretores musicais Daniel Rocha e Carlos Bauzys conceituaram a sonoridade em diferentes situações: Barão Vermelho não produzido; a gravação do primeiro disco; e depois do sucesso, já consolidados. A banda solo de Cazuza também é reproduzida com fidelidade. “Adaptar a obra dele tornando-a cênica e, ao mesmo tempo empolgante e reconhecível ao público, foi nosso maior desafio”, define Daniel.

Serviço

De 19 de julho a 25 de agosto

Sextas, às 21h; sábados, às 17h e 21h.Domingos, às 19h.

Sessões duplas (17h e 21h) nos dias 27/07, 03 e 10/08.

Nos demais sábados apenas a sessão das 21h.

Classificação: 14 anos.

Duração: 165 minutos (com 15 de intervalo).

Gênero: Musical.

Ingressos: R$ 150,00 plateia / R$ 90,00 frisas / 75,00 balcão.

TEATRO PORTO SEGURO

Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.

Telefone (11) 3226.7300.

Bilheteria: De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.

Capacidade: 496 lugares.

Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).

Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.

Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) – Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.

Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.

Bicicletário – grátis.

Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras das 17h às 21h.

Vendas: http://www.tudus.com.br

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