A reprise da temporada 2008 de Malhação acabou de estrear no canal Viva. Escrita por Patrícia Moretzsohn e Jaqueline Vargas, a trama esteve originalmente no ar entre 15 de outubro de 2007 e 09 de janeiro de 2009, na Rede Globo.
A novela foi responsável por lançar atores como Nathália Dill, Sophia Charlotte, Sophia Abrahão, Mariana Rios e Caio Castro, este que entrou no elenco de Malhação após ganhar um concurso no Caldeirão do Huck. A trama abordou temas importantes como gravidez na adolescência, racismo, paraplegia e violência contra a mulher.
Créditos: Divulgação
Um dos personagens mais marcantes foi Yasmin (Mariana Rios), a melhor amiga da vilã Débora (Nathalia Dill) e namorada de Peralta (Jonatas Faro). Assim como aconteceu em 2004 com a personagem Natasha (Marjorie Estiano), Yasmin também soltava a voz na novela.
Quem viveu naquela época deliciou-se com a trilha sonora, que tinha músicas de muito sucesso naquele período. Você lembra quais eram? Vem relembrar agora com a gente!
1- Paraíso Proibido – Strike (Tema de abertura da primeira fase)
2 – Daqui Pra Frente – NX Zero (Tema de abertura da segunda fase)
Que gracinha! HEBE – A Estrela do Brasil, filme baseado na história da famosa apresentadora Hebe Camargo, acaba de ganhar seu primeiro pôster.
O longa da Loma Filmes em coprodução com a Warner Bros. Pictures, 20th Century Fox, Globo Filmes, Hebe Forever e Labrador Filmes, com distribuição da Warner Bros. Pictures, traz Maurício Farias na direção, roteiro de Carolina Kotscho, Inti Briones na direção de fotografia e a atriz Andrea Beltrão interpretando a rainha da televisão brasileira Hebe Camargo na década de 80.
Créditos: Divulgação
O elenco de HEBE – A Estrela do Brasil ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Telles e Daniel Boaventura.
A Netflix divulgou a arte principal, as primeiras imagens e a data de lançamento de Sintonia, que vai estrear exclusivamente na Netflix em 9 de agosto de 2019.
A imagem reverencia o funk, gênero musical que inspira e movimenta os jovens paulistanos que vivem na cidade, como o fazem os personagens principais da série e retratados no pôster: Nando (Christian Malheiros), Doni (MC Jottapê) e Rita (Bruna Mascarenhas) mostram como a música e a amizade são essenciais em suas vidas.
Créditos: Rafael Morse / Netflix
Uma série original produzida pela Losbragas para Netflix, Sintonia contará com seis episódios de 40 minutos em sua primeira temporada. A série foi criada por KondZilla, Guilherme Quintella e Felipe Braga, e escrita por Guilherme Quintella, Duda Almeida e Thays Berbe, contando com Pedro Furtado como roteirista-chefe.
A produção é de Rita Moraes, Felipe Braga e Alice Braga. Felipe Braga também atua como produtor executivo criativo. O show foi dirigido por Johnny Araújo e KondZilla.
Créditos: Rafael Morse / Netflix
Sintonia integra a diversa lista das séries originais brasileiras da Netflix incluindo 3%, O Mecanismo, Samantha!, Super Drags, Coisa Mais Linda, e as ainda inéditas O Escolhido, Cidades Invisíveis, Ninguém Tá Olhando, Irmandade, Onisciente, Spectros, Futebol, Reality Z e a recém-anunciada, Boca a Boca.
“Elis, a Musical” ganha uma nova adaptação produzida pelo CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical) com apoio da Aventura Entretenimento. Produzido originalmente pela Aventura em 2013, o espetáculo foi um sucesso de público e crítica com a atriz Laila Garin vivendo a personagem título. A peça será apresentada às terças e quartas em curta temporada de 9 a 31 de julho no Teatro Prudential.
O texto de Nelson Motta e Patrícia Andrade, tem direção de Pedro Rothe e direção musical de Délia Fischer, que fizeram parte da equipe da montagem de 2013, além de coreografia, e direção de movimento, de Clara da Costa. O espetáculo conta a vida e carreira da cantora Elis Regina, desde sua infância até sua morte.
Créditos: Bianca Oliveira
– É uma alegria muito grande poder montar esse espetáculo e colocar jovens atores em contato com a vida e a obra de uma das maiores artistas que já tivemos no país. Contamos com o aval de Nelson Motta e a permissão de todos os filhos da Elis: Maria Rita, Pedro Mariano e João Marcelo Bôscoli, para contarmos essa história tão potente e emocionante – diz Reiner Tenente Fundador e Diretor artístico e pedagógico do CEFTEM.
A “Pimentinha” é representada, em diferentes fases da sua vida, por diferentes atrizes, divididas não só pela cronologia, mas também pelas várias facetas da artista.
– A peça é bastante baseada na montagem original em termos de texto, até mesmo alguns números. A grande diferença está na escolha de dividir Elis em fases, não só cronológicas, mas que também exploram as diferentes facetas da artista e a coexistência dessas fases no palco em alguns momentos da peça. Partindo da ideia de memória, de lembranças de Elis, a peça é um pouco mais fragmentada e permite esses encontros de Elis com ela mesma. A cenografia também representa esta fragmentação e acúmulo de momentos que vão preenchendo o palco, se entrecruzando, montando esta memorabilidade. A coreografia e direção de movimento também se difere da original em alguns pontos, partindo dos corpos dos alunos-atores para criar este universo (na verdade, estes universos). Além de alguns cortes e uma adição de música aqui, troca de música acolá (mas não direi quais, vai ser preciso conferir ((rs)) – diz Pedro Rothe.
Créditos: Bianca Oliveira
Além disso, a nova adaptação de “Elis, a Musical” tem outro grande feito, será o primeiro musical a ser apresentado no novo Teatro Prudential.
Elis é vivida por diferentes atrizes em suas fases, na adolescência e juventude é vivida pelas atrizes Duda Santa Cruz e Karine Von Brandenburg, no auge da estrela o papel fica a cargo de Moira Osório e quando se reinventa, até o fim de sua vida, é vivida por Diana Cataldo.
Além de seus feitos na carreira, a peça aborda seus relacionamentos amorosos, o casamento com Ronaldo Bôscoli (Matheus Vieira) e, depois, com César Camargo Mariano (Gustavo Fagundes). Além de falar de seus amigos, e grandes parcerias, como Luís Carlos Miele (Felipe Durão), Lennie Dale (Pablo Marcell), seu empresário Marcos Lázaro (Kaíque Lopes), Jair Rodrigues (Celso Luz), Nelson Motta e Tom Jobim (ambos interpretados por Marco Dorville).
O espetáculo também irá abordar os conflitos familiares representados, além dos maridos, pela mãe Dona Ercy (Lívia Fraga) e pelo pai Romeu (Thiago Freitas).
Créditos: Bianca Oliveira
– Eu sempre me perguntei o que Elis estaria produzindo hoje, tanto em termos artísticos quanto em termos de discurso. Com essa montagem, procuramos dar voz àquilo que ela já cantava e que permanece pertinente. Mas ainda me pergunto: o que Elis cantaria hoje? De que forma? – finaliza Rothe.
Completam o elenco: Eduardo Lanzini, Mariana Ferreira, Paula Serra, Thais Rodrigues e Victoria Orenbuch.
SERVIÇO: “Elis, a Musical”
Teatro: Teatro Prudential Rua do Russel, 804 – Glória (RJ) Telefone: (21) 2558-3862 Gênero: Musical Dias: 09, 10, 16, 17, 23, 24 30 e 31 de Julho Lotação: 359 lugares Horário: 20h Classificação etária: 12 anos Duração: 170 min Ingressos (preço): R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia)
O primeiro trailer do novo “As Panteras” foi lançado no último dia 27. Nele, conhecemos o novo time de super espiãs, que é formado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska, com estreia marcada para este ano, em novembro.
No vídeo, também é possível reconhecer a cidade do Rio de Janeiro ao anoitecer, que aparece já na abertura, mostrando que as protagonistas viajarão o mundo em novas e inéditas aventuras. Apesar das imagens, não está confirmado que aconteceram gravações no Brasil.
Veja:
Na nova versão de “As Panteras”, exibido originalmente em 1976, a agência de espionagem de Charlie cresceu a nível global, sendo o trio de espiãs que veremos no filme, apenas uma das muitas equipes que estão sob o comando dele.
Elizabeth Banks assina a direção do longa, além do papel coadjuvante de Bosley. Noah Centineo também faz parte do elenco, em papel ainda misterioso, sendo definido, a princípio, como um amigo da personagem vivida por Naomi Scott.
Atualmente no ar como a vilã Dalila/ Basma, na novela das seis, Órfãos da Terra, Alice Wegmann vem se destacando cada vez mais em sua carreira. Com apenas 22 anos, a atriz já possui em seu currículo papeis importantes e versáteis. Após a vilã Dalila, Alice já está confirmada na supersérie “O Selvagem da Ópera”, da autora Maria Adelaide de Amaral, em que contará a vida do compositor brasileiro de ópera Carlos Gomes. Para conhecer um pouco mais sobre os trabalhos de Alice, separamos para você cinco personagens da carreira da atriz que vale a pena relembrar.
Sofia – A Vida da Gente (2011)
Créditos: Divulgação / Rede Globo
Um garota doce, Sofia vivia em conflito com sua mãe, Vitória (Gisele Froes), que não admitia que a filha treinasse tênis com Ana (Fernanda Vasconcelos). O relacionamento com Vitória piorou quando Sofia descobriu que a Alice (Stefany Brito) era a filha que a mãe abandonou quando jovem. No fim da novela, Sofia tornou-se uma tenista de sucesso.
Lia – Malhação – Intensa Como a Vida (2012)
Créditos: Divulgação / Rede Globo
Na trama teen, Alice interpretou a protagonista Lia. Revoltada após o abandono da mãe, vivia em conflito por ter se apaixonado por Dinho (Guilherme Prates), o garoto por quem sua melhor amiga Ju (Agatha Moreira) era apaixonada. Na segunda fase da novela, Lia se apaixona por Vitor (Guilherme Leicam), um garoto de Brasília que guarda alguns segredos.
Cecília – Ligações Perigosas (2016)
Créditos: Divulgação / Rede Globo
Na minissérie de Manuela Dias, interpretou a ingênua e romântica Cecília. Após ser seduzida por Augusto (Selton Mello), Cecília se mostra manipuladora que põe suas vontades em primeiro lugar.
Isabela/Marina – A Lei do Amor (2016)
Créditos: Divulgação / Rede Globo
Com uma das tramas mais chamativas da novela, Marina, que foi considerada como morta, retorna como Isabella para se vingar de seu namorado Tiago (Humberto Carrão), que considera ser o responsável por tentar matá-la.
Maria – Onde Nascem os Fortes (2018)
Créditos: Divulgação / Rede Globo
Independente e aventureira, Maria tenta a todo custo descobrir o paradeiro de seu irmão gêmeo Nonato (Marco Pigossi), que desapareceu misteriosamente após flertar com a amante do empresário Pedro Gouveia (Alexandre Nero). Por ironia acaba se apaixonando por Hermano (Gabriel Leone), filho do empresário.
E para você, qual personagem de Alice Wegmann foi mais marcante? Comente.
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