O musical Brilha la Luna, inspirado nas músicas do grupo Rouge, contará com a participação especial da atriz e cantora Li Martins, uma das ex-integrantes do grupo, nas sessões dos dias 01 e 21 de fevereiro.
O espetáculo está em cartaz no Teatro Liberdade desde o dia 24 de janeiro com sessões às segundas (20h) e terças (20h30). Os ingressos podem ser adquiridos pela Sympla no link: https://bileto.sympla.com.br/event/70833/d/120869.
Créditos: Letycia Miller
Além de sua trajetória no Rouge, Li Martins participou de programas de TV e foi campeã do reality show “Famosas em Apuros”. Também participou de quadros do Programa Raul Gil, Power Couple e muitos outros. No teatro, destacam-se trabalhos relevantes nos musicais Miss Saigon, A Bela e a Fera e Jekyll & Hyde – O Médico e o Monstro.
Serviço Brilha La Luna @brilhalalunaomusical Gênero: Musical Temporada: 24 e 31 de janeiro Sessões às 20h00 Teatro Liberdade Rua São Joaquim, 129 – Liberdade (SP) Atendimento: bilheteria@infinitus.com.br Lotação: 900 lugares
Sucesso de público e crítica, a comédia besteirol O Mistério de Irma Vap retorna a sua terceira temporada, interrompida por conta da pandemia do Covid 19, no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Amigos da Arte, após turnê que passou por duas vezes pela capital paulista, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e Uberlândia.
A temporada se inicia dia 27 de Janeiro, quinta-feira, às 20:30h, e tem como protagonistas a dupla Luis Miranda e Mateus Solano na montagem adaptada e dirigida pelo encenador Jorge Farjalla a partir do texto de Charles Ludlam. Em São Paulo, a peça é apresentada pelo Consórcio Nacional Volkswagen e conta com o patrocínio da Rede D’Or. A produção e realização são da Bricabraque Produções e Palco7 Produções.
A trama original se passa em um lugar remoto da Inglaterra e conta a história de Lady Enid, a nova esposa do excêntrico Lord Edgar. Ela tem que se adaptar a viver em uma mansão mal-assombrada pelo fantasma da primeira esposa de seu marido, Irma Vap – lugar onde o filho do casal foi morto por um lobisomem.
Na casa, há uma governanta que assume a posição de rival da recém-chegada. Para retomar o amor de seu marido, Lady Enid come o pão que o diabo amassou e pratica peripécias divertidas. Em cena, dois atores interpretam os vários personagens, entre humanos e assombrações.
Créditos: Priscila Prade
O texto foi montado pela primeira vez em 1984 em um pequeno teatro em Greenwich Village, em Nova York, nos Estados Unidos, pela companhia Ridiculous Theatrical Company, do próprio Charles Ludlam. Ele fez uma paródia dos clássicos e inspirou-se em um gênero da Inglaterra Vitoriana chamado “penny dreadful” (que pode ser traduzido como terror a tostão) para criar um novo tipo de comédias, o melodrama vitoriano.
Diferente da história original, a versão é situada em um trem fantasma de um parque de diversões macabro. “Usamos como referência os filmes de terror, como Pague para Entrar, Reze para Sair, de Tobe Hooper; Rebecca, de Alfred Hitchcock, e a estética dos anos 80. Mergulhamos também no universo do videoclipe de Thriller, de Michael Jackson, que foi dirigido pelo cineasta John Landis, uma referência do que é um filme de horror. Além disso, a obra também tem várias citações de Shakespeare, principalmente de Hamlet. Desfragmentamos todas as camadas do texto para ver o que estava por trás dele e ressignificar a obra”, conta o diretor e encenador Jorge Farjalla.
A primeira e icônica montagem brasileira do texto, com direção da saudosa atriz Marília Pêra e atuação de Ney Latorraca e Marco Nanini, estreou em 1986 e ficou em cartaz durante 11 anos consecutivos, o que garantiu ao texto o registro no livro Guiness World Records. A peça ficou marcada na história do teatro por uma espécie de gincana de troca de figurinos por Nanini e Latorraca.
O espetáculo, ainda segundo o diretor, tem a proposta de expor aos olhos do público essa troca de roupas e enfatizar ainda mais o texto e o trabalho do ator. “Nós teatralizamos a troca de roupas. Eu quero mostrar para o espectador o teatro como uma grande ilusão e o ator como um grande mago, que pode criar tudo na frente do público e fazê-lo acreditar naquela situação. Quero que a plateia sinta o trabalho do ator e como eles vão dividir esses personagens em um jogo de espelhos. O próprio texto de Ludlam sugere o jogo teatral e tentamos enfatizar ao máximo a questão dos atores como um duplo”, comenta.
Créditos: Priscila Prade
Essa encenação ousada só é possível graças ao talento de Luis Miranda e Mateus Solano. “Os dois são de uma genialidade, uma elegância artística. “Eles têm juntos uma energia maravilhosa. Estou muito grato por tê-los comigo e por partilhar algo tão sagrado para mim, que é o fazer teatral”, acrescenta.
Elementos cênicos de Irma Vap
O cenário de Marco Lima é um trem fantasma, com o carrinho utilizado de forma manual, artesanal e mecânica. Tudo construído com madeira, ferro e materiais simples. As luzes do cenário piscam e as portas abrem e fecham. Na montagem, os quatro atores “vodus contrarregras” fazem a movimentação do cenário. Todo palco está aberto, mostrando a caixa cênica, sem bambolinas, sem rotundas, revelando o maquinário do teatro e não escondendo nada. “O cenário foi inspirado no filme de terror dos anos 80, Pague para Entrar, Reze para Sair. É todo teatralizado”, detalha Marco Lima.
O figurino de Karen Brusttolin é todo feito à mão, por uma equipe composta por sapateiro, chapeleiro, costureira, bordadeira, designer de adereços e envelhecimento. O tecido utilizado foi o jeans, para dar um ar contemporâneo. São sete trocas de roupa, referências e universos diferentes que transitam desde a era medieval até David Bowie. “Temos trocas de roupas muito rápidas. O diretor optou por revelar essas mudanças ao público. Pensei que este figurino deveria ser feito em camadas, criei a roupa “base” como bonecos de vodu. Depois disso fui lapidando cada roupa pensando nas necessidades de cada ator, para que essas trocas pudessem acontecer com fluidez”, conta Karen.
A iluminação de César Pivetti é quase uma personagem. São vários efeitos, 300 movimentos de luz. “Procurei usar algumas tonalidades que remetessem ao clima de trem fantasma e escolhi dois tons de lavanda. Posicionei as máquinas de fumaça, criando um pântano. Com os refletores de chão e com toda a possibilidade de cenografia, conseguimos criar essa região pantanosa”, comenta César.
A trilha musical é quase cinematográfica, pontua as cenas e as ações dos atores. As escolhas foram feitas em cima da opção do diretor de ambientar a peça no trem fantasma. A referência, como já citada no release, foi o cinema de terror das décadas de 70/80. “Não é tão comum usar a música no teatro desta maneira. Eu bebi bastante a fonte do filme Pague para Entrar, Reze para Sair, por sugestão do Farjalla. Apesar do clima de terror, o humor está tanto na caricatura de cenário, figurino, atuação dos atores, quanto na música. Então essa caricatura do terror, da tensão, do suspense, traz consigo o humor, porque fica às vezes tão bizarro, que torna a coisa engraçada”, finaliza o diretor musical Gilson Fukushima.
Prêmios:
Prêmio Shell / Finalista em três categorias: Ator – Luis Miranda, Figurino – Karen Brustollin e Iluminação – César Pivetti. Os resultados serão anunciados em março de 2020. Prêmio do Humor 2020 / Finalista em duas categorias: Direção – Jorge Farjalla e Performance – Luis Miranda. Os resultados serão anunciados em março de 2020. Prêmio Guia da Folha / Finalista na categoria Melhor Estreia de Teatro 2019 / Prêmio Bibi Ferreira / Vencedor em cinco categorias: Direção – Jorge Farjalla, Atores – Mateus Solano e Luis Miranda, Cenografia – Marco Lima e Desenho de Luz – Cesar Pivetti. Finalista na categoria Melhor Espetáculo. Prêmio Aplauso Brasil / Finalista nas categorias Melhor Direção, Melhor Figurino e Melhor Ator – Mateus Solano. Prêmio Cenyn / Finalista nas categorias Melhor Cenário, Melhor Direção de Arte, Melhor Iluminação, Melhores Efeitos Sonoros, Melhor Sonoplastia, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Melhor Adereço.
Serviço
O Mistério de Irma Vap
Local: Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa 153 – Bela Vista – SP)
Temporada: De 27 de janeiro a 6 de março de 2022.
Quintas, sextas e sábados, 20:30h. Domingos, 17h
Duração: 100 minutos.
Ingressos:
Quintas, Sextas, sábados, às 20h30 e domingos, às 17h – Plateia central – R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia). Plateia lateral – R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia). Balcão I – R$ 90,00 (inteira) e R$ 45,00 (meia).
***Destaque para as duas primeiras semanas de peça, do dia 27 de janeiro a 10 de fevereiro, os ingressos referentes ao valor inteiro saem pela metade do preço***
Bilheteria – Horário de funcionamento: Terça e quarta-feira das 14h às 19h; de quinta a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Abertura da casa: 1 hora antes de cada espetáculo.
● Não serão permitidos alimentos, câmeras fotográficas, e filmadoras no interior da sala.
Naked Boys Singing! é um espetáculo de teatro musical, ícone da cultura gay, que estreou no Hollywood´s Celebration Teatre, em Los Angeles nos Estados Unidos, em 1998, e que posteriormente foi montado em New York, onde se tornou o segundo musical mais longevo off-Broadway. Produzido em mais de 20 países, desde a sua estreia sempre esteve em cartaz em algum lugar do mundo.
No Brasil, a nova montagem esteve em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno, e devido ao sucesso conta com nova temporada no Teatro Nair Bello e os ingressos para as novas sessões estão à venda pelo site Sympla ou na bilheteria do teatro.
Naked Boys Singing! é um musical, com músicas pujantes, tocadas ao vivo por um ator/pianista e defendido com energia e vitalidade por dez atores/cantores/bailarinos, além de uma equipe criativa com nove artistas. O espetáculo é dividido por 15 atos musicados, que abordam temas distintos relacionados ao corpo masculino, do cômico nonsense ao drama.
Segundo o diretor Rodrigo Alfer, a pele exposta no musical tem um significado mais amplo e poético, principalmente pelo momento de pandemia em que fomos obrigados a nos cobrir, e temermos o corpo e contato com o outro. O musical além de libertador é uma celebração à vida.
Ficha Técnica
Idealização: Robert Schrock
Versionista: Rafael Oliveira
Direção: Rodrigo Alfer
Assistente de Direção: Manu Littiéry
Direção Coreográfica: Alex Martins
Assistente de Coreografia: João Hespanholeto
Direção Musical: Ettore Veríssimo
Assistente de Direção Musical: Gabriel Fabbri
Preparação de Elenco: Érika Altimayer
Cenário e Figurino: Daniele Desierrê
Desenho de Luz: Guilherme Andrade
Desenho de Som: André Omote
Copista: Rafael Gamboa
Produção e Cenotecnia – Alexandre de Marco
Produção: Bacana Produção Artísticas
Elenco: André Lau, Aquiles, João Hespanholeto, Luan Carvalho, Lucas Cordeiro, Raphael Mota, Ruan Rairo, Silvano Vieira, Victor Barreto, Tiago Prates e Gabriel Fabri – Pianista
Fotos: Caio Gallucci
Serviço:
Naked Boys Singing!
Teatro Nair Bello (Rua Frei Caneca, 569 – 3º Piso, Shopping Frei Caneca, São Paulo – SP)
A vida moderna tem trazido muitos desafios para a saúde. Em particular, precisamos nos manter alertas quanto à saúde mental. As mudanças das últimas décadas criaram muitos obstáculos para as mulheres. Equilibrar tarefas familiares, objetivos pessoais e profissionais sem sobrecarregar o corpo e a mente, se tornaram desafios diários.
Pensando nisso, o Papo de Amora – Espetáculo Teatral é um trabalho autoral inédito pensado para estreia durante a Campanha de Popularização do Teatro de Campinas e foi criado para contar a minha história de superação e através dela poder promover um diálogo leve, aberto e descontraído sobre estes novos desafios, além de passar por reflexões como empoderamento feminino, autoestima, oportunidades, empreendedorismo, mudança de carreira, escolhas, relacionamento, preconceito, amor, relações sociais, liberdade, e até poder.
Créditos: Divulgação
Cada personagem foi pensada para construir uma narrativa em cima dos assuntos propostos. Confira!
• Clarice – Uma mulher insegura, desorganizada e com baixa autoestima que busca sua liberdade de escolhas. Ao longo da história se depara com sua consciência que a ajuda através das amigas imaginárias que estão sempre colocando-a em situações inusitadas;
• Amora/Amor Perfeito – Amiga imaginária que representa o otimismo, a determinação e a força da mulher para tomada de decisão. Ela leva Clarice à inúmeros desafios de superação através de outros elementos (personagens secundários) que vai criando em situações ao longo da história.
• Valentina/Tina – Amiga imaginária que representa o razão absoluta, a âncora que prende a criatividade, a falta de iniciativa, mas acima de tudo o questionamento para tirar o pé do chão e buscar grandes realizações. Ela leva Clarice a inúmeros desafios, mas bate de frente com Amora sempre de forma negativa e pessimista de que nada vai dar certo, criando diversas situações de conflito importantes para a trama principal.
• Personagens Secundários – serão personagens que entram no contexto da história e no diálogo pra Amora poder ajudar a Clarice a encontrar seu caminho. São eles: Mãe Pepeô, Namorado, Coaching, D. Maria e Maycon.
A história toda se passa dentro da casa da Clarice e do seu universo imaginário. Em um cenário atemporal, Clarice se vê num momento de grandes escolhas: casar, ter filhos ou seguir seus sonhos e manter sua escolha de vida com liberdade.
Créditos: Divulgação
Ficha técnica: # Personagens: • Clarice / Valentina – Ana Káthia Guerra • Amora / Demais personagens – Jefferson Domingues
• Roteiro – Ana Káthia Guerra (autora) e os Coautores Jefferson Domingues e Gê Filho; • Direção – Gê Filho; • Preparação de Elenco – Rosane Trindade; • Produção Executiva e Realização: Momentos Companhia Teatral – Ana Káthia Guerra e Jefferson Domingues; • Iluminação – Diego Augusto (Metabiose)
Segundo a atriz e autora Ana Káthia Guerra, a inspiração para o espetáculo surgiu da necessidade de recomeçar: “São inúmeros os motivos que levam uma mulher a recomeçar um novo ciclo, uma nova história. Quando estamos nessa fase de recomeço caímos em muitas armadilhas que nos fazem desistir. A primeira delas, sem dúvidas, é deixar de acreditar em nós mesmas e de que somos capazes de levantar e reconstruir uma nova história. Acredite, não há força mais poderosa do que ver uma mulher se reconstruir com o olhar firme e o poder de suas ações e de sua coragem. Foi com este olhar de recomeço da minha própria história, que nasceu Papo de Amora para incentivar e inspirar muitas mulheres em seus recomeços.”
Serviço – Papo de Amora Realização – Momentos Companhia Teatral – Ana Káthia Guerra e Jefferson Domingues Dia 27 de janeiro, às 20h. Teatro Castro Mendes – Rua Conselheiro Gomide, 62 – Vila Industrial (Campinas), Campinas – SP, 13035-320 Ingressos antecipados a R$10,00 – link de compra : Sympla Campanha de Popularização do Teatro de Campinas – será realizada de 09/01 a 06/02/2022 no Teatro Castro Mendes.
Para iniciar a comemoração dos dez anos da Cia dos Reis, o grupo teatral traz para sexta temporada a comédia romântica mais apaixonante de todos os tempos ‘Querido Amigo’, o espetáculo que surgiu através de uma campanha de crowdfunding, estreou em 2015 e esteve em cartaz no teatro Commune, Parlapatões, Extra Itaim e também no teatro Augusta, onde permaneceu por nove meses, recebendo diversas indicações de prêmios incluindo Prêmio Papo Mix no ano de 2018. O espetáculo volta agora com novo elenco no Teatro West Plaza, após temporada de sucesso no ano anterior.
O espetáculo conta uma intrigante história de coincidências da vida, quando quatro rapazes cruzam suas trajetórias a partir da convivência diária, misturando diversos sentimentos como a amizade, o amor e o preconceito, em todas as suas formas.
Créditos: Divulgação
Bernardo e Cristiano são grandes amigos desde a infância. Quando adultos, decidem dividir o mesmo apartamento, ganhando assim mais intimidade e espaço na vida um do outro.
Em meio às confusões do dia a dia, Bernardo (gay) se declara ao amigo (hétero), colocando a amizade de anos à prova, surgindo assim sentimentos e inseguranças entre eles. Após a revelação, os personagens fazem questionamentos a amizade, tentando em meio de situações cômicas salvar a relação com a ajuda de outros dois amigos, Pedro e Kadu que revelarão outras respostas ao longo da trajetória.
Créditos: Divulgação
Escrita pelos autores Gustavo Vierling e Thiago Mantovani, com direção de Ivo Ueter, a peça é uma boa pedida para pensar em indagações sobre diversas situações de relacionamentos.
Autores: Gustavo Vierling e Thiago Mantovani Elenco: Gustavo Vierling, Ivo Ueter, Lucas Romão e Márcio Vidgoy Duração: 90 minutos Classificação: 14 anos Apoio: Acesso Cultural
No próximo dia 25 de janeiro, no dia do aniversário de São Paulo, a Dagnus Produções fará uma apresentação do espetáculo “Mãos Dadas, O Musical” no Teatro Liberdade, oferecendo um presente especial para a cidade.
O musical será um evento beneficente, que visa juntar artistas do mercado do Teatro Musical e Televisivo com objetivo de resgatar e reacender a chama da esperança nas pessoas, celebrando, assim, a vida, após esse momento de estagnação onde o mundo se viu obrigado a parar devido a pandemia da COVID-19.
Diego Campagnolli | Créditos: Divulgação
O espetáculo contará com cenas de musicais da Broadway, além de músicas da nossa MBP e Pop Music representadas por importantes artistas da cena do Teatro Musical como Jarbas Homem de Mello, Helga Nemetik, Sandra Pera, Silvetty Montilla, Simone Gutierrez, Graça Cunha, Diego Campagnolli entre outros.
Simone Gutierrez | Créditos: Divulgação
“Mãos dadas, o Musical” é roteirizado e dirigido por Allan Oliver, também autor, produtor e diretor de Bullying, o Musical (indicado a melhor evento pelo Prêmio Jovem Brasileiro), Só Se For a Dois (indicado a versão brasileira do Broadway World Awards), além disso está encabeçando a vinda de Spamalot da Broadway para o Brasil.
A instituição Anita Briza será a entidade beneficiada com a renda coletada. A organização trata-se de um núcleo assistencial, inaugurado em 2018, voltado para serviços de caridade, localizado na Rua Aurélia 665, no bairro da Lapa. A organização tem como missão colaborar com a reinserção social das famílias e pessoas em situação de rua que se encontram em grande vulnerabilidade social através de atividades que tem o foco na garantia de direitos sociais e emancipação.
Helga Nemetik | Créditos: Divulgação
FICHA TÉCNICA:
Texto e direção: Allan Oliver
Produção: Allan Oliver, Pietro Borba e Pietro Dal Monte
Direção musical: Ettore Veríssimo
Direção coreográfica: Lucas Fernandes
Elenco: Abner Depret, Amanda Bamonte, Ana Luiza Cuba, Bel Barros, Carol Cristal, Carol Pfeifer, Carol Roberto, Diego Campagnolli, Gigi Patta, Graça Cunha, Gui Leal, Guto Melo, Helga Nemetik, Jarbas Homem de Mello, José Dias, Léo Rocha, Luiza Lapa, Luiza Poroca, Manu Costa, Manu Magaldi, Manuel Marinho, Maria Clara Rosis, Marisol Marcondes, Matheus Braga, Murillo Armacolo, Pedro Arrais, Rafael Pucca, Renan Cruise, Renato Bellini, Richard Marques, Ricke Hadachi, Robson Lima, Sandra Pera, Silvetty Montilla, Simone Gutierrez, Thiago Perticarrari e Victor Garbossa.
Ensemble: Ana Flávia, Celso Till, Clara Aidar, Danilo Rodrigues, Diego Fecini, Gabriela Pompilio, Gabriella Melo, João Bio, João Victor Foscelini, Júlia Bassoli, Letícia Cavalante, Lucas Marques, Luis Vasconcelos, Marcela Regenga, Marcelo Liborni, Mariana Gianotti, Mauricio Mafra, Melissa Gomes, Monalisa, Mylena Vincentin, Nathia, Nil Venâncio, Pietro Dal Monte, Rafael Cairo, Sibila Miele, Sophia Correia, Thais Tresoldi e Yan Xavier.
Assessoria de imprensa: Fabio Camara
Realização: Dagnus Produções
Graça Cunha | Créditos: Divulgação
SERVIÇO:
LOCAL: Teatro Liberdade (Rua São Joaquim 129, – Liberdade), 900 lugares. Com acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.
DATA: 25/01 (Terça 20h30)
INGRESSOS: R$ 140,00 (Plateia Premium), R$ 110,00 (Plateia), R$ 90,00 (Balcão A) e R$ 60,00 (Balcão B), através do www.sympla.com.br
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