Espetáculo “Cálculo Ilógico” prorroga temporada até junho


Créditos: Bia Chaves


A matemática é utilizada em metáforas em “Cálculo Ilógico”, espetáculo em que a atriz paulista Jéssika Menkel se apropria de uma dor pessoal e tenta entender esse sofrimento por meio de fórmulas e cálculos. Misturando ficção e realidade, o solo, dirigido pelo premiado Daniel Herz, apresenta o sentimento de inquietação que cerca a nós, humanos, quando nos deparamos com o fim. Com um potente trabalho corporal e um texto intrigante, em que o público embarca em emoções desmedidas, a peça, inédita no Rio, está em cartaz até 2 de junho na Casa de Cultura Laura Alvim, no Teatro Rogério Cardoso, um espaço da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ. A direção de produção é de Maria Siman.

Em “Cálculo Ilógico”, Jéssika dá vida à Ella, personagem que vive em um universo numérico em busca de nova perspectiva para ver o mundo. “Busquei na matemática uma forma de contar também a história da perda do meu irmão. Todo o mundo já perdeu alguém. Quis transformar dor em arte, resignificar meu olhar para os acontecimentos da minha vida”, releva a jovem atriz, de 28 anos, que também assina a dramaturgia. Em cena, a personagem relembra, revive, calcula acontecimentos e expõe, em números, a eliminação errada de seu irmão D+ 1. “Ella enxerga por meio de uma lógica matemática, analisando a probabilidade dos acontecimentos e buscando razões nos números e nas fórmulas para explicar um cálculo chamado vida”, completa a artista.

Créditos: Alberto Maurício

Há cinco anos, a atriz vem realizando uma pesquisa a cerca de teatro documentário e autoficção. Em 2017, quando participou do Festival de Cabo Frio “A pastora do lixão” no (prêmios de melhor espetáculo curto pelo júri técnico e pelo júri popular, melhor atriz e melhor concepção cenográfica), conheceu o filho do diretor Daniel Herz, Tiago, que pouco tempo depois a apresentou ao pai, a quem sempre admirou o trabalho, e almejava que a dirigisse em “Cálculo Ilógico”.

Durante o processo de criação, na sala de ensaio, Daniel Herz realizou diversas provocações dramatúrgicas que fizeram com que Jéssika investigasse memórias, sentimentos, abismos e recortes de sua vida. “Houve muita emoção e choro. Chegava em casa instigada e escrevia muito, muito. Há ficção, mas há muito da minha essência”, lembra.

Créditos: Bia Chaves

A encenação valoriza a força do texto e o trabalho da atriz como principais motores da montagem. O figurino de Thanara Schonardie, que também assina a cenografia, traz fragmentos de diversas roupas, inclusive uma camisa do irmão de Jéssika. O cenário, delimitado por uma fita vermelha, traz poucos elementos, como três cubos, que ao longo da montagem ganham novos significados, e uma bicicleta. A trilha sonora original de Éric Camargo foi composta especialmente para o espetáculo, assim como luz de Aurélio de Simoni fortalece a dramaturgia e insere o público dentro da cena.

“Calculo Ilógico” estreou em outubro de 2018 em São Paulo, num curtíssima temporada o Top Teatro. A montagem carioca tem apoio da institucional do Teatro Rogério Cardoso e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ.

Serviço

Temporada: 12 de abril a 2 de junho – sexta e sábado, às 19h, e domingo às 18h

Local: Teatro Rogério Cardoso – Casa de Cultura Laura Alvim

Endereço: Av. Vieira Souto 176, Ipanema. Tel.: 2332-2015

Valores: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação: 45 lugares. Gênero: autoficção. Duração: 55 min.

Classificação etária: Livre

Vendas online: Ingresso Rápido

Facebook e Instagram: @calculoilogico

DZI CROQUETTES realiza show especial para celebrar 45 anos de carreira


Créditos: Ana Catarina Duarte


Show musical performático celebrará os 45 anos de sucesso do antológico e lendário grupo Dzi Croquettes. Ciro Barcelos, integrante da formação original, se faz acompanhar pelo excelente quarteto de músicos que formam a BANDZI sob a regência do maestro André Perine, para contar a trajetória artística desse grupo que enfrentou a ditadura de salto alto e pernas cabeludas, corajosamente subvertendo os costumes da época e quebrando todos preconceitos. Abrindo caminho para artistas como Ney Matogrosso, o grupo foi interditado e convidado a se retirar do país indo parar em Paris onde se tornaram o maior sucesso da temporada teatral de 1974.

Números musicais recheados de canções que entraram para a história da música popular brasileira, projeções com depoimentos de artistas que fizeram parte desse movimento, como Elis Regina que enviou em primeira mão para os rapazes na França, uma fita cassete com o recém gravado bolero Dois pra Lá, Dois pra Cá de João Bosco e um bilhete ao coreografo Lennie Dale dizendo: “gringo, escuta essa e dança”, de onde saiu o famoso bolero dançado no espetáculo por dois homens.

Créditos: Ana Catarina Duarte

Histórias hilariantes sobre o grupo contadas por Luis Carlos Miéle, Gilberto Gil, Liza Minnelli, Marília Pera e outros artistas, ilustram uma carreira de sucesso internacional que permanece viva ainda hoje. Os Dzi Croquettes foram aplaudidos por milhares de pessoas no Brasil e exterior, celebridades como Mick Jagger, Kiss, Grace Jones e David Bowie figuram entre os fãs que assistiam assiduamente os irreverentes e debochados rapazes brasileiros.

Dzi 45 anos é um show musical em um só ato. Dinâmico e alegre, surpreende e diverte o público pela historia vivida e narrada com emoção e humor por seu protagonista Ciro Barcelos, o qual, aos dezoito anos de idade foi um dos fundadores do grupo. Essa não é apenas a historia do Dzi Croquettes, mas de toda uma geração, e de um movimento cultural que envolveu o teatro, a dança e a musica popular brasileira.

Em 2012 Ciro Barcelos recebeu do governo brasileiro a medalha de honra ao mérito e o titulo de comendador, devido aos serviços prestados ao país na luta contra a ditadura militar.

No carnaval de 2019, a cantora Daniela Mercury e Caetano Veloso homenagearam o grupo com a canção É Proibido O Carnaval. Ciro Barcelos e os novos croquettes desfilaram com Daniela no Trio Elétrico que desceu a Rua da Consolação em São Paulo.

Os shows de comemoração já tiveram a participação de vários artistas, entre eles o ator Bruno Gissoni e o cantor Ney Matogrosso. Na apresentação que acontecerá no Teatro das Artes no próximo dia 16, a participação especial ficará a cargo de Paulinho Lima.

SERVIÇO

Dzi Croquettes 45
Categoria – Show Musical
Data- 16 de Maio | 21H
Local- Teatro das Artes / Shopping Eldorado / SP
Ingressos: https://compre.ingressorapido.com.br/event/60417-2/d/60223

Espetáculo imersivo Distopia Brasil volta em cartaz na Funarte SP


Créditos: José de Holanda


Montagem do Núcleo do Pequeno Ato, o espetáculo Distopia Brasil reestreia na Funarte SP, no dia 18 de maio, sábado, às 19h, com entrada franca integrando a programação da Virada Cultural. A temporada segue até 9 de junho, aos sábados e domingos, às 19h, com ingressos a R$20 e R$10 (meia entrada). É o terceiro trabalho do coletivo – depois dos premiados Fortes Batidas e 11 Selvagens.

Com direção de Pedro Granato, a montagem surgiu de um processo criativo colaborativo, no qual o núcleo se debruçou sobre distopias clássicas e contemporâneas, como 1984, Fahrenheit 451, Handmaid’s Tale, Blade Runner, Matrix, Laranja Mecânica, Admirável Mundo Novo, Black Mirror, Ensaio sobre a Cegueira e V de Vingança.

Créditos: José de Holanda

“Sinto que vivemos a Era de Ouro das distopias, pois muita gente tem consumido e revisitado livros clássicos desse gênero. Entretanto, temos quase sempre uma perspectiva e uma cultura vindas de fora. É difícil entender uma distopia sobre controle absoluto em um Brasil no qual o Estado é cronicamente incompetente; ou sobre o tratamento desumano, pois muitos cidadãos já vivem isso em seu cotidiano graças ao nosso passado escravocrata e com subemprego”, comenta o diretor Pedro Granato, sobre os motivos para criar essa crítica da realidade brasileira.

A ideia era partir dessas obras para criar uma reflexão sobre como seria um futuro sombrio do país se os seus problemas atuais se agravassem. “Quando começamos esse processo, não imaginávamos que o Brasil se deterioraria tão rápido; sabíamos apenas que a situação do país ficaria violenta. O teatro segue na sua profunda impotência diante do macro; o que pretendemos fazer é atuar na escala individual. Que o espectador consiga por um instante entrar em contato com o que pode acontecer e reagir a isso. Pensando nos princípios de Augusto Boal, não trabalhamos com o espectador passivo, que é um mero consumidor daquilo que o agrada ou não. Aqui ele é um agente, tem que responder às provocações e sentir-se impelido a reagir”, explica Granato.

Créditos: José de Holanda

As principais questões sociopolíticas escolhidas para discussão foram: a intervenção militar no Estado, manifestada nas forças de pacificação do exército no Rio de Janeiro, que controlam e ficham os moradores das comunidades periféricas; o avanço do Estado Religioso, representado pelo crescimento da bancada BBB (boi, bíblia e bala) no congresso; o controle e fim da privacidade, que ficaram evidentes nos recentes grampos norte-americanos para políticos brasileiros e na vigilância dos cidadãos comuns exercida pelas novas tecnologias e mídias sociais; e os desastres ambientais, como a crise hídrica que tem ameaçado os reservatórios de água de São Paulo nos últimos anos. Também foram investigados grupos atuais de resistência para tentar imaginar como seria a luta contra esse regime totalitário proposto.

Assim como as peças anteriores do coletivo, Distopia Brasil propõe uma experiência imersiva ao espectador, arrastando-o para dentro da cena. Na entrada, por exemplo, a plateia deve responder perguntas dos interventores e será acomodada em bancos como se estivesse na igreja – ou na fila de espera por um serviço estatal burocrático. Além disso, todos são filmados o tempo todo, participam dos ritos da República Teocrática do Brasil, aplaudem o discurso do líder, rezam e participam do julgamento de um casal de meninas que tentou esconder sua relação para conseguir um visto de saída do país.

“Não queríamos fazer um espetáculo discursivo em um país que já está saturado de opiniões e ideias; achamos muito mais interessante fazer uma distopia da qual todos fariam parte. Ou seja, a plateia pode experimentar um pouco o que é um procedimento ditatorial, uma intervenção militar e você ser controlado. Gostaríamos que a plateia sentisse essa experiência – que envolve a angústia e o constrangimento – para entender o real perigo dos discursos radicais que estão ganhando cada vez mais força no país”, comenta.

Créditos: José de Holanda

Para o núcleo, o futuro do Brasil se parece muito com uma mistura do passado e do presente do país, nos quais a justiça é mesclada com a moral religiosa, a escravidão, o machismo e a homofobia são traços marcantes da sociedade e poucos conseguem romper o conforto da passividade. “Começamos a pensar em um futuro para o Brasil e percebemos que os tempos que virão estarão imersos no retorno de coisas horríveis que já aconteceram e de feridas adormecidas. A História não é uma evolução contínua, mas um ciclo de recuos e avanços. Vivemos um momento em que se defende o autoritarismo, a catequização, o preconceito e a perda de salários e direitos trabalhistas. Temos uma ótica medieval e obscurantista sendo retomada, na qual há luta do bem contra o mal e inimigos a serem linchados”, acrescenta.

Ao contrário das distopias clássicas, que trabalham com a ideia de um Estado com avanços tecnológicos inimagináveis, o espetáculo procura focar na face humana da questão. ”Ao invés do progresso da ciência, temos o retorno de uma narrativa religiosa maniqueísta e fantasiosa. Ao mesmo tempo, também trazemos quais são os perigos tecnológicos. A peça não trabalha com iluminação teatral, mas com fontes de luz alternativas e manuais, equipamentos celulares e pequenas câmeras. Com isso, queremos mostrar que essa distopia não está tão distante assim da nossa realidade”, esclarece o diretor.

Serviço

DISTOPIA BRASIL

Duração: 90 minutos. Classificação: 12 anos.

Reestreia dia 18 de maio, sábado, às 19h – Ingressos grátis.

Temporada: Até 9 de junho. Sábados e domingos, às 19h.

Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia entrada).

FUNARTE – Sala Arquimedes Ribeiro – Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos.

Capacidade: 70 lugares.

Resenha: “Soror”, um espetáculo que toda mulher deveria assistir


Créditos: Edson Kumasaka/Divulgação


O espetáculo Soror, com texto de Luisa Micheletti e direção de Caco Ciocler, não carrega esse nome por acaso. Intenso, visceral e profundo, com ares de comédia, o enredo apresenta duas versões de mulheres: Lilith, criada do pó e da lama, que carrega características muito surpreendentes, inicialmente: ela se recusa a ser submissa a Adão, no Éden recém-criado. É curioso observar como, logo no início, o texto causa identificação imediata por carregar elementos, através do diálogo entre ela e seu companheiro, que toda mulher já viveu, ou ao menos escutou. Frases como “você tem que usar isso” ou “você deve fazer aquilo”, proferidas por homens para as mulheres que os cercam.

Ao perceber que sua primeira companheira não irá agir e ser conforme os desejos dele, afinal, ela só quer ser do jeito que deseja, sem amarras, Adão pede ao pai, criador de tudo, que crie uma outra mulher para ele. Aí entra em cena Deus, que, ao ver-se sem saída, acaba cedendo ao desejo de seu filho, criando, assim, Eva, uma mulher obediente, doce, delicada. Aparentemente, de acordo com o que Adão sempre sonhou e, querendo ou não, tudo o que a sociedade espera que uma mulher seja.

Créditos: Divulgação / Morente Forte

Lilith e Eva acabam por se unir, descobrindo várias coisas em comum e outras nem tanto. A partir daí, Lilith dá uma série de lições que servem para todas as mulheres, sendo, por vezes, válidas para todo o público. Muito mais do que o feminismo raso e simples, o que “Soror” mostra através de Lilith é a prática do que o movimento significa, sem complicações.

Vale destacar a sintonia em cena entre Luisa Micheletti e Fernanda Nobre, que, do jeito delas, mostram para o público muito claramente os dois opostos de uma mesma personalidade, que podem muito bem conviver entre si. É uma bela mensagem de empoderamento, de coragem e de que diversos tipos de personalidades cabem dentro de uma mesma sociedade, sem julgamentos, completando-se entre si.

‘MALVADAS – Tudo Sobre Sharon, Sheila & Shirley’ estreia no Teatro FAAP


Créditos: Michel Angelo


“O melhor da festa é ter sido convidado para ela”
Alessandro Marson

‘MALVADAS – Tudo Sobre Sharon, Sheila & Shirley’ estreia no Teatro FAAP em 08 de maio, quarta-feira, às 21h, seguindo em temporada até 26 de junho. A peça do escritor e dramaturgo Alessandro Marson (Novo Mundo – TV Globo), que ganha pela primeira vez montagem só com atores ( André Segatti, Marcelo Mansfield e Chico Terrah), conta a história de três irmãs que moram em um apartamento que mais parece um depósito de coisas velhas.

Numa manhã de sábado, dia oficial de faxina, as irmãs recebem um convite para uma grande festa, a mais badalada do ano, que irá acontecer naquela noite. O convite é individual e somente uma delas poderá ir, porém o envelope está ilegível e não é possível saber qual das três foi a convidada. O lado mais sombrio, competitivo e maquiavélico vai ser colocado em prática. A história conduz a uma viagem pelos sentimentos dessas irmãs numa situação de embate. Depois da primeira parte do jogo vencida por alguém vem a vingança das ‘ninguéns’, as que foram derrotadas no primeiro tempo. Várias trapaças são realizadas; brigas, discussões, alianças e traições se dão sucessivamente.

Créditos: Michel Angelo

‘Malvadas — Tudo Sobre Sharon, Sheila & Shirley’ é sobre isso. As três irmãs que tem nomes que começam com as mesmas letras: “S” e “H”, mesmo desprovidas de qualquer talento, têm uma vontade absurda de serem “alguém” e mostrar para as outras que, mesmo “começando iguais” elas podem ser diferentes”, diz Marson.

A comédia também traz como reflexão o bullying familiar. “Em meio ao besteirol e gargalhadas, a peça traz à tona o pior de cada uma e consequentemente a reflexão nas relações em família, o que é pouco falado quando se trata de bullying”, diz o diretor.

Créditos: Michel Angelo

A direção de Marcio Rosario (que já havia sido produtor executivo na primeira montagem da peça com atrizes mulheres, em 2007, dirigida pelo autor) privilegia a versatilidade de cada ator na desconstrução das personagens. Rosario faz também uma discreta homenagem aos atores Miguel Magno e Ricardo de Almeida, que atuaram em “Quem tem medo de Itália Fausta”, besteirol dos anos 1980, que marcou o diretor pela inteligência cênica.

A atriz Angela Dippe assina as coreografias, a caracterização é de Malonna, desenho de Luz de Gabriel Greghi e a cenografia, figurinos e trilha de Marcio Rosario, além da direção.

SERVIÇO
Teatro FAAP
Endereço: R. Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo, 01243-010
Capacidade: 510 pessoas
“Teatro possui acessibilidade”
Telefone: (11) 3662-7233
Estreia dia 08 de maio, quarta, às 21h.
Temporada até 26 de junho, sempre às quartas, às 21h
Dia 22 de maio excepcionalmente não haverá espetáculo
Indicação de faixa etária: 12 anos
Duração: 70 minutos
Preços: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia entrada)
Gênero: Comédia
Estacionamento conveniado
ESTAPAR Estacionamentos – Rua Armando Penteado, 70
Telefone: (11) 3662-7582 – http://www.estapar.com.br
https://www.faap.br/teatro/ 

‘Chaves – Um Tributo Musical’ tem estreia marcada para agosto, em São Paulo


Créditos: Divulgação


E Zás… Ele está chegando!!! O espetáculo Chaves – Um Tributo Musical já tem sua estreia marcada para o dia 23 de agosto, no Teatro Opus (Shopping VillaLobos), em São Paulo. O musical homenageará o gênio da comédia Roberto Gómez Bolaños e todo o seu legado, que diverte e emociona diferentes gerações até hoje.

Esta é a primeira produção dessa natureza endossada e licenciada pelo Grupo Chespirito, e pelo SBT. A montagem promete surpreender os fãs do seriado – e o público em geral – com roteiro inédito da diretora musical Fernanda Maia e direção geral de Zé Henrique de Paula, ambos conhecidos por musicais como “Urinal – o musical” e “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”. O espetáculo será permeado por canções clássicas da série.

Créditos: Divulgação

Chaves – Um Tributo Musical é apresentado por Ministério da Cidadania e UOL. A realização é de Adriana Del Claro, em parceria com a Move Concerts.

Mais informações sobre elenco e serviço completo serão divulgados em breve. Acompanhe as novidades de Chaves – Um Tributo Musical nas redes sociais: Instagram | Facebook