“Forever Young” estreia temporada no Teatro Folha


Créditos: Divulgação


A Comédia Musical Forever Young de Erik Gedeon, estreou em Agosto de 2016, no Teatro Raul Cortez em São Paulo, realizou temporada em 2017 no Rio de Janeiro e passou por mais oito capitais brasileiras, com grandes hits mundiais da música pop e rock’n’roll. O espetáculo foi indicado aos maiores prêmios de teatro musical como Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Reverência, e entre outros.

De forma bonita, poética e bem-humorada, o musical  aborda seis grandes atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.

Créditos: Divulgação

A comédia musical consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações. Forever Young é uma grande homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações.

Os hits são sucessos do rock/pop mundial de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90. Músicas que são verdadeiros hinos como “I Love Rock and Roll”, “Smells Like a Teen Spirit”, “I Wil Survive”, “I Got You Babe”, “Roxanne”, “Rehab”, “Satisfaction”, “Sweet Dreams”, “Music”, “San Francisco”, “California Dreamin”, “Let It Be”, “Imagine”, e a emblemática “Forever Young”. Já o repertório nacional conta com canções como “Eu nasci há 10 mil anos atrás” de Raul Seixas, “Do Leme ao Pontal” de Tim Maia e “Valsinha” de Chico Buarque.

Créditos: Divulgação

O espetáculo fica estreia no Teatro Folha em curtíssima temporada até 30 de maio.

Serviço
Teatro Folha
Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 / Terraço
Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323
Horário de funcionamento da bilheteria: terça a quinta-feira, das 15h às 21h; sexta-feira, das 15h às 21h30; sábado, das 12h às 22h30; domingo, das 12h às 20h
Pela Internet: http://bit.ly/2OJd8Zz
Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto. Cliente Porto-Seguro 50% de desconto.

Temporada: 03 de abril a 30 de maio
Sessões:
Quartas e Quintas às 21h
Ingressos: De R$30,00 à R$70,00
Contatos Grupos – teatrofolha@conteudoteatral.com.br
Duração: 100 minutos
Recomendação: 10 anos
Gênero: comédia musical

“Cargas D’água – Um Musical de Bolso” fará única apresentação no Teatro Procópio Ferreira


Créditos: Victor Miranda


Após sucesso de crítica e público, indicações ao Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Reverência, Prêmio Destaque Imprensa Digital e Prêmio Aplauso Brasil, além da premiação de Vitor Rocha como Revelação por roteiro e músicas do espetáculo no Prêmio Bibi Ferreira, e Destaque Roteiro Original mo Prêmio Destaque Imprensa Digital, “Cargas D’água – Um Musical de Bolso” fará única apresentação no Teatro Procópio Ferreira em São Paulo.

No dia 16 de abril, o espetáculo fará única apresentação no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. Em única sessão às 20h, os ingressos já estão à venda pelo site Ingresso Rápido.

Créditos: Victor Miranda

O espetáculo esteve em cartaz em São Paulo – SP no Espaço Cia da Revista entre abril e junho de 2018 e entre setembro e novembro do mesmo ano no Teatro do Núcleo Experimental. Ainda em 2018, fez apresentações nas cidades de Campinas – SP, Brasília – DF e Jacutinga – MG, e durante o Evento O Dia dos Musicais realizado no Clube Hebraica (São Paulo – SP).

Em 2019 o texto está sendo traduzido para o inglês e ganhará uma temporada na cidade de Nova York nos EUA.

“Cargas D’Água” é um musical inédito, autoral e regional brasileiro escrito e dirigido por Vitor Rocha, que, por não necessitar de grandes recursos e ter uma curta duração, é apelidado de “um musical de bolso”.

O espetáculo conta uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”. Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos.

Créditos: Victor Miranda

Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral. Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e para a deles.

O musical que é curtinho, assim, de bolso mesmo, tem um elenco bem parecido, tendo no palco apenas três atores: Ana Paula Villar como Pepita, Gustavo Mazzei como Moleque e Vitor Rocha como Charles, e contando também com Victória Ariante e Pier Marchi como swings do espetáculo.

Serviço:

Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2823)

Lugares: 624

Duração: 90 minutos

Única apresentação: 16 de abril de 2019 – Terça-feira

Horário: 21h

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia entrada)

Classificação: Livre

Venda de ingressos pelo site Ingresso Rápido:  https://compre.ingressorapido.com.br/event/60153-2/

Lord Of The Dance vai parar São Paulo nesta quinta-feira


Créditos: Divulgação


Visto por mais de 100 milhões de pessoas em mais de 67 países, o espetáculo Lord of the Dance – Dangerous Game, terá curta temporada no país, com apresentações no Rio de Janeiro, dias 03 e 04 de abril no Vivo Rio e em São Paulo dias 05, 06 e 07 de abril no Ginásio do Ibirapuera. Enquanto isso não acontece, o grupo irá dar uma prévia de como será o espetáculo numa pequena apresentação, na próxima quinta-feira, dia 28 de março, no Metrô Paraíso.

Criado pelo dançarino e diretor artístico Michael Flatley, Lord of the Dance – Dangerous Game vai mostrar nessa Passagem de Cena a razão do show emocionar o público, com uma mistura inebriante de dança e música, que combina o tradicional com o contemporâneo e surpreende pela velocidade do sapateado, o vigor físico e a demonstração de força de seu excepcional elenco.

Uma parte do grupo, formado por 33 bailarinos, estarão nessa apresentação do Metrô mostrando todo o seu talento e interagindo com o público, ensinando um pouco de sapateado.

Serviço:

Data: 28/03 /2019

Horário: 18h

Local: METRÔ PARAÍSO – Plataforma 1 – acesso linha 1 – Azul – próximo SSO

Peça teatral sobre Vladimir Herzog reestreia no Sesc Santo André


Créditos: Jonatas Marques


Na manhã do dia 25 de outubro de 1975, o dramaturgo e diretor de jornalismo da TV Cultura, Vladimir Herzog, chegava voluntariamente ao DOI-CODI instalado na rua Tomás Carvalhal, em São Paulo. Ele estava acompanhado do colega de Redação, Paulo Nunes, que foi dispensado na recepção enquanto Vlado era encaminhado para o interrogatório que tiraria sua vida, e o tornaria um dos principais símbolos da brutalidade da ditadura militar no Brasil.

As circunstâncias do assassinato de Herzog, fotografado em uma cena de falso suicídio forjada pelos militares, é discutida pela Cia. Estável de Teatro no espetáculo Patética, que será apresentado nos dias 29, 30 e 31 de março, no Teatro do Sesc Santo André.

Créditos: Créditos: Jonatas Marques

Na peça, uma trupe de artistas de circo está prestes a realizar seu último espetáculo antes da ordem de despejo. Eles então decidem contar pela primeira e última vez a história real de Glauco Horowitz (Herzog), desde a imigração dos pais para o Brasil fugindo da 2ª Guerra, sua carreira profissional durante a Ditadura Civil Militar, a prisão, depoimentos no DOI-Codi, até a morte e a luta da família para provar que ele não cometeu suicídio, mas foi assassinado. Ao contar a história, a trupe de artistas sofre com diversas ameaças e críticas, e se deparam com o possível fechamento do circo por discutir a morte de Horowitz em suas apresentações. O texto foi escrito em 1976 por João Ribeiro Chaves Neto, dramaturgo e cunhado de Herzog.

Além de se construir a partir de uma denúncia sobre a tortura no Brasil, o espetáculo Patética dialoga com questões estéticas da dramaturgia contemporânea ao utilizar linguagens do metateatro, em que o texto do próprio espetáculo é colocado como tema de realização da peça.

O texto de Patética passou por uma trajetória controversa: foi premiado no Concurso Nacional de Dramaturgia em 1977, mas teve a premiação suspensa e foi censurada pelo regime militar. A peça foi liberada apenas em 1979 e encenada primeiramente por Celso Nunes, com cenários e figurinos elaborados por Flávio Império.

Créditos: Jonatas Marques

A montagem da Cia. Estável de Teatro posiciona o picadeiro no centro do espaço cênico, com a plateia sentada a seu redor em três lados distintos. A disposição do palco permite que o público assista às cenas e seja assistido simultaneamente. Acima dos atores e plateia estica-se uma lona que sugere o céu, e recoloca todos ali presentes sob o mesmo relento. Na tela do fundo, projeções de imagens complementam a colagem tridimensional dos cenários.

Com direção de Nei Gomes, atuação de Juliana Liegel, Miriele Alvarenga Zhel, Osvaldo Pinheiro, Paula Cortezia e Sérgio Zanck, o espetáculo converge com a pesquisa estética e o posicionamento politico da Cia, desde as relações do modo de organização circense, até os processos vivenciados pela modificação do espaço urbano ocasionados por interesses políticos.

Serviço

Patética, com Cia. Estável de Teatro
Dia 29, sexta-feira, às 21h.
Dia 30, sábado, às 20h.
Dia 31, domingo, às 19h.
Ingressos em R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada) e R$ 6,00 (trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes com Credencial Plena). Disponíveis no Portal Sesc SP e nas Bilheterias da Rede Sesc.
Recomendação etária: 16 anos.

SESC SANTO ANDRÉ
Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André
Telefone – (11) 4469-1311
Estacionamento (vagas limitadas): Credencial Plena – R$ 6 | Outros – R$ 11.
Informações sobre outras programações:
sescsp.org.br/santoandre | facebook.com/SESCSantoAndre

Diário de Uma Paixão: livro de Nicholas Sparks ganhará adaptação para musical na Broadway


Créditos: Metropolitan FilmExport


O icônico romance de Nicholas Sparks, Diário de Uma Paixão ganhará mais uma adaptação: dessa vez, para um musical na Broadway. Anteriormente, a obra já havia ganhado um filme homônimo, protagonizado por Ryan Goslin e Rachel McAdams.

A adaptação terá produção assinada por Bekah Brunstetter, da série This Is Us, e as músicas serão escritas pela compositora Ingrid Michaelson.

Diário de Uma Paixão conta a história do amor entre um jovem pobre e uma garota rica, enfrentando as diferenças culturais, pressões sociais e os valores da época. O romance foi publicado originalmente em 1996, e adaptado para o cinema por Nick Cassavetes em 2004.

Não se sabe muito ainda sobre o musical, como data de estreia e elenco, aumentando ainda mais a ansiedade dos fãs, que aguardam ansiosamente pela produção.

Gostou da novidade? Será que o musical chega ao Brasil? Comente sua opinião!

“Lugar de Escuta” faz temporada no Teatro do Núcleo Experimental


Créditos: Stephan Solon


Em cartaz desde 5 de fevereiro, o espetáculo “Lugar de Escuta” continua a temporada no Teatro do Núcleo Experimental, Barra Funda (SP), até 27 de março, às terças e quartas-feiras, às 21h. A peça é uma produção do Projeto M.O.T.I.M (Mulheres Organizadas por um Teatro em Infinito Movimento) em parceria com a Arina Entretenimento, e faz um importante debate sobre a mulher, o feminismo e a busca por lugares de fala, de expressões e de reflexões.

A peça, que tem em seu elenco somente mulheres dirigidas por Fabiana Tolentino, se adapta a cada apresentação. As cenas, com diversos lugares de fala, buscam trazer um panorama sobre as infinitas questões e percalços que ser mulher e feminista nos dias de hoje representa, sem deixar de falar das delícias, por isso é também uma celebração. No total, são 22 cenas inspiradas pelos 22 arcanos maiores do tarô, porém somente oito delas serão apresentadas por sessão. Essas cenas são selecionadas por um jogo de tarô com a seguinte pergunta: “Que peça de teatro a plateia de agora precisa assistir?” Sendo assim, a ausência de assuntos, de certa forma, também fala sobre eles.

Créditos: Stephan Solon

– Como esse projeto M.O.T.I.M é uma obra bastante aberta, nessa temporada temos mais atrizes em cena, uma reformulação na parte musical, cenas inteiramente novas e outras adaptadas. O Movimento é parte fundamental da existência desse projeto – diz Fabiana.

Além da peça, outra novidade de “Lugar de Escuta” é o espaço que, além dos palcos, traz uma exposição de obras de cinco artistas, especialmente criadas para o espetáculo, são elas: Beatriz Ghidalevich, Jessica Factor, Natalia Buell, Amanda Falcão e Mariana Rosa. A apresentação conta com painéis de quatro metros que são a união do trabalho de cinco jovens artistas da Belas Artes, e que em algum lugar de sua obra, abordam questões feministas.

Graças ao sucesso da primeira temporada, realizada no final de 2018, “Lugar de Escuta”, volta a ser exibida com novas apresentações no Teatro do Núcleo Experimental, na Barra Funda. A produção do espetáculo contou com o financiamento coletivo para a realização desta temporada.

Créditos: Stephan Solon

– A primeira temporada foi sensacional! Tivemos pessoas que assistiram mais de uma vez. Os depoimentos, sempre muito emocionados, falavam sobre a importância de se sentir em comunhão, mesmo estando da plateia. Tivemos momentos catárticos em nossa última sessão, como o depoimento de uma menina dizendo que a dinâmica da casa dela mudou desde que a mãe foi assistir à peça e também o momento em que uma espectadora sugeriu que todas as mulheres se levantassem e dessem as mãos, enquanto um outro dizia: “Ninguém solta a mão de ninguém”. Só de lembrar fico arrepiada – finaliza Fabiana.

Serviço

Lugar de Escuta

Temporada de 05/02 a 27/03

Terças e Quartas, 21h

Teatro do Núcleo Experimental

Rua Barra Funda, 637

65 lugares

Classificação: livre

Gênero: livre

Abertura da Bilheteria às 20h

Venda antecipada: motim.ingressos@gmail.com