Baseado no famoso conto Os músicos de Bremen dos irmãos Grimm, “Saltimbancos” nos conduz com seu carinho e criatividade a uma deliciosa viagem pelo mundo da imaginação!
Embarque na animada e divertida trupe formada por um jumento, um cachorro, uma gata e um galo especialistas em provocar as mais engraçadas situações, escapando de seus antigos donos para irem em busca de seus sonhos! Nesta mágica aventura, eles vão precisar muito da sua torcida, pois há um grande concurso de música na cidade que pretendem vencer a qualquer custo, mas sempre sob o lema da mais pura e completa animação.
Com um texto contemporâneo, divertido e inteligente a Cia dos Reis desenvolveu a versão repaginada de “Os Saltimbancos”, a partir do conto original dos irmão Grimm “Os músicos de Bremen”. A adaptação vem numa versão musicada, com números cantados ao vivo, coreografias, sapateado e inovando com cenários retratando a trajetória destes personagens, também efeitos especiais. O espetáculo propõe diversão, entretenimento e interação.
Elas completam dez anos de parceria artística em 2019, mas é a primeira vez que Debora Lamm e Inez Viana dividem o palco como atrizes. Com direção de Georgette Fadel, “Por favor venha voando” estreia em 14 de março, no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, onde fica em cartaz de quinta a segunda, até 29 de abril. O texto inédito de Pedro Kosovski foi construído durante o processo de criação da montagem, a partir de um desejo das duas de falar de amor em tempos tão complicados – do amor como ato político acima de tudo. O espetáculo tem patrocínio do Banco do Brasil.
As atrizes se conheceram quando Inez foi convidada para dirigir a peça “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna, com Debora no elenco. Foi a partir desta montagem, em 2009, que nasceu a parceria entre as duas e a criação da prestigiada Cia OmondÉ. De lá para cá, Inez dirigiu Debora em espetáculos do grupo – “Infância, Tiros e Plumas”, “Os Mamutes” e “Mata Teu Pai” – e também em duas produções fora da companhia, “Cock – Briga de Galo” e “Maravilhoso”.
Créditos: Elisa Mendes
A ideia de produzir uma peça para as duas atuarem partiu da Debora, a partir do desejo de dividir o palco com a Inez como atriz. “O que nos liga ou não a uma pessoa? Por que algumas pessoas ficam e outras só passam na nossa vida? Que movimento é esse de ficar numa relação?”, questiona a atriz. O texto de Pedro Kosovski foi construído tendo esses questionamentos e experiências pessoais das atrizes como fio condutor de uma história de amor entre duas pessoas do mesmo sexo. “A partir dessas questões filosóficas, durante o processo criamos uma trama. Um encontro nunca é só um encontro. Que linha é essa que me liga a uma determinada pessoa?”, pergunta Inez.
O cenário criado por Simone Mina, diretora de arte e também figurinista do espetáculo, revela um ambiente de intimidade do casal: um grande edredom que vai sendo dobrado e desdobrado ao longo da peça, uma mesa e alguns objetos cênicos compõem o espaço. “Quantas pessoas colocam a cabeça no travesseiro e conseguem realmente descansar, dormir em paz? A peça abre esse corpo de intimidades que é invadido por gritos lá fora, de intolerância, do preconceito, do desrespeito ao amor. O edredom vai ficando pequeno, se restringindo. Uma cuidando da outra, fazendo declarações de amor, entregando um objeto para a cena ser melhor, ficar mais bonita”, conta Georgette Fadel. “O edredom vai dobrando, dobrando, dobrando, e elas vão sendo encurraladas contra parede, mostrando um pouco essa opressão por ser um casal do mesmo sexo”, diz Inez.
Serviço
Espetáculo: “Por favor venha voando” Temporada: De 14 de março a 29 de abril de 2019. Dias e Horários: de quinta a segunda, às 19h30. Sessões extras: dias 23 e 30 de março (sábados) e 6, 13 e 20 de abril (sábados), às 17h30. Local: CCBB Rio (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro) – Teatro II Informações: (21) 3808-2020. Capacidade: 116 lugares. Recomendação etária: 14 anos. Duração: 80 minutos. Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). http://bb.com.br/cultura SAC 0800 729 0722 – Ouvidoria BB 0800 729 5678 Deficientes Auditivos ou de Fala 0800 729 0088
Nos dias 20 e 21 de março, o Teatro Porto Seguro recebe o espetáculo internacional Paisagens para Não Colorir. A produção chilena integra a programação da sexta edição da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, que acontece de 14 a 24 de março, em diversos espaços da cidade de São Paulo e traz artistas de vários países como Bélgica, Brasil, Chile, Congo, Itália, Reino Unido e Suíça.
Paisagens para Não Colorir, dirigido por Marco Layera, foi resultado de um longo processo de criação realizado com onze adolescentes chilenas entre 13 e 17 anos. A partir dos seus depoimentos pessoais, que envolvem questões relativas aos preconceitos, sexualidade e violência, o espetáculo cria uma sensível e reveladora experiência para o espectador.
Créditos: Nicolás Calderón
O público acompanha os relatos de temores, desejos, vulnerabilidades, todos baseados em histórias reais vividas por elas. Presenciando também seus posicionamentos e lutas diante de um mundo adulto que insiste em não lhes dar voz. O espetáculo foi um dos grandes destaques da última edição do Festival Santiago a Mil, em janeiro de 2019, não apenas pela originalidade da proposta, mas também pela força emocional que provoca.
O espetáculo traz à tona problemas que são invisíveis ou silenciados pela sociedade, dá voz a segmentos vulneráveis, sensibilizando o público para temas complexos e ainda não suficientemente discutidos.
Serviço
MITsp – MOSTRA INTERNACIONAL DE TEATRO DE SÃO PAULO
PAISAGENS PARA NÃO COLORIR (Chile)
Dias 20 e 21 de março – Quarta e quinta-feira, às 19h.
Ingressos: Plateia: R$ 40,00 / Balcão e frisas: R$ 30,00.
Classificação: 14 anos.
Duração: 90 minutos.
Gênero: Drama.
TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Capacidade: 496 lugares.
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Inspirada no livro “A queda do céu”, de Davi Kopenawa, e no filme “Nostalgia da Luz” (2010), do chileno Patrício Guzmán, Marina Guzzo cria Celeste – cosmologia de um salto, no Laboratório Corpo e Arte da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo). A ação coreográfica acontece nos dias 8, no Largo da Batata, e nos 9 e 10 de março, na Praça do Sesc Pinheiros.
As pedras, como objetos e obstáculos para a construção de uma realidade coletiva, servem como a âncora do processo de criação da performance. Do encontro com um objeto – uma pedra – engaja-se um único gesto – o salto – para criar um campo de interesse, no qual os corpos em movimento podem propor ações políticas na cidade e na natureza, na memória e no esquecimento, na vida e na morte.
O salto, ou o gesto de saltar, torna-se dispositivo para interrogar a atual condição de tempo e espaço, em comunhão com esses objetos-ruína. É na relação com o salto e seus vários desdobramentos que a pesquisa aposta na ação, para compartilhar uma experiência de empatia, ritual e transformação, em espaço urbano delimitado para coletivos e comunidades.
“Celeste é para tentar criar o encantamento, mesmo diante de tanta adversidade. Saltar é muito libertador, engaja o corpo em uma transformação enorme, deixa a gente presente, em outro estado corporal”, ressalta a diretora.
Serviço Celeste – cosmologia de um salto Dia 8 de março de 2019. Sexta-feira, às 17h Largo da Batata
Dias 9 e 10 de março de 2019. Sábado e domingo, às 16h Praça | Sesc Pinheiros
Grátis | Livre
Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195 Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10 às 18h Tel.: 11 3095.9400 Transporte Público: Metrô Faria Lima – 500m / Estação Pinheiros – 800m
Depois do sucesso de 60! Década de Arromba – Doc. Musical, que apresentou Wanderléa à frente do elenco, estreia dia 14 de março, quinta-feira, 20h30, no Theatro Net São Paulo, o espetáculo 70? Década do Divino Maravilhoso – Doc. Musical, produção que faz parte da tetralogia do idealizador, produtor e diretor Frederico Reder e do roteirista, dramaturgo e pesquisador Marcos Nauer.
Em cena, momentos marcantes dos anos 1970 em diversas esferas: política, moda, comportamento, esportes e artes em geral são embalados por mais de 250 músicas brasileiras e internacionais, divididas em duas partes, como num disco de vinil, em lado A (1970-1976) e lado B (1977-1979) – muitas das músicas são apresentadas em pequenos fragmentos.
As Frenéticas Dhu Moraes, Leiloca Neves e Sandra Pêra são as três cerejas do musical, no bloco dedicado à febre das discotecas, fenômeno nas pistas de todo o mundo há exatos 40 anos.
Créditos: Robert Schwenck
De forma cronológica, depoimentos, fotografias e vídeos desfilam num grande telão. A superprodução, apresentada pelo Circuito Cultural Bradesco Seguros, conta com 24 jovens talentos, uma orquestra de dez músicos, 20 cenários, 300 figurinos, toneladas de luz e som e mais de 100 profissionais.
O título do musical traz uma interrogação porque propõe questionamentos sobre as dualidades do período. “Uma década de incertezas”, como conceitua Cid Moreira em uma das retrospectivas apresentadas em projeção dentro do espetáculo. Com coreografia e direção de movimento de Victor Maia, o espetáculo tem figurino de Bruno Perlatto, iluminação de Césio Lima, direção musical de Jules Vandystadt, cenografia de Natália Lana e direção de produção de Maria Siman.
Na timeline do musical, o tropicalismo, o glam rock, o punk e o reggae são revisitados com suas emblemáticas canções. De Novos Baianos (“A Menina Dança”) a David Bowie (“Starman”), de Raul Seixas (“Há Dez Mil Anos Atrás”) a Led Zeppelin (“Stairway to Heaven”), de Mutantes (“Top Top”) a Queen (“Bohemian Rapsody”), de Caetano Veloso (“Sampa”) a Donna Summer (“Last Dance”) e de Bob Marley (“No Woman, No Cry”) a Sex Pistols (“Anarchy in the UK”).
“Reunimos teatro, documentário e música. Este formato propõe um novo olhar para a forma de se fazer musical”, diz o diretor Frederico Reder. “O doc.musical não apresenta a biografia de nenhum artista, porque o olhar está no coletivo, numa época, portanto, é de fato, a música a protagonista”, explica Nauer, que assina a pesquisa, texto e dramaturgia.
“Em toda a América Latina, a ditadura apertava o cerco, a censura era intensa e a liberdade, cerceada. Os anos 70 mostraram caminhos possíveis por meio da arte, da música e da dança. E em todos eles era preciso ser forte para sonhar com um mundo novo e melhor”, pondera Nauer. “Foram anos de luta e força. Há canções que captam essa aura, e outras de muita beleza, com a explosão de alegria da disco music”, acrescenta Reder.
SERVIÇO:
70? Década do Divino Maravilhoso – Doc. Musical
Theatro NET São Paulo Shopping Vila Olímpia, 5º andar – Rua Olimpíadas, 360 Estreia dia 14 de março, quinta, às 20h30 Temporada: De 14 de março a 30 de junho de 2019 Datas e horários: Quintas e Sextas – 20h30. Sábados: 17 e 21h. Domingos: 17h Classificação: 14 anos Duração: Aproximadamente 180 minutos com intervalo de 15 min Gênero: Musical
Ingressos
Quinta e Sextas-feiras:
Plateia Central – R$ 160,00 (Inteira) – R$ 80,00 (Meia)
Pela primeira vez em São Paulo, o musical infantil “Rei Leão” chega ao Teatro J. Safra e fica em cartaz até 31 de março, com apresentações aos sábados e domingos.
O clássico conta as aventuras do pequeno e exuberante príncipe Simba, que precisa se familiarizar e lidar com os perigos da selva. Com a ajuda do pai, rei Mufasa, o filhote de leão vai aprender a respeitar o ciclo da vida e a natureza. Conforme Simba cresce, vai aprendendo lições de vida muito valiosas sobre respeito e bravura.
Créditos: Divulgação
Tocante e emocionante, o Rei Leão é um clássico muito amado pelo público em geral, que traz magia ao palco através de espetacular coreografia e com as cativantes músicas, como “Ciclo sem fim”, “Hakuna Matata”, “O que eu mais quero é ser rei” e outras que, somadas aos números circenses e efeitos especiais, prometem encantar adultos e crianças.
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