Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera recebe exposição sobre a Japan House


Créditos: Rogério Cassimiro


De 2 de março a 23 de abril, a Japan House São Paulo apresenta a exposição “Retrospectiva: 6 anos de Japan House São Paulo” no Pavilhão Japonês, localizado dentro do Parque Ibirapuera. A iniciativa é resultado de uma parceria com a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social – Bunkyo, que administra o Pavilhão Japonês. A mostra apresentará um panorama da história da Japan House São Paulo desde a sua chegada à capital paulista em 2017.

Por meio de fotos e textos, a ação relembrará as 39 exposições que passaram pela instituição nipônica ao longo desses seis anos, assim como outras atividades que narraram a cultura japonesa envolvendo diferentes perspectivas artísticas, tecnológicas, educacionais, gastronômicas, entre outras. “Estamos muito felizes com a parceria institucional com o Bunkyo e esta importante ação no Pavilhão Japonês, um lugar lindo e privilegiado em nossa cidade.

Com esta exposição oferecemos a milhares de pessoas novas oportunidades de contato com a cultura japonesa e reforçamos nossos laços com diferentes pontos geográficos e comunidades da cidade, além da Liberdade ou da Avenida Paulista”, comenta Eric Klug, Presidente da Japan House São Paulo. Para Renato Ishikawa, Presidente do Bunkyo, “esta parceria surge para coroar uma nova etapa do Pavilhão Japonês representada pelas obras de acessibilidade e que oferece uma cafeteria, loja, diversas atividades culturais, além da sua arquitetura bem característica. Agora, com esta exposição, os visitantes terão uma visão da diversidade e riqueza da cultura japonesa, aqui, dentro do Parque Ibirapuera”.

Apesar da parceria formal inédita somente neste ano, o Pavilhão foi peça-chave na construção da Japan House São Paulo. A inspiração para a imponente fachada de 36 metros de largura e 11 de altura que marca a Avenida Paulista surgiu após a visita de Kengo Kuma – responsável pelo projeto arquitetônico da instituição junto com o escritório brasileiro FGMF – ao Pavilhão Japonês em sua primeira visita ao Brasil. Ambos os projetos foram construídos com madeira hinoki e técnicas de encaixe.

Desde sua inauguração até janeiro de 2023, a JHSP já recebeu mais de 2,7 milhões de visitantes. Dentre as mostras inesquecíveis que serão relembradas na exposição no Pavilhão Japonês estão Kengo Kuma – Eterno Efêmero, sobre o trabalho do consagrado arquiteto japonês Kengo Kuma; O fabuloso universo de Tomo Koizumi com as vestidos icônicos do designer de moda Tomo Koizumi; Parade – um pingo pingando, uma conta, um conto, exposição individual inédita da artista visual Yuko Mohri; Equilíbrio, instalação que trouxe uma representação do ciclo da água utilizando balões de acabamento holográfico de maneira lúdica; e [ím]pares, que ressaltou o senso estético japonês por meio do trabalho de cinco designers de joias.

Além das exposições, será apresentado também um panorama das mais distintas atuações como Clube de Leitura, Ciclo de Mangá, Podcast JHSP, Caminhos Brasil Japão, entre outras iniciativas da instituição.  Desde 2021, a JHSP expandiu seu alcance geográfico com ações digitais e físicas em outros Estados como Paraná, Rio Grande do Sul, Pará e Pernambuco e países como Argentina e México, atingindo um público de 50 mil pessoas presencialmente e dois milhões digitalmente a cada mês.

Serviço:
Retrospectiva: 6 anos de Japan House São Paulo
Período: de 2 de março a 23 de abril de 2023
Local: Pavilhão Japonês – Av. Pedro Álvares Cabral, s/ n°, portão 10 – Parque Ibirapuera
Horários: quinta a domingo, das 10h às 17h
Valores: adulto: R$ 15,00; estudante com carteirinha: R$ 7,00; idosos a partir de 60 anos: R$ 7,00; crianças de 5 a 12 anos: R$ 7,00; crianças até 4 anos: isento.
Entrada gratuita às quintas-feiras.

Sobre o Pavilhão Japonês
Situado dentro do Parque Ibirapuera, o Pavilhão Japonês foi construído conjuntamente pelo governo japonês e pela comunidade nipo-brasileira, sendo doado à cidade de São Paulo, em 1954, na comemoração do IV Centenário de sua fundação. Desde a inauguração, a gestão do espaço é realizada pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, entidade representativa da comunidade nipo-brasileira, e está aberto ao público de quinta a domingo. Considerado um dos raros pavilhões fora do Japão a preservar as características originais, o local é uma das referências das autoridades japonesas em visita ao Brasil.

Exposição gratuita ‘Visibilidade Trans’ celebra dignidade em São Paulo


Créditos: Ricardo Durand


A celebração da dignidade, alegria, pertencimento e beleza, no espetáculo e no cotidiano, é a matéria-prima da exposição de fotografias “Visibilidade Trans”,  apresentada na sede do Casarão Brasil LGBTI, aberta ao público em geral, sem limite de idade e de gênero, com entrada gratuita. A mostra do fotógrafo Ricardo Durand pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, no Centro de Cidadania LGBTI Cláudia Wonder, localizado na Avenida Ricardo Medina Filho, nº 603, Lapa, São Paulo, SP, até 28 de fevereiro.

A seleção das 30 imagens, emolduradas e iluminadas, foi feita em conjunto pelo diretor do Casarão Brasil, Rogério de Oliveira, pela curadora Mariana Macário e por Durand, a partir dos quesitos diversidade de expressão, estilo e pertencimento ao conjunto da proposta. A montagem foi feita com a impressão das fotografias para exibição.

Cada fotografia terá legenda para expressar de forma mais intensa o que cada mulher trans retratada transmite através da sua luta, não mais silenciada, mas reconhecida e conhecida. O local dispõe de acessibilidade.

“Visibilidade Trans” inclui fotografias realizadas entre 2018 e 2022, em quatro ocasiões diferentes: na celebração do Mês da Visibilidade Trans no Centro de Cidadania LGBTI Cláudia Wonder (janeiro de 2021) e no Centro de Acolhida do Casarão Brasil em Interlagos (novembro de 2022).

Dia a dia

Segundo Durand, os registros e retratos foram capturados em contextos diversos, influenciando diferentes técnicas fotográficas. As fotografias do Mês da Visibilidade Trans no Centro de Cidadania LGBTI Cláudia Wonder tiveram como foco retratos das integrantes da comunidade atendida pelo Centro em situação cotidiana, buscando comunicar autenticidade e dignidade. “Montamos um estúdio com fundo e iluminação controlada, para transmitir sobriedade e elegância”, diz o fotógrafo.

No Centro de Acolhida do Casarão Brasil, em Interlagos, os retratos mostram as pessoas sendo atendidas, com luz e estúdio.

Individualmente, cada fotografia homenageia as pessoas retratadas em sua altivez, autoexpressão e valor humano, segundo o fotógrafo. “Os registros também celebram esses encontros, que dão sentido de comunidade a um grupo inúmeras vezes marginalizado”, alega. No conjunto, a mostra comemora a beleza e a dignidade. “Revela o encantamento das noites de glórias, com as estrelas do show brilhando e a atmosfera eletrizante”, diz Durand.

Ao mesmo tempo em que manifesta glamour e comemoração, a mostra traz retratos em preto e branco feitos em uma tarde comum, exibindo a beleza cotidiana. “É uma lembrança de que o valor de cada vida não depende de palco e holofotes, e um pedido para que a dignidade não se dissipe ao apagar das luzes. As fotografias contam a vida de muitas pessoas trans, que, em tanta diversidade de experiências, passam por coisas infelizmente comuns”, aponta o fotógrafo.

Delicadeza

Durand explica que em 2017, ao fotografar uma ocupação em prol da luta por moradia, teve o primeiro contato com o movimento LGBTQIA+. Desde então ampliou o contato com esse universo, que define como repleto de delicadeza e alegria, apesar das muitas dificuldades impostas por pessoas que relutam em enxergar e respeitar esse grupo.

“A fotografia tem o poder de trazer à tona universos que são invisibilizados pela sociedade, buscando levar esse tema para o centro do debate. Esse poder guia meu trabalho e acredito que qualquer pessoa que tenha contato com a mostra será tocada pela força, criatividade e nobreza dessas pessoas, se abrindo para um compromisso de respeito por toda forma de existência”, afirma o fotógrafo.

Parte da exposição “Visibilidade Trans” já foi apresentada, em junho, em São Paulo, no Shopping Light, com o título “Universos Invisíveis”. A iniciativa foi uma parceria do Casarão Brasil com o shopping, por ocasião do Mês do Orgulho LGBTQIAP+. “Espero ter mais oportunidades de expor o trabalho em locais de amplo acesso ao público, junto a diferentes perfis, para continuar a promover o debate sobre dignidade e respeito para a população trans”, afirma Durand.

Serviço

Exposição de fotografias “Visibilidade Trans”, de Ricardo Durand

No Centro de Cidadania LGBTI Cláudia Wonder, localizado na Avenida Ricardo Medina Filho, nº 603, Lapa São Paulo, SP, zona oeste

Aberta ao público até o dia 28 de fevereiro (Entrada gratuita)

Visitação de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.

 

Exposição faz homenagem à riqueza cultural de São Paulo


Créditos: Divulgação


Para celebrar os 469 anos de São Paulo, o Shopping Frei Caneca traz a exposição ART Sampa, que reúne fotos, pinturas e desenhos sobre a essência e a diversidade da metrópole. A mostra gratuita apresenta pelo menos 25 trabalhos de quatro artistas paulistas: Rita Caruzzo, Laura Barrichello, Sonia Botture e Fe Motta, e segue até o dia 31 de janeiro.

A ideia da exposição, no Piso 1 do empreendimento, é refletir sobre a riqueza cultural da cidade, representada por uma diversidade étnica, cenas artísticas e arquitetura marcante, com retratos desde moradores da cidade até seus grandes monumentos, como o Farol Santander.

“Cada artista trouxe um pouquinho do que é São Paulo e do quanto esse dia merece ser celebrado. Estamos fazendo parte dessa comemoração do melhor jeito possível: com muita arte e carinho por São Paulo”, comenta a Eliane Oliveira, coordenadora de marketing do Shopping Frei Caneca.

A exposição fica aberta todos os dias, no horário de funcionamento do shopping, de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos e feriados, das 14h às 20h.

Serviço
Exposição ART Sampa no Shopping Frei Caneca
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos e feriados, das 14h às 20h
Local: piso 1
Data: até o dia 31 de janeiro

Exposição gratuita
Classificação livre

Shopping Frei Caneca
Mais informações: (11) 3472-2000
Endereço: Rua Frei Caneca, 569, Consolação – São Paulo.

“AS MÁSCARAS QUE HABITO” REÚNE SETE ARTISTAS




O projeto As Máscaras Que Habito, com criação e curadoria de A TRANSÄLEN, propõe uma experiência imersiva através da investigação e seu universo interior, com a finalidade de potencializar sensações, percepções e (re)ações à vida em diálogo com o mundo. A partir de atividades coletivas conduzidas em um laboratório mediado pela curadora, um grupo de sete artistas selecionados desenvolveram suas habilidades pessoais diante do resgate e (re)configuração de suas memórias e experiências para a criação de obras de arte sobre a compreensão de cada artista em um mergulho em si mesmo.

“Refletir sobre quem se é exige coragem e generosidade. Abertura e vontade. Profundos mergulhos em dor, calor, calafrios e gozo. Refletir como constante ato de quebra e confecção. Quebra de conceitos, espelhos. Entre os fins e recomeços habita a mais pura essência do ser que se faz e refaz no movimento contínuo dos ciclos, da mudança. No desejo de fazer caber mais mundos”, afirma A TRANSÄLEN no texto curatorial.

Os artistas selecionados que apresentarão seus trabalhos em exposição virtual, são Agüa Yayu (PB), Cida Gloss (PE), ewa niara (CE), Kay Okan (BA), Lee Teófilo (BA), Tempuh Carvalho (GO) e Zwanga Adjoa Nyack (CE).

A iniciativa surge como desdobramento das investigações artísticas e de vida da multiartista A TRANSÄLEN em seus diversos segmentos profissionais no campo das artes visuais, unindo atravessamentos individuais e coletivos que permeiam ações educativas de compartilhamentos, trocas e descobertas, motivadas pela intersecção entre arte e psicanálise.

A realização do projeto As Máscaras Que Habito, uma experiência imersiva num intenso processo de investigação do ser através de seu universo particular que permanecerá disponível no site A TRANSÄLIEN por um ano, a partir de 24 de novembro, foi viabilizada através do PROAC Expresso Lab 2021, em Premiação por Realização em Artes Visuais.

Sobre a curadoria e os artistas:

A TRANSÄLEN

Corpa híbrida transitando entre a utopia e o mistério, A TRANSÄLIEN, pernambucana vivendo em São Paulo, é multiartista, produtora cultural, curadora, corpo-espetáculo, DJ, idealizadora da Coletividade MARSHA! e articuladora pelos direitos das pessoas Trans e Travestis no Brasil.

Desde 2015 Ana Giselle dá vida A TRANSÄLIEN, sua primeira grande criação: uma (id)entidade que utiliza de máscaras como dispositivos de transmutação às infinitas faces, uma estratégia para driblar o domínio do inteligível em favor da liberdade de brilhar outras formas de presença.

Estuda na pele a estranheza do mundo em contato com sua performatividade pós-humana, compreendendo a própria vida e seus movimentos enquanto fenômeno e manifestação artística.

Atuou em algumas da principais festas e festivais do Brasil como Mamba Negra, Batekoo, No Ar Coquetel Molotov, Saturnália, SP NA RUA 2017, 2018 e 2019 enquanto DJ, performer e produtora. Participou de exposições coletivas na ‘Arte Veículo’ no Sesc Pompéia, Performative Acts of the Everyday na Defibrillator Gallery em Chicago, 15º Salão Nacional de Artes de Itajaí, em 2021 foi premiada no 18º Território da Arte de Araraquara e Prêmio Arte Contemporânea na 14ª Grande Exposição de Bunkyo pela obra ”DivinA”. Assinou a curadoria da primeira exposição online do Brasil inteiramente composta e curada por pessoas trans, a ”TRANSVISUAL” no Centro Cultural São Paulo (2020), Edital Natura Musical 2021, Exposição ENCANTADAS no Schwules Museum em Berlim (2022), Virada Cultural de SP (2022). Em 2015 criou na cidade do Recife a política de inserção ”Lista TRANSFREE”, na qual promove entrada gratuita para pessoas trans e travestis em eventos privados, atualmente implementada Brasil afora.

Agüa Yayu – São Mamede / PB – 25 anos

Artista Multimídia não-binarie do sertão da paraíba, nascida e criada no Vale do Sabugi, sua  pesquisa investiga formas e questionamentos acerca da criação de memórias e do desdobramento do discurso de gênero, preservação ambiental e espiritualidade, em meio a instituição de arte e natureza.

Cida Gloss – Recife / PE – 21 anos

Multiartista não-binarie nascida em 2001 na cidade do Recife, aprendeu a se virar diante de toda precariedade e violência que ameaçam sua existência. Produz arte como ferramenta de hackeamento e resistência.

ewa niara – Fortaleza / CE – 25 anos

Artista transmídia e pesquisadora; territorializada em Fortaleza, Pindorama. Lança feitiços nas artes visuais, design, teatro, audiovisual, performance, moda, poesia e outras linguagens que sua corpa atravessa. Bacharela em Design-Moda (UFC) e mestranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional (MN/UFRJ). Realiza estudos interseccionais de (trans)gênero, raça y classe, tecendo arte-pesquisa-política sobre construção de (pós)identidades e corpas transvestigêneras negras-nativas.

Kay Okan – Ipirá / BA – 23 anos

Multiartista mergulhando em processos de criação contínuos e ancestrais, parte do coletivo Afrobapho, transpondo arte, cultura e educação enquanto ferramentas de transformações sociais, cruzando as encruzilhadas que a sua identidade cria nos tempos presentes.

Lee Teófilo – Ilhéus / BA – 29 anos

Baiano radicado em Berlim, Lee Teófilo é artista plástico e joalheiro. Estudou Cinema e Audiovisual na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia onde se aprofundou e realizou atividades relacionadas a Figurino e Cenografia. Em sua passagem por São Paulo atuou na política de redução de danos produzindo joias de uso individual a fim de diminuir o estigma sobre pessoas usuárias de drogas recreativas e aumentar a segurança das mesmas. Integrou a coletividade. NÁMÍBIÀ, onde produziu eventos, figurinos, e gerenciou artistas negres da cena de música eletrônica nacional.

Tempuh Carvalho – Goiânia / GO – 28 anos

Tempuh Carvalho é artista do corpo e das artes visuais. Desde 2020 experimenta a criação e concepção de fotoperformances, colagem digital, fotografia e videodança. Tem buscado, por meio desses cruzamentos, borrar a fronteira do humano, dando voz ao que não é imaginado/visto/presentificado. Reaver a vida partindo de suas próprias mortes.

Zwanga Adjoa Nyack – Maracanaú / CE – 26 anos

Antropóloga, professora de sociologia em cursinhos pré-vestibulares populares, arte-educadora, produtora cultural, poeta, artista visual, contadora de histórias afro-ancestrais, performer e reontologizada em Kaviungo e Ndandalunda. Atua na valorização de sua ancestralidade afrikana, em especial a de origem bantu, e na ancestralidade indígena, que vem sendo retomada a partir da ave marakanã.

Brinquedos da década de 80 chegam no Shopping ABC em versão gigante




Para as férias no Shopping ABC ficarem ainda mais divertidas, o público é convidado a fazer um verdadeiro mergulho pelo túnel do tempo. Isso porque, brinquedos clássicos da década de 80, como Pula Pirata, Cai Não Cai e Genius, chegam ao empreendimento, a partir do dia 6 de janeiro, em versões gigantes, na exposição interativa ‘Brinquedoteka’.

Além desses três brinquedões, é possível também se divertir com um Mega-Aquaplay de 2 metros de altura, aproveitar o futebol com pinos ou testar as habilidades no tótem games com jogos consagrados como Pacman, Sonic e Super Mario Bros. O diferencial do tamanho desses itens mantém toda a mecânica dos brinquedos originais, sem perder a magia de, literalmente, relembrar os tempos de jogatinas e ainda apresentá-los às novas gerações.

“Além da diversão, acreditamos que o sentimento de nostalgia vai marcar todo público do shopping nesse período. Esperamos que as gerações mais antigas possam brincar e aproveitar com seus filhos, sobrinhos e netos que não têm tanto conhecimento desses clássicos e o melhor, ainda mostrar que a diversão pode ir além de uma tela virtual”, declara a gerente de marketing do Shopping ABC, Flavia Tegão.

Desde 2015 em Turnê, a exposição ‘Brinquedoteka’ já passou por mais de 40 cidades do Brasil inteiro visitando os quatro cantos, desde Santarém no Norte do país a Rio Grande no Sul do Rio Grande do Sul sendo consagrada como sucesso por onde passa. Mais de 1 milhão de pessoas já se divertiram com os “Brinquedões”.

A exposição gratuita fica disponível até o dia 29 de janeiro, na Praça de Eventos do Piso 1.

Serviço:

Brinquedoteka no Shopping ABC
Local: Praça de Eventos do Piso 1
Período: de 6 a 29 de janeiro de 2023
Horário: de domingo a sexta-feira, das 12h às 20h e aos sábados, das 10h às 22h.

Gratuito e aberto ao público
Classificação livre

Shopping ABC
Endereço: Av. Pereira Barreto, 42, Vila Gilda – Santo André – SP
Telefone e WhatsApp: (11) 3437-7222 e (11) 95691-0070
Estacionamento visitantes: Carros 11 reais até 3 horas + 2 reais por hora adicional ou fração

 

Mega exposição DINOSSAUROS PATAGOTITAN – O MAIOR DO MUNDO muda de data em São Paulo


Créditos: Divulgação


Eles estão chegando! Pela primeira vez direto da Patagônia, Brasil recebe a exposição científica que trará o maior dinossauro que existiu na Terra, o titanossauro Patagotitan, e uma coleção paleontológica impressionante.

A mostra apresentará dezenas de esqueletos de dinossauros e fósseis originais dos períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo. Montada em São Paulo no Parque Ibirapuera, a partir de 10 de setembro, a exposição terá ingressos populares.

Réplica do esqueleto em tamanho natural do dinossauro mais antigo do mundo, o “brasileiro” Buriolestes schultzi, que viveu há 233 milhões de anos, também estará exposta!

É incrível saber que, na mesma região em que estamos hoje, muitos milhões de anos atrás, existiram animais extraordinários. Este fato sempre instigou a humanidade a entender como esses seres viviam e como era o mundo a sua volta. Por isso, os dinossauros estão presentes em nossa cultura, em nossos livros e museus, e encantam o público nos cinemas, em filmes que acumulam recordes de bilheterias.

Créditos: Divulgação

Estudos científicos movimentam uma rede de aficionados em todo mundo e, a cada nova descoberta, essa história foi sendo reconstruída. Na América do Sul, a Argentina tornou-se um dos principais polos de exploração e preservação desse patrimônio pré-histórico. Devido à localização, tipo de rochas e clima, os fósseis encontrados na Patagônia se destacam pelo grande nível de preservação e acessibilidade.

E em 2013, exatamente nesta região gelada e árida no extremo sul do continente, procurando por uma ovelha perdida, um pastor avistou a ponta de um osso gigante saindo de uma rocha. Iniciava-se nesse momento um imenso trabalho que mobilizou paleontólogos de todo o mundo, que acabaria por confirmar a existência de uma nova espécie de dinossauros e desvendar o ecossistema em que viveram. A descoberta foi o maior dinossauro já encontrado no planeta, o gigantesco titanossauro herbívoro Patagotitan mayorum.

O Brasil receberá uma exposição completa direto da Patagônia. Entre 10 de setembro e 27 de novembro, em uma área de 2.300 metros quadrados, montada no Pavilhão das Culturas Brasileiras (Pacubra), no Parque Ibirapuera, o público poderá vivenciar essa experiência única, com ingressos a preços populares e sistema “leitura fácil” que torna a informação acessível a todos.

A exposição DINOSSAUROS – Patagotitan, o Maior do Mundo desvenda um mundo fascinante, apresentando 16 réplicas de esqueletos de dinossauros completos e 20 fósseis originais, incluindo o maior de todos, o titanossauro Patagotitan, e o gigante carnívoro Tyrannotitan. Também estará exposto o crânio do Giganotossauro, um dinossauro que se tornou popular depois de derrotar o T. rex no último filme da franquia “Jurassic Park”. Os visitantes irão descobrir ainda formas maravilhosas descobertas nas rochas da Patagônia.

Só para o esqueleto do Titanossauro a produção da exposição teve que criar um espaço especial capaz de abrigar o maior animal que já habitou nosso planeta. Estudos sugerem que o dinossauro tinha 40 metros de comprimento e 72 toneladas (como três caminhões cegonha enfileirados, e o peso equivalente a 18 elefantes).

Técnico Pablo Puerta e o fêmur do Titanossauro | Créditos: J. M. Farfaglia

A exposição irá apresentar também uma réplica do esqueleto em tamanho natural do dinossauro mais antigo do mundo, o “brasileiro” Buriolestes schultzi, que viveu há 233 milhões de anos, um pequeno bípede com um cérebro potente, dentes pontiagudos e um corpo esguio e ágil que o faziam um predador bastante eficiente, encontrado na formação Santa Maria no Rio Grande do Sul. O Buriolestes schultzi é o mais primitivo da linhagem dos sauropodomorfos, ancestral dos grandes dinossauros de longos pescoços, como o próprio Patagotitan, e está registrado no Guinness World Records como os animais mais antigos do mundo, achados no sítio arqueológico de Santa Maria que possui cristais de zircão datados de até 233,2 milhões de anos atrás, período correspondente ao final do período Triássico. Também haverá uma réplica em 3D mostrando como seria o tamanho de um coração de um dinossauro gigante.

Praça DINOS terá café, loja, realidade aumentada e espaço especial para as crianças brincarem de paleontólogo!

Além do pavilhão da exposição com as réplicas, haverá também uma enorme “Praça DINOS”, com café, loja, diversas ativações para adultos e crianças se divertirem, como um aplicativo de tecnologia de realidade aumentada que vai permitir interação com os dinossauros como se estivessem vivos, tirar selfies e fotos, uma cabeça de carnotaurus saindo da parede, para as pessoas tirarem foto, além de um espaço para descanso ao lado da maior exposição de dinossauros já montada no Brasil.

As crianças ainda poderão se divertir e vivenciar a experiência de como um paleontólogo realiza uma escavação e descobre fósseis, em um tanque de areia com réplicas de esqueletos de dinossauros.

SERVIÇO
DINOSSAUROS – PATAGOTITAN, O MAIOR DO MUNDO
Abertura: 10 de setembro
Temporada: 10 de Setembro a 27 de Novembro de 2022
Local: PACUBRA – Pavilhão das Culturas Brasileira – Parque Ibirapuera
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana, São Paulo – SP, 04094-050 – PORTÃO 10
Classificação etária: Livre

Horário:
Terça a Sexta das 10h às 19h40
Sábado e Domingo das 9h às 19h40
Valores a partir de R$ 20,00 (vinte reais) até R$ 50,00 (cinquenta).
Crianças até 2 anos de idade não pagam. A partir de 2 anos completos, pagam.

Vendas: https://www.livepass.com.br
Bilheteria Física: Estádio do Morumbi – Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 – Morumbi, São Paulo – SP, 05653-070. Horário das 8h30 as 20h30 de terça a domingo)

Capacidades dos Setores e|ou Horários
Capacidade: 600 pessoas por hora
OBS: A exposição é acessível para todos, com um trajeto específico para PCD conforme estrutura do prédio.

Instagram: @expodinos

A cenografia da exposição Dinossauros: Patagotitan – O maior do mundo foi idealizada e projetada pelo Atelier Marko Brajovic