Naty Graciano estreia nas telonas no longa Meus 15 Anos




A atriz interpreta Milena, a professora de artes no filme de Larissa Manoela

Por Redação

Foto: Arquivo Pessoal

Naty Graciano estreia nas telonas do cinema em junho, no filme “Meus 15 anos”, que conta a história de Bia, uma menina de 14 anos interpretada por Larissa Manoela. Naty interpreta Milena, a professora de artes do colégio da Bia.

No final de 2016 surgiu o convite para fazer parte do filme, e Naty fala sobre suas expectativas: “O cinema sempre foi um sonho, assim como novela. Este ano, consegui realizar os dois! Fiz uma participação na novela `Carinha de Anjo`, do SBT, e agora, a Prof. Milena no cinema.”. A atriz ainda completa que representar a Professora Milena foi um desafio, pois trata-se de um papel bem diferente dos papéis já interpretados: “Foi um presente maravilhoso que a produtora de elenco Renata Kalman, e a diretora Carol Fioratti me deram. Sem palavras. Experiência maravilhosa atuar ao lado de adolescentes talentosíssimos. E a Lari é um ícone, né? Amei estar com ela. Sou Eternamente grata por este papel.”. Para finalizar, “É um filme pra família toda! Tem um elenco muito bom, e a história é fantástica! Não vejo a hora de assistir! Espero que gostem!”, completa Naty Graciano.

Foto: Arquivo Pessoal

Formada em Comunicação das Artes do Corpo (Teatro), na PUC-SP, Naty participou de várias peças de teatrais. Ela também já estudou interpretação para TV na escola do Wolf Maya e atuou no Curta-Metragem All You Need Is Love, que foi premiado como melhor narrativa curta no Geneva Film Festival. Em 2010 ingressou na televisão como repórter no web programa de viagens no Cia Channel, foi apresentadora e repórter do programa de entretenimento jovem Revista de Sábado na TVTEM, Afiliada da Rede Globo no interior de São Paulo, e em 2014 ganhou o cargo de repórter no Programa CQC na Band.

Mais informações sobre Naty Graciano:  www.natygraciano.com.br

Facebook: FB.COM/NATYGRACI

Instagram/Snap: NATYGRACIANO

Twitter: @GRACIANONATY

Resenha : Z – A Cidade Perdida




Por colaboradora Luci Cara

O personagem real desse filme,  Percy Fawcett, inspirou o escritor Arthur Conan Doyle a escrever Lost World. E cineastas a rodarem a incrível obra Indiana Jones. E este filme sobre ele está à altura de sua interessante vida.

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Nascido em Devon, na Inglaterra, tendo passado por alguns países em missões militares, e não vendo possibilidade de progredir em sua profissão por problemas relacionados a seu pai, ele vê na exploração da América do Sul um novo caminho. 

Aceita fazer o mapeamento da fronteira entre Brasil e Bolívia, que estavam disputando esse território, e desejavam um país neutro para esclarecer os fatos. Trabalhou, então, para a Real Geographic Society, com parcos recursos para executar o trabalho. 

As condições duríssimas a que se submeteram não o fizeram desistir de encontrar os restos de uma civilização perdida, aparentemente riquíssima ,chamada Z,  levar consigo seu filho mais velho , e um amigo. 

Reprodução / Internet
Essa expedição foi feita a partir da Serra do Roncador, no Mato Grosso, e é a mais enigmática de sua vida , levantando inúmeras teorias a respeito de seu desfecho. 

O que importa , no filme, é traçar toda sua trajetória de vida até esse ponto. Nós “viajamos em suas viagens” , uma situação tantas vezes desconfortável, mas que lhe dá um sentido para viver. Imperdível!

Mostra de Filmes – A Vida em Israel no Centro Cultural FIESP




Por colaboradora Débora Blair

O Centro Cultural FIESP Ruth Cardoso está exibindo gratuitamente aos sábados uma série de filmes produzidos em Israel. Os gêneros dos longas são dos mais variados possíveis e estão sendo projetados no Auditório do Centro com retirada de ingressos 1h antes da sessão.

Reprodução / Internet
Ao contrário do que o público possa esperar da mostra, seu propósito não é retratar os conflitos envolvendo Israel e outros países do Oriente Médio, mas sim exibir o cotidiano do seu povo, seus hábitos, costumes e cultura de uma forma geral. Os premiados filmes possuem legenda em português. 
Confira abaixo a programação completa até 24/06:
· 27/05, 15h: Aviva, meu amor – Duração: 107 min
Filme vencedor do prêmio de melhor atriz no Festival de Jerusalém para Assi Levy, a produção de 2007 conta a história de Aviva, uma mulher imersa em problemas familiares: três filhos apáticos, um marido desempregado, uma irmã ambiciosa e uma mãe à beira da demência. Em vez de se entregar ao fardo de sua história, ela transforma seus dramas em contos e busca ajuda para publicá-los.
· 03/06, 15h: Dias Congelados – Duração: 90 min
Produzido em 2007, o drama foi o vencedor do prêmio de melhor filme israelense no Festival de Haifa. Uma jovem misteriosa, aparentemente sem origem e se destino, aventura-se dia após dia na vida noturna de TelAviv, até que, após um atentado terrorista, passa a morar no apartamento de uma vítima hospitalizada e começa a viver a vida dessa pessoa. A experiência intensifica sua crise existencial e traz muito suspense à história.

· 10/06, 15h: As Medusas – Duração: 78 min
O longa vencedor do prêmio Camera d’Or no Festival de Cannes envolve o público com a incrível história de três mulheres aleatórias cujos destinos se cruzam inesperadamente: uma garçonete de festas de casamentos que acolhe uma criança misteriosa em sua vida, uma noiva que tem sua lua de mel arruinada em sua própria cerimônia de casamento após um acidente acontecido na festa, e uma empregada doméstica filipina que não fala a língua local.
· 17/06, 15h: Delicada Relação – Duração: 65 min
A atuação de Ohad Knoller lhe rendeu o prêmio de melhor ator no Festival de Tribeca. O filme de 2002 conta a história de um comandante de um posto avançado do exército israelense que se apaixona pelo próprio subordinado. A alta patente do comandante os impede de declararem o romance abertamente.
· 24/06, 15h: A Missão do Gerente de Recursos Humanos – Duração: 103 min
No longa, o gerente de Recursos Humanos da maior empresa panificadora israelense vive um momento de intensa crise em sua vida: recém-separado da esposa, sem acesso à própria filha e odiando o próprio trabalho. Uma de suas funcionárias morre em um atentado terrorista e sua insensibilidade torna-se evidente no seu descaso com a situação. Na tentativa de reparar essa má reputação, ele embarca em uma jornada na qual envolve-se emocionalmente com a história da vítima e, pouco a pouco, torna-se mais humanizado. Filme Vencedor do prêmio do público no Festival Internacional de Locarno.

Festival de Cannes: Filme brasileiro Gabriel e a Montanha é aplaudido na estreia mundial




Por Redação
“Gabriel e a Montanha”, único longa-metragem brasileiro selecionado para o Festival de Cannes deste ano, estreou neste domingo, 21, durante a programação da Semana da Crítica, prestigiada mostra paralela do festival. 

Fellipe Barbosa e João Pedro Zappa, em Cannes  – Foto: Divulgação

O filme dirigido por Fellipe Barbosa emocionou o público, que aplaudiu a obra no Espace Miramar, em Cannes. A produção, que recria a viagem do carioca Gabriel Buchmann pela África, é da TvZERO, Gamarosa Filmes & Damned Films. Fátima Buchmann, mãe de Gabriel, assistiu pela primeira vez ao longa. Emocionada, ela foi a primeira a abraçar o diretor após o fim da exibição nesta manhã. Nina Buchmann, irmã de Gabriel, João Pedro Zappa – que interpreta o protagonista -, o ator Leonard Siampala e o produtor-executivo da TvZERO Rodrigo Letier também estiveram presentes na sessão.

Formado em economia, Gabriel Buchmann viajou para a África com o objetivo de analisar de perto a pobreza e se qualificar para um doutorado na UCLA, nos Estados Unidos. No filme, a história real tem roteiro baseado em anotações, e-mails de Gabriel para a mãe e a namorada e entrevistas com pessoas que cruzaram seu caminho na África. Gabriel morreu, em 2009, de hipotermia após decidir subir o Monte Mulanje, pico mais alto do Malawi com mais de três mil metros de altitude, sem a companhia de um guia. Seu corpo foi encontrado dias depois na subida da montanha.

“O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explica Fellipe Barbosa.

Na viagem, Gabriel Buchmann também passou por países como Quênia e Tanzânia, sempre preocupado em conhecer as particularidades das comunidades locais, como a tribo dos Massais. Ele gastava entre dois e três dólares por dia e chegou a ajudar amigos que fez nessas regiões, pagando o aluguel mensal da casa de uma família africana com somente 12 dólares.

Ao longo da viagem, Gabriel, interpretado por João Pedro Zappa, se aventura por outras subidas difíceis, como o Kilimanjaro, ponto mais alto do continente africano. Ele também recebe a visita de sua namorada, Cris (Caroline Abras), que estava na África do Sul participando de um seminário sobre políticas públicas e, juntos, viajaram pela Tanzânia e Zâmbia. O principal objetivo do pesquisador era avaliar a miséria de perto.

Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande” (2014), ganhador do prêmio do público no Festival do Rio. Na competição de longas-metragens, a Semana da Crítica do Festival de Cannes tem a tradição de selecionar cineastas com seus primeiros ou segundos longas.

Confirmada continuação de Mamma Mia – O Filme




Por Leina Mara

Após 10 anos do sucesso de “Mamma Mia – O Filme”, a Universal Pictures confirmou que em 2018 terá uma continuação do filme sob o título de “Mamma Mia – Here We Go Again” (“Aqui Vamos Nós Novamente”, livremente traduzida).

Reprodução / Internet
No filme musical, a trama conta sobre Sophie, uma garota que, às vésperas de seu casamento, decide descobrir quem é seu pai biológico. E, para isso, ela convida três possíveis candidatos que foram ex-namorados de sua mãe. 

O filme se tornou um dos musicais de maior sucesso de todos os tempos e tinha no elenco Meryl Streep, Pierce Brosnan, Colin Firth, Stellan Skarsgard e Amanda Seyfried. Segundo informações divulgadas, os atores confirmaram que estarão na continuação.

Reprodução / Internet
O enredo ainda não foi divulgado, mas os produtores irão explorar os sucessos do grupo ABBA que não foram utilizados no primeiro filme. “Mamma Mia – Here We Go Again” está previsto para estrear em 20 de julho de 2018 e terá direção de Ol Parker. 

Crítica: Punhos de Sangue




Por colaboradora Luci Cara

O filme Bleeder, no original, “sangrador”, ou hemofílico, referência à grande quantidade de sangue que saía de seus cortes) nos transporta a um passado recente, década de 70. Acompanhamos alguns momentos pelas televisões das casas e bares, de fatos que realmente ocorreram.

Reprodução / Internet
Um boxeador amador, morador de subúrbio,treinando da maneira que pode ,em seus momentos de folga, começa a galgar etapas rumo ao título de campeão peso-pesado. Na luta entre Foreman e Ali, vencida por Ali, descortina-se seu próximo adversário.

Sua força de vontade , sua obstinação em lutar todos os rounds sem cair, lhe conferem heroísmo. 

Um ator musculoso resolve escrever e produzir um filme sobre esse homem.

Assim nasce Rocky.

Rocky é um sucesso, ganha Oscars e tudo.  Já Chuck Wepner, o personagem desse filme, vive perambulando por bares, conquistando mulheres vulgares, consumindo drogas, e tendo uma vida nada fácil ou glamurosa.

Interessantíssimo conhecer a verdade por trás dos fatos. 

Uma delícia ser embalado/a pela trilha sonora, conhecer os passos das danças ,para quem é jovem, e o visual do cabelinho à moda “Panteras” das mulheres, e as calças justas de cintura alta dos homens. Um verdadeiro deleite. 

A se ver, com certeza.