MARCOS VERAS ESTRELA A COMÉDIA ‘FESTA DA FIRMA’




Novo longa de André Pellenz conta ainda com Rosanne Mulholland, Giovana Lancellotti e Diego Vilela no elenco

Crédito: Divulgação

Dirigido por André Pellenz (diretor de Minha Mãe é uma Peça) e produzida pelos irmãos Gullane, o longa Festa da Firma, que está sendo rodado no Rio de Janeiro, tem como cenário as comemorações corporativas de fim de ano, que acabam sempre gerando situações peculiares e inesperadas. Funcionários que passaram o ano guardando emoções em roupas sociais aproveitam o momento de descontração para contar segredos e histórias bem reveladoras – ou constrangedoras, em boa parte dos casos. E isso é só o começo…

É nesse ambiente que encontramos o protagonista Vlad, interpretado por Marcos Veras, um funcionário de RH que “aceita” a missão imposta pelo presidente da empresa de organizar uma festa para melhorar o clima entre os funcionários, que vivem um momento de instabilidade, cercado de demissões.

    Crédito: Divulgação

Em seu décimo primeiro longa metragem, o ator e humorista Marcos Veras protagoniza pela segunda vez uma comédia. “O Vlad é um cara extremamente fofo, mas é aquele fofo ‘torto’, vive errando nas colocações, nas palavras. É um gerente de RH que está acomodado na empresa, e organizar a festa será o grande desafio pra ele”, conta Veras.

Segundo o diretor André Pellenz, “A ideia do filme começou de uma frase apenas: ‘Festa da Firma’. Aquilo iluminou todo mundo, e virou o título do filme. A partir dessa frase a gente buscou uma história que mostrasse não só os bastidores de uma festa corporativa, e dos seus preparativos, como também situações divertidas dentro da própria empresa. Buscamos retratar o dia-a-dia de quem usa crachá, de quem almoça em refeitório, de quem tem chefe. O cinema brasileiro não tem muita tradição de ambientar seus filmes nessa área de Recursos Humanos, e achamos importante tratar desse tema, ainda mais numa época de crise e de incertezas em que os funcionários da maioria das empresas está vivendo hoje.”

“O filme foi construído a partir de situações reais: pesquisamos em vários lugares, empresas de verdade, e em vez de rodar em estúdio buscamos no Rio de Janeiro um prédio comercial que de fato poderia ser a sede da empresa”, explica o produtor Caio Gullane. Com filmagens previstas para durarem cinco semanas, o longa tem locações em Botafogo, Barra da Tijuca e na Praia Vermelha, na Urca.

Também estão no elenco Rosane Mulholland, Giovanna Lancellotti, Diogo Vilela, Nelson Freitas, Maria Clara Gueiros, Pablo Sanábio, Stepan Nercessian, Victor Leal e Paulo Mathias, entre outros. “Festa da Firma” é a nova produção da Gullane Filmes, em parceria com a distribuidora Paris Filmes, que já rendeu sucessos como a franquia “Até que a sorte nos separe”, que levou mais de 10 milhões de espectadores ao cinema.
                                       
SINOPSE

Vlad é um pacato funcionário de RH que recebe a importante missão de organizar a festa de final de ano da empresa, com o objetivo de melhorar o clima entre os funcionários. Acomodado, ele aceita o desafio para impressionar a colega de trabalho e ex-namorada Aline, que não acredita que Vlad seja capaz de mudar e ser mais responsável. Com uma boa dose de convencimento, uma mentirinha aqui e ali, Vlad convence os resistentes funcionários a participarem da festa.  Mas claro que nem tudo sai como planejado e ele tem que se virar como pode para resolver os problemas, afinal a festa precisa dar certo. Uma coisa é fato, essa festa da firma ficará para a história.
FICHA TÉCNICA

Elenco: Marcos Veras, Rosanne Mulholland, Giovanna Lancellotti, Diogo Vilela, Nelson Freitas, Maria Clara Gueiros, Stepan Nercessian, Victor Leal e Pablo Sanábio.

Roteiro: André Pellenz, Danilo Gullane, Sylvio Gonçalves e L.G. Bayão

Direção: André Pellenz

Direção de Fotografia: Ale Ramos

Direção de Arte: Danyelle Espinelli

Produtores: Caio Gullane e Fabiano Gullane

Coprodução: Telecine e Miravista

Produção: Gullane

Codistribuição: Downtown Filmes

Distribuição: Paris Filmes

CRÍTICA: A CORTE (L’hermine, 2015)




Por Gabriel Antoniolli

Imagine que:

1. Você é um juiz;
2. Está gripado;
3. Está em uma audiência envolvendo caso sobre a morte de um bebê por agressão;
3b. O caso é complicado;
4. Uma antiga paixão está no júri.

É esse o enredo de A Corte (L’hermine, 2015), uma boa mostra do que o cinema francês pode nos oferecer.

O poster. Foto: Divulgação

Ame ou odeie Michael Racine (Fabrice Luchini, contemplado por essa atuação no Festival de Veneza de 2015). É o juiz mais temido do Tribunal Criminal e é visto como uma pessoa muito dura e rigorosa – ótimas características se tratando de um juiz. Como o próprio intérprete ressalta,”antipático, mas eficiente”. E em A Corte, ele se vê envolto em um julgamento delicado. Falo mais sobre ele depois.

Um dos convocados para o júri popular é uma antiga paixão do juiz, a dinamarquesa Ditte Lorensen-Coteret (Sidse Babett Knudsen). Claro que ele iria se reaproximar de alguma forma depois que ambos os olhares se cruzam no tribunal, né?

 Hmmm. Foto: Divulgação

A partir daí, temos uma grandiosa transformação por parte do juiz, que demonstra escolher as palavras perfeitas para se expressar para a mulher que outrora havia se acomodado em seu coração – e de uma maneira inusitada. 

Michael é racional até demais e Ditte abre uma porta sentimental quando reaparece inesperadamente. Em meio a tanta lógica e razão, praticadas tanto no pessoal como no profissional do juiz, vemos que mesmo um ser humano tão rígido e frio pode ser muito frágil internamente. Se preparem: parte das conversas entre eles chega a incomodar.

Momentos de tensão. Foto: Divulgação

Mas esse não é um romance. Eu consideraria algo entre o drama, o gênero policial com pitadas de comédia. O pano de fundo, como falei, é o julgamento. Aí o buraco é mais embaixo.

Martial Beclin (Victor Pontecorvo) está sendo acusado de matar sua filha com chutes. Isso se torna ainda pior quando ele se recusa a colaborar com o juiz e se limita a falar o tempo todo que não matou a criança. 

FALA ALGUMA COISA @*)!@#! Foto: Divulgação

Pra variar, as testemunhas são muito confusas e inclusive a mãe da criança parece ter alguma dificuldade psicológica – o que complica, e muito, toda a resolução do caso.

O júri é um detalhe especial e importante que o diretor Christian Vincent destacou bem. A composição étnica é bem variada e nos remete a uma importante reflexão a respeito de como a sociedade é composta por pessoas muito diferentes culturalmente e que isso acaba impactando ATÉ MESMO em uma decisão judicial envolvendo o homicídio de uma criança. Que demos mais valor a isso, então. 

Parece capa de CD, mas é o júri de A Corte. Foto: Divulgação

A Corte (L’hermine, 2015) é um filme que possui um fluxo contínuo – as coisas vão acontecendo em um pequeno intervalo e isso ajuda até mesmo a aumentar a tensão do espectador. Assista, ao menos para ver a atuação de Fabrice Luchini. A estreia está prevista para o início de agosto, em distribuição pela California Filmes.

“Ame-o ou odeie-o”. Foto: Divulgação
Confira o trailer!

Estreia no Cinema: Alice Através do Espelho




Por Sâmia Lima

Principal estreia dos cinemas no fim de semana, “Alice Através do Espelho” é sequência de “Alice no País das Maravilhas”, produção que arrecadou mais de US$ 1 bilhão em 2010.

Foto: Divulgação

O filme traz além do elenco do primeiro longa, o comediante Sacha Baron Cohen e a última participação de Alan Rickman no cinema, conhecido pelo seu incrível trabalho em ‘Harry Potter’ na pele do professor Severo Snape. O ator faz a voz de Absolem, participação curta, mas inesquecível ao ouvir a voz imponente e aveludada do ator. Uma ótima pedida para quem quer curtir um cinema no final de semana.

Foto: Divulgação

Ficha Técnica: 
Nome original: Alice in Wonderland 2
Atores principais: Johnny Depp, Helena Bonhan Carter, Mia Wasikowska, Anne Hathaway
Direção: James Bobin
Genero: Fantasia / Comédia

Sinopse

Alice (Mia Wasikowska) retorna após uma longa viagem pelo mundo, e reencontra a mãe. No casarão de uma grande festa, ela percebe a presença de um espelho mágico. A jovem atravessa o objeto e retorna ao País das Maravilhas, onde descobre que o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) corre risco de morte após fazer uma descoberta sobre seu passado. Para salvar o amigo, Alice deve conversar com o Tempo (Sacha Baron Cohen) para voltar às vésperas de um evento traumático e mudar o destino do Chapeleiro. Nesta aventura, também descobre um trauma que separou as irmãs Rainha Branca (Anne Hathaway) e Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter). Um filme cheio de efeitos especiais e a magia Disney.

Guerra Civil por alguém que não é tão fã de super-heróis assim




Por Gabriel Antoniolli

Fui assistir ao Capitão América: Guerra Civil (2016) no cinema sem ter assistido a qualquer um dos filmes dos Vingadores (que eu mal entendo, na verdade) para entender se eu conseguiria aproveitar o filme mesmo não conhecendo seu background.

O pôster do filme. / Foto: Divulgação

Eu só ouvia falar sobre Guerra Civil e nunca sobre o Capitão América. Não esperava que o título do filme contivesse o nome do cara. 

Por que rola essa guerra?

Tudo começou quando, após um acidente que acabou acontecendo em uma ação dos Vingadores, Tony Stark (Homem de Ferro) estava conversando com uma mulher cujos filhos foram mortos nesse tipo de situação. Se deu conta, então, do real impacto dos heróis, mesmo que cercados de boas intenções. O governo chega nele com uma proposta de melhorar as condições e o preparo para que os Vingadores ainda possam servir à sociedade com menos danos e prejuízos.

Steve Rogers (Capitão América), contudo, não gosta quando Stark lhe fala sobre a proposta, a qual, inclusive, o Homem de Ferro já aderiu. Assim, tem início esse embate, que possui um carregado conceito social e político por trás.

Foto: Divulgação

 Que tal assinar o documento?
– Não.
– Que tal brigar?
– Sim.

#TeamIron ou #TeamCap?

Os outros heróis, então, escolheram cada um o lado que mais os representava. Do lado do Capitão América, ficaram o Homem-Formiga, Sharon Carter, Falcão e o Soldado Invernal (peça-chave para a trama); junto com o Homem de Ferro, Máquina de Combate (o War Machine do fliperama!), Viúva Negra, Pantera Negra (que parece ser alguém bem importante e respeitado) e Visão (um cara muito legal) concordavam com a criação do órgão em prol de menos vítimas decorrentes de efeitos de batalhas anteriores.

Toda essa movimentação de heróis diferentes em lados opostos foi um dos trunfos para o marketing inicial do filme. Pouco antes do lançamento, todo mundo já havia encontrado um lado e redes sociais balançavam com #TeamCap e #TeamIron!

Bom, tem muita gente, muitos heróis, muitos protagonistas de filmes e tudo isso para envolver uma das maiores batalhas possíveis no universo cinematográfico da Marvel. E esse é um dos ingredientes essenciais para que cada vez mais o público venha se inserindo nesse universo.

Muito divertido

Não esperava as pitadas de ironia e sarcasmo em meio a todo o caos e isso me divertiu bastante enquanto assistia. Alguns personagens são naturalmente engraçados (como o Visão, que eu não conhecia).

O Homem-Aranha é muito legal

Olha. / Foto: © 2016 – Marvel Studios

Tom Holland manda bem. A última coisa envolvendo o Homem-Aranha que eu havia assistido foi aquele filme que o protagonista era o Tobey Maguire (gostei, mas parece que foi bem criticado). O Spiderman de Guerra Civil é adolescente e muito impulsivo, não tendo discernimento de como se comportar em algumas situações – e isso que o torna muito engraçado, principalmente na luta final.

O elenco é ótimo

Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Evans (Quarteto Fantástico), Don Cheadle (Hotel Ruanda, Crash), Daniel Brühl (Bastardos Inglórios, Adeus Lênin), Martin Freeman (O Hobbit), Scarlett Johansson (Her, Encontros e Desencontros), Chadwick Boseman (Deuses do Egito), Elizabeth Olsen (Godzilla), Tom Holland (O Impossível, Locke), Paulo Bettany (Uma Mente Brilhante), Frank Grillo (Capitão América). SÓ GENTE F*&1%@.

Foi bacana, foi

A experiência de ter assistido Capitão América: Guerra Civil (2016) foi proveitosa. Me perdi em alguns momentos por não conhecer a maior parte dos personagens e o que havia rolado nos filmes anteriores, mas nada que me atrapalhasse tanto. A obra esclarece pontos importantes e você fica sabendo o que precisa saber para poder aproveitar o filme. Divirtam-se!

Tá tudo bem agora (?)

Foto: James Gillham Sting Media © JamesGillham/StingMedia.co.uk

Será?

Confira o trailer abaixo!

Documentário brasileiro ganha prêmio em Cannes




Por Leina Mara

O documentário brasileiro “Cinema Novo“, de Eryk Rocha, ganhou neste sábado (21) o “Olho de Ouro” do Festival de Cannes.

Foto: Divulgação

“Cinema Novo” narra sobre o movimento cinematográfico nascido no Brasil nos anos 1960 e 1970 e que revolucionou a criação artística no país.

Exibido na seção Cannes Classics, o filme-manifesto de Eryk Rocha, filho do cineasta Glauber Rocha, tem 90 minutos e é um ensaio poético sobre o momento cinematógrafo que mergulha na aventura criativa daqueles diretores que criaram uma nova forma de fazer cinema, aproximando-o do povo, em meio a situação política vivida naquela época. 

Segundo o júri, “Cinema Novo” é um ensaio impressionista de um novo estilo e que nos lembra como o cinema pode ser político e sensual, poético e comprometedor, ficcional e documental.

DISNEY LIBERA PRIMEIRO TEASER DO LIVE-ACTION DE ‘A BELA E A FERA’




Vídeo em clima misterioso apresenta o luxuoso castelo da Fera e destaca a rosa encantada admirada por Emma Watson

Por Walace Toledo

A Disney segue animada em transformar suas animações clássicas em filmes live-action, ou seja, com atores! Após ‘Alice No País das Maravilhas’ (Alice in Wonderland, 2010); ‘Cinderela’ (Cinderella, 2015); e recentemente ‘Mogli – O Menino Lobo’ (The Jungle Book, 2016), que continua em cartaz nos cinemas, os estúdios do famoso camundongo traz aos fãs de contos de fadas a história de ‘A Bela e a Fera’ (Beauty and The Beast), sucesso de 1991.

Estrelado por Emma Watson (a eterna Hermione Granger da saga ‘Harry Potter’ nas telonas) como Bela e Dan Stevens (Matthew Crawley de Downton Abbey) como a Fera, o filme conta ainda com Luke Evans como o antagonista Gaston,  Josh Gad como Le Fou (o atrapalhado ajudante do vilão), Kevin Kline como Maurice (pai de Bela), Emma Thompson como ‘a’ bule de chá Sra. Potts, Ian McKellen como o relógio Cogsworth, Gugu Mbatha-Raw como a empregada espanador Plumette, Ewan McGregor como o candelabro Lumière, e Stanley Tucci como um piano falante.

O primeiro teaser trailer da superprodução é misterioso e basicamente mostra os cômodos do luxuoso castelo por onde a trama se desenrola. O silêncio é quebrado pelas vozes, ao que parece ser, da Fera e Lumière comentando sobre a garota que acaba de chegar à porta principal. O vídeo de um minuto e meio finaliza com alguns segundos de Emma Watson admirando a rosa encantada.

Sob direção de Bill Condon (da saga ‘Crepúsculo’), o longa estreia em março de 2017 nos cinemas. Confira o primeiro teaser lançado mundialmente nesta segunda-feira (23).