Liniker apresenta o seu primeiro álbum-solo, “Índigo Borboleta Anil”


Créditos: Caroline Lima


As primeiras letras de Liniker partiram de cartas antigas que ela escreveu e nunca enviou. Agora, em seu primeiro disco-solo, intitulado Índigo Borboleta Anil, a cantora e compositora compartilha as suas vivências do agora. Não é que ela não tenha olhado para o passado nessa nova construção, afinal a artista precisou se conectar com a sua ancestralidade para se colocar por inteira ao longo das 11 faixas que compõem esta estreia-solo, que é co-produzida por Liniker ao lado de Júlio Fejuca e Gustavo Ruiz. Com a participação de Milton Nascimento, de Tássia Reis, de DJ Nyack, de Tulipa Ruiz, da Orquestra Jazz Sinfônica, de Letieres Leite e da Orkestra Rumpilezz, eis uma obra que traduz Liniker em sua completude e em tempo real. Cheio de camadas, nuances, texturas e feito para dançar, Índigo Borboleta Anil acaba de chegar aos aplicativos de streaming pela Altafonte Brasil (ouça aqui).

“Eu me vejo nele”, comenta Liniker sobre Índigo Borboleta Anil. “Quando eu o ouço, percebo que é um álbum de groove, um trabalho preto que circula bem no hip hop e, ao mesmo tempo, tem uma orquestra que poderia estar em um filme da Pixar”, ela comenta. Essa pluralidade faz com que a artista prefira não colocar o disco em uma prateleira ou em uma caixinha com uma única definição: “é um álbum de música do começo ao fim: nas pausas, nos silêncios, nos textos e nas trocas”.

“Clau” inicia a sequência e dá o tom do que está por vir. Com a presença da Orquestra Jazz Sinfônica e harpa tocada por Jennifer Campbell, a canção tem uma letra que homenageia Claudete, cachorra que a cantora adotou. Trata-se de um abre-alas sobre o cuidado e o afeto que permeiam o trabalho. “Logo no começo, apresento algo dançante e que dança do jeito que eu gosto de dançar”, revela Liniker. Na sequência, vem “Antes de Tudo”, que foi a primeira composição que a artista escreveu na vida, aos 16 anos de idade, e que teve a participação de Letieres Leite e da Orkestra Rumpilezz.

Créditos: Caroline Lima

Em inglês, “Lili” é a maneira como a artista, nascida em Araraquara, no interior de São Paulo, se traduz em outro idioma. É a forma como ela pincela os sons que escutou ao longo da vida, como Diana Ross, Barry White e Stevie Wonder. “Psiu” foi um dos singles lançados previamente, assim como “Baby 95” (composta por Liniker ao lado de Mahmudi, Tássia Reis e Tulipa Ruiz) e “Presente” (esta foi apresentada pela primeira vez no programa COLORS e, agora, chega totalmente repaginada, incrementada com novos elementos, como sopros, percussão e mpc; esta última tocada por Curumin).

“Lua de Fé” representa a intuição que é tão importante nas vivências da artista. O ponto de partida para essa criação surgiu de um abraço que ela deu na cantora e compositora Luedji Luna e, nessa troca, Liniker sentiu que a amiga estava grávida. “Eu senti a energia da criança e eu não sabia da gravidez. Acho bonito poder cantar sobre o nascimento do filho de uma contemporânea e de uma pessoa pela qual eu tenho uma verdadeira paixão artística”, diz Liniker. A canção, inclusive, entra em um campo maternal que se conecta com a faixa seguinte: “Lalange”.

Com uma introdução narrada (o texto é sobre um sonho que a artista teve), “Lalange” fala sobre a criança de Liniker e também sobre Miguel Otávio Santana, menino de 5 anos de idade que caiu do nono andar de um prédio de luxo, no Recife, e que estava aos cuidados da patroa de sua mãe, Mirtes Renata Souza. “Eu quis falar das nossas crianças, além dessas mães que estão cansadas e que não aguentam mais chorar”, compartilha. “É uma maneira de devolver essa música para minha mãe, para Mirtes e para o Miguel”, comenta. A presença da voz de Milton Nascimento dá uma dimensão ainda maior à “Lalange”. “Ter o Milton Nascimento ali, foi como olhar para a minha ancestralidade em tempo real. Frequentemente, o sonho não é permitido para as pessoas pretas. Milton representa essa possibilidade. Eu olho para a minha criança, que é o meu passado, vejo o meu presente e olho para o futuro e, nesse fluxo, Milton é a minha seta”, define.

“Diz Quanto Custa” (escrita por Liniker com Tássia Reis, Mahmundi e Vitor Hugo) é um samba rock e entra na reta final de Índigo Borboleta Anil, trazendo o groove e a cadência que Liniker cresceu ouvindo dentro de casa. “O significado dessa música é muito especial, porque ela me diz que consegui chegar no âmago das minhas referências. É um samba rock para minha mãe dançar”, afirma. “Sou grata pela produção do Júlio Fejuca e do Gustavo Ruiz, nesse sentido. Eles trouxeram os universos deles, que, quando somados com os meus, deram muita liga. Conseguiram entender o que eu queria passar com o meu som”, complementa. “Diz Quanto Custo” traz ainda a voz de Tássia Reis, coros de Tulipa Ruiz e DJ Nyack.

Créditos: Caroline Lima

“Vitoriosa” encerra Índigo Borboleta Anil em festa. É um grito em formato de samba-enredo. “Quero que a alegria seja uma condição de todas nós. Quando eu me coloco como vitoriosa, é uma forma de estar politicamente ativa também”, afirma Liniker.

Há ainda a faixa-bônus “Mel”, que mostra um pouco dos bastidores do estúdio, levando o público para dentro do processo de gravação. Foi este clima que tornou possível a concepção de um trabalho em que a voz de Liniker pudesse estar conectada com todos os instrumentos, sem precisar competir com outros sons. Um mergulho da artista que dizia não saber contar gotas e aprendeu a nadar.

Flay, Ferrugem e Dulce María lançam single “Céu Azul” com lyric video oficial


Créditos: Divulgação


A cantora Flay tem muitos motivos para comemorar. A sua nova música de trabalho, intitulada “Céu Azul”, é em parceria com ninguém menos do que Ferrugem e Dulce María, dois gigantes da música. Misturando o pagode com o ritmo nordestino, piseiro, os artistas se uniram nesta colaboração musical inusitada e deixaram os fãs eufóricos. Disponível em todas as plataformas digitais, o single romântico que vem acompanhado de um lyric video oficial, marca também o início da carreira internacional tanto almejada por Flay, desde sua estreia como cantora solo.

“Céu Azul” é o primeiro passo que dou, muito sútil e com os pés no chão, para realizar o meu grande sonho, que é levar a minha música e a minha arte para a América Latina. Essa é uma música que carrega muita brasilidade mas ao mesmo tempo que não tem fronteiras. Ela fala do amor que é universal, em todas as línguas e todas as culturas. Estou com um friozinho na barriga que eu não sentia há muito tempo, cheia de gratidão a esses dois artistas enormes que estão fazendo parte de um momento único da minha carreira.” conta Flay.

Créditos: Divulgação

E como se essa mistura de brasilidade e o mercado internacional já não fossem o suficiente, Umberto Tavares, produtor e um dos compositores de “Céu Azul”, conta o significado por trás da música que possui ainda a assinatura de Anitta na composição e fala sobre a linguagem do amor, que segundo eles, é universal.

“‘Céu Azul’ é uma composição de Umberto Tavares, Jefferson Junior e Anitta. É uma letra que tem por volta de 6 anos, acredito que 2015. É uma música romântica, que fala de amor, nessa versão da Flay com Ferrugem e Dulce María, produzimos como pagode, mas ela poderia ser uma balada romântica sem menor problema. É uma música que fala de amor, o amor em alguns idiomas, quando fizemos essa composição, pensamos exatamente nisso. O quanto o amor é universal, em todos os idiomas, culturas e religiões. Por isso no refrão a gente se refere ao amor em espanhol, inglês e francês. O amor e sua linguagem universal.” conta o produtor da U.M Music, responsável por diversos hits nacionais. Aperte o play e confira:

Dennis traz sertanejos para o lançamento do primeiro volume de DVD “O Impossível”


Créditos: Divulgação


Dennis prova, mais uma vez em seu novo trabalho que, para ele, não há limites quando se trata de música! A gravação do DVD “O Impossível”, que aconteceu em Goiânia e reuniu mais de 15 artistas, começa a ser apresentado para o público! A primeira faixa do projeto foi lançada com Gusttavo Lima, no mês passado, e ontem foram lançadas mais duas que fazem parte do Vol. 1 e, também, trazem participações especiais: “Eu Amo Todas” com Jorge, da dupla com Mateus, e “Segredo de Rolê” com Thiago Brava. Para alegria do público, tem clipe no ar, lançado hoje.

A faixa de abertura do novo álbum de Dennis Vol 1, “Lágrima por Lágrima”, foi lançada e tornou-se sucesso com apenas um mês de lançamento. A parceria com Gusttavo Lima, disponível nas plataformas digitais desde 5 de agosto, atingiu 10 milhões de visualizações no YouTube e permanece no Top 100 da Deezer e do Spotify, onde já obteve 7 milhões de execuções.

Agora, além da primeira faixa do DVD, o público vai conhecer o tão aguardado feat entre dois campeões do streaming: Dennis, que acumula mais de 5,35 milhões de ouvintes no Spotify, e Jorge, da dupla sertaneja mais reproduzida na plataforma (Jorge & Mateus ultrapassam 7,69 milhões de ouvintes mensais), na canção “Eu Amo Todas” (Cantini/Daniel Rangel/Marco Esteves/Dennis).

“Gravar com o Jorge é um grande sonho e uma grande realização para mim, porque a minha vida toda eu sempre vivi mais o lado do funk e passei a admirar o sertanejo por meio de Jorge & Mateus, como acredito que foi para muita gente que mora no Sudeste, principalmente no Rio de Janeiro. Não era o que estávamos acostumados a escutar, e os caras quebraram uma barreira muito grande. A voz do Jorge é muito marcante, gosto muito dessa música e estou muito feliz por gravar com ele. Para quem não sabe, o Jorge quase gravou ‘Sou Teu Fã’, mas a agenda dele estava apertada. ‘Eu Amo Todas’ é uma música muito especial e ficou incrível”, comemora Dennis.

Além da faixa com Jorge, Dennis traz para o Vol 1 a participação do cantor Thiago Brava na música “Segredo de Rolê” (Junior Calipha/Bonnyek/Leo Soares). “Essa música chegou até mim um dia antes da gravação do DVD e eu achei muito bacana. Eu estava em Goiânia e sou muito amigo do Thiago, que também mora na cidade, e ele topou. Está muito dançante, muito legal!”, antecipa o produtor.

E vem muito mais por aí! Até 2022, Dennis lançará parcerias com Os Barões da Pisadinha, Bruno & Marrone, Matheus & Kauan, Raí Saia Rodada, Xand Avião, Israel e Rodolffo, Felipe Araújo, Naiara Azevedo, Luiza & Maurílio, Tierry, Japinha Conde, Luan Santana, Maiara & Maraisa, Zé Felipe e Chitãozinho & Xororó.

Porque “O Impossível”?

“Sempre me perguntavam se ainda tinham artistas que eu gostaria de gravar e, sim, tem muita gente. Só não imaginava que eu iria conseguir reunir praticamente todos, no mesmo projeto. Sempre tive o sonho de gravar com esses artistas. A ideia desse projeto veio, depois de me reunir com compositores e algumas audições. São dois meses de trabalho para fazer isso acontecer e estou muito feliz. Antes era um sonho individual de gravar com cada um deles, mas agora posso realizar um mega sonho de todos estarem juntos, no mesmo projeto e com músicas maravilhosas, inéditas e pra todos os gostoso. Coloquei minha produção nas letras amor e ‘sofrência’, são músicas mais profundas, tenho certeza que o público vai se surpreender”, explica.

Créditos: Divulgação

O nome do DVD não poderia ser outro. Gravado em 6 de julho em Goiânia, berço do sertanejo, o projeto mostra que o funk é o ritmo mais democrático e sem fronteiras do país. O DJ juntou os maiores nomes da música sertaneja e do forró! Quando se trata de Dennis, nada é impossível!

Ações fora dos palcos, no período de pandemia

O novo álbum coroa a excelente fase profissional de Dennis, que tem uma longa trajetória de carreira e teve um grande destaque, também, no período da pandemia. Além de assinar 17 lançamentos e parcerias inéditas com grandes artistas, de diferentes estilos, Dennis realizou mais de 30 transmissões ao vivo e ainda inovou com a primeira live 4D do mundo.

A live #DennisDasAntigas, por exemplo, teve os hits de suas produções desde a época de Furacão 2000 como “Cerol na Mão”, do Bonde do Tigrão, “Um Tapinha não Dói”, de Naldinho e Bela, e “Tô Tranquilão”, de MC Sapão, e foi o assunto mais comentado nas redes sociais do país. A segunda edição da live #DennisDasAntigas, foi ainda mais especial e entrou para a história da música com um feito inédito. Em pleno Corcovado, Dennis apresentou seus maiores sucessos direto do Cristo Redentor.

Com a repercussão das lives, que emocionou o público, Dennis resgatou clássicos do funk, assinados por ele em mais de duas décadas de carreira, e lançou “Dennis das Antigas Vol 1 e 2”, com a soma de 30 hits! Aliás, foi no tiktok que nasceu o projeto. Durante a pandemia, em uma brincadeira com a filha de “Dennis das Antigas Check”, as pessoas começaram a associar o nome aos sucessos produzidos por ele. Foi quando viralizou o challenge #DennisDasAntigas, consolidando o artista mais ativo na pandemia.

Neste ano, Dennis, que superou a marca de um bilhão de visualizações no Youtube, se destacou com a música “Deixa de Onda”, com a participação de Ludmilla e Xamã. Acha que para por aí? Entre várias parcerias e produções, o artista recebeu, no segundo semestre, nove quadros entre ouro, platina e diamante de seus trabalhos!

Disney+ anuncia data e divulga pôster da animação ‘Diário de Um Banana’


Créditos: Disney Studios


O Disney+ divulgou na última sexta-feira, o pôster teaser da nova aventura de animação Diário de um Banana, que chegará no streaming na próxima temporada de férias. O filme estreia exclusivamente no Disney+ dia 3 de dezembro de 2021.

O primeiro livro da série de sucesso mundial de Jeff Kinney chega ao Disney+ na nova aventura animada Diário de um Banana. Greg Heffley é um garoto magricela, mas ambicioso, com uma imaginação ativa e grandes planos de ser rico e famoso – ele só precisa sobrevier ao ensino fundamental primeiro.

Para piorar a situação, o adorável melhor amigo de Greg, Rowley, parece viver a vida tranquilamente e ter sucesso em tudo, mesmo sem tentar! Como detalhes de suas hilárias – e muitas vezes desastrosas – tentativas de preencher as páginas de seu diário, Greg aprende a apreciar os verdadeiros amigos e a satisfação de defender o que é certo. Dirigido por Swinton Scott (Futurama) e escrito e produzido por Jeff Kinney, Diário de um Banana conta com as vozes de Brady Noon (Virando o Jogo dos Campeões), Ethan William Childress (mixed-ish) e Chris Diamantopoulos (Mickey Mouse).

Jeff Kinney é um dos autores mais vendidos do mundo; os livros Diários de um Banana venderam mais de 250 milhões de cópias em todo mundo em apenas 14 anos. Kinney, que atua como roteirista e produtor, diz: “Parece que neste filme o livro ganha vida, e é emocionante ver Greg Heffley e sua família e amigos em sua glória totalmente animada. É o mundo do Diário de um Banana de uma maneira que ninguém viu antes. Sinto que, ao trabalhar neste filme, estava guardando um segredo maravilhoso. Não vejo a hora de finalmente compartilhar ele com o mundo!”.

Créditos: Disney Studios

Seal colabora com o DJ e produtor internacional mascarado Claptone


Créditos: Divulgação


‘Closer’ é o terceiro álbum de Claptone, co-produzido por Stuart Price (Dua Lipa, The Killers, Madonna), uma nova e inovadora obra apresentando o próximo capítulo do homem mascarado na exploração de House com um toque de música pop . Ele agora lança o single principal do álbum, ‘Just A Ghost’, com o icônico Seal.

Claptone continua sua missão de abraçar e compartilhar sua visão musical com uma infinidade de talentos musicais icônicos e emergentes. Ele agora trabalha ao lado de um dos cantores / compositores mais bem-sucedidos e instantaneamente reconhecíveis de nossa geração.

‘Just a Ghost’ é uma produção fluida e sonhadora, com camadas do clássico vocal aveludado instantaneamente identificável, que te prende e te faz cantar antes que perceba. Construindo-se num crescendo, mas mantendo a emoção por toda parte, “Just A Ghost” é uma grande música que se encaixa perfeitamente em festivais de final de verão e na sua playlist favorita ao mesmo tempo.

Seal precisa de poucas apresentações, ele é o cantor, compositor e produtor musical respeitado internacionalmente, mais conhecido por suas canções ‘Killer’, ‘Crazy’ e ‘Kiss From A Rose’, que estrelou no filme de sucesso ‘Batman Returns’. Tendo ganhado vários prêmios, incluindo três Brits, quatro Grammy’s, dois Ivor Novello e um MTV Video Music Award, ele é um dos principais artistas de nosso tempo.

“Mesmo sabendo que você está um pouco curioso para saber como Seal é no estúdio como pessoa, como fico sem máscara e quais chinelos usamos nas horas vagas durante as sessões. Não vai haver nenhuma fofoca de nenhum de nós. Contratos de confidencialidade foram assinados. Eu não falo mais nada. Apenas ouça o single, deixe a música falar.” Claptone

‘Just A Ghost’ é lançado junto a um videoclipe oficial dirigido por Alexander Brown, inspirado no mundo mítico que cerca Claptone, sombrio em essência e sentimento. O anúncio de ‘Just A Ghost’ segue o lançamento dos singles ‘Zero’, ‘My Night’ feat. APRE e ‘Wake Up’ com James Vincent McMorrow, os quais foram revelados no início deste ano.

Longe do estúdio, Claptone continua a desenvolver seu já importante apelo global, realizando mais de 50 sets transmitidos ao vivo em 2020/21, com um total impressionante de 63 milhões de visualizações combinadas no YouTube. Também há planos de voltar ao clube mais famoso do mundo, Pacha Ibiza, com sua série de eventos agora respeitada internacionalmente e muito amada, The Masquerade.

Editora Planeta lança a continuação do best-seller ‘O tempo entre costuras’


Créditos: Divulgação


A Editora Planeta lança Sira, continuação de ‘O tempo entre costuras’, obra de Maria Dueñas que originou a premiada série de TV de 2013, que se tornou o maior fenômeno recente de audiência na Espanha e no Brasil. A aguardada sequência de O tempo entre costuras chega às lojas 12 anos depois da publicação do primeiro volume com tiragem inicial na Espanha de 500 mil exemplares.

Em Sira, Dueñas continua a história dessa mulher forte, submetida a desgraças na Guerra Civil Espanhola e, depois, na Segunda Guerra Mundial. Nesse caminho, encontra e muda o destino de personagens históricos reais, como Evita Perón. Jerusalém, Londres, Madri e Tânger são os cenários do romance que começa no final da Segunda Guerra Mundial e no qual a protagonista vai enfrentar lágrimas e reencontros, compromissos arriscados, sentimentos profundos e a experiência da maternidade. Maria Dueñas é uma das maiores autoras espanholas da atualidade e já vendeu mais de 5 milhões de exemplares ao redor do mundo, sendo que centenas de milhares foram no Brasil.

Créditos: Editora Planeta

Sira nasceu de uma das idas da autora à Tânger, cidade considerada por ela como seu refúgio. “Sempre que vou para o local, tenho a sensação de que ainda há mil romances a serem escritos por lá. No Natal passado, decidi que faria um deles”, ela conta. A obra apresenta e discute a questão da maternidade. Apesar de viver na década de 1940, Sira é uma mulher muito contemporânea que está empenhada em continuar a progredir na vida paralelamente à criação do filho. O fato de ser mãe não tira dela as ambições profissionais. Ainda assim, como as mulheres da atualidade, ela se esforça para tentar dar conta de tudo.

FICHA TÉCNICA
Título: Sira
Autora: Maria Dueñas
Tradução: Sandra Martha Dolinsky
Páginas: 480
Preço: R﹩69,90
Editora Planeta