A Warner Bros. Pictures anuncia a data de estreia do terceiro filme da franquia Animais Fantásticos, convidando o público para retornar ao mundo mágico em 11 de novembro de 2021. O dia de lançamento marca a abertura do próximo episódio de uma das principais propriedades do Estúdio. O anúncio foi feito hoje pelo presidente de Distribuição Mundial e Entretenimento Doméstico, Ron Sanders.
Sanders diz: “J.K. Rowling criou um universo inspirador que cativou pessoas de todas as idades, levando-nos a uma jornada mágica extraordinária. A Warner Bros. está tão orgulhosa de ser a casa cinematográfica do mundo mágico e animada com o futuro da franquia Animais Fantásticos. Estamos ansiosos para trazer o terceiro capítulo da série de cinco filmes para o público em todo o mundo em novembro de 2021”.
Créditos: Divulgação / Warner Bros. Pictures
As gravações do novo filme estão previstas para começar em 2020.
“Nós estamos muito animados e confiantes com a série Animais Fantásticos“, afirma Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group. “Todos acreditamos que essa data de lançamento dará aos produtores tempo e espaço para permitir que sua arte floresça e entregue o melhor filme possível aos nossos fãs”.
Um dos maiores sucessos do autor Manoel Carlos, Por Amor está de volta, a partir do dia 29, no Vale a Pena Ver de Novo. A trama narra a história de Helena (Regina Duarte), uma mulher forte e independente, que abre mão da maternidade ao trocar seu bebê pelo filho de sua primogênita Maria Eduarda (Gabriela Duarte). A novela que tinha como mote “O que você seria capaz de fazer por amor?” foi um verdadeiro fenômeno na época, alcançando altos índices de audiência. Agora, depois de 22 anos, Por Amor será reprisada na grade da Globo e poderemos matar um pouco a saudade desse novelão que possui fãs até hoje. Para celebrar esse retorno, nós separamos algumas curiosidades da trama que talvez você ainda não saiba. Vem conferir!
O autor Manoel Carlos escreveu a sinopse em 1983, mas devido a outros trabalhos teve que adiar a produção. Assim, a novela só foi ao ar 15 anos depois. Segundo o autor, a trama foi inspirada no único amor que acredita ser absolutamente inquestionável: o materno.
Por Amor foi a segunda novela em que Regina Duarte interpretava a personagem Helena, de Manoel Carlos (a primeira tinha sido em História de Amor, em 1995). O autor, inclusive, deu a ideia de chamar a filha da atriz, Gabriela Duarte, para fazer também a filha da personagem. O tema de abertura, com a música “Falando de Amor”, de Tom Jobim, interpretado pelo Quarteto em Cy e MPB 4, continha fotos pessoais das atrizes, que ficaram emocionadas com a homenagem ao assistirem o primeiro capitulo da novela.
Créditos: Divulgação
Por Amor não foi a primeira vez em que Regina Duarte e Gabriela Duarte trabalharam juntas. As duas já haviam contracenado na novela Top Model, em 1989.
Créditos: Divulgação
O diretor Paulo Ubiratan morreu de uma ataque cardíaco no decorrer da novela, em abril de 1998. Ricardo Waddington, que já dirigia a trama, assumiu a direção-geral de Por Amor.
Numa época que não existia redes sociais, foi criada na internet a homepage “Eu Odeio a Eduarda”, personagem de Gabriela Duarte. Em menos de um mês, a página teve cerca de 8 mil visitas pedindo para o autor matar a personagem. Porém, o ótimo trabalho de Gabriela no decorrer da novela fez com que esse mesmo público depois pedisse que a personagem ficasse até o fim da trama.
Créditos: Divulgação
A novela foi a estreia de Cecília Dassi na televisão. A atriz arrebatou o público interpretado a carismática Sandrinha. Seu trabalho rendeu o prêmio de atriz revelação daquele ano.
A novela já foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, em 2002, atingindo ótimos índices de audiência e desbancado a novela das oito da época, Esperança. No canal Viva, a trama foi exibida duas vezes: em 2011 e em 2017 (em comemoração aos 20 anos do folhetim).
Créditos: Divulgação
Essas são algumas curiosidades desse sucesso que voltará à grade da Globo a partir desta segunda-feira (29). A novela reuniu um elenco com personagens icônicos como Atílio (Antonio Fagundes), Branca Letícia (Susana Vieira), Laura (Vivianne Pasmanter), Milena (Carolina Ferraz), Nando (Eduardo Moscovis), entre outros. E aí, já estão ansiosos para a reestreia?
A série Sob Pressão, cujas duas primeiras temporadas estão disponíveis no Globoplay, plataforma de streaming da TV Globo, já tem data para estrear a 3ª: no dia 2 de maio, os espectadores poderão ver a continuação da produção, que revela a realidade da saúde pública no Brasil, em plena TV aberta.
A nova temporada, que já chega em clima de despedida, promete ser a última, e os motivos são desconhecidos. A produção vem fazendo muito sucesso pois acompanha uma realidade muito próxima de seu público, que sabe bem o que acontece dia após dia nesse cenário.
Créditos: Globo / Raquel Cunha
A novidade da temporada será Dra. Vera, interpretada por Drica Moraes, uma infectologista que vai trabalhar com a Dra. Carolina, vivida por Marjorie Estiano e dr. Evandro (Julio Andrade). Sua personalidade forte e misteriosa acaba se explicando no decorrer da trama, junto a seu passado. A personagem não aparece logo no primeiro episódio, mas com certeza irá marcar por sua trajetória.
O elenco de Sob Pressão conta ainda, com nomes como Pablo Sanábio, Marcelo Batista, Josie Anteio, entre outros.
O Universal TV estreará, no dia 27 de abril, sábado, às 23h, a comédia Popstar – Sem Parar, Sem limites. O filme tem direção de Jorma Taccone e Akiva Schaffer e foi lançado em 2016 nos Estados Unidos.
Com o formato de mockumentary (formato de pseudodocumentário, que faz sátiras com eventos reais ou do cotidiano), a comédia é estrelada por Andy Samberg (Este é o Meu Garoto) e conta com a atuação de Sarah Silverman (Quem Vai Ficar com Mary?), Tim Meadows (Meninas Malvadas) e Maya Rudolph (Gente Grande). Além disso, grandes nomes do mundo da música como Usher, Snoopy Dog, Adam Levine e Mariah Carey fazem participação especial no filme.
Créditos: Divulgação / Universal TV
O longa conta a história do superstar Conner (Andy Samberg), que vê sua vida de celebridade decair e entrar em colapso quando seu álbum solo fracassa em número de vendas. Decidido a manter seu status, ele fará de tudo para voltar ao topo, menos voltar para seu antigo grupo de rap, The Style Boyz.
Na data que se comemora o centenário do cantor Nelson Gonçalves (✩ 1919 – ✞ 1998), segundo maior vendedor de discos do Brasil, estará em cartaz o espetáculo Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo, uma peça de teatro musical em homenagem ao artista que imortalizou clássicos da MPB, como Chão de Estrelas, Carinhoso e Rosa. A montagem é idealizada e produzida por Guilherme Logullo, tem texto de Gabriel Chalita, direção e coreografia de Tânia Nardini, direção musical e arranjos de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo também atua em parceria com a atriz e cantora Jullie. A temporada começa dia 3 de maio, sexta-feira, 21h, no Teatro Gazeta.
Sem a proposta de trabalhar questões biográficas da vida do artista, o musical se inspira em sentimentos e emoções expressas por Nelson Gonçalves nas canções que compunha e/ou interpretava. Na história, os protagonistas não representam personagens, mas sim a razão (Guilherme Logullo) e a emoção (Jullie), sentimentos que criam uma narrativa não-linear e de linguagem poética.
Créditos: Dan Coelho
“Quis escrever um texto que, de alguma forma, fugisse um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. O musical traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica o autor Gabriel Chalita.
O espetáculo reúne 33 canções, entre elas Naquela Mesa, A Volta do Boêmio e Chão de Estrelas. “A montagem tem um tom nostálgico e lírico. Vamos trazer fatos, histórias, emoções, músicas e sentimentos”, explica Guilherme Lagullo, que ‘descobriu’ Nelson Gonçalves durante estudos para um personagem, e por conta da semelhança do registro vocal, ficou encantado. A descoberta virou vício e admiração. E, aos poucos, nasceu a vontade de levar Nelson aos palcos.
Créditos: Dan Coelho
Os figurinos criados pelo estilista Fause Haten se revelam ao longo do espetáculo. As peças vão sendo removidas uma a uma e trazem novas camadas que se traduzem em números musicais. Já o cenário de Doris Rollemberg faz uma verdadeira homenagem ao teatro, trazendo para a cena um camarim, coxias e até o urdimento de um palco. Uma banda composta por cinco músicos também acompanha a dupla de atores em cena.
O diretor musical Tony Lucchesi optou por incluir violões na orquestra, instrumento muito ligado ao homenageado. A emoção (o amor) a ser personificada na figura masculina e o tempo (a razão) na figura feminina também gera uma riqueza musical e mais diversidade às interpretações, já que, normalmente, se espera o contrário. Outros recursos, como uma marcação de relógio nas canções do repertório de Jullie, representando o tempo, e muitos mash-ups nos momentos que os protagonistas cantam juntos ajudam a associar os temas às interpretações. A direção e coreografias de Tânia Nardini faz com que os momentos da peça que pinçam situações vividas por Nelson não soem biográficos ou narrativos – a ideia é que a todo momento a poesia do homenageado seja traduzida em cena.
Para Guilherme Logullo, que idealizou o projeto, a peça cria uma relação imediata com o público, já que as músicas escolhidas para a trilha são clássicos no país. “Nelson tem canções conhecidas em todo o Brasil, o que faz com que o espetáculo sempre traga uma série de recordações e sensações nostálgicas”, conclui o artista.
SERVIÇO
NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO Temporada: 3 de maio à 30 de junho. Sextas, 21h; Sábados, 20h e domingos, 18h. Classificação: Livre. Duração: 60 minutos. Capacidade: 700 lugares. Ingressos: R$80 (inteira) e R$40 (meia)
TEATRO GAZETA Avenida Paulista, 900 – Térreo. Bela Vista – SP Ingressos à venda pelo site http://www.teatrogazeta.com.br
Coprodução entre Itália, Brasil, Alemanha e França, “O TRAIDOR”, do diretor italiano Marco Bellocchio, foi selecionado para a 72ª edição do Festival de Cannes, que acontece de 14 a 25 de maio na cidade francesa, no qual será exibido na Competição Oficial concorrendo à Palma de Ouro. Marco Bellocchio, que foi indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro por Vincere (2009), não tinha um filme concorrendo em Cannes desde então, quando disputou a Palma de Ouro com esse longa. Porém, seus filmes anteriores foram exibidos em festivais como de Veneza e Berlim.
O TRAIDOR é baseado na história real de Tommaso Buscetta e conta a trajetória do mafioso, o primeiro do alto escalão a se transformar em informante no caso do Maxi-Processo contra a Cosa Nostra. Quando Buscetta muda para o Brasil, começa uma guerra de poder entre os clãs mafiosos, liderada pelo clã da cidade de Corleone. Durante essa guerra interna Buscetta (Pierfrancesco Favino) é preso e deportado para a Itália. Incomodado com o rumo que a máfia tomou, distanciando-se dos seus princípios originais, ele faz um acordo com o governo italiano para denunciar seus antigos comparsas numa delação premiada.
Créditos: Divulgação
Pela primeira vez na história, um membro da Cosa Nostra quebrou a lei do silêncio e revelou ao mundo o funcionamento interno da máfia italiana. Com as provas fornecidas por Buscetta instalou-se o Maxi Processo, que condenou cerca de 500 mafiosos à prisão, sendo 19 deles à prisão perpétua.
Rodado na Itália, Alemanha e no Brasil, “O TRAIDOR” é uma produção IBC Movie, Kavac Film em coprodução com Rai Cinema (Itália), Gullane em coprodução com Telecine (Brasil), Match Factory Productions (Alemanha) e AD Vitam (França). Produzido por Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg, tem distribuição no Brasil pela Fenix Filmes e Pandora Filmes.
“Ter ‘O TRAIDOR’ na competição oficial de Cannes representa uma grande vitória para a indústria audiovisual brasileira. É uma coprodução importante, dirigida por um dos cineastas mais importantes do mundo, mas com DNA brasileiro. O filme conta uma história que tem muito a ver com o nosso país, com talentos e equipe daqui e rodado também em terras brasileiras”, dizem os produtores Fabiano e Caio Gullane.
E completam: “Estamos levando o Brasil para Cannes e muito felizes, esse é um sinal relevante para que todos se atentem para a importância da indústria audiovisual no mundo moderno, já que todos os países mais desenvolvidos possuem políticas muito claras e objetivas para o crescimento e a consolidação do audiovisual. Somos uma indústria importante e que está se fortalecendo a cada ano, temos certeza que teremos todo o apoio do governo brasileiro para continuar avançando com esse projeto de colocar o país também como protagonista da produção e distribuição de conteúdo audiovisual no Brasil e no mundo.”
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