No 1º episódio de Homens?, Alexandre está em busca de alternativas para resolver seu problema


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“Eu bebi”, “Tô com a cabeça girando pra caramba”, “Eu tô cansado”. Essas são algumas das desculpas que Alexandre (Fábio Porchat) começa a usar quando se dá conta que nem seu próprio pênis (Rafael Portugal) sabe explicar o que está acontecendo com sua vida sexual, antes tão ativa. Com 8 episódios (30 minutos de duração cada), ‘Homens?’ estreia nesta segunda-feira, 18 de março, às 22h, no Comedy Central.

Ao término da exibição na TV, a partir das 22h30, o episódio estará liberado para assinantes no aplicativo CC Play, com download gratuio para Android e iOS. Além disso, a série se junta à crescente lista de títulos aclamados pela crítica do Amazon Prime Video. ‘Homens?’ estará disponível pelo serviço de streaming no Brasil 24 horas após a exibição no Comedy Central.

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Sem saída, após usar sua última desculpa (a clássica do excesso de sono), Alexandre encontra com seus amigos Gustavo (Gabriel Godoy), Pedrinho (Raphael Logam) e Pedro (Gabriel Louchard) para contar que está broxa. Há exatas 23 vezes. Dentre muitas sugestões, como procurar um urologista e tomar viagra (ambas sem sucesso), o grupo decide que Alexandre precisa de uma “psicóloga de rua”.

Alexandre então é apresentado a Tainá (Lorena Comparato) e, depois de tentar sair do zero a zero e falhar miseravelmente – provando o quão seus amigos estão errados –, a noite termina com um ótimo alerta: “O broxa é ele, mas vocês todos estão na merda. Se vocês não pararem de ser babacas, broxar vai ser só a primeira coisa antes de tudo desabar”, filosofa Tainá, a psicóloga.

Enquanto isso, no trabalho, Cris (Giselle Itié) passa por constantes assédios, principalmente de seu chefe. Ele é responsável por diversos comentários abusivos a respeito de suas funcionárias e não perde a chance de compartilhá-los com todos os colegas ao seu redor. Além disso, tem o costume de afirmar que os créditos de um trabalho bem feito sempre serão de um homem.

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‘Homens?’ é uma coprodução do Comedy Central e Porta dos Fundos.

“A Maldição da Residência Hill” é renovada para 2ª temporada




A série A Maldição da Residência Hill foi renovada para uma segunda temporada, pela plataforma de streaming Netflix. Com isso, a produção torna-se uma antologia, já que contará com uma nova história e personagens inéditos.

Além disso, a produção está ganhando o nome de The Haunting of Hill House, isso porque, de acordo com o portal TV Line, faz parte de um acordo que a Netflix assinou com o criador de A Maldição da Residência Hill, Mike Flanagan, que consiste na produção de múltiplas séries.

Confira o teaser divulgado pela plataforma, que indica o lançamento dos novos episódios para 2020:

A Maldição da Residência Hill acompanha a família Crane, que precisa enfrentar acontecimentos aterrorizantes em uma mansão de oitenta anos. A série adapta o clássico livro de terror da autora Shirley Jackson

Michiel Huisman, Carla Gugino, Timothy Hutton, Henry Thomas, Elizabeth Reaser, Oliver Jackson-Cohen, Kate Siegel, Victoria Pedretti, Lulu Wilson, Mckenna Grace, Paxton Singleton, Julian Hilliard, e Violet McGraw formam o elenco.

 

Créditos: Netflix/Divulgação

O livro já foi adaptado anteriormente para o cinema duas vezes, em um filme de 1963, dirigido por Robert Wise, e outro de 1999, de Jan de Bont. A nova versão foi criada por Mike Flanagan (Jogo Perigoso, O Espelho).

E você, o que espera da segunda temporada de A Maldição da Residência Hill? Comente!

Com versão repaginada, Saltimbancos tem curta temporada no Teatro Playcenter Family


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Baseado no famoso conto Os músicos de Bremen dos irmãos Grimm, “Saltimbancos” nos conduz com seu carinho e criatividade a uma deliciosa viagem pelo mundo da imaginação!

Embarque na animada e divertida trupe formada por um jumento, um cachorro, uma gata e um galo especialistas em provocar as mais engraçadas situações, escapando de seus antigos donos para irem em busca de seus sonhos! Nesta mágica aventura, eles vão precisar muito da sua torcida, pois há um grande concurso de música na cidade que pretendem vencer a qualquer custo, mas sempre sob o lema da mais pura e completa animação.

Com um texto contemporâneo, divertido e inteligente a Cia dos Reis desenvolveu a versão repaginada de “Os Saltimbancos”, a partir do conto original dos irmão Grimm “Os músicos de Bremen”. A adaptação vem numa versão musicada, com números cantados ao vivo, coreografias, sapateado e inovando com cenários retratando a trajetória destes personagens, também efeitos especiais. O espetáculo propõe diversão, entretenimento e interação.

Elenco: Fábio Brasile, Jéssica Amorim, Joaquim Araújo, Pablo Ginevro, Thiago Mantovani.

Duração: 50 min

Classificação: Livre

Adaptação: Filipe Bertini e Ivo Ueter.

Direção: Ivo Ueter

Serviço: Teatro Playcenter Family

Avenida Aricanduva, 5555 – Vila Matilde – SP

Sábados e domingos às 17:30 até 24/03

Ingressos: http://bit.ly/2TE6BEZ

Cristiane Wersom e Pedro Bosnich estreiam dois espetáculos no Rio de Janeiro


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Amigos de longa data e parceiros de diversas produções, a dupla paulista Cristiane Wersom e Pedro Bosnich chega aos palcos cariocas este mês para uma estreia em dose dupla: NA CAMA, comédia romântica do aclamado autor chileno Julio Rojas; e O BOSQUE SOTURNO, drama intenso e cheio de revelações; estreiam dias 19 e 20 de março, no Teatro dos Quatro, às 21h, após duas bem-sucedidas temporadas em São Paulo. Os espetáculos permanecem em cartaz durante um mês, sempre às terças e quartas.

NA CAMA é uma comédia romântica com pitadas dramáticas, dirigida por Renato Andrade, e a primeira adaptação para os palcos brasileiros do texto do aclamado escritor chileno Julio Rojas, baseado no filme homônimo de 2005. O encontro inesperado e sem expectativas entre Bruno e Daniela e o seu desenrolar num quarto de motel é o fio condutor do espetáculo. Na cama, os personagens vão encontrando sintonia, compartilham histórias, e, aos poucos, descobrem como cada um se relaciona com o mundo e entre si. “O roteiro é leve e despretensioso, mas ao mesmo tempo muito tocante e cheio de emoção. É um prazer ver as reações do público durante a peça”, conta Pedro Bosnich, também produtor e idealizador do espetáculo.

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Já o drama O BOSQUE SOTURNO, texto de Neil LaBute, traduzido e adaptado pelo dramaturgo Flávio Morais, e sob a direção de Otávio Martins, narra o universo particular e misterioso de dois irmãos que, como eles mesmos afirmam, parecem “não ter saído da mesma barriga”: Betty, uma professora universitária, que convida Bobby, seu irmão mais novo e trabalhador de vida simples, para ajudá-la a esvaziar um chalé alugado, até então desconhecido por ele. Com diálogos cheios de agressividade e mágoa, a trama mistura pitadas de humor ácido e fortes emoções dramáticas (características dos textos de LaBute, que fogem do politicamente correto) e conduz os protagonistas a conflitos densos, revelando sutilmente segredos e segundas intenções. Aos poucos, estes sentimentos também envolvem o público.

“Vai ser um desafio e ao mesmo tempo um grande prazer para nós, como atores e produtores de teatro, estarmos em cartaz com dois espetáculos tão diferentes simultaneamente. O primeiro, uma comédia bem leve, que encanta a todos que assistem. E o segundo, um drama denso e cheio de nuances psicológicas, que envolve e vai criando aquela ansiedade no público”, conta Pedro Bosnich.

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Cristiane também está ansiosa para estrear mais uma vez no Rio de Janeiro. Para ela, a sintonia afinada com Bosnich em cena é um reflexo do forte laço de amizade entre os dois, o que fortalece a conexão com o público.

“A gente se dá muito bem, tem muita intimidade, produz juntos, monta vários projetos juntos… Acho que levamos essa conexão para o palco naturalmente. Essa relação fraternal e ao mesmo tempo de amante que os espetáculos nos exigem, fica muito bonita de se ver”, revela Cristiane, formada pela Escola de Artes Dramáticas da USP e, que, antes da estreia em São Paulo, buscava um espetáculo teatral para exercer apenas a função de atriz. “Bosnich é um grande parceiro profissional e trabalhar com ele é sempre um prazer”, completa.

SERVIÇO

O BOSQUE SOTURNO

Estreia: 20 de março de 2019.

Temporada: De 20 de março a 17 de abril de 2019.

Horários: quartas, às 21h.

Local: Teatro dos Quatro

Endereço: Shopping da Gávea, 2 piso – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 65 minutos.

Bilheteria oficial: Teatro dos Quatro – De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos, das 15h às 22h.

Telefone: 2239-1095

Valores: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada).

*** Cliente Porto Seguro tem desconto no valor da entrada.

402 lugares.

16 anos.

NA CAMA

Estreia: 19 de março de 2019.

Temporada: De 19 de março a 16 de abril de 2019.

Horários: terças, às 21h.

Local: Teatro dos Quatro

Endereço: Shopping da Gávea, 2 piso – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 55 minutos.

Bilheteria oficial: Teatro dos Quatro – De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos, das 15h às 22h.

Telefone: 2239-1095

Valores: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada).

*** Cliente Porto Seguro tem desconto no valor de entrada

402 lugares.

14 anos.

6 musicais que estreiam neste mês em SP


Créditos: Robert Schwenck


A cada ano que passa, o gênero de teatro musical se populariza mais em São Paulo. É cada vez mais frequente vermos novidades de ótima qualidade chegando na cidade. A seguir, daremos 6 sugestões do que assistir por aqui, seja você morador de São Paulo ou que esteja apenas a passeio. Confira!

Sunset Boulevard

Créditos: Pedro Dimitrow

O clássico de Andrew Lloyd Webber estreia em março no Teatro Santander. A obra, que terá Marisa Orth e Daniel Boaventura como protagonistas, é baseada no filme Créspusculo dos Deuses, em que Norma Desmond, uma atriz esquecida de cinema mudo, tenta retornar ao estrelato, quando encontra o roteirista Joe Gillis. O musical conta com a direção de Fred Hanson, direção musical de Carlos Bauzys e coreografia de Kátia Barros.

Billy Elliot – O Musical

Créditos: Valéria Gonçalvez/Estadão

O musical chega aos palcos do Teatro Alfa a partir do dia 15 de março, com produção assinada pelo Atelier de Cultura. O espetáculo é baseado no filme homônimo, de 2000, que acompanha a história do jovem Billy, filho de mineiros britânicos que sonha em ser um bailarino. O elenco é composto por Pedro Sousa, Tiago Fernandes e Richard Marques, que revezarão o papel de Billy, Tavinho Canalle, Felipe Costa e Paulo Gomes, que darão vida a Michael, melhor amigo de Billy, além de Sara Sarres, Carmo Dalla Vecchia, Beto Sargentelli, Inah de Carvalho e Vanessa Costa, entre outros.

70 ? Década do Divino Maravilhoso Doc. Musical

Créditos: Robert Schwenck

Após o grande sucesso de 60! Década de Arromba – Doc. Musical, é a vez de o Theatro NET receber, a partir do dia 14 de março, 70 ? Década do Divino Maravilhoso Doc. Musical, que trata-se da segunda parte da trilogia musical assinada por Frederico Reder e Marcos Nauer. O espetáculo busca retratar de forma cronológica, os momentos marcantes dos anos 1970, embalados por mais de 250 sucessos da época. A produção conta com a participação especial do grupo As Frenéticas Baby do Brasil durante este mês.

Bullying – O Musical

Créditos: Allan Oliver/Divulgação

Com data marcada para chegar a São Paulo este mês, Bullying – O Musical aborda temas importantes, como suicídio, sexualidade e cyberbullying, enquanto apresenta um grupo de amigos que tenta sobreviver no ensino médio. O musical tem direção de Allan Oliver e Breno Ganz, direção musical de André Cortada e letras de Rafael Oliveira.

Aparecida – Um Musical

Créditos: Divulgação / Blog do Arcanjo – UOL

O espetáculo, que tem a Padroeira do Brasil como inspiração, chega ao Teatro Bradesco também em março. Com texto de Walcyr Carrasco, Aparecida – Um Musical vai apresentar 20 canções inéditas, compostas por Carlos Bauzys que também atua como diretor musical, a direção e coreografia ficam por conta de Fernanda Chamma. O musical apresenta a história de Clara (Bruna Pazinato) e Caio (Leandro Luna), um casal sem crença e religião, que embarcam em uma jornada espiritual de fé e esperança, quando Caio é diagnosticado com câncer.

Meu Destino é ser Star

Créditos: Markos Fortes/Divulgação

O musical, que retrata o dia a dia nos bastidores de um espetáculo, chega a São Paulo após temporada de sucesso no Rio de Janeiro, em cartaz no Teatro Frei Caneca. Atores, que levam seus próprios nomes, entram em cena apresentando canções de sucesso de Lulu Santos, como “Tudo bem”, “Um Certo Alguém”, “Apenas Mais Uma de Amor”, “Condição”, “Tempos Modernos”, entre outras.

Não perca a programação de espetáculos musicais em março!

Resenha: Billy Elliot, O Musical contrasta o universo infantil e o adulto em intenso enredo


Créditos: João Caldas Filho


Imagine-se descobrindo um dom que não pode ser alimentado, devido ao cenário no qual você se encontra.

É nesse contexto que começa a história de Billy Elliot, filho de Jackie, um minerador extremamente tradicional, que sonha em dar uma vida melhor a seus filhos, especialmente o menor, de maneira que o garoto cresça e tenha um futuro mais bem sucedido do que sua própria infância e adolescência, sendo um grande lutador. Com a esposa já falecida, ele tem de se desdobrar para que isso aconteça. Com Billy, vivem o pai, o irmão e sua avó, com problemas de memória, mas grande sabedoria.

Créditos: João Caldas Filho

Um belo dia, Billy acaba conhecendo a escola de balé de Mrs. Wilkinson, onde inicialmente se nega a reconhecer, mas com tempo e paciência por parte da professora, acaba entendendo que domina melhor a arte de dançar do que a de lutar. Nesse momento, surge uma audição importante e Wilkinson incentiva Billy a participar, mas o garoto sabe que precisará enfrentar o machismo de seu pai e de seu irmão mais velho, Tony, que consideram isso tudo, “coisa de bicha”.

Além de todo o preconceito de sua família, Billy sabe que também não poderá participar da audição, pois não tem dinheiro para viajar, já que seu pai encontra-se há um ano em greve, devido à situação de trabalho dos mineradores.

Créditos: Foto João Caldas Filho

Mas o tempo passa e a família de Billy entende que essa é a vocação do menino, acabando por incentivá-lo a ir atrás de seu sonho. Para isso, seu pai vai contra a vontade de Tony e de boa parte dos trabalhadores, acabando de vez com a greve.

Billy Elliot, O Musical, com produção assinada pelo Atelier de Cultura Produções Artísticas, estreia nesta sexta-feira (15) , no Teatro Alfa, com grande produção e elenco impecável. Pode-se destacar o espetáculo coreográfico visto em cena, além do show de luzes e efeitos, especialmente no momento em que Billy literalmente voa no palco. A sintonia entre Tiago Fernandes, Carmo Dalla Vecchia, Beto Sargentelli e Inah de Carvalho em cena também é um ponto a se observar durante a produção. As cenas entre a mãe de Billy, vivida por Sara Sarres e o menino arrancam lágrimas do público, afinal, ela aparece somente para ele e a relação entre os dois é única. A amizade entre Billy e Michael, vivido por Paulo Gomes, é algo especial à medida que Billy descobre em Michael um grande bailarino, que o incentiva a seguir seu sonho.

Vale ressaltar que tanto Billy Elliot quanto Michael, serão vividos por atores alternantes. Billy é interpretado por Pedro Sousa, Richard Marques e Tiago Fernandes. Já Michael será vivido por Felipe Costa, Paulo Gomes e Tavinho Canalle.

Créditos: João Caldas Filho

A coreografia entre as bailarinas também é impecável, bem como a dos trabalhadores do minério, que em determinados momentos, se unem, mesclando a leveza do universo das crianças com a realidade pesada na qual esses homens estão inseridos. O contraste entre os dois mundos fica evidente quando esses dois mundos se encontram.

Billy Elliot, O Musical é, acima de tudo, uma lição de boa vontade e determinação em seguir nossos sonhos, mesmo em meio a uma realidade tão dura, que não permitiria fazermos o que queremos.

Conversamos com os atores Pedro Sousa e Richard Marques que contaram detalhes e curiosidades sobre o espetáculo. Aperte o play e confira o que vem por aí:

Serviço:

Billy Elliot, O Musical

Quando: Estreia no dia 15 de março. Sexta-feira, 20h30; Sábado, 15h e 20h; Domingo, 14h e 18h30

Onde: Teatro Alfa – R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo – SP

Classificação: Livre

Duração: 170 minutos (com 20 minutos de intervalo)

Acessibilidade: Motora e Visual

Ingressos: https://bit.ly/2Tcd0GF