Giacomo Giramolo Casanova é um personagem que tornou-se famoso na história mundial por seu estilo de vida: aventureiro, libertino, conquistador. Diversas obras já contaram sua história, mas Benoît Jacquot optou por um recorte mais específico, a partir do livro de memórias “A História da Minha Vida”, de Casanova, em ‘O Último Amor de Casanova‘, que estreia nos cinemas brasileiros em 21 de novembro, com distribuição da Califórnia Filmes.
O diretor explica que, mesmo havendo outros filmes sobre o bon-vivant, não foi um empecilho construir a narrativa, pois seu interesse pelo personagem surgiu ainda na juventude, quando leu o livro de Casanova. “Eu ainda não tinha vinte anos quando li e ele me interessou bastante. Eu gostei dessa liberdade, essa sinceridade, essa autenticidade, essa verdade. Casanova é um dos meus melhores amigos. Por isso, não me senti nem um pouco intimidado pelos filmes existentes, até porque Casanova é um tema inesgotável”.

O longa aborda o momento em que Casanova, ao chegar ao exílio em Londres, conhece a jovem cortesã Charpillon e apaixona-se por ela. Apesar dessa passagem acontecer no meio de sua vida, Jacquot explica o porquê do título ‘O Último Amor de Casanova’. “Ela foi o primeiro e último amor dele. Antes disso, ele tinha tido amizades, cumplicidades, talvez até algumas relações amorosas, mas não um amor apaixonado”, diz. “A história com Charpillon constitui um episódio completo, algo que nunca tinha acontecido com ele, embora já fosse um homem maduro”. Confira o trailer!










