Conto de fadas brasileiro retorna para apresentações online e gratuitas


Créditos: Silvia Godoy


Encenado pela Cia Quase Cinema, o espetáculo infantil “A Princesa de Bambuluá” é uma adaptação do conto popular brasileiro de mesmo nome, resgatado pelo pesquisador Luís Câmara Cascudo. Esta versão da história começou a ser contada em Teatro de Sombras pela companhia há 16 anos, sendo a primeira montagem realizada pelo grupo. Para resgatar a narrativa, este ano, “A Princesa de Bambuluá” será apresentada de forma online e gratuita em sua nova temporada, a partir do dia 17 de abril.

Apesar de pouco conhecido, o conto fala da inspiradora jornada de João, que com persistência e coragem, enfrenta inúmeros desafios para desencantar a princesa de Bambuluá. A trama é uma imersão no universo do nordeste do nosso país, experiência potencializada na sua adaptação ao Teatro de Sombras. A produção teatral acontece a partir do prêmio Proac Lab, e para os idealizadores do espetáculo, “Existe uma grande importância em apresentar para o público um conto originalmente brasileiro, um resgate das histórias que foram contadas pelos nossos antepassados. Hoje muitos contos são de origem estrangeira com paisagem e personagens que não retratam nossa terra”.

Créditos: Silvia Godoy

Um reino encantado, pássaros, músicas, fantasia, difíceis desafios, coragem e persistência são alguns elementos desse conto de fadas brasileiro. Para dar vida a este cenário, se complementa uma produção mágica com desenhos inspirados na xilogravura, cores, sombras e trilha sonora. Assim, a Cia Quase Cinema cria uma atmosfera de cinema – ou quase cinema – vivo dentro da casa de cada espectador, e coloca o povo brasileiro como protagonista da história.

SERVIÇO | Espetáculo “A Princesa de Bambuluá”

Quando?
Dia 17.04, sábado, às 16h
Dia 18.04, domingo, às 16h
Dia 19.04, segunda, às 16h
Dia 20.04, terça, às 16h
Dia 21.04, quarta, às 16h
Dia 22.04, quinta, às 16h

Onde?

No canal da Cia Quase Cinema

YouTube: www.youtube.com/CiaQuaseCinema1

Indicação etária: A partir de 4 anos

Duração: 30 minutos

Grupo Epifania apresenta performances solos que retratam situações ocorridas na quarentena


Créditos: Elisa Mendes


O grupo EPIFANIA apresenta de 26 a 29 de março o espetáculo de dança PORTA-RETRATOS. O projeto aborda o tema do isolamento social. Dentro de uma mesma casa, seis bailarinos da companhia farão performances trazendo reflexões e colocando uma lente de aumento em situações ocorridas no período da quarentena.

O resultado será disponibilizado ao público na plataforma Sympla de maneira gratuita para todo o Brasil. O espetáculo PORTA-RETRATOS contará, também, com um intérprete de libras em cada apresentação. A idealização do espetáculo é de Dani Cavanellas e a produção é da Palavra Z. A iniciativa tem patrocínio da Lei Aldir Blanc, Governo Federal e Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.

Créditos: Elisa Mendes

O espetáculo foi pensado artisticamente durante a pandemia. A ideia é apresentar estados e sentimentos que apareceram durante esse período de isolamento. O espectador é levado a se identificar com cada bailarino e com comportamentos e atitudes que assumiu durante o isolamento pandêmico. Através dessa identificação, o público poderá interferir, refletindo e interagindo no final do espetáculo, dizendo com quem mais se identificou.

Para isso, PORTA-RETRATOS será apresentado em diversos ambientes, dentro de uma mesma casa, com vários cômodos, onde cada bailarino irá mostrar seu solo coreográfico, ou seja, seu estado emocional provocado por esse afastamento, em cada um desses espaços. A arquitetura de cada um desses cômodos será concebida de acordo com o que se pretende explicitar de cada intérprete levando a uma identificação do espectador com a proposta. Ao final do espetáculo haverá um breve bate-papo com a direção e elenco.

“Porta-Retratos é um espetáculo democrático, de fácil acesso, com uma identificação imediata, abrangendo todos os tipos de público uma vez que aborda uma temática tão atual e pertinente ao momento em que estamos vivendo. O objetivo é fazer com que o espectador se sinta próximo dos intérpretes e até mesmo aliviados num certo sentido ao perceberem que muitas das suas atitudes nessa pandemia foram comuns a outras pessoas.”

Dani Cavanellas

Serviço: PORTA-RETRATOS

De 26 a 29/3 (de sexta a segunda).

Sexta e segunda, às 20h;

Sábado e domingo às 17h, na plataforma Sympla

https://www.sympla.com.br/produtor/palavraz

Evento gratuito.

Classificação: livre.

Instagram: @epifania.arteperformance

Facebook: www.facebook.com/epifania.arteperformance

Youtube: www.youtube.com/grupoepifania

Circo de Teatro Tubinho faz temporada on-line

Senhoras e Senhores: Circo de Teatro Tubinho faz temporada on-line

Créditos: Ligia Jardim


O Circo de Teatro Tubinho, tradicional referência do circo-teatro brasileiro, mais uma vez, segura as pontas da lona com firmeza (e singeleza) para o espetáculo acontecer, mesmo em tempos difíceis de pandemia. A temporada 2021 na cidade de São Paulo, idealizada para ser presencial, mergulha no universo on-line, de 12 de março a 7 de abril, e traz uma série de 12 espetáculos-lives, gratuitos e ao vivo, pelo canal do YouTube e página do Facebook da trupe. Cada atração será reprisada uma vez, totalizando, dessa forma, uma agenda recheada de 24 exibições. As apresentações serão sextas e sábados, às 20h, e domingo, às 16h (espetáculo infantil). Reprises dos espetáculos da semana às segundas, terças e quartas, às 10h.

A programação acontece no período de datas importantes: Dia Mundial do Teatro, Dia do Circo (ambas no dia 27/03) e do ano em que o Circo Teatro Tubinho completa 20 anos. A comemoração será no encerramento da temporada, em 07 de abril, com um bate-papo especial em formato virtual, pelas redes sociais do Centro de Memória do Circo.

O extenso repertório da trupe é composto tanto por peças tradicionais, levadas à cena nos circos brasileiros desde o início do século XX, quanto por adaptações e textos escritos pelo próprio Pereira França Neto, o palhaço Tubinho, além de outros autores contemporâneos, imersos também nesta tradição circense.

Neste projeto, realizado com apoio do Edital de Fomento ao Circo – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, o público poderá conferir clássicos da companhia, como as comédias “Tubinho, o médico à força”, “Tubinho, o capitão da Tropa de Elite”, o infantil “Pinocchio – o boneco que queria ser gente”, o drama “O Céu uniu dois corações”, entre outros que despertam o lúdico e a poesia.

Com este formato, o público em casa terá uma experiência análoga a que possibilitamos em nossa lona: a cada dia um espetáculo diferente para assistir”, salienta Tubinho, citando, ainda, a possibilidade do fomento às novas plateias por meio de um “plano de ação continuada, que não se restringe a um evento, mas sim, propõe a apresentação de uma temporada de espetáculos teatrais, que fazem parte um repertório tradicional diverso”.

Atualmente, o Circo de Teatro Tubinho é uma das raras companhias que continuam nas estradas brasileiras – talvez a única companhia de “família tradicional”, de lona e de circo-teatro a itinerar ininterruptamente pelo estado de São Paulo há 20 anos. É composta hoje por aproximadamente 40 artistas.

Antes da pandemia, o coletivo levava à cena, todas as noites, um espetáculo diferente para cerca de 400, 500 pessoas. Desde março de 2020 estamos sem trabalhar na lona e a arrecadação por bilheteria, que nos mantém em atividade, está suspensa”, destaca o artista Pereira França Neto, o Palhaço Tubinho.

Senhoras e Senhores: Circo de Teatro Tubinho faz temporada on-line
Créditos: Studio Diego Soares

Uma história para manter viva a tradição do circo-teatro brasileiro
O Circo de Teatro Tubinho é um circo diferente e faz parte de uma tradição muito popular das décadas de 20 à 70, mas que está praticamente extinta nos dias de hoje. Sai de cena a referência de circo com apresentações de malabares, trapézio, acrobacias e globo da morte e entra em cena o circo itinerante de lona, que apresenta um espetáculo teatral diferente a cada noite.

Completando 20 anos de estrada, o Circo de Teatro Tubinho é uma das poucas companhias no país que continua sendo responsável por levar a arte circense e teatral a locais que não estão na rota das companhias convencionais, apresentando todas as noites, um espetáculo diferente de um repertório de mais de cem peças.

Nesses 20 anos, o empreendimento cresceu em tamanho, abrangência e mérito artístico. Tanto que a família Tubinho conquistou inúmeros admiradores e fãs nas cidades pelas quais passou. O reconhecimento da companhia junto ao público foi confirmado com o recebimento do Prêmio Governador do Estado de São Paulo, na Categoria Circo, por votação popular, para Pereira França Neto (Palhaço tubinho), em 2011, e para o Circo Teatro Tubinho, em 2017.

Ao longo dos anos, o Circo de Teatro Tubinho transitou entre os mais diversos meios de comunicação e empreendimentos, de modo que Tubinho lançou CD, livro de piadas, ganhou seu próprio boneco e uma série de histórias em quadrinhos, estrelou um programa semanal na televisão e chegou aos cinemas por meio da produção independente Tubinho, o filme.

Circo de Teatro Tubinho
Temporada on-line de espetáculos

Quando?
De 12.03 a 07.04
Sextas e sábados, às 20h, e domingo, às 16h (espetáculo infantil).
Reprises dos espetáculos da semana às segundas, terças e quartas, às 10h
Obs:
07.03 às 16h: Evento comemorativo em parceria com o Centro de Memória do Circo – “Circo de Teatro Tubinho: 20 anos”

Onde?
youtube.com/youtubinho
facebook.com/circotubinho

Quanto?
Grátis!

Este projeto foi realizado com apoio do Edital de Fomento ao Circo – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Festival Concertos na Serra inaugura Espaço Japi em Jundiaí


Duo Della Campbell | Créditos: João Caldas


Natureza, história, preservação ambiental, música e artes cênicas. O 1º Festival Concertos na Serra apresenta uma série de recitais de música clássica realizada em clima intimista no interior do espaço centenário da Igreja Santa Clara, construção de 1917 tombada pelo Patrimônio Histórico e que integra o recém-criado Espaço Japi – Cultura e Meio Ambiente, no coração da na Serra do Japi, em Jundiaí, área de proteção ambiental.

Este será o cenário de oito apresentações musicais pensadas especialmente para o espaço, que acontecerão em duas semanas, de 11 a 14 e março e de 18 a 21 de março, de quinta a domingo às 18:30. De graça. Transmissão online e gratuita via Youtube disponível aqui.

A ideia de criar no local um espaço cultural, por iniciativa dos atores e diretores teatrais Carla Candiotto e Rodrigo Matheus, vem ao encontro da trajetória de 50 anos da Escola de Música de Jundiaí, representada pela maestrina Claudia Feres, curadora e diretora artística do festival, que assina ainda a direção geral e a concepção. A direção cênica do festival é de Carla Candiotto e a gestão do projeto é do músico e cantor Fábio Vianna Peres, que integra a programação. Completam a equipe de criativos Marco Lima na direção de arte e Wagner Freire na iluminação.

Cada um dos oito artistas ou grupos convidados ocupará a igreja realizando um recital com 50 minutos de duração, transmitido pelo canal do festival no Youtube. A programação foi escolhida cuidadosamente pela maestrina Claudia Feres. O Festival Concertos na Serra é uma iniciativa de pessoas que dedicam suas vidas intensamente às artes e convidam o público a mergulhar, a partir de suas casas, nesse ambiente cheio de história, sons e natureza em que vai se transformar a Igreja de Santa Clara nessas duas semanas.

João Paulo Amaral | Créditos: João Caldas

Programação camerística

A programação abre com a música antiga da Capela Ultramarina, de Fábio Vianna (dia 11 de março), com suas influências portuguesas, com voz e vihuela. Destaque para a participação do ator Roney Facchini na leitura de sonetos e outros versos de Camões entre uma e outra canção interpretada por Fábio.

O duo de flauta e violoncelo Bico de Pena, do casal Angelique Camargo e Renato Camargo (12 de março), apresenta obras de autoria do próprio Renato. A viola de orquestra se encontra com a viola caipira na apresentação de Gabriel Marin, violista da Orquestra Sinfônica da USP, e do violeiro Neymar Dias. (dia 13 de março). Para encerrar a primeira semana tem o concerto solo de Heloisa Meirelles (dia 14 de março), violoncelista da OSESP, que foi aluna da EMJ quando criança.

Créditos: João Caldas

A segunda semana do Concertos na Serra será aberta pelo Trio Madera, de cordas, com Mayra Pezzuti, violino; Renato Bandel, viola, e Denise Ferrari, violoncelo, interpretando repertório com música do período clássico. Renato Bandel foi coordenador pedagógico do Festival de Inverno de Campos do Jordão é o chefe do naipe de cordas da Orquestra Municipal de Jundiaí, da qual também fazem parte Mayra e Denise ((dia 18 de março).

Representante do barroco está o reverenciado Duo Lanfranchi-Santoro, com a flauta de Livia Lanfranchi e o cravo de Alessandro Santoro (dia 19 de março). O duo Dellarole & Campbell, com o violinista da Orquestra Sinfônica da USP, Pedro Dellarole, e a harpista do Teatro Municipal de São Paulo, a escocesa Jeniffer Campbell toca dia 20 de março. E para fechar o festival, abraçando a Serra do Japi, está a música de raiz do violeiro João Paulo Amaral (dia 21 de março).

Serviço

FESTIVAL CONCERTOS NA SERRA – De 11 a 14 e março e de 18 a 21 de março.
Espaço Japi – Cultura e Meio Ambiente. Serra do Japi.
De quinta a domingo às 18:30 hs. De graça.
Transmissão online e gratuita via Youtube.

Programação

Quinta-feira, 11/03, 18:30h – Fábio Vianna Peres, Capela Ultramarina, “Cantar Camões”. Participação do ator Roney Facchini na leitura de sonetos e outros poemas Circulusde Camões entre uma e outra canção interpretada por Fábio.

Sexta-feira, 12/03, 18:30h – Duo Bico de Pena.

Sábado, 13/03, 18:30h – Gabriel Marin e Neymar Dias.

Domingo, 14/03, 18:30h – Heloisa Meirelles.

Quinta-feira, 18/03, 18:30h – Trio Madera, cordas.

Sexta-feira, 19/03, 18:30h – Duo Lanfranchi – Santoro.

Sábado, 20/02, 18:30h – Duo Della & Campbell

Domingo, 21/03, 18:30h – João Paulo Amaral.

Quando as máquinas param, de Plínio Marcos estreia em março


Créditos: Heloísa Bortz


Escrito em 1967 por Plínio Marcos, o texto do espetáculo Quando as máquinas param mostra uma realidade completamente atual: a dissolução de uma família por conta do desemprego em massa. Montagem dirigida por Kiko Rieser é a nova produção da Cia Colateral e acontece toda em preto e branco. Com os atores André Kirmayr e Larissa Ferrara no elenco, a estreia acontece pelo YouTube do Centro Cultural São Paulo no dia 15 de março e a temporada segue gratuita até dia 6 de abril.

O espetáculo transmitido ao vivo é encenado em uma residência que poderia perfeitamente ser a casa dos personagens Nina e Zé, adaptada pela direção de arte de Kleber Montanheiro, filmado com planos e movimentos cuidadosamente ensaiados para flagrar de perto a realidade daquele casal com dinâmica imagética.

Créditos: Heloísa Bortz

Para o diretor Kiko Rieser, “a despeito de Quando as máquinas param não se filiar ao conjunto mais conhecido da obra do dramaturgo, é provavelmente sua peça que hoje mais fala à nossa realidade. Expondo uma situação de colapso econômico e social, em que demissões em massa dissolviam famílias e levavam pessoas à mais profunda miséria, o texto ganha renovada pungência hoje, quando batemos novamente recordes de desemprego, tendência que só tende a se agravar com as consequências da pandemia.”

Ambientada no final da década de 60, a peça conta a história de Zé e Nina, um casal que nunca foi abastado, mas sempre teve o suficiente para pagar as contas em dia, fazer refeições dignas e ainda sonhar com um crediário para comprar uma televisão e, assim, ver os sons das radionovelas e das narrações de jogos de futebol se tornarem imagens. No entanto, uma demissão em massa na fábrica em que Zé trabalhava como operário faz essa realidade mudar drasticamente, e nem as costuras de Nina para senhoras ricas conseguem dar conta das faturas que não param de chegar. A desesperança do operário se transforma em um sentimento de humilhação e, depois, em uma revolta que afunda os dois na imobilidade e ameaça o casamento.

Serviço

15 de março a 6 de abril de 2021

Segundas e terças, às 20h

Gratuito

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 85 minutos

Link de transmissão: http://youtube.com/CentroCulturalSaoPauloCCSP

“A Banheira” estreia temporada online

"A Banheira" estreia temporada online

Créditos: Divulgação


A Banheira“, uma das comédias de maior sucesso dos palcos paulistanos, em cartaz há mais de 6 anos e eleita em 2017 pelo blog do Arcanjo como a melhor comédia de São Paulo, estreia no dia 21 de fevereiro a sua versão online. Serão seis apresentações gratuitas para o público através do site do espetáculo.

A peça foi contemplada na lei Aldir Blanc no edital 36 do Estado de São Paulo para produção de espetáculos online.

“A Banheira” conta o que pode acontecer quando um respeitável pai de família, por puro fetiche, leva para sua casa uma amante absolutamente inusitada. Um ladrão aparece na hora errada prendendo ambos no banheiro da residência. Para completar a confusão, descobre-se que a amante é nada menos do que uma parente bastante próxima da mulher traída, uma parente sempre escondida do marido pelo seu jeito extrovertido de ser.

Hilariante e cheia de suspense, a surpreendente e movimentada comédia apresenta uma sequência de cenas em que quando parece que tudo vai se resolver, de repente, tudo se complica ainda mais.

A peça é uma comédia nacional de autor. Trata-se de um espetáculo ágil, dinâmico e surpreendente, que se propõe àquilo que sempre deve nortear a verdadeira comédia: incentivar a reflexão através do riso.

O espetáculo tem uma dinâmica rápida e surpreendente a cada cena, uma autêntica ode ao humor que ao mesmo tempo em que leva o espectador as gargalhadas, certamente o faz também refletir sobre muitos valores sociais e morais que estão presentes na arte diária de convivência humana.

"A Banheira" estreia temporada online
Créditos: Divulgação

“A Banheira” apresenta imediata sintonia do público com a sua trama, por ser uma comédia de grande apelo popular. A sua linguagem coloquial não apenas favorece o ingresso de todas as classes sociais, mas também derruba qualquer preconceito de que a simplicidade não pode conviver com a qualidade. A narrativa tem um dinamismo e humor situacional capaz de cativar todos os gostos e de colaborar de modo significativo para a inserção do universo teatral em nossa sociedade.

O texto tem uma construção dramatúrgica dos grandes clássicos do Vaudeville e a encenação destaca esse gênero com uma marcação farsesca, muitas vezes coreografada e melodramática, dando brilho e extrema teatralidade ao espetáculo, fugindo do realismo e reforçando o trabalho dos atores.

SERVIÇO:

LOCAL: https://bit.ly/3bkDQDr

DATA: 21 e 28 de fevereiro, 14 e 28 de março e 11 e 25 de abril, domingo 18h.

INGRESSOS: Gratuito

DURAÇÃO: 75 min

CLASSIFICAÇÃO: 14 anos