CIA DE TEATRO ENCENA ESTREIA ‘A ESCADA’




Peça aborda conflitos nas relações humanas entre os moradores de um edifício

O eterno conflito do velho com o novo é o tema central de “A Escada”. A peça mostra quão irreconciliáveis são esses dois mundos onde a tradição é um obstáculo quase intransponível para uma vida plena. Com direção de Orias Elias e codireção de Walter Lins, espetáculo gratuito estreia dia 13 de fevereiro no Espaço Cultural Encena.
Extraordinariamente atual, o texto trata dos sempre presentes preconceitos de cor, idade, nível social, estado civil e sexo. O autor Jorge Andrade apresenta em sua peça, num corte horizontal, um universo de incompreensão, violentos contrastes, alienação e incomunicabilidade nas relações entre pais e filhos, marido e mulher, patrão e empregado.

Falido e decadente, o casal Antenor e Melica vive de favor, em sistema de rodízio, nas casas dos quatro filhos. Mas, diante da iminente senilidade dos velhos, chega o momento em que os filhos  terão que enfrentar um difícil dilema: Internar ou não os pais num asilo.
  
Reflete ainda, a mediocridade do homem comum, que busca em fatores externos a justificativa para seu fracasso e alienação. Ao longo da peça, a partir de uma ideia lançada, engendra-se um ovo e ao redor dele as personagens vão mergulhando em vacilações, perplexidades, escrúpulos e remorsos para, finalmente perceber, ao romper da casca, que uma nova realidade se impõe e dela não se é possível fugir. 
Para mais informações e reserva de ingressos (gratuitos) entre em contato: encena@encena.art.br // 98336-0546 (Tim) e 2867-4746

Ficha Técnica

Texto: Jorge Andrade
Direção: Orias Elias
Codireção: Walter Lins
Elenco: Claudio Bovo, Babi Soares, Debora Muniz, Diogenes Peixoto, Jacintho Camarotto, Maira Galvão, Orias Elias, Paloma Oliveira, Sabina Di Colluccy, Sylvia Malena, Vera Barretto, Walter Lins e Zulhie Vieira.
Iluminação: Vagner Pereira
Música original: Gustavo Barcamor
Cenário: Orias Elias e Jones Cortez
Figurinos e maquilagem: Walter Lins
Produção: Cia de Teatro Encena
Apoio Institucional: PROAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo –  Edital 2015 – Montagem

SERVIÇO

Endereço: Espaço Cultural Encena – Rua Sargento Estanislau Custódio, 130, CEP 05534-030, Jd. Jussara-Vila Sônia-Butantã – CEP 05534-030 – SP
Temporada: 13, 20 e 27/02/2016 – Sáb às 20h30 | De 05/03 a 17/04/2016 – Sáb às 20h30 e Dom às 19h
Lotação: 70 lugares
Duração: 95 minutos
Classificação etária: 10 anos
Sobre a Cia: http://ciadeteatroencena.blogspot.com.br // www.facebook.com/encena.ciadeteatro

‘GUERRILHEIRAS OU PARA A TERRA NÃO HÁ DESAPARECIDOS’ REALIZA SESSÕES EXTRAS




Idealizado pela atriz Gabriela Carneiro da Cunha, espetáculo tem dramaturgia de Grace Passô e direção de Georgette Fadel

Projeções de imagens feitas por Eryk Rocha no sul do Pará trazem sons e rostos dos camponeses que ainda vivem na região

Foto: Elisa Mendes

Com direção de Georgette Fadel e dramaturgia de Grace Passô, o espetáculo “GUERRILHEIRAS OU PARA A TERRA NÃO HÁ DESAPARECIDOS” realiza sessões extras em São Paulo, nos dias 12, 13 e 14 de fevereiro, no Sesc Belenzinho, sexta e sábado, às 21h30 e no domingo, às 18h30.

A estreia em São Paulo foi em 15 de janeiro e ficou em cartaz, em curta temporada de três semanas, até 31/01/2016.

Selecionado no programa Rumos Itaú Cultural 2013/2014, a peça estreou no Espaço Sesc, no Rio de Janeiro, em setembro de 2015. No Sesc Belenzinho a temporada integra a programação  “ARTE – SUBSTANTIVO FEMININO” com espetáculos, shows, intervenção, debates e oficinas acerca das questões da mulher na sociedade e nas artes. As obras escolhidas trazem ao público temáticas relevantes e de diferentes pontos de vista sobre o feminino.

“GUERRILHEIRAS OU PARA A TERRA NÃO HÁ DESAPARECIDOS” foi concebido pela atriz Gabriela Carneiro da Cunha a partir da história de 12 mulheres que lutaram e morreram em um dos mais importantes e violentos conflitos armados da ditadura militar brasileira, a Guerrilha do Araguaia.

Ocorrida entre os estados do Pará e Tocantins, na floresta amazônica, no período entre abril de 1972 e janeiro de 1975, a Guerrilha do Araguaia reuniu cerca de 70 pessoas, sendo dezessete mulheres, que saíram de diversas cidades do país para participar do movimento que pretendia derrubar a ditadura e tomar o poder cercando a cidade pelo campo.

Por meio de um diálogo entre a ficção e o documentário, “Guerrilheiras ou para a terra não há desaparecidos” é um poema cênico criado a partir da história dessas mulheres, de sua luta e das memórias do que elas viveram e deixaram naquela região. A peça também busca iluminar esse importante episódio da história do país ainda tão nebuloso. “Certas coisas devem ser feitas: manter a chama acesa, relembrar e iluminar a história das lutas e dos lutadores, com todas as contradições que cada luta carrega”, destaca a diretora Georgette Fadel.

Após uma profunda e detalhada pesquisa sobre o tema, equipe e elenco da peça realizaram uma viagem até o sul do Pará com a diretora, a autora e as atrizes Carolina Virguez, Daniela Carmona, Fernanda Haucke e Mafalda Pequenino. Sara Antunes, que também integra o elenco, não participou da viagem, pois na ocasião estava grávida de nove meses. Assim como as guerrilheiras eram de diferentes cidades, a equipe é formada por artistas do Rio, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e da Colômbia.

Foram 36 horas de viagem de ônibus saindo do Rio de Janeiro até chegarem às margens do Araguaia, onde ouviram os relatos de quem presenciou esta história, num lugar marcado pela tradição do massacre. Em uma terra de esquecidos e desaparecidos, onde existe uma guerra velada, há um povo que dá voz àqueles que foram mortos. O cineasta Eryk Rocha documentou todo o percurso da equipe durante os quinze dias de viagem. Os registros audiovisuais, entre rostos e paisagens, serão projetados no palco do teatro, criando um diálogo com as atrizes.  Os sons captados do rio acompanham algumas cenas.

“O tema está completamente alinhado com o momento atual do país. No ano passado foram os 50 anos do Golpe Militar, tem o trabalho da Comissão da Verdade e vimos as manifestações de junho detonarem um fluxo de pensamento e questionamentos sobre os rumos do Brasil, do movimento de ocupação dos estudantes secundaristas das escolas da rede pública do estado de São Paulo, tudo isso em um cenário político árido em termos de invenção e identidade. Não é por acaso que os artistas estão trazendo fortemente em linguagem poética essas questões em suas obras, acredita a atriz. 

Para criar os figurinos, Desirée Bastos garimpou cerca de 50 peças, entre calças, camisas, vestidos, chapéus, roupas íntimas em brechós no Rio e bazares no sul do Pará. As roupas foram enterradas às margens do rio Araguaia pelas próprias atrizes. Os trajes foram desenterrados e lavados. O resultado dessas peças deterioradas faz alusão aos corpos que nunca foram encontrados.  

SERVIÇO

“Guerrilheiras ou para a terra não há desaparecidos”
Sessões Extras nos dias 12, 13 e 14 de fevereiro de 2016. Sexta e sábado, às 21h30. Domingo, às 18h30.
Sala de Espetáculos I (110 lugares).
Não recomendado para menores de 18 anos.
Duração: 90 minutos
Preços – R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Ingressos à venda pelo Portal Sesc SP (www.sescsp.org.br), ou nas unidades
Não recomendado para menores de 18 anos. 
Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho
Estacionamento
Para espetáculos com venda de ingressos:
R$ 11,00 (não matriculado);
R$ 5,50 (matriculado no SESC – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).
Realização: Sesc

Theatro Net Rio apresenta Jerry Adriani




Cantor fará uma única apresentação, dia 22 de fevereiro, às 21h.

O Theatro Net Rio apresenta, dia 22 de fevereiro, o ícone da Jovem Guarda Jerry Adriani, às 21h, no show “Jerry Adriani 2016”.

Jerry Adriani – o artista conta a sua história

Comecei minha trajetória artística em 1964. Cheguei ao Rio de Janeiro em junho, dois meses após o início da Ditadura Militar, para gravar o meu primeiro LP “O Italianíssimo”, que era uma coletânea de sucessos de música italiana. Havia na época uma efervescência musical no mundo inteiro. O mundo estava sob os efeitos da “beatlemania”. O sucesso do quarteto britânico revolucionou o planeta.  O comportamento dos jovens também modificava, com as passeatas no Brasil e no mundo, os beatniks, o próprio ar que se respirava exalava “mudança”.

Foi em meio a isso tudo que nasceria esse movimento musical que no início, sem planejamento, era um derivado do Rock’nRoll dos anos 50, de Elvis, Chuck Barry, Bill Halley and His Comets, Little Richardse no Brasil, com nomes como Cely e Tony Campelo, Sergio Murilo, Ronnie Cord, Demétrius, Carlos Gonzaga, The Jordans,The Jet Blacks etc. Depois com o descomunal sucesso dos Beatles e das bandas como Rolling Stones, Herman Hermits e outras tantas com sua música reverberando ao som das guitarras, os cabelos longos, e os gritos de YeahYeahYeah, e o futuro movimento porque até aí a gente não se dava conta da dimensão do que estava acontecendo. Acabou sendo chamado por todos de a “turma do IêIêIê”.   Foi esse o nome inicial desse gênero musical que a gente fazia. Eu imediatamente, levado pela onda de sucesso que vinha como um tsunami do qual eu não poderia ficar de fora, migrei da música italiana para o tal de IêIêIê.

Com o gigantesco sucesso de um programa chamado “Jovem Guarda” que foi lançado em 1965, que literalmente tornou-se não simplesmente um sucesso na TV, apresentado por Roberto e Erasmo Carlos e Wanderléa, foi algo que assumiu proporções absolutamente imprevisíveis. Logo, o movimento tinha um nome, homônimo do programa… Como em tudo que cresce demais, houve dissidências e eu fiz parte de um desses grupos dissidentes da JG. Fui apresentar em parceria com Luiz Aguiar um programa na TV Excelsior que fez sucesso.

Fiz filmes, centenas de shows, e participei de outros programas de TV. Todos os mais importantes da época, os fã clubes se espalhavam por todo o Brasil, e eu, leia-se nós, os que estávamos na crista do movimento. As roupas dos jovens nessa ocasião, tinham como modelo o que o pessoal da JG vestia. Foi algo realmente muito forte que influenciou o comportamento em todo o Brasil, não só nas roupas mas na maneira de falar, de agir…

Como nada é perfeito, recebíamos críticas dos politizados pois, nossa música não falava contra a ditadura, não tratava de política e havia um patrulhamento ideológico muito forte. Os que se insurgiram contra nós (chegando a fazer inclusive passeata contra guitarras) tiveram que assistir à longa vida desse pessoal, que até hoje tem na admiração de muitos daquela geração o escopo para seguirem com suas carreiras. Muitos diziam que a gente não duraria um ano. Como se vê equivocaram-se… A JG influenciou outros movimentos de música como a própria Tropicália, e gêneros como o Rock nacional, a música romântica etc. Chegamos graças à Deus à meio século de existência, graças ao público fiel e à pessoas da imprensa, dos veículos de comunicação que ainda continuam abrindo espaço para nós. ”Ave Jovem Guarda… A Brasa não se apagou”.

SERVIÇO:

“Jerry Adriani 2016”

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Ingresso: R$ 110,00 (plateia e frisa) R$ 80,00 (balcão)

Direito à meia entrada:  Menor ou igual à 21 anos, idosos com 60 anos ou mais, professor da rede pública, estudante, cliente Net (4 ingressos), cliente O Globo (2 ingressos), classe artística com DRT (1 ingresso), cliente Mais Pão de Açúcar, revista Básica (2 ingressos), cartão pré-pago do Metrô (2 ingressos), carteira da Amave (2 ingressos), apresentando a passagem da viação Itapemirim, funcionários da Petrobras (2 ingressos)

Horário: 21h.

Data: 22 de fevereiro.

Classificação: 12 anos.

Duração: 80 Minutos.

Capacidade do Teatro: 622 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site.

Horário de funcionamento da bilheteria: 10h. às 22h.

Formas de pagamento: Todos CC / CB

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

Os Travessos se apresentam em São Paulo




Grupo faz show nesta quarta-feira (03) no Splash Bar

Foto: Divulgação

Os Travessos se apresentam nesta quarta-feira (03) no Splash Bar, localizado na zona leste de São Paulo. No repertório, Rodriguinho, Filipe Duarte, Chorão, Rodrigão e Edimilson, cantam os sucessos que marcaram a trajetória do grupo e canções inéditas que fazem parte do DVD comemorativo, lançado em 2015.
Serviço:
Os Travessos no Splash Bar
Data: 03/02/2016 (quarta-feira)
Horário: a partir das 22h
Local: Splash Bar
Endereço: Av. Amador Bueno da Veiga, 2.815 – Penha – SP.
Ingressos: A partir de R$ 25,00
Informações: (11) 2681-3322.

Jullia faz seu primeiro show como cantora




Jullia, ex-atriz do SBT, faz seu primeiro show como cantora

Foto: Fabio Luiz Marino




A atriz e cantora Jullia realizou no último dia 24 de janeiro o seu primeiro show.  A apresentação de Jullia aconteceu dentro do Holi Color Brazil, em São Vicente, litoral de São Paulo.



Depois da apresentação do DJ GranFran e antecedendo a entrada de Jesus Luz, Jullia subiu no palco por volta das 19h40 e fez um show com muita música, luzes, danças e pó colorido, levando o público presente no Marina Beira Mar ao delírio.



Já que o Holi Color Brazil é um evento conhecido pela música eletrônica a cantora lançou a versão de “Atrevida” em versão eletrônica. A nova versão do seu primeiro single foi produzida pelo respeitado DJ GranFran, que também estava fez sua apresentação no evento e já é famoso por suas apresentações cheia de alegria.



Conhecida pelas novelas “Maria Esperança” e “Seus Olhos”, ambas do SBT, Jullia já tem novo show agendado para o Carnaval no interior de São Paulo.




Veja como foi o primeiro show de Jullia no Holi Color Brazil:

AGENDA: Trajetória(s) Mariana Muniz e D’Existir




Para comemorar os seus 40 anos de carreira a atriz, bailarina e coreógrafa Mariana Muniz realizou em 2015 uma série de ações, dentre elas: Encontros Artísticos com convidados; apresentação dos espetáculos D’Existir e 2 Mundos; exposição fotográfica de sua trajetória e lançamento da exposição virtual e interativa que compartilha itens do seu acervo pessoal, que pode ser acessada em www.museudadanca.com.br/mariana-muniz
Foto: Divulgação

Para fechar esta série de ações do projeto TRAJETÓRIA(S), Mariana Muniz fará um bate papo no dia 11 de fevereiro, no Espaço Ghut, com a artista e educadora ANGEL VIANNA, integrante de movimentos expoentes que influenciaram a maneira de pensar, compor e criar a dança e figura uma pessoa representativa no percurso artístico de Mariana.

E nos dias seguintes 12, 13 e 14 de fevereiro, no Teatro Eva Herz, as últimas apresentações do espetáculo D’Existir, projeto de dança/teatro baseado em pesquisas sobre o tema da morte. Com referência poética no texto Mal Visto Mal Dito de Samuel Beckett, trata de uma artista em seus questionamentos sobre o ato de vivenciar o sentido de seus movimentos em dança e teatro. Uma viagem imaginária pelo tempo, impulsionada pelos gestos e movimentos de um corpo que se questiona e se revê em sua trajetória cênica pela vida.

SOBRE PROJETO TRAJETÓRIA(S)

Trajetória(s) é um projeto de resgate da memória dos momentos mais significativos da carreira da bailarina, atriz, coreógrafa e diretora da Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança. Figura atuante na dança e no teatro, Mariana Muniz participou de eventos históricos que mudaram a maneira de pensar o movimento e a dança em nosso país.

As ações realizadas no decorrer de 2015:

·         11 (onze) apresentações dos solos interpretados por Mariana Muniz, sendo 06 (seis) de 2 Mundos e 05 (cinco) de D’Existir;

Exposição Fotográfica

·         Realizada no Centro de Referência da dança, em agosto e setembro de 2015, com fotos representativas e marcantes da trajetória de Mariana Muniz;

Exposição Virtual              

·         Lançada no MIS – Museu da Imagem e do Som, em novembro de 2015. A exposição virtual é interativa e compartilhar itens do  acervo pessoal de Mariana Muniz (vídeos, fotos, material gráfico, críticas, documentos, etc), cronologia e evolução de sua carreira.

Link para acesso: www.museudadanca.com.br/mariana-muniz

Oficina de estudo do movimento e eutonia

·         Oficina gratuita ministrada por Mariana Muniz, com duração total de 15 (quinze) horas, realizada em setembro de 2015. Participação de 15 pessoas.

O projeto TRAJETÓRIA(S) MARIANA MUNIZ, realizado pelo MUD – Museu da Dança, foi premiado na categoria Difusão da Dança pelo PRÊMIO DENILTO GOMES DE DANÇA 2015 da Cooperativa Paulista de Dança.

SERVIÇO (Encontro com Angel Vianna):

LOCAL: Espaço Ghut (Avenida Brigadeiro Luis Antônio, 2344 – conj. 26 – Jardim Paulista – Próximo ao metrô Brigadeiro – linha verde), 30 lugares

DATA: 11/02 (Quinta, das 19h às 22h).

INFORMAÇÕES:

INGRESSO: gratuito

DURAÇÃO: 180 minutos

CLASSIFICAÇÃO: livre

SERVIÇO (Espetáculo D’Existir):

LOCAL: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura (Av Paulista, 2073 – Bela Vista – Conjunto Nacional – Metrô Consolação – linha verde), 168 lugares

DATA: 12, 13 e 14/02 (sexta e sábado às 21h e domingo às 19h)

DURAÇÃO: 50 minutos

INFORMAÇÕES: 3070 4059

INGRESSO: R$15,00 inteira | R$7,50 meia

CLASSIFICAÇÃO: livre

*Projeto contemplado pelo 18º Edital de Fomento à Dança da cidade de São Paulo.