Entrevista Exclusiva com o cantor Maury Lima!




Por Rodrigo Bueno

Dono de uma voz impactante e única, o cantor Maury Lima vem conquistando cada vez mais espaço no meio sertanejo e cativando milhares de fãs.

Foto: Divulgação

Maury é conhecido por ser filho do cantor Mauri (irmão da dupla Chitãozinho e Xororó), e quando criança fez parte da dupla Rafaela e Maury. Em entrevista ao Acesso Cultural, o cantor fala sobre a carreira solo e seus projetos para 2016. Confira!

Acesso Cultural: Quando começou a sua relação com a música?

Maury Lima: Minha relação com a música desde que me conheço por gente!!! Haha desde pequeno vendo minha família sempre em shows, então sempre fui meio que apaixonado por música e palco!

AC: Que momento você destaca como o mais importante ou como um divisor de águas na sua carreira?

ML: Momento mais importante de toda minha carreira! Díficil pois já ocorreu muitos fatores importantes mas agora com meu trabalho com a música sertaneja está sendo minha realização!! Estou muito feliz e muito satisfeito com tudo que está acontecendo.

AC: O que você faz para se diferenciar de outros cantores sertanejos?

ML: Eu acredito que tenho meu estilo próprio.

AC: Quem são seus ídolos na música? E Qual foi o show mais marcante que você foi até agora?

ML: Meus ídolos na música com certeza em primeiro lugar MAURI da dupla Maurício e Mauri hehehehe e claro Chitãozinho e Xororó, na gravação do dvd do meu pai foi lindo ainda mais quando os 4 cantaram juntos! Mas sou bem eclético gosto de tudo!

AC: Como você define essa nova fase de sua carreira?

ML: Eu defino como um momento muito importante e com expectativa, fé, dedicação e MUITA MODA SERTANEJA!!!

AC: Você lançou recentemente o primeiro clipe, da música ‘Segura Meu Copo’, como foi a experiência de gravá-lo?

ML: Além de ser divertido, foi uma experiência ótima !!! Realizado com muita dedicação e espero que todos gostem!





AC: Quais são teus projetos para o decorrer de 2016?

ML: Showw muito showww !!! Viajar esse mundão divulgando a minha música!

Para finalizar, deixe uma mensagem para os leitores do Acesso Cultural!

AOOO MOÇADAA DO ACESSO CULTURALLL!!! Segura meu copo que eu tô chegandooo !!  turmaa espero que vocês gostem das minhas músicas, do meu clipeee que foi feito com muita dedicação para vocês!!! E beijãooo para todos!!!

Acompanhe Maury Lima:

Homenagem: Noite de Blues em São Paulo




Evento homenageia o artista Robert Crumb

A banda de blues-rock, Polaco & A Trindade sobe ao palco do Kabul Bar nesta quarta, dia 27, a partir das 20h. O show faz parte da homenagem ao quadrinista estadunidense Robert Crumb, apreciador da música negra americana, em especial o Blues.



Na estrada desde 2006, Polaco & A Trindade é uma banda radicada em São Paulo, que mistura o poder da guitarra elétrica com a sensibilidade do Blues. Ao longo da carreira, o power trio se apresentou em palcos por todo o estado de São Paulo e, ainda, produziu dois álbuns com músicas próprias.

O trio é formada por Polaco (guitarra e vocal), Vetinho (baixo) e Petcho, na bateria. Juntos, lançaram os discos Blues no Brasil (2006) e Água e Cigarro, no ano de 2009. E, para este ano, preparam o terceiro álbum, que deve ganhar o nome de Labor e Cor. 

A noite conta, ainda, com a presença dos ilustradores Ebbios e Caroline Veiga, que irão criar quadrinhos e ilustrações que serão expostos e comercializados ao longo do evento.

Serviço:

Onde: Kabul Bar – Rua Pedro Taques, 124, Consolação, São Paulo – SP 

Quanto: R$ 15,00

Data e horário: quarta-feira, dia 27 de janeiro. A partir das 20h. 

Contato: (11) 2503-2810 – Kabul Bar

Site oficial da casa: http://www.kabul.com.br

Polaco & A Trindade

Site oficial (www.polacoeatrindade.com.br

Artistas fazem show em prol de tragédia em Minas Gerais




Cássio Scapin, Carmen Monarcha e Miguel Briamonte já estão confirmados para evento que visa a ajudar e conscientizar

No próximo 27 de janeiro, vários artistas vão se mobilizar para prestar solidariedade às vítimas da tragédia da barragem da Samarco, de Mariana/MG.

O Maestro Miguel Briamonte sugeriu um show para arrecadar água e imediatamente diversos artistas começaram a se juntar a causa. Mais de 30 profissionais, entre cantores, atores, músicos e produtores estarão trabalhando juntos para fazer uma linda apresentação com mais de 40 músicas.

O ator Cássio Scapin, a cantora Carmen Monarcha e o maestro Miguel Briamonte são alguns dos nomes confirmados para o show que ocorrerá no Teatro FECAP, em São Paulo.

Venha fazer parte deste show para Minas com a gente!!

Ingresso: 2 garrafas ou galão de água! Traga o quanto puder! Contamos com vocês!

Confira a lista dos artistas:

CÁSSIO SCAPIN
RENATA RICCI   
SAULO JAVAN   
VERUSKA WIKE   
EDSON ERCHA   
REINALDO SANCHES   
MARISA GURGEL   
PATRICIA GONÇALVES   
ESMERALDO   
CÉLIA   
VIRGÍNIA ROSA   
MARQUINHOS SILVA   
MONICA MORENO   
ANNA FLÁVIA GALVÃO   
WANDERLEY MONTANHOLI   
LEE DE CASTRO   
PEDRO SERAPICOS   
MARIA BIA   
CLAUDIO GOLDMAN   
OSWALDINHO DO ACORDEON   
NATHANAEL SOUSA   
LAURA JORDÃO   
LAURA CAVALCANTE   
LUCAS CAVALCANTE   
ROGÉRIO CAVALVCANTE   
NINA VETTÁ   
DANI BARONE   
GLAUCO MACHADO   
KENIA VIZEU   
FÁBIO E AGUILAR   
MARIA LEITE   
CARMEN MONARCHA   
SEYLI CUSTÓDIO   
DANIELA POMIN   
ANDREI PRESSER   
MIGUEL BRIAMONTE   
FERNANDO CARDOSO   
CAROLL RAMGÉL   
ANDERSON BICUDO   
CAIO NAZARO  

SERVIÇO

Local:
Teatro Fecap – Av da Liberdade 532, Liberdade, São Paulo
Data – 27 de janeiro (quarta-feira) – 20h 
Ingresso: Água

Tiago Iorc apresenta ‘Troco Likes’ no Tom Jazz em SP




Por Rodrigo Bueno

Com ingressos esgotados, Tiago Iorc se apresentou no projeto Sons da Nova Brasil, do Tom Jazz, na noite de sexta (22).

Foto: Rodrigo Bueno

No palco, Tiago entoou as músicas ‘Amei Te Ver’, ‘Coisa Linda’ e ‘Alexandria’ do seu novo álbum ‘Troco Likes’, incluindo os sucessos ‘Dia Especial’ e ‘My Girl’. Lançado em julho de 2015, “Troco Likes” é o quarto trabalho de estúdio do músico e nos mostra a nova fase artística do cantor. Confira abaixo fotos e vídeo!


Set List

Bossa
Coisa Linda
Mil Razões
Eu Errei
De Todas As Coisas
Forasteiro/ Nothing But A Song/ My Girl
Liberdade Ou Solidão
Um Dia Após o Outro
Música Inédita
Cataflor
Sentimental (Los Hermanos)
Dia Especial
Sorte
Sol Que Faltava
Alexandria
Amei Te Ver

‘AVENTURA NO REINO DAS FADAS E PIRATAS’ ESTREIA NA ZONA LESTE




Musical infantil é opção cultural para os moradores da região do Tatuapé
Por Walace Toledo

Chega aos palcos mais uma produção mágica da ER Arte Produções: “Aventura no Reino das Fadas e Piratas”. Acreditar é apenas o começo, juntos com a Fadinha Verde e as suas amigas, a história levará todos a uma verdadeira aventura teatral cheia de magia, espadas, fadas e piratas. O espetáculo estreia dia 23/01 no Teatro Fernando Torres, em São Paulo.
Efeitos especiais, cenários e figurinos fascinantes, característicos das produções da ER Arte dão todo o charme e encantamento à peça.
O pozinho azul sumiu do reino das Fadas. A fadinha Verde e suas amigas seguem o rastro do artefato mágico e chegam ao navio dos piratas. A embarcação é comandada pelo terrível Capitão Gancho e seus atrapalhados ajudantes. As fadas caem em uma armadilha e Gancho se apodera do pozinho azul. Presas, elas têm que unir seus poderes para conseguir escapar, recuperar o precioso item mágico e colocar um fim nas maldades do temível pirata. Será que elas conseguirão?
Na direção geral está Edu Rodrigues, profissional responsável por musicais como “O Pequeno Príncipe”, “O Príncipe do Egito”; e “Branca de Neve – O Musical Encantado”, “Adoráveis Monstros – O Musical”, “Pinocchio – Uma Aventura Teatral Mágica”, “A Bela e a Fera – 20 anos” em parceria com a produtora Cristiane Marques – sucessos de público e crítica em São Paulo e cidades do interior, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro – traz em seu 11º  musical mais uma audaciosa produção.
Beatriz Bezotto, Camila Mendonça, Carol Garcia, Carol Marques, Felipe Estevão, Geórgia Querido, Paulo Perez, Reynaldo Sapucaia e Tawany Rein formam o elenco deste mundo fantástico.



Mais informações:
https://www.facebook.com/erarteproducoes/
http://www.erarte.com/
FICHA TÉCNICA
Direção geral e encenação: Edu Rodrigues
Direção de Produção: Cristiane Marques
Assistente de direção: Reynaldo Sapucaia
Coreografia: Gal Sptizer
Figurinos: Débora Muniz
Musicas: Alexandre Araujo
Cenário: Edu Rodrigues
Preparadora Vocal: Carol Weingrill
Consultoria: Paulo Del Castro
Criação de Luz: Edu Rodrigues
Operador de som: Gilberto Rosa
Operador de Luz: Leidy Laroz
Maquiagem: Christian Querido
Realização: ER Arte Produções
SERVIÇO
Local: Teatro Fernando Torres – Rua Padre Estevão Pernet, 588 (próximo às estações de Metrô: Tatuapé e Carrão) São Paulo ** Estacionamento no local (ESTAPAR): R$ 20 (preço único)
Informações: (11) 2227-1025
Lotação: 687
Temporada: De 23/01 até 27/03/2016 – Incluindo o feriado do dia 25/01/2016
Dias e Horários: Sábados e Domingos às 16h
Duração: 60 minutos                        
Classificação etária: Livre
Valor: R$ 40 (inteira) / $ 20 (meia)
Ingressos: Direto a bilheteria do teatro ou pelo site
PROMOÇÃO DE INGRESSOS POR R$ 16 NO NOSSO FACEBOOK E INSTAGRAM, CORRE LÁ! @acessocultural

PAULO MIKLOS VIVE ÍCONE DO JAZZ EM PEÇA MUSICAL




“Chet Baker, Apenas um Sopro” é livremente inspirado na vida do trompetista norte-americano e se passa numa fictícia tarde de gravação num estúdio

Fotos: Victor Iemini

O espetáculo “Chet Baker, Apenas um Sopro” marca a estreia do músico e ator Paulo Miklos no teatro. Depois de papéis memoráveis no cinema e de uma longa trajetória na banda Titãs, ele sobe pela primeira vez no palco como ator. A peça tem direção do ator e diretor José Roberto Jardim. Além de Paulo, completam o elenco a atriz, cantora e dramaturga Anna Toledo e os atores/músicos Jonathas Joba, Piero Damiani e Ladislau Kardos. A peça é livremente inspirada na vida do músico de jazz norte-americano Chesney HenryBaker Jr., mundialmente conhecido como Chet Baker (1929-1988). O espetáculo estreia hoje (20/01) no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil.

A trama tem como ponto de partida um episódio real ocorrido na vida do músico. No fim da década de 60, ele foi violentamente espancado em uma rua de São Francisco. A agressão, que teria sido motivada por dívidas com traficantes, produziu no trompetista um efeito devastador: ele teve os lábios rachados e perdeu alguns dentes superiores, sendo obrigado a interromper a carreira até se recuperar dos ferimentos. A ideia de fazer um espetáculo sobre a vida do músico foi do produtor Fábio Santana. “Sou amante de Chet Baker desde os 19 anos, quando escutei pela primeira vez o disco ‘Chet On Poetry’, e fui procurar saber quem era aquele trompetista de tom suave e poético que tinha uma voz de igual suavidade. Há dois anos tive a ideia de realizar e produzir um espetáculo livremente inspirado em sua vida e obra. Procurei então o jornalista e dramaturgo Sérgio Roveri, que, para minha surpresa, também estava no mesmo momento com a vontade de escrever algo sobre o Chet Baker”, conta.

Esta é a terceira vez que Sérgio Roveri escreve sobre grandes personalidades, como ocorreu nos espetáculos “Aberdeen – Um Possível Kurt Cobain” e “Tempos de Marilyn”, que também foram dirigidos por Zé Roberto Jardim. Juntos eles formam a companhia Portrait de Teatro.

O dramaturgo conta que nas três ocasiões foi convidado para escrever o texto sobre essas grandes figuras: “Eu nunca me propus a escrever um texto que fosse essencialmente biográfico. Acredito que meu processo de criação tenha sido muito parecido nos três casos: eu leio o material que consigo reunir sobre os personagens e depois penso que abordagem específica dar a cada um deles. Como nunca houve esta preocupação exacerbada com a biografia, eu costumo eleger um fato, uma passagem da vida deles para, a partir daí, criar uma grande situação dramatúrgica em que os personagens possam circular sem demonstrar que eles são exatamente as figuras reais nas quais eles foram inspirados. É o componente humano que me interessa, as fraquezas, as dúvidas, as inquietações e, claro, os prazeres e as alegrias também”.

“Chet Baker, Apenas um Sopro” mostra a primeira sessão de gravação de Chet após o acidente. Ele está inseguro e arredio – e seus quatro companheiros de estúdio (um contrabaixista, um baterista, um pianista e uma cantora) parecem estar ainda mais. Todos foram reunidos por um produtor que, por ser amigo e admirador de Chet, acredita que ele está pronto para voltar à ativa. “Um espetáculo que contém muita música e drama, exatamente como a vida do nosso retratado: Chet Baker. Um artista brilhante, um talento natural, aprisionado pela droga e pela auto-complacência. Chet é um dos meus ídolos, muitos deles morreram ainda mais jovens, nenhum sobreviveu a própria genialidade. Respiraram música acima da vida. ‘Chet Baker, Apenas um Sopro’, é um grande presente que eu recebi, e espero estar à altura”, comenta o músico e ator Paulo Miklos.

A peça, que transcorre ao longo de uma tarde e o início de noite, mostra a convivência complicada, dolorida e ao mesmo tempo solidária entre os músicos. “Chet não é o único com problemas naquele estúdio. Só a música pode resgatá-los. E só a música pode empurrá-los de vez para o fundo do poço. Cada um terá de fazer sua própria escolha. “O que se vê em cena, na minha opinião, é uma reunião de vários músicos que, como ele, também experimentaram o sucesso e o fracasso. Os demais personagens da peça não existiram na vida real, da mesma maneira que não existiu esta sessão de gravação nos moldes em que surge no texto. O importante é usar este pequeno recorte para criar uma história que tente dar voz às inquietações deste grande artista. Nada do que está em cena aconteceu. Mas, graças ao teatro, tudo poderia ter acontecido.”, comenta Roveri.

A ENCENAÇÃO

A peça se passa dentro de um estúdio de gravação, o cenário é assinado pelo ‘Grupo Academia de Palhaços’, formado por Rodrigo Pocidônio, Paula Hemsi e Laíza Dantas; figurinos exclusivos, especialmente criados para o espetáculo, pelo estilista João Pimenta; iluminação por Aline Santini; direção musical de  Piero Damiani; produção e idealização de Fábio Santana; produção executiva de Milena Castro e produção da T3rceiro Sinal Produções Culturais.

“Estou buscando mais do que um espetáculo, uma ‘experienciação’ músico-narrativa. Tanto que o espaço em cena será um estúdio de música que funcionará de forma real, com seus instrumentos e aparelhos sendo usados e acionados pelos próprios atores, tudo sem a utilização de trilha gravada. O que ouviremos, sendo da voz ou dos instrumentos deles, virá sempre da área de atuação. Tudo será ao vivo. Mesmo princípio que estou buscando para a nossa iluminação, as luzes não estão nas varas ou refletores do teatro, elas são integradas ao cenário-estúdio. Por esse motivo embarquei em outra zona de risco como diretor, trazendo à cena apenas atores que tivessem ligação direta com o universo da música”, explica o diretor José Roberto Jardim.

SOBRE CHET BAKER 

Ícone do jazz mundial, cool, cult,  símbolo  sexual  –  rótulos  são insuficientes para definir Chet Baker. Filho único, mimado pela mãe e brutalizado por um pai alcoólatra, o músico alcançou  a  fama muito cedo. Em 1952, aos 21 anos, era convidado a tocar com o mestre Charlie Parker.  No ano seguinte, seria eleito o melhor trompetista de jazz em atividade.

Autodidata, Chet começou a tocar aos 13 anos, em Los Angeles, quando ganhou um trompete de presente do pai. Ao longo da carreira, dividiu o palco e os estúdios de gravação com gigantes do porte de Charlie Parker, Stan Getz e Gerry Mulligan. 

Casado três vezes, teve 4  filhos  e  muitas  amantes,  mas  suas verdadeiras paixões eram a música e a heroína. O vício fez com que Chet vivesse mais de 30 anos em função da droga, desde o auge da carreira, quando sua beleza romântica fascinava multidões, até os últimos dias de vida, quando caiu do segundo andar de  um hotel em Amsterdam, em 13 de maio de 1988.

O homem que, ao surgir no jazz dos anos 50, encarnou o ideal de  sua  geração:  o  jovem de  romântica  beleza  que,  com  seu trompete e sua voz, transmitia um inconformismo e confronto em  surdina  com  os  valores  vigentes  –  um  ameaçador  “não estar nem aí” que era o epítome do que significava ser cool.

Em toda parte, inclusive no Brasil, outros  jovens  foram afetados  pela  música  de Chet Baker.  E não apenas por ela. Suas fotos em preto e branco na capa dos LPs influenciaram o jeito de vestir,  de  olhar  e  de  se  expressar,  ao  mesmo  tempo em que inspiravam desejos proibidos em mulheres e homens.

A sua maneira, Chet Baker era Rimbaud, James Dean e Elvis Presley, todos ao mesmo tempo. O homem que imortalizou a música “My Funny Valentine”, era uma espécie de anjo e demônio; gravou mais de 150 discos.

Este projeto foi vencedor do ‘Prêmio Zé Renato’ da Secretaria Municipal de Cultura do Estado de São Paulo, e também possui o patrocínio do Ministério da Cultura , através do Banco do Brasil.

Serviço:

Temporada: De 20 de janeiro a 07 de abril de 2016

Dias e Horários: Segundas, quartas e quintas às 20h

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 1h20

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Álvares Penteado, 11, Centro – SP (Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô) 

*Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado // Loja // Café Cafezal.
Informações: (11) 3113-3651/3652

Valores: R$ 10,00 (meia R$ 5,00)

Ingressos: Direto na bilheteria (das 9h às 21h, de quarta a segunda) ou pelo site www.ingressorapido.com.br

Capacidade do teatro: 130 lugares

Estacionamento conveniado: Estapar – Rua Santo Amaro, 272 – R$ 15,00 pelo período de 5 horas. (Necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.)

Traslado gratuito: Transporte gratuito até as proximidades do CCBB – embarque e desembarque na Rua Santo Amaro, 272, e na Rua da Quitanda, próximo ao CCBB. No trajeto de volta, tem parada no Metrô República.