O Despertar da Primavera reestreia no Teatro APCD




Após temporadas de sucesso pela capital paulista, desembarca no Teatro APCD peça que expressa os conflitos e o descortinar de novos sentimentos nos jovens

Fotos: Divulgação

Discutir as fragilidades e as características da juventude é o fio condutor da peça O Despertar da Primavera, que faz temporada no Teatro APCD toda sexta-feira entre os dias 11 de setembro e 9 de outubro, às 21h. Temas como a pressão social, moral, religiosa e sexual; a descoberta do mundo em geral e as consequências que algumas escolhas podem trazer também são abordados no espetáculo musical. O texto, de autoria do alemão Frank Wedekind, foi adaptado por Filipe Bertini, Fernando Araújo e Ivo Veter, que também assina a direção do espetáculo.

Embora escrito em 1891, a adaptação feita por Ivo Ueter transporta a história para os anos 1950, trazendo 38 figurinos típicos da época representados em uniformes escolares e vestidos, além de guardas chuvas, flores artificiais e mochilas. O Despertar da Primavera é um espetáculo sobre jovens que descobrem a beleza do amor e da sexualidade, ainda que também se façam presentes temas polêmicos como abuso sexual, aborto, suicídio e homossexualidade.

O diferencial da peça é a música com letras e arranjos compostos pela protagonista Karla Hill ao lado de seus parceiros, Jander Minesso e Cesar Mattos. Todos os atores cantam e dançam ao vivo. O espetáculo já passou pelos Teatros Juca Chaves e UMC e fez temporadas nas Fábricas de Cultura do Jaçanã, Capão Redondo, Vila Nova Cachoeirinha e Jardim São Luiz.

O cenário foi projetado de forma prática para dar agilidade e movimento ao espetáculo, deixando o espectador sempre atento a todas as mudanças de atmosfera. “A partir disso, conseguimos tocar a sensibilidade criativa de cada indivíduo, levando-o a diversos lugares, como um ambiente escolar, bosque e quartos. Essa proposta seria inviável sem a qualidade artística e técnica da direção e dos atores envolvidos neste projeto”, diz o diretor Ivo Veter.

Sobre a Cia dos Reis

A Cia dos Reis nasceu em 2012 a partir da iniciativa de jovens atores que juntos já realizavam trabalhos em outras companhias e que tinham a mesma essência e aplicação artística. Em 2013 a companhia lançou o espetáculo musical Bravo! Tudo pela Fama que conta a história de quatro atores em buscam a fama e que si deparam com vários obstáculos para conquistar esse sonho. Paralelamente o grupo lançou o infantil Pluft, o Fantasminha e no final de 2014 chegou aos palcos O Despertar da Primavera, que segue para mais uma temporada em São Paulo.

Ficha técnica

Direção: Ivo Veter. Texto: Frank Wedekind. Adaptação: Ivo Ueter, Filipe Bertini e Fernando Araújo. Músicas: Karla Hill e Jander Minesso. Elenco: Allan Ferreira, Dora Bueno, Fernando Maia, Filipe Bertini, Gustavo Vierling, Iara Ferreira, Ivo Veter, Karla Hill, Pablo Ginevro, Thais Cichovski Produção: Cia dos Reis. Realização: Teatro Juca Chaves e Cia dos Reis.

Serviço

O Despertar da Primavera. Reestreia dia 11 de setembro, 21h. Temporada: Sextas-feiras, às 21h. Até 9 de outubro, no Teatro APCD. Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana (próximo ao metrô Tietê). Bilheteria: Quarta a sábado, das 15h às 22h; domingo, das 15h às 20h. www.compreingressos.com / Telefone: (11) 2223-2424. Classificação: 12 anos. Duração: 90 minutos. Capacidade: 800 lugares. Ingressos: R$40 (inteira), R$20 (meia) e R$15 (associados e funcionários APCD).

Confira entrevista exclusiva com Michel Teló!




Por Andréia Bueno e Rodrigo Bueno

O cantor Michel Teló faz um show de gravação do DVD “Baile do Teló” nesta quarta-feira (2), no Espaço das Américas em São Paulo. Será o quinto de sua trajetória como artista.

Foto: Divulgação

Acesso Cultural: Michel, você é cantor, compositor, multi-instrumentista e apresentador. Conte para nós, como surgiu o interesse pela música, especialmente pelo sertanejo.

Michel Teló: Meu envolvimento com a música é desde sempre. Minha família é grande, de italianos, que gosta de cantar, de se reunir prá festa. Nunca tivemos nenhum músico na família, mas eles cantavam na igreja, tocavam sanfona. Antigamente, o cara que tocava, que era músico, era visto como vagabundo lá no Sul, que não gostava de trabalhar, mas meu pai sempre me incentivou a gostar, a tocar sanfona, a cantar mesmo. E com 12 anos eu comecei a tocar em baile, com um grupo chamado Guri. Desde pequeno ouvia música sertaneja com o meu avô, com minha família.

AC: Natural do Paraná e tendo crescido no Mato Grosso do Sul, antes de estourar em diversos países, você fez parte do Grupo Tradição. Como você resume o período no qual foi vocalista do grupo que estourou nas paradas com hits como “Barquinho”? E como foi o processo de saída do grupo para se dedicar exclusivamente à carreira solo?

MT: A gente ficou 12 anos juntos. Eu fazia de tudo na banda, produzi praticamente todos os discos depois do primeiro que lançamos. Éramos um grupo de baile e o som foi evoluindo a cada ano, fomos trazendo uma sonoridade diferente, uma percussão que não existia no vaneirão que a gente tocava. Foi uma época ótima na minha vida, onde aprendi muito. Mas a banda tinha 10 sócios, e não é fácil contemplar o que cada um quer. Aí comecei a pensar em seguir meu caminho sozinho. E isso era recomeçar do zero. Ninguém sabia quem era Michel Teló, porque sempre batalhei pelo nome da banda. Demorou uns dois anos para eu tomar a decisão de sair. É um processo que você precisa sair da zona de conforto. O Tradição tinha um cache legal, meu salário era legal e eu estava muito bem lá em Campo Grande. Mas era a hora, eu já estava com 28 anos e queria tentar algo novo.

AC: Após o sucesso no Tradição, você decidiu seguir carreira solo. Como foi sua reação ao saber que o mega sucesso “Ai se Eu te Pego” tinha atravessado fronteiras, alavancado sua carreira internacional e conquistado admiradores em diversos continentes, tendo inclusive versões traduzidas em outros idiomas?

MT: O que aconteceu com essa música foi algo surreal. Eu não estava preparado para o sucesso que ela fez, acho que ninguém nunca está. Quando saí do Tradição, meu irmão e eu montamos um planejamento de carreira de dois anos. O auge prá gente era estar no Faustão depois de dois anos. A gente lançou “Ei, Psiu, Beijo me Liga” e depois a “Fugidinha”, que eu já comecei a ser reconhecido e já me levou para os programas de TV. Mas realmente com “Ai Se eu Te Pego” derrubou todo esse planejamento, de um jeito bom.

Eu devo muito a essa música, viajei demais, conheci lugares incríveis e tive o prazer de ver minha música, cantada em português, em vários países.  No começo foi assustador, mas a gente foi crescendo também e aprendendo a lidar com o sucesso da música.


AC: Ainda sobre sua carreira internacional. Como foi para você receber em 2013, o prêmio Billboard Latin Music Awards nas categorias “Música do Ano” e “Música Pop do Ano”?

MT: Foi muito emocionante, né. Um reconhecimento do meu trabalho de tantos anos. Fiquei muito feliz.

AC: Você deve ter passados situações inusitadas nesses 22 anos de carreira, sendo 6 dedicados a carreira solo. Tem algum fato curioso e marcante que você possa compartilhar?

MT: Nossa, tem muita coisa. As viagens que fizemos, os países e pessoas que eu conheci. Tenho muitos fatos marcantes. Uma das coisas mais legais que eu vivi foram as entrevistas para o Bem Sertanejo. Pude estar ao lado de grandes artistas, alguns amigos, outros que eu ainda não conhecia, que fizeram a história da música sertaneja. Contar a história do sertanejo foi uma honra prá mim.

AC: E no decorrer de sua consagrada carreira, existe algo que você ainda não realizou?

MT: Ah sempre tem. Sempre tem umas parcerias que eu ainda quero fazer, cantar ao lado de alguns artistas que ainda não tive a oportunidade. Sonhar não tem limite.

AC: O que o público pode aguardar sobre a gravação do DVD que acontecerá no Espaço das Américas nesta quarta-feira (02/09)?

MT: Quero mostrar nesse show as minhas raízes. Quero voltar ao que me formou como artista, que foram os bailes em Campo Grande. O público com certeza vai festar muito com a gente.

AC: Como foi o processo de escolha dos convidados e das canções que farão parte do setlist deste DVD que celebra os 22 anos de carreira?

MT: Teremos 15 músicas inéditas que foi escolhendo aos poucos, com muito cuidado. Além disso teremos músicas da carreira com o Tradição, músicas da carreira solo e alguns clássicos da música sertaneja que fizeram parte do projeto Bem Sertanejo. Os convidados são muito especiais. A dupla Breno e Caio César são meninos muito talentosos, futuro da música sertaneja. Os meus ex-companheiros de Tradição não poderiam faltar nesse show, que é um retorno às minhas raízes. E o Seu Jorge é um cantor com quem eu sempre quis cantar. Na época que lancei o DVD Sunset já havia feito o convite, mas as agendas não bateram. Fiquei muito feliz em ter ele agora nesse trabalho porque admiro demais o trabalho dele.

AC: Além da gravação do DVD e da turnê com o  lançamento do Baile do Teló, o que os fãs podem aguardar do Michel nos próximos meses?

MT: Agora vou dividir minha agenda entre o lançamento do DVD e as gravações do The Voice. Estou muito feliz em poder participar do programa e tenho certeza que será uma delícia.


Serviço

Baile do Teló – Gravação de DVD

Quando: 2 de setembro – quarta-feira, às 23h30
Onde: Espaço das Americas – Rua Tagipuru, 795
Quanto: 2º lote, meia-entrada com 1kg de alimento: Pista R$ 70, Camarote R$ 100
Vendas:
– Telefone:(11) 2027-0777
– Bilheteria: de segunda a sábado, das 10h às 19h
Mais informações: (11) 3864-5566 http://www.espacodasamericas.com.br

ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES: OTELO – A PEÇA




Em cartaz, às terças e quartas, no Teatro Sergio Cardoso

Com direção de Debora Dubois, Mel Lisboa encena seu primeiro texto de William Shakespeare em curta temporada no Teatro Sergio Cardoso.

Otelo é uma peça de paixões. Fala sobre ciúme, amor, ódio, honra, traição e sobre como as aparências podem nos enganar e nos fazer chegar a consequências extremas. Os personagens são retratados como se estivessem mortos, como se a humanidade estivesse renascendo várias vezes e se repetindo num ciclo infinito. Os personagens saem de suas tumbas, onde possam sobre elas travar o embate filosófico que William Shakespeare nos propõe. A iluminação é unilateral, propondo um jogo de sombras e indicando apenas uma saída para esses personagens. A trilha sonora é inspirada nos trovadores, nos repentistas, e na obra de Caetano Veloso. A poesia regionalista brasileira e o eletrônico. Um músico/ator em cena cria um universo lírico, que vai conduzindo a história, propondo climas e ambientações acústicas. O espetáculo traz um clássico da dramaturgia mundial para a linguagem atual sem perder a sua essência e sua poética.

Com direção de Debora Dubois, a montagem apresenta um Shakespeare atemporal. Através da nossa cultural, faz uma viagem no tempo e mostra como ela seria contada atualmente, apesar de todos esses séculos que nos separam. Ou nos aproximam. Um espetáculo que pode ser visto por todos, instigante, e que nos faz refletir. Fala do indivíduo diretamente com o indivíduo. Repensa a nossa sociedade e nossos valores através dos séculos, por meio da encenação de uma das maiores peças da história da humanidade.

Otelo (Samuel de Assis), um estrangeiro que com sua bravura alcança o posto de general respeitado, é conhecido por todos por suas façanhas militares – um mouro em Veneza. Tal posto desperta a inveja de Iago (Rafael Maia) que, ao ser preterido para o cargo de tenente por Miguel Cassio (Cesar Figueiredo), decide insuflar ideias de ciúmes na cabeça do General, sugerindo que sua esposa esteja o traindo com o novo tenente.

Otelo, soldado de honra inabalável, mas inseguro sobre suas virtudes para manter uma mulher jovem e bonita como Desdêmona (Mel Lisboa), se deixa levar pelo discurso envenenado de Iago, e assim tomado pelos ciúmes, mata a esposa e suicida-se.

Serviço

OTELO
Teatro Sergio Cardoso
Sala Paschoal Carlos Magno
Rua Rui Barbosa, 153. Bela Vista
Bilheteria: 3288.0136
De segunda a sábado, das 14h às 17h, para vendas antecipadas. De segunda a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões.
Vendas:  www.ingressorapido.com e 4003.1212
Terça e Quarta 20h
Ingressos: R$ 40
Duração: 120 minutos
Recomendação: 12 anos
Gênero: Tragédia
Temporada: até 09 de Setembro

Premiado ator Erike Busoni mobiliza comunidade artística




Show beneficente arrecada fundos para o premiado ator Erike Busoni

Foto: Anderson Lessa

No próximo dia 5 de setembro, as bandas de rock Montanha, Leeds e Tourette, todas com integrantes do ABC, farão um show beneficente na Cia da Matilde (São Caetano do Sul-SP), a partir das 19h. As bandas unem-se a diversos artistas, entre eles Dan Stubach e Caco Ciocler – entre outros – na campanha para arrecadar fundos que poderão salvar a vida de um ícone do teatro, Erike Busoni, ator com mais de 30 prêmios em festivais. Erike é um dos profissionais que administra a Cia da Matilde, grupo teatral e movimento cultural de São Caetano do Sul, que acumula no currículo diversos méritos.

O ator descobriu, há poucos meses um tumor no testículo esquerdo (removido por cirurgia), que gerou uma massa de 20 cm em seu abdômen. Depois de 28 sessões de quimioterapia, a massa  persiste e precisa ser retirada urgentemente.

Segundo Busoni, o SUS não pode atendê-lo mais rapidamente que o avanço do câncer, por isso, uma grande ação solidária vem mobilizando diversos artistas para viabilizar a cirurgia, bem como período de convalescença.

A ‘Matilde’ é uma espécie de entidade protetora da arte dramática. Na estante, lembretes do valor cultural e imaterial da Cia e de seus parceiros, como o Prêmio Shell de melhor ator para Chico Carvalho (2013) pelo trabalho em Ricardo III, de Shakespeare, a primeira parte da saga que apresentará todas as peças do autor inglês, projeto inédito na América Latina.

Hoje, a Cia está em cartaz com a segunda das 39 peças: ‘Os Dois Cavalheiros de Verona’ no Teatro João Caetano. No palco, Erike Busoni, o filho de Dionísio mais persistente e avesso: bebe pouco, não usa drogas, alimenta-se bem e é de poucas extravagâncias. “Tem brigas que valem a pena comprar. A gente doou o cachê desse evento para a Matilde e para o Busoni. Nesse momento o que importa é manter o espaço aberto e o Busoni saudável”, declara Leandro Sant’Ana, baixista da Leeds e idealizador deste show. A entrada para a atividade será de R$10,00, e outras doações financeiras serão também aceitas.

Edu Sereno faz show no Sesc Santana




Show de lançamento do videoclipe “Ce Vai Lembrar” no Sesc Santana

Foto: Cleiton Tiburcio


Com letras únicas e arranjos urbanos, Edu Sereno apresenta as músicas de seu álbum de lançamento ‘O pão que o Diabo ama sou’ e algumas outras do seu EP ‘Esquinas, Janelas e Canções’ lançado em 2013, criando diversos e coloridos climas. Ao longo de 1h de show, com carisma e energia Edu se joga em cada canção que canta, ora sobre suas sensações, ora sobre as paisagens de seu bairro, trazendo amores e desamores e toda sorte de coisas que se pode cruzar por essa vida. Com sua sonoridade universal e ao mesmo tempo brasileira, Edu Sereno compartilha conosco tão somente o que o mundo compartilha com ele.

No dia 12 de setembro no Sesc Santana em São Paulo, Edu lançará o videoclipe da música “Ce Vai Lembrar”  gravado na Vila Itororó em São Paulo.


Vila Itororó:

Idealizada pelo imigrante português Francisco de Castro, nos anos 20, a Vila Itororó foi erguida com material reaproveitado de edifícios demolidos de São Paulo, mesclando pedaços de história em forma de sucata. Ideia extravagante que deu ao local ares de arquitetura surrealista e charme único.

Um lugar de extrema beleza e coletividade entre os moradores, a Vila Itororó leva este nome em homenagem à nascente do Riacho do Itororó, que abastecia a piscina da vila (a primeira piscina particular de São Paulo) onde mais de 40 famílias dividiam o espaço harmoniosamente, recebendo visitas ilustres como Adoniram Barbosa e Elis Regina em seus eventos culturais e festas típicas.

Depois de oito décadas de vidas e histórias, em 20 de fevereiro de 2014, foram despejadas as últimas famílias que viviam no conjunto arquitetônico localizado no bairro do Bixiga, região central de São Paulo, após anos de batalha envolvendo o governo do Estado de São Paulo, que queria transformá-la em centro cultural, e moradores, que lutavam para ter seus direitos reconhecidos. Por fim, venceu o poder público, e às famílias restou apenas sair do lugar onde viveram por tantos anos com uma mão na frente, outra atrás.

Com a concepção artística inspirada na Vila Itororó, todas as fotos do disco novo e sua divulgação foram clicadas nas ruínas da vila, a poucos meses do início da controversa reforma, motivo principal do despejo de inúmeras famílias na última década. Tanto a história quanto arquitetura sugerem idéias distintas, um lugar tão belo e tão a margem da sociedade, de pessoas invisíveis em estruturas frágeis, histórias tão raras quanto suas estátuas e pilastras, dissolvidas pelo tempo e por um estado capitalista.
Parece que vai além do visual o conceito que une ”O Pão Que o Diabo Ama Sou” com a Vila não?

Sobre Edu Sereno:

Com suas músicas tocando em mais de 7 capitais, o jovem compositor paulistano Edu Sereno vem ganhando notoriedade por suas letras provocativas e arranjos autênticos. Com lançamento previsto para Outubro, O Pão Que O Diabo Ama Sou, seu disco de estreia, trata-se de um registro das canções nascidas e amadurecidas durante a turnê de seu primeiro trabalho, o EP ‘Esquinas, Janelas e Canções’ em mais de 40 apresentações Brasil afora. 

Tocando em cidades como Recife, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, e principalmente São Paulo, Edu tem feito shows de muita intensidade e vibração, lotando teatros e projetos importantes (Sesc, Virada Cultural, Palácio das Artes, Solar de Botafogo, Centro Cultural São Paulo, Tom Jazz com Jorge Mautner, Studio SP, Sofar Sounds, SIM) por onde tem passado.

Suas canções são coleções de histórias onde ora somos protagonistas, ora expectadores. Sereno divide ao longo do espetáculo sensações e experiências em relação à vida e ao mundo, que de tão humanas e íntimas, rapidamente estabelecem laços com cada alma presente, arrancando aplausos, sorrisos e lágrimas por onde se apresenta.

De sonoridade universal/brasileira, Edu se joga em cada canção trazendo tudo de si, as esquinas e paisagens de seu bairro, ruídos e murmúrios, amores e desamores, e toda sorte de coisas que se pode cruzar por essa vida, compartilhando conosco tão somente o que o mundo compartilha com ele.

Serviço: Sesc Santana

12/09 às 19 horas
Espaço: Deck
Grátis
Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd. São Paulo. Tel. 2971-8700
Acesso para deficientes – estacionamento
Estacionamento – R$ 7,00 período do espetáculo (desconto de 50% para matriculados no Sesc).
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br

Chavala Talhada na Vila Madalena




Banda do interior de São Paulo anima barzinho em São Paulo

A banda Chavala Talhada toca, nesta sexta-feira (4), no Bar Central da Vila, Zona Oeste de São Paulo, a partir das 20h30; o show carrega um toque bem-humorado e uma mistura harmônica entre o rock’n’roll, ska, samba e funk.

Foto: Divulgação

Formada por José Rubens Sales (Zé Chavala), Thadeu Schmidt, Waltin Oliveira, Adriano Martins, Mario Amorin (Nescau) e Jader Marcolino, a banda nasceu em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Ao longo da carreira, Chavala Talhada participou de grandes festivais e, ainda, dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira como, por exemplo, Tribo de Jah, Farofa Carioca, Cachorro Grande, Blitz, Emicida, Móveis Coloniais de Acaju, SP Funk, Macaco Bong e Dead Fish. 

Serviço:
Onde: Bar Central da Vila (Rua Mourato Coelho, 1311, Vila Madalena, SP) 
Quanto: Couvert R$ 7,00
Data e horário: sexta-feira, dia 04 de setembro. A partir das 20h30. 
Contato: (11) 2539-3078 – Bar Central da Vila
Informações: www.facebook.com/barcentraldavila