Entrevista Projeto #Elenco60: Deborah Marins




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre o atriz e cantora Deborah Marins

Por Leina Mara

    Foto: Divulgação/60! Doc. Musical

Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, em 2016, “60! Década de Arromba – Doc.Musical” repete o feito também em São Paulo, com temporada prorrogada no Theatro Net São Paulo.

Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido  por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgamos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista a atriz e cantora Deborah Marins

Foto/Divulgação
AC: Conte-nos um pouco mais sobre o inicio de sua carreira e trajetória no teatro musical?

DM: Eu comecei cantando aos 9 anos. Fazia por hobby, nas festinhas, na igreja e tal. Aos 18 escolhi fazer faculdade de Microbiologia e quando estava me formando fui convidada para cantar em um restaurante de garçons cantores. Lá recebi um convite pra fazer meu primeiro Musical que foi “Procurando Nemo”, curiosamente com o Victor Maia, e de lá fiz mais 11 musicais infantis até que fui fazer uma prática de montagem pelo CEFTEM, escola que me formei, que foi “GODSPELL” com direção do João Fonseca. A peça deu muito certo e o personagem que eu fazia era de comédia e era incrível, eu amava! Depois dali muita coisa boa aconteceu. Fiz “On Broadway”, na sequência, veio a turnê de “Cássia Eller o Musical”, fui me apresentar no Rock in Rio Lisboa com um espetáculo em comemoração aos 30 anos do RIR e então vim fazer o 60! Década de arromba – Doc Musical e também estou no elenco do infantil de Carla Candiotto “Alice no País do Iê Iê Iê”.Espero muito que não pare por aí não!! Hahahaha.

 No seu primeiro espetáculo Procurando Nemo ao lado de Victor Maia – Foto: Arquivo Pessoal
AC: Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de atriz? Existe algum papel que ainda almeja interpretar? 
DM: São várias, mas sempre fui muito fã das extraordinárias Fernanda Montenegro e Marília Pera. Principalmente por serem atrizes de teatro, que é onde eu amo estar, nos palcos. Da geração mais nova eu admiro muito o trabalho da Adriana Esteves, acho ela uma excelente atriz e atualmente tô vidrada na Tatiana Maslany, protagonista da série Orphan Black. Ela é incrível! Interpreta mais de 10 personagens ao mesmo tempo. Uma aula de atuação! Quanto aos personagens, eu amo a comédia né? Sou meio bagaceira! Hahaha. Tem várias coisas que eu gostaria de fazer, mas estou querendo me desafiar em algum personagem mais dramático. Será? (risos).
Em cena no músical GODSPELL com direção do João Fonseca – Foto: Arquivo Pessoal

AC: Como foi o seu processo para 60! Década de Arromba – Doc. Musical? 

DM: Muito intenso!! O processo de criação em conjunto é uma loucura! Uma delícia por poder partilhar as idéias e experimentar outras sem muito compromisso de ficar bom logo de cara! Sai cada coisa que você não imagina! Mas ao mesmo tempo é pavoroso por trazer mais ansiedade e medo de errar. Você sai dos ensaios e vai pra casa pensando nisso 24hs por dia! Até tudo ficar lindo é tensão total! Mas o prazer do resultado é muito recompensador! Fazer isso na companhia de um elenco incrível como esse foi um grande presente!

Em cena no musical infantil Alice, no Pais do Iê Iê Iê de Carla Candiotto – Foto: Divulgação

AC: Qual sua parte favorita no musical? Por que? 

DM: Nossa! Como escolher só uma parte num musical de 3 horas? Hahaha. Eu gosto de muita coisa! No primeiro ato eu adoro o número dos retirantes que vem da platéia seguido do Beep Boop. O Splish Splash seguido de Filme Triste eu amo pela comédia da historinha e pelos meninos que arrasam! O Twist por levantar tanto a galera e pela coreografia do Victor Maia. E o melhor: a parte que a Wandeca vem naquele elevador e desce a escadaria é de tirar o fôlego! Como não se emocionar? Já no segundo ato, o Medley 60 acho fantástico visualmente e musicalmente, as Viúvas do Elvis é um número lindo pelo arranjo do Tony Lucchesi assim como os festivais. E por último o Say a Little Prayer, que além da temática do número ser forte, é uma música linda e que toca o coração da gente. Enfim, difícil escolher.
Em destaque no solo de “Medley 60” no espetáculo 60! Década de Arromba

AC: Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa? 

DM: Ahhh! A Wandeca é um anjo de luz. Sério, eu a admiro demais! Além de ser uma mulher guerreira e muito forte por tudo que já fez e viveu, é a generosidade em pessoa. Delicada, preocupada com a gente, sempre bem humorada e carinhosa. Trabalhar com ela é um privilégio. E a gente fica de cara com a disposição e com aquela voz! Enfim, a maior alegria de todas!

Em seu solo “Twist” em 60! Doc.Musical que arranca gargalhadas da plateia


AC: Quais seus planos futuros? 

DM: Continuar podendo viver da arte, levar emoção para as pessoas. E pra isso é preciso crescer artisticamente cada vez mais. Estudar sempre, se renovar, cuidar por fora e por dentro também porque o artista precisa da sensibilidade para alcançar as pessoas. Sou uma artista que se renova cantando e se desafia e cresce atuando e dançando. E assim vou construindo meu caminho no teatro musical! Ser feliz e bem sucedida podendo fazer o que amo e escolhi. Esse é o plano!

Com a credencial do Rock In Rio Lisboa – Foto: Arquivo Pessoal

Com sucesso absoluto 60! Década de Arromba – Doc. Musical entra em suas últimas semanas de apresentações




Superprodução  prorrogou mais uma vez sua temporada, porém entra e suas ultimas apresentações até 08 de Outubro

Por Andréia Bueno

Depois de uma temporada que conquistou o público e a crítica no Rio de Janeiro e São Paulo, o Theatro NET São Paulo se despede em outubro do espetáculo 60! Década de Arromba – Doc. Musical. Devido ao grande sucesso o espetáculo que estava previsto para ficar apenas dois meses em cartaz irá completar seis meses de puro sucesso na capital paulista, com o publico que volta inúmeras vezes para assistir o musical. O espetáculo considerado um dos melhores em cartaz com indicações ao Prêmio Bibi Ferreira e Reverencia se despede de São Paulo com mais de 200 apresentações. 

Foto: Caio Gallucci
Representante maior da Jovem Guarda, um dos principais movimentos musicais da década de 1960, a cantora Wanderléa é a “cereja do bolo” de 60! Década de Arromba – Doc. Musical, dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. A cantora participa pela primeira vez de um musical, interpretando ela mesma. O espetáculo utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

“60 foi uma década muito importante em vários aspectos: nas artes, no esporte, nos movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico. Descobri durante o processo da peça que estávamos fazendo um documentário musical, em que cantamos toda a história sem utilizar nenhum personagem real. A única personagem que trazemos para a cena é a Wanderléa, interpretando ela mesma. Um luxo”, conta o diretor Frederico Reder.

Foto: Divulgação
Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, 60! Década de Arromba – Doc. Musical começa com um prólogo, em 1922, contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960.  A partir desse ponto, a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. 
Produzido pela Brain+ em parceria com a Reder Entretenimento e a Estamos Aqui, “60! Década de Arromba” é uma superprodução com 20 cenários, 10 toneladas de material cênico e mais de 300 figurinos. Além dos 24 atores, conta também com uma orquestra de 10 músicos. Uma viagem no tempo!
SERVIÇO:

Serviço

60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL

Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia, 5º andar – Rua Olimpíadas, 360.
Horários: 20h30 (quintas e sextas), 17h (sábados e domingos)
Classificação: 12 anos
Duração: 180 minutos com intervalo
Capacidade: 799 lugares
Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site/4003-1212
Vendas para grupos específicos: 11.94536-6682/ 21.96629-0012
Horário do funcionamento da bilheteria: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 10h às 20h30.
Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito, débito e vale cultura. Não aceita cheques.
Clientes NET têm 50% de desconto na compra de até quatro ingressos.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping
Convencional: Até 2 horas – R$ 11,00 / Demais (por hora) + R$ 3,00
VIP: Até 1 hora – R$ 18,00 / Demais (por hora) + R$ 8,00
Motos: Até 2 horas – R$ 8,00 / Demais (por hora) + R$ 3,00

Entrevista Projeto #Elenco60: Rodrigo Naice




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre o ator Rodrigo Naice

Por Leina Mara

Divulgação/60! Doc. Musical

Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, em 2016, “60! Década de Arromba – Doc.Musical” repete o feito também em São Paulo, com temporada prorrogada no Theatro Net São Paulo.

Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido  por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgamos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista com ator e cantor Rodrigo Naice

Foto/Divulgação

AC: Conte-nos um pouco mais sobre o inicio de sua carreira e trajetória no teatro musical?

RN:  Me formei em 2009 na Escola técnica de interpretação do SATED RJ, dirigida por Cico Caseira. Sou ator, cantor e aluno de Bacharelado em Atuação cênica da UNIRIO. Realizei trabalhos de preparação vocal com as professoras Esther Elias, Mirna Rubim e Doreana Mendes. Em 2011 e 2012 participei dos espetáculos: “Tommy – A ópera Rock” (Capitão Walker), “A Falecida” (Toninho) de  Nelson Rodrigues e “Spamalot” (Sir Bedevere), todos com direção de Rubens Lima Jr. Em 2013 e 2014 fiz parte do elenco do Parque Beto Carrero World em Santa Catarina, no qual protagonizei o musical “O Sonho do Cowboy”, com direção de Maicon Clenk e Tim Rescala, e no espetáculo da Dream Works Animation “Madagascar Circus Show”, com direção de Fred Mayrink. 


Em 2015 e 2016 participei do elenco dos espetáculos da fundação Cesgranrio e da casa de cultura Julieta de Serpa. Ainda em 2016 protagonizei “O mambembe” de Arthur Azevedo, onde fui indicado ao prêmio Botequim Cultural como Melhor Ator em teatro musical. Atualmente faço parte do elenco do musical “60! Década de arromba”, protagonizado por Wanderléa e com direção de Frederico Reder e estou no elenco do musical infantil Alice no Pais do Iê Iê Iê de Carla Candiotto. 


Como Protagonista do musical “O Sonho do Cowboy” no Beto Carrero World

AC: Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de ator ? Existe algum papel que ainda almeja interpretar?

RN: Meryl Streep, Hugh Jackman, Selton Mello e Tatá Werneck. Mesmo que já tenha acontecido no Brasil. AMARIA ser o Shrek!

No musical “O Mambembe” de Arthur Azevedo, onde foi indicado ao prêmio Botequim Cultural como Melhor Ator em teatro musical

AC: Como foi o seu processo para 60! Década de Arromba – Doc. Musical? 

RN: Foi um processo muito enriquecedor como artista criador. Ter podido criar e sugerir todos os quadros que participo no espetáculo foi uma experiência única. Foram ensaios exaustivos, porém de muito aproveitamento. Aprendi muito com todo o elenco, com a direção e levarei lições para toda minha vida profissional.


Em cena como Vovô no musical infantil Alice, no Pais do Iê Iê Iê em cartaz no Theatro NET São Paulo. 


AC: Qual sua parte favorita no musical? Por quê? 

RN: A cena de intervalo com as Freiras. A parceria com o Tauã e o carinho com nossa Kiara e Sara tornam essa cena muito especial pra mim.

Em cena em seu solo “Será Que Sou Feia” em 60! Década de Arromba Doc Musical

AC: Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa? 

RN: Um eterno aprendizado! É incrível como ela sempre está feliz, enérgica, plena em cada momento do espetáculo. São momentos de carinho e troca que guardarei para sempre no meu coração.

AC: Quais seus planos futuros? 

RN: Que o Multishow me descubra logo e me dê um programa na grade deles.. hahahaha, brincadeira! Pretendo continuar nos palcos.. cantando, atuando, fazendo as pessoas rirem.. sigo assim feliz enquanto der e puder!

Foto: Arquivo Pessoal


Entrevista Projeto #Elenco60: Victor Maia




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre o ator Victor Maia

Por Leina Mara

Divulgação/60! Doc. Musical

Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, “60! Década de Arromba – Doc.Musical” repete o feito também em São Paulo, com temporada prorrogada no Theatro Net São Paulo.

Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista o ator, coreógrafo e cantor Victor Maia.

Foto: Arquivo Pessoal
AC: Conte-nos um pouco mais sobre sua o início de sua carreira e trajetória no teatro musical ?

VM: Sou formado em artes cênicas pela Unirio e foi lá que aprofundei meus conhecimentos em teatro musical participando de um projeto voltado para a categoria, onde além de atuar, também coreografava as montagens. Uma delas foi a renomada montagem universitária de “The Book Of Mormon”. Desse modo eu me desenvolvia em ambas funções. A partir dessa experiencia, comecei a atuar com mais frequência em montagens profissionais como “Alô,Dolly!” ao lado de Miguel Falabella e Marília Pera, “Quase Normal” versão brasileira do premiadíssimo “Next To Normal”, dirigido por Tadeu Aguiar, que me rendeu duas indicações ao prêmio como melhor ator coadjuvante e também “Simbora – a História de Wilson Simonal” ao lado de Ícaro Silva e “Ou Tudo ou Nada” dirigido também por Tadeu Aguiar, que me rendeu o prêmio de melhor ator coadjuvante em 2016 pelo Botequim Cultural. Paralelamente, ia desenvolvendo meu trabalho como coreógrafo na TV Globo, onde sou contratado há 6 anos, coreografando o programa Caldeirão do Huck e também no teatro, tendo como ultima experiencia e talvez a maior, o espetáculo 60! Década de Arromba, musical que eu coreografei e atuo.

Em “The Book Of Mormon” – Foto: Arquivo Pessoal
AC: Que artistas te inspiram a seguir a carreira de ator? Existe algum papel que ainda almeja interpretar?

VM: Sem dúvida alguma, Miguel Falabella. Esse profissional me fascina pela inteligência e versatilidade. Sou apaixonado por ele desde os meus 12 anos quando o assisti no teatro e a partir daí sempre que eu me projetava no futuro, me via como ele. Wanderléa é uma pessoa que também me inspira. Não só pelo talento, mas também pela energia vital que ela possui e pela generosidade. Sobre ter algum papel que eu gostaria de interpretar? Nenhum específico. Apenas gostaria de ter sempre os melhores papeis para que eu pudesse mostrar o quão versátil eu sou como ator. As pessoas tendem a me ver como bailarino, mas poucos sabem que essa é a minha ultima profissão. 
Com Miguel Falabella em “Alô, Dolly” – Foto: Arquivo Pessoal
AC: Como foi o seu processo, de forma especial atuando na área coreográfica, para 60! Década de Arromba – Doc. Musical? 

VM: Coreografar uma década não é nada fácil. São muitas referências e estilos.No 60! posso dizer que não somente coreografei mas fiz também a direção de movimento do espetáculo. São coisas completamente diferentes. São três horas seduzindo o olhar do público com movimentos rebuscados ou pausas. Piruetas ou apenas um olhar. Tudo é milimetricamente pensado. Cada gesto. O mais difícil é ser original o tempo todo e surpreender o público. Temos um elenco em que 5% é bailarino. Assim sendo, tive que ter muita criatividade pra obter o resultado ideal.

Em “Ou Tudo ou Nada” – Foto: Divulgação
AC: Qual sua parte favorita no musical? Por que?

VM: Sem dúvida alguma, o Medley 60, que acontece no segundo ato, quando fazermos um compilado dos maiores sucessos da Jovem Guarda no ano de 1967. O público vai ao delírio, canta junto, se emociona… no final sempre aplaudem de pé. Ali temos um triunfo coletivo por parte de toda a equipe criativa! Eu acho um auge!!!

Medley com canções do ano de 1967 – 60! Década de Arromba – Doc. Musical – Foto: Divulgação
AC: Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa? 

VM: Wanderléa é a artista mais generosa que eu já vi na minha vida. Ela está sempre disponível, atenta, interessada. Sabe ouvir criticas, conselhos artísticos dentro do espetáculo… Ela tem 50 anos de carreira!!! E ainda assim esta ali em prol da perfeição. Disposta a emocionar, noite após noite, aquelas pessoas da plateia, com o mesmo brilho no olho e sorriso acolhedor. 

Durante número em 60! Década de Arromba – Doc. Musical – Foto: Divulgação
AC: Quais seus planos para o futuro? 

VM: Seguir atuando. O palco é o meu lugar. Quero fazer mais papéis complexos em teatro.Quero dirigir também. Acumulei ao longo desses anos uma boa experiência e já me sinto seguro para colocar em prática. E quero férias. Mas o artista nunca descansa né?

60! Década de Arromba – Doc. Musical estende temporada em São Paulo




Por Leina Mara


Após súplica do público, o musical “60! Década de Arromba – Doc.Musical” prorroga mais uma vez a temporada, se estendendo até o final do mês de  agosto no Theatro Net SP
Foto: Divulgação

Dirigido por Frederico Reder e com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer, o espetáculo utiliza ferramentas de documentos (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas , textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores/bailarinos para contar a história da década de 1960. Para a “cereja do bolo”, foi convidada a representante maior da Jovem Guarda, a ternurinha Wanderléa.
Produzido pela Brain+ em parceria com a Reder Entretenimento e a Estamos Aqui, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” é uma superprodução com 20 cenários, 10 toneladas de material cênico e mais de 300 figurinos, além de uma orquestra de 10 músicos.
Para comemorar a prorrogação da temporada, o elenco realizou um Flash Mob na praça de alimentação do Shopping Vila Olímpia. Aperte o play e confira.

Serviço
60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia, 5º andar – Rua Olimpíadas, 360.
Temporada prorrogada: até 31 de agosto
Horários: 20h30 (quintas e sextas), 17h e 21h (sábados) e 17h (domingos)
Classificação: 12 anos
Duração: 180 minutos com intervalo
Ingressos:

Quintas e sextas:

R$ 180,00 (Plateia Central)

R$160,00 (Plateia Lateral)

R$ 120,00 (Balcão I)

R$ 50,00 (Balcão II)

Sábados, às 17h e domingos:

R$200,00 (Plateia Central)

R$180,00 (Plateia Lateral)

R$140 (Balcão I)

R$50 (Balcão II)

Sábados, às 21h:

R$ 220,00 (Plateia Central)

R$200,00 (Plateia Lateral)

R$ 160,00 (Balcão I)

R$ 50,00 (Balcão II)

Capacidade: 799 lugares
Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site/4003-1212
Vendas para grupos específicos: 11.94536-6682/ 21.96629-0012
Horário do funcionamento da bilheteria: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 10h às 20h30.
Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito, débito e vale cultura. Não aceita cheques.
Clientes NET têm 50% de desconto na compra de até quatro ingressos.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping
Convencional: Até 2 horas – R$ 11,00 / Demais (por hora) + R$ 3,00
VIP: Até 1 hora – R$ 18,00 / Demais (por hora) + R$ 8,00
Motos: Até 2 horas – R$ 8,00 / Demais (por hora) + R$ 3,00

Entrevista Projeto #Elenco60: Marcelo Ferrari




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre o ator Marcelo Ferrari.

Por Leina Mara

              Foto: Divulgação/60! Doc. Musical
Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, em 2016, “60! Década de Arromba – Doc.Musical” repete o feito também em São Paulo, com temporada prorrogada no Theatro Net São Paulo
Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 
“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.
No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista o ator multitalentoso Marcelo Ferrari
Marcelo Ferrari,começou seus estudos de interpretação, canto e dança aos 8 anos de idade na Escola Livre de Artes Cênicas do Teatro Municipal de Santos. Em São Paulo iniciou bacharelado em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi; cursou o “TeenBroadway”, workshop de musicais dirigido por Maiza Tempesta; estudou canto com Rafael Villar e dança na Escola de Ballet Cisne Negro e Studio 3. No Rio de Janeiro continuou os estudos de canto com Danilo Timm; dança e sapateado, no Centro de Arte Nós da Dança, com a coreógrafa Regina Sauer; interpretação para TV no Art Cênicas com direção de Antônio Amâncio. 
Entre os principais trabalhos destacam-se em teatro: A Ostra e o Vento; Quero à Lua e O Despertar da Primavera, da Cia. de Teatro experimental Fúrias. Nos musicais protagonizou BARK com direção de José Possi Neto, que lhe rendeu destaque como Ator Revelação de 2010 pelo Estadão na coluna de Ubiratan Brasil; fez a versão brasileira do musical HAIR da dupla Möller e Botelho. Foi o fantasma Martim na série Julie e os Fantasmas do canal Nickelodeon, série indicada ao Emmy de melhor série infanto-juvenil. Foi o Pinóquio na versão brasileira de Shrek o musical. Também viveu o baixista Dé Palmeira em Cazuza o musical, de João Fonseca. Fez parte do elenco de ‘O Primeiro Musical a Gente Nunca Esquece’ com direção de Rodrigo Nogueira e, atualmente, está no elenco de 60! Doc Musical interpretando o boneco Ken, entre outros personagens, com direção e produção de Frederico Reder.
AC: Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de ator ? Existe algum papel que ainda almeja interpretar? 
MF: Difícil escolher uma pessoa que represente essa minha motivação pela arte, o teatro em si já é meu combustível, mas claro que guardo grande admiração por alguns que me inspiram. Recentemente assisti Marco Nanini em Ubu Rei e fiquei maravilhado com tanta genialidade em cena, com certeza ele é um dos meus preferidos. Em relação a algum papel que almeje, com certeza existe rs, senão eu poderia parar tudo agora, acho que sempre existirá um novo desafio e eu adoro isso. Em musicais, viver Pippin seria um sonho; e também tenho muita vontade de interpretar Trepliov, do texto “A Gaivota” de Tchekhov.
Em cena na versão brasileira do musical HAIR da dupla Möller e Botelho – Foto: Divulgação

AC: Como foi o seu processo para 60! Década de Arromba – doc. Musical? 
MF: Foi muito desafiador, assustadoramente gratificante, rs. Dividir palco com um elenco de grandes vozes, interpretar sucessos que marcaram uma época e ainda estão ‘frescos’ na memória do público, foi engrandecedor em vários sentidos. Fomos também muito bem direcionados pela equipe criativa que nos preparou durante esses 2 meses de ensaios, Frederico, Tony, Victor e Alessandra souberam amarrar tudo e nos dar muita segurança no palco, além de ser muito divertido, porque a gente rala mas também dá muito risada, é uma delícia.
AC: Qual sua parte favorita no musical? Por quê? 
MF: Os números “Splish Splash” seguido de “Filme Triste”, brilhantemente cantados por André Sigom e Amanda Doring. Acho que é um bloco da peça onde se consegue criar uma dramaturgia (historinha), que me lembra muito Grease e eu sou apaixonado por esse universo.
​Em seu numero de maior destaque de 60! “Decada de Arromba”, no qual interpreta Ken, cantando a música “Gostoso Mesmo é Namorar” de Celly Campello – Foto: Divulgação
AC: Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa? 
MF: É um acontecimento. Ainda fico muito bobo quando ela fala comigo como ‘parceira de cena’, tipo me puxa na coxia e diz “Marcelo, olha, adorei o Ken, me emocionei.” ; ela é mesmo a ‘Ternurinha’ como dizem, extremamente generosa, tem uma energia incrível, uma luz diferente, além de ser MUITO cheirosa,rs (a gente já sente o perfume quando passa na frente do camarim dela rs). Admiro a forma dela de se comunicar em cena, a propriedade com que diz cada palavra nas músicas, é lindo!
Como o baixista Dé Palmeira em Cazuza o musical, de João Fonseca – Foto: Léo Aversa


AC: Quais seus planos para o futuro? 
MF: Espero continuar estudando, criando e vivendo de arte, sendo desafiado por obras que me encantem e comuniquem cada vez mais. O ator tem uma função social muito importante de criar, provocar, promover o debate; a arte em si tem essa função. E eu espero poder continuar a emprestar meu corpo, minha energia, minha voz e minha alma por essa missão.