Entrevista Projeto #Elenco60: Camila Braunna




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre a Cantora Camila Braunna.

Por Leina Mara
Divulgação/60! Doc. Musical

Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo, “60! Década de Arromba – Doc.Musical volta ao Theatro NET Rio para uma curta temporada! Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

No intuito de continuar apresentando ao público um pouco mais sobre o elenco, voltamos com o projeto #Elenco60 e divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista Camila Braunna.
                           

      Em seu solo “Aquarela” em 60! Década de Arromba – Foto: Julio Leão

Conte-nos um pouco mais sobre sua carreira e trajetória no teatro musical?

Entrei no teatro porque acreditei que ajudaria a me desenvolver melhor como artista musical. Era tímida demais e precisava por para fora o que eu tinha de valioso, meus dons. Meu teste para entrar na companhia de teatro da Lona Cultural de Realengo, foi já de cara, cantar. Já que o diretor me ouviu dizer que tinha dificuldade, cantei. O diretor se apaixonou e teve a ideia de fazer um musical na Lona. Foi uma experiencia incrível, fiquei um ano por lá, mas nunca havia trabalhado profissionalmente.. Até que recebi um telefonema de uma produção que estava fazendo uma pesquisa de perfis para um musical e por um acaso viu um vídeo meu no Youtube, onde cantava com a Banda da minha família. Eles pegaram o contato do vídeo e me chamaram pra fazer audição para o Musical “Soul Roberto”. Foi o primeiro musical profissional que fiz e foi maravilhoso. Logo em seguida fiz a Dragona de “Shrek o Musical” e parei um tempo para estudar. Fiquei 4 anos longe dos palcos. Voltei em 2017 para fazer o 60!

Com o elenco do Musical “Soul Roberto” – Foto: Arquivo Pessoal


Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de atriz ? Existe algum papel que ainda almeja interpretar?

Bom, artistas que me inspiram são artistas ligados a música como Lauryn Hill em “Mudança de Hábito”, Whitney Houston, Kirk Franklin… Sempre fui apaixonada por filmes musicais, porque meu vinculo com a música é muito forte. Nascida e criada em berço evangélico, sempre me desenvolvi na musica e me encontrei no teatro musical por muitos motivos pessoais e que entendo que serviram de trampolim para a minha carreira no teatro. Todos os papeis que recebo, viram desafios para mim.. Tenho muito a descobrir, estou ansiosa para o 70. Ainda não sei como será, mas Aretha Franklin, Whitney Houston, a Montown foi muito forte nesta década. Espero reviver isso! #mesmoelenco kkkkkk.

Com Rodrigo Sant’ Anna em Shrek – O Musical – Foto: Arquivo Pessoal


Como foi o seu processo para entrar no 60! Década de Arromba – Doc. Musical?

Estava há um tempo afastada dos musicais porque resolvi finalmente me formar em musica e me dedicar a carreira musical. Mas não tem jeito.. O teatro faz parte de mim também ! Entrei no Musical porque fui convidada a fazer uma substituição e depois de 4 anos sem estar nos palcos de musicais, estou revivendo este sonho que é fazer parte desse projeto maravilhoso que tem tudo pra durar longos e longos anos.

Qual sua parte favorita no musical? Por que?

Eu particularmente amo fazer “Aquarela”. É uma cena que me identifiquei de cara, onde posso me encontrar como cantora e representar a história do nosso Brasil na visão maravilhosa de “Ary Barroso”.

Em seu solo “Aquarela” em 60! Doc Musical – Foto: Caio Gallucci


Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa?

Me sinto honrada em realizar o sonho de muitos brasileiros, apaixonados pela década de arromba. E poder sentir um pouco de como foram as fortes emoções daquela época ao lado dessa mulher incrivelmente importante no mundo musical brasileiro. Ela é Diva, doce, cheirosa (rs) e sempre muito atenciosa! Vai ficar na minha história.

   Em  “60! Década de Arromba – Doc.Musical – Foto: Julio Leão

Quais seus planos futuros?

Desejo estar nas versões das próximas décadas e me sentir imortal (rs). Quero terminar minhas formações em Música, poder investir mais na carreira do teatro musical onde me encontrei crescendo como atriz e investir na minha família, sempre.

Como Dragona em  “Shrek – O Musical” – Foto: Arquivo Pessoal

Entrevista Projeto #Elenco60: Fernanda Biancamanno




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre atriz e cantora Fernanda Biancamanno

Divulgação/60! Doc. Musical – Caio Gallucci
Por Leina Mara
Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo, “60! Década de Arromba – Doc.Musical volta ao Theatro NET Rio para uma curta temporada! Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

No intuito de continuar apresentando ao público um pouco mais sobre o elenco, voltamos com o projeto #Elenco60 divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista com atriz e cantora Fernanda Biancamanno.

Foto/Divulgação

Conte-nos um pouco mais sobre sua carreira e trajetória no teatro musical?

Comecei no mundo das artes aos 8 anos protagonizando um espetáculo infantil chamado “Libel e seu Palhacinho” com mais dois adultos que ficaria em cartaz por 3 anos viajando pelo Brasil. Sem nunca ter feito teatro fui descobrindo como jogar e literalmente brincava em cena! Depois fui me aperfeiçoando com cursos e mais teatro. Um dado importante e que foi um grande divisor de águas na minha carreira, já muito cedo, foi um trabalho em 2001, quando assinei contrato com a globo para ser a Narizinho do Sítio, mas mesmo com toda mídia, e tudo pronto, 5 dias antes das gravações fui dispensada por estar crescendo rápido demais! 

Com 11 anos, percebi que o mundo das artes não seria assim tão fácil, e lembro de pensar que não iria desistir do meu sonho por uma queda, hoje em dia acho importante ter acontecido cedo, para levar o trabalho a sério, entender que nem sempre ser talentoso, ou estudar muito é tudo, existe sim perfil e tudo bem! Passei a olhar cada trabalho de maneira bem mais profissional e perceber que algumas decisões dependem de muitos fatores, aprendi e cresci muito rápido por conta dessa experiência! Esse afastamento da TV me abriu a chance de começar a explorar ainda mais o teatro musical, que estava crescendo no Brasil.

Me aventurei por muitos musicais infantis e alguns adultos, uma coisa foi ligando a outra e acabei fazendo novela, comerciais, participações, uma série no Multishow, participei do prêmio Multishow de humor e por último (2015) o meu primeiro longa ( chamado “Tô Ricah”) dividindo cena com Marília Pêra ! Sempre estive dividida entre tv e teatro, desde pequena. De lá até aqui são 20 anos de carreira e entre 15 a 20 peças .

Em 2016 fui convidada pelo diretor de uma novela que eu fiz pra protagonizar o principal show do Natal Luz de Gramado, me mudei para o sul pra viver Maria de Nazaré num musical chamado “Eu Sou Maria”, onde compunham elenco e orquestra com 200 artistas e uma público diário de 6 a 8 mil pessoas. O musical era encenado em cima de um lago com dança das águas, fogos de artifício, fogo, tinha de tudo um pouco e foi uma experiência incrível! 

Como Protagonista do musical “Eu Sou Maria” no Natal Luz de Gramado
Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de atriz? Existe algum papel que ainda almeja interpretar? 

A primeira peça que eu fiz, e que mencionei ter ficado anos em cartaz, era muitas vezes ensaiada na casa de ninguém menos que Bibi Ferreira, a Tina, filha dela, era nossa supervisora. Por algumas vezes vi, ainda muito menina a própria Bibi tocar piano em sua sala e ensaiar para shows, lembro de ficar encantada e perceber que eu gostaria muito de ser um dia como ela. Lembro bem que assim que cheguei no apartamento dela, no primeiro dia de ensaio e leitura, eu comecei a ler e cantar as músicas da peça ( já era um musical) ela saiu lá de dentro e perguntou quem era a menina que estava falando e cantando, eu acenei com as mãos e ela veio em minha direção, sentou no sofá e disse: “Menina, você tem muito futuro, que voz linda tem! Olha, pra continuar nessa carreira, as vezes não encontramos caminhos fáceis, mas com muito estudo, dedicação e cuidados com o corpo e voz, você ainda vai longe”.

Lembro de ficar pensativa e guardar bem as dicas sobre não tomar gelado uma hora antes e depois das peças e andar sempre com um lenço pra proteger o pescoço. Depois de alguns anos fui ter a dimensão dessas dicas e do gênio que é Bibi, da grande oportunidade de receber pessoalmente sábios conselhos quando ainda era uma menina. Bibi é uma grande inspiração! Existem muitas artistas incríveis no nosso cenário, amo a Alessandra Maestrini pois além de cantora é uma atriz Maravilhosa, tem uma ótima veia cômica que eu por diversas vezes também exploro. 


Como Narizinho do Sítio do Pica-Pau Amarelo da Rede Globo

Como foi o seu processo para 60! Década de Arromba – Doc. Musical?

Fiz a audição pro 60, passei! mas o resultado só saiu quando eu já estava de passagem comprada e contrato assinado pra mais um ano  de “Eu sou Maria”. Entrei naquele conflito pois queria muito participar e fazer o musical com a Wandeca!  Mas com tudo fechado e mudanças prontas pro sul, ficaria inviável largar tudo.  Avisei aos queridos produtores que o musical só ficaria em cartaz por três meses, então assim que acabasse esse período, estaria disponível caso alguém do elenco saísse pra temporada de SP.

E foi o que aconteceu. A Jullie ( que fez parte a primeira formação de elenco e foi extremamente gentil e carinhosa ao passar todo o aprendizado da oficina que elas tiveram de corpo de boneca, além de me facilitar a vida separando material de estudo de vozes, perucas, trocas rápidas, realmente ajudou muito) acabou saindo  e fui chamada pra integrar o time do 60, assumindo os números que ela fazia, e como eu também sapateio, o Victor, nosso coreógrafo, acabou me colocando em outros números de dança.

Assisti a peça durante um mês todos os finais de semana e ensaiei  pra pegar a peça em uma semana apenas. Foi um grande desafio pegar tanta coisa em pouco tempo mas no final deu tudo certo e estreei na temporada de SP. Então está sendo incrível estar de volta ao Rio porque pra mim é realmente casa nova! Fui criando e dando a  minha cara as personagens que já existiam! Estou extremamente feliz e grata por ter conseguido voltar para o time e dividir o palco com tantos artistas incríveis, é maravilhoso, que elenco afinado, além de tudo somos muito amigos e realmente vivemos o tempo do amor entre nós!

Como Esmeralda no musical infantil “O Corcunda de Notre Dame” ao lado do ator Felipe Simas
Qual sua parte favorita no musical? Por que? 

É muito difícil escolher somente um momento, já que a peça tem 3 horas e muitos números, particularmente eu gosto muitos dos que faço, mas se pudesse escolher algum, seria o Medley 60, onde estão todos os talentos juntos no palco, fazemos uma grande festa de arromba e brincamos com a Wanderléa em cena!


         Em seu solo como “Barbie” em 60! Década de Arromba Doc. Musical | Foto: Julio Leão

Quais seus planos futuros?

Eu aprendi durante esses 20 anos de carreira, que o que podemos fazer é sempre estudar muito e correr atrás das oportunidades que a vida nos apresentar. Nem sempre nossos planos saem exatamente como planejado, mas se tenho uma certeza na vida é de que tudo tem o seu tempo determinado, e que toda experiência é para o crescimento pessoal! Pretendo terminar minha faculdade de pedagogia e quero continuar explorando o mundo dos musicais mas também permitir permear outros meios, como tenho feito! 
Em seu solo “A Lua É Dos Namorados” em “60! Década De Arromba” – Foto: Julio Leão

Entrevista Projeto #Elenco60: Pedro Arrais




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre o ator Pedro Arrais

Por Leina Mara


Divulgação/60! Doc. Musical

Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo, “60! Década de Arromba – Doc.Musical volta ao Theatro NET Rio para uma curta temporada! Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

No intuito de continuar apresentando ao público um pouco mais sobre o elenco, voltamos com o projeto #Elenco60 divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista com o ator Pedro Arrais.

Foto/Divulgação: Caio Gallucci


Conte-nos um pouco mais sobre o inicio de sua carreira e trajetória no teatro musical?

Minha trajetória no teatro musical começou logo que me mudei para o Rio de Janeiro e entrei para a CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), lá comecei fazendo contatos e logo entrei numa cia para fazer meu primeiro musical. A partir daí foquei mais nos estudos particulares de canto, dança e sapateado. Meu primeiro grande Musical foi “As Mimosas da Praça Tiradentes”, no Teatro Carlos Gomes, com direção de Sérgio Módena e Gustavo Gasparani, e depois não parei mais. Daí vieram os musicais, O Mágico de Oz, de Moeller e Botelho, Para Sempre AbbA, A Madrinha Embriagada e O Homem De La Mancha, com direção do Miguel Falabella, O Primeiro Musical a Gente Nunca Esquece e Rock in Rio Lisboa, da Aventura Entretenimento até chegar no 60! Década de Arromba.

Em cena de O Mágico de Oz –  Musical de Möeller e Botelho 


Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de ator ? Existe algum papel que ainda almeja interpretar? 

Tem muitos artistas que me inspiram, tanto na TV e no Cinema, como no Teatro e Teatro Musical. Javier Bardem, Fernanda Montenegro, Daniel Day-Lewis, Meryl Streep, Fernando Eiras, Fred Silveira, Sandro Christopher, Paulo Szot, dentre outros. Almejo alguns vários papéis na minha carreira. Claude, do Hair seria um bom grande papel.


Como Freddie Mercury em Rock In Rio – O Musical em Lisboa
Como foi o seu processo para 60! Década de Arromba – Doc. Musical? 


Foi um processo de muita liberdade de criação. Fred, Tony e Victor nos deixaram muito livres pra propor o tempo todo. Isso pra um ator é maravilhoso, a liberdade de criação. É até melhor do que pegar um musical que vem pronto de fora e temos que adaptar pro Brasil.



Caracterizado para o musical O Homem De La Mancha – direção de Miguel Falabella

Qual sua parte favorita no musical? Por que? 

Hair e Festivais. Pelos arranjos do Tony e por ser um momento em que temos o elenco todo no palco com um grupo unido.
Em seu solo em 60! Decada de Arromba Doc. Musical | Foto: Julio Leão

Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa?


Wanderléa é um ser de luz e muito especial. Fico emocionado todos os dias ao descer com ela das escadas e pensando que ela é uma ídola da minha mãe e por isso eu entrei no mundo da música. Tem um valor sentimental enorme eu estar ao lado dela no palco. Aprendo todos os dias com ela.

Quais seus planos futuros?

Estar ao lado profissionais tão maravilhosos quanto Wanderléa, aprendendo mais e mais. E 70, 80 e 90!



Foto: Divulgação



Reveja os bastidores de 60! Década de Arromba – Doc. Musical, que reestreia no Theatro Net Rio




Por Leina Mara

Após uma longa temporada de grande sucesso no Theatro Net São Paulo, o espetáculo 60! Década de Arromba – Doc. Musical reestreia no Theatro Net Rio, do dia 04 de janeiro em cartaz até fevereiro. 

Foto: Daniel Seabra

Com formato totalmente original, o musical também é um documentário. De forma interativa, o público é apresentado aos principais acontecimentos da década de 60 em artes, esportes, movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico.

Dirigido por Frederico Reder e com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer, o palco conta com 24 atores/cantores/bailarinos que cantam o melhor do cenário musical da década. E para a cereja do bolo do musical, o protagonismo da nossa eterna ternurinha Wanderléa. 

Para dar água na boca para os cariocas do que é 60! Década de Arromba – Doc. Musical, reveja os bastidores que fizemos com essa turma incrivelmente talentosa! 
Serviço
Classificação: 14 anos 
Meia- entrada: estudantes, idosos com 60 anos ou mais, Jovens pertencentes à Família de Baixa Renda, Pessoas com Deficiência, Professores e Profissionais da Rede Pública Municipal de Ensino.

Ponto de venda sem taxa de conveniência

Theatro Net Rio

Endereço: Rua Siqueiras Campos – N•: 143 – 2º Piso. Copacabana. 

Funcionamento da Bilheteria: de 2ª a domingo, das 10 às 22h.

Funcionamento para vendas e retiradas de ingressos de outros locais: de 2ª a domingo das 10 às 18h. 

Formas de pagamentos: Aceitamos todos os cartões de créditos e débitos; e dinheiro. Não aceitamos cheques.

Ponto de venda com taxa de conveniência

5 motivos para assistir 60! Década de Arromba – Doc. Musical no Theatro Net Rio




Por Leina Mara

Com mais de 200 apresentações e sucesso de crítica e público em São Paulo, o espetáculo “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, dirigido por Frederico Reder e com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer, retorna ao Rio de Janeiro, no Theatro Net Rio, a partir do dia 09 de novembro. Se você ainda não assistiu, preparamos uma lista com 5 motivos que torna este musical inesquecível.

Foto: Caio Gallucci
Músicas
Com uma pesquisa bem detalhada, o musical traz ao palco o que teve de melhor da música dos anos 60. Elvis Presley, The Beatles, Edith Piaf, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Celly Campello são alguns artistas homenageados no musical.

Documentário
Com formato original, o espetáculo musical também é um documentário. De forma bem interativa, o público é apresentado aos principais acontecimentos da década em artes, no esporte, nos movimentos sociais e políticos e no avanço tecnológico. Uma verdadeira aula de história.

Wanderléa
A nossa ternurinha é a cereja do bolo de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”. Sua trajetória na música é um presente para o público que não consegue ficar indiferente ao que a artista representa. Com certeza é o clímax do musical. 

Elenco
Contando com  24 atores/cantores/bailarinos, o espetáculo não poderia existir sem esses artistas. O talento dos atores é exposto em vários momentos durante as 3 horas de musical. Um time de peso! 

Figurino
Além das imagens, músicas e atores, outra coisa que chama a atenção é o figurino. Somando mais de 300, as vestimentas do atores, mescladas com os 20 cenários no palco, enchem os olhos do público e transformam “60! Década de Arromba – Doc.Musical” é um espetáculo esplendoroso! 
Serviço
60! Década de Arromba – Doc. Musical 
Classificação: 14 anos 


Horários: 20h30 (quintas, sextas e sábados) e 17h (domingos)
Classificação: 12 anos
Duração: 180 minutos com intervalo
Ponto de venda sem taxa de conveniência


Theatro Net Rio

Endereço: Rua Siqueiras Campos – N•: 143 – 2º Piso. Copacabana. 

Funcionamento da Bilheteria: de 2ª a domingo, das 10 às 22h.

Funcionamento para vendas e retiradas de ingressos de outros locais: de 2ª a domingo das 10 às 18h. 

Formas de pagamentos: Aceitamos todos os cartões de créditos e débitos; e dinheiro. Não aceitamos cheques.


Horário do funcionamento da bilheteria: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 10h às 20h30.
Clientes NET têm 50% de desconto na compra de até quatro ingressos.


Ponto de Venda Com Taxa de Conveniência

Ingressos e locais : https://m.ingressorapido.com.br/event?id=1682&b=1


Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site/4003-1212
Vendas para grupos específicos: 11.94536-6682/ 21.96629-0012

Entrevista Projeto #Elenco60: Erikka Afonso




Conheça um pouco mais do elenco do musical 60!, Década de Arromba – Doc. Musical, através de entrevistas semanais. Esta semana, saiba mais sobre o atriz e cantora Erikka Afonso

Por Leina Mara
Divulgação/60! Doc. Musical

Após uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, em 2016, “60! Década de Arromba – Doc.Musical” repete o feito também em São Paulo, com temporada prorrogada no Theatro NET São Paulo.

Estrelado pela representante maior da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa, o espetáculo é dirigido  por Frederico Reder, com roteiro e pesquisa de Marcos Nauer. 

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” utiliza ferramentas de documentário (fotos, vídeos e depoimentos reais), somadas a cenas, textos e canções apresentadas ao vivo por 24 atores/cantores /bailarinos para contar a história da década de 1960.

No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgamos um especial semanal de entrevistas com os atores. Esta semana o AC entrevista com a atriz e cantora Erikka Afonso.

Erikka teve seu início no teatro aos 17 anos na Oficina de atores onde ingressou para o teatro e estudos para TV. Mais tarde teve sua formação na ‘Nova Escola SATED RJ’ onde trabalhou em várias montagens acadêmicas como “A serpente” de Nelson Rodrigues e “O Beijo no Asfalto”, do mesmo autor. Ao se formar ingressou na escola Técnica Martins Pena e entrou em cartaz com a peça “Geração Trianon” onde recebeu o prêmio destaque de melhor Atriz, pela mostra de teatro do CCBB RJ. 

Entre vários trabalhos, ficou em cartaz com a premiada peça “Cordel do Amor sem Fim” como destaque de elenco. Ao mesmo tempo sempre trabalhando como cantora em lugares como ‘Eclético Gastronomia e música”, participando de bandas, tocando em  baile,  trabalhou como backing vocal de cantores como Arthur Aguiar e o cantor sertanejo Matteus além de participar de algumas dublagens de músicas. Estudante de corais regidos por Tony Lucchesi, Erikka foi estudante da escola de teatro Musical CEFTEM  comandada por Reiner Tenente.

Hoje, a atriz e cantora faz parte do prestigiado espetáculo 60! Uma Década de arromba. Doc musical! Estrelado por Wanderléa.
Foto/Divulgação
AC: Conte-nos um pouco mais sobre o inicio de sua carreira e trajetória no teatro musical?

EA: Bom, sou atriz há 10 anos e sempre fui apaixonada por teatro, trabalhei com TV, dublagem e realizei shows como cantora e backing vocal, mas com o teatro musical profissional, sou novata! Fiz cursos de aprimoramento em musical no Ceftem para me introduzir nesse ramo e estou muito feliz com esse novo rumo em minha vida.

AC: Que artistas te inspiraram a seguir a carreira de atriz? Existe algum papel que ainda almeja interpretar? 

EA: Nossa, São tantos. Sou fascinada em cinema e é um desejo futuro que estou cavando para alcançar.  De atriz, sem dúvida, Fernanda Montenegro, Laura Cardoso, Nicole Kidman e Viola Davis. Do lado masculino, Leonardo DiCaprio, Wagner Moura, Lázaro Ramos e Daniel Day-lewis.

Durante espetáculo As Bacantes –  Montagem Acadêmica da UERJ – Foto: Arquivo Pessoal

AC: Como foi o seu processo para 60! Década de Arromba – Doc. Musical? 

EA: Interessante, trabalhoso e especial. Criei uma família e aprendi absurdamente. E ainda aprendo quando estou no palco.

“Nosso Segredinho” de Autoria Coletiva e da própria Erikka – Foto: Arquivo Pessoal
AC: Qual sua parte favorita no musical? Por que? 

EA:  Definitivamente o Medley 60. Onde contam sucessos da Jovem Guarda.
Em seu solo “A Noite Do Meu Bem – Dolores Duran” que emociona a todos no inicio do espetáculo “60! Decada De Arromba”. Foto: Caio Gallucci

AC: Qual a sensação de trabalhar ao lado de Wanderléa? 

EA: Um diário de aprendizado e admiração. Muitos não tem noção do ser humano que é a Wanderléa. Ela é um ser de luz.

Em destaque no 60! Doc. Musical como Christie, a primeira “Barbie” negra. Neste número realizam também uma homenagem ao grupo The Jackson 5 – Foto: Divulgação

AC: Quais seus planos futuros? 

EA: Ingressar no teatro musical mais a fundo, estudar cada vez mais teatro adulto e me jogar no cinema. Claro, depois de realizar o 70,80 e 90! 

Apresentação da Oficina de Canto Coral com Tony Lucchesi – Foto: Arquivo Pessoal