Com o nome “Origen”, a cantora Dulce María resgata composições escritas ao longo de sua carreira para o seu quarto álbum de trabalho, no estilo folk pop e completamente autoral, que promete revelar todas as suas facetas como artista. Misturando teclado, bateria, baixo, guitarras, violino y mandolina, a mexicana apresenta nesta sexta-feira (22), a sua legião de fãs, 11 músicas, sendo 5 inéditas.
“Origen” a canção que carrega o nome do projeto, vem também como single principal e traz um videoclipe que explora a ancestralidade dos povos indígenas, junto a essência da humanidade, disponível no canal do Youtube de Dulce. Aperte o play e confira:
Em uma reflexão sobre os tempos atuais, a cantora canta:”Somos sobreviventes, em um mundo que segue tentando calar a nossa voz.” O álbum está disponível aqui.
Desde 2020, a cantora vem lançando os primeiros singles do projeto: “Más Tuya Que Mia”, “Te Daría Todo”, “Tú y Yo”, “Lo Que Ves No Es Lo Que Soy”, “Nunca” e “Amigos Con Derechos”, que juntas já ultrapassam os 7 milhões de plays nas plataformas digitais.
“O Amor Liberta” é o novo álbum de Roberta Campos. Com 11 faixas inéditas, o trabalho produzido por Paul Ralphes mostra uma Roberta que se abriu para outros gêneros. Na mistura de sua MPB de voz e violão com indie, jazz, bossa nova ou blues, as faixas ganham swing e preservam a leveza característica da artista. Roberta Campos se apresenta no Bourbon Street, em São Paulo, no dia 21 de outubro, às 20h30. Os ingressos podem ser adquiridos pela SYMPLA.
“Voltar aos palcos inunda o meu coração de amor, de coisa boa, de vida! Eu fiquei por mais de um ano esperando muito por esse momento e agora tenho muita energia e vontade de subir em muitos e muitos palcos pelo Brasil e pelo mundo. Além das canções do disco novo, vou cantar meus sucessos e vou fazer releituras de canções que gosto”, revela.
Neste show, Roberta apresentará suas mais novas músicas, além de outras tantas que marcaram a carreira da artista e foram de grande sucesso nas rádios e também nas trilhas das novelas nacionais.
Assim, as faixas que já são sucesso de público e crítica, como “Miragem” (assista aqui ao clipe), “Pro Mundo Que Virá”, “Começa Tudo Outra Vez” e “É Natural”, estarão acompanhadas de hits como “De Janeiro a Janeiro”, “Minha Felicidade”, “Abrigo” e releituras tão particulares de “Casinha Branca” e “Quase sem Querer”, entre outras tantas belas canções de amor e de bem viver que marcam o estilo da cantora e compositora mineira. A direção musical é da própria Roberta Campos. Figurino de Julia Pak.
‘“O Amor Liberta” é um álbum que fala sobre o meu momento, traz uma mensagem de resiliência, amor, força, coragem! Partindo do amor próprio que reverbera em toda a nossa vida. Fiquei por 6 anos sem lançar um álbum cheio e nesses seis anos eu me conheci muito, eu me perdoei, me melhorei, me aceitei, eu aprendi a me amar!”, conta Roberta.
SERVIÇO: Roberta Campos | “O Amor Liberta” (Voz e Violão) Data: 21/10/2021 (Quinta-Feira) Local: Bourbon Street | Rua Dos Chanés, 127 – Moema – SP Horário: 20h30 Abertura da casa: 19h Reservas na casa: Rua dos Chanés 194 – de 3ª.f a sábado das 12h às 19h, Domingos das 12h às 17h – Sem taxa de conveniência Fone para reservas: (11) 5095-6100 WhatsApp para reservas (somente texto): +5511 9 7060-0113 Duração: 80 min. aproximadamente Vendas pela internet: Sympla – Ingressos a R$ 65,00 Classificação indicativa: 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável Capacidade: 350 pessoas Estacionamento/ Valet: Não haverá durante a pandemia Aceita todos os cartões de débito e crédito. Acessibilidade: Motora Ar condicionado. Wi-Fi – solicitar senha na casa Homepage: http://www.bourbonstreet.com.br/
Chegou a hora dos fãs ouvirem “Faking Love”, nova música do álbum “Girl from Rio”, projeto internacional da cantora Anitta. Toda em inglês, a faixa tem a participação da rapper americana Saweetie – conhecida pelo mega hit “Best Friend” com Doja Cat e por trabalhos com Little Mix, em “Confetti”, e com Black Eyed Peas, em “Hit It”.
“Faking Love” chegou a todas as plataformas digitais na última quinta-feira (14) e o clipe está disponível no YouTube oficial de Anitta,
Composta por Anitta, Saweetie, Andres Torres, Kaine, Mauricio Rengifo e Ryan Tedder, a música mistura palmas, elementos do funk brasileiro, pop e rap, com uma letra sobre o fim de um relacionamento que não fará muita falta na vida de quem canta.
Anitta confessa na letra: “I’ve been faking love with you” (o que em tradução livre seria: “Eu venho fingindo estar apaixonada”).
A direção do clipe da faixa ficou a cargo dos americanos Bradley & Pablo, que já trabalharam com nomes como Dua Lipa e Rosalia. A coreografia ficou por conta da renomada bailarina e coreógrafa urbana Ysabelle Capitulé, que criou uma coreografia com toques de latinidade e brasilidade.
“Essa música é uma das mais divertidas do álbum! Eu adoro a energia que ela tem, a letra empoderada com um tom debochado. A querida Saweetie foi a parceria que a música pedia. Eu admiro muito a mulher poderosa e dona de si que ela é… foi o ‘match’ perfeito. Feliz demais de poder mostrar pra todo mundo “Faking Love””, diz Anitta.
O álbum Girl from Rio” conta com produção de Ryan Tedder (que já trabalhou com Adele, Beyoncé e Bruno Mars). Sobre Anitta, o premiado produtor comenta: “Ela entende a cultura global e está preparada para o mercado americano. Todo mundo em Los Angeles e Nova York quer trabalhar com Anitta”.
Após lançar o sucesso de “Presentinho”, Valesca Popozuda, uma das principais artistas do funk brasileiro, anuncia sua nova música de trabalho. Intitulada de “PayPau”, a música traz o feat tão desejado e aclamado pelo fãs, com a também funkeira, Rebecca e vem acompanhada de videoclipe. Disponível a partir desta sexta-feira (8) em todas as plataformas digitais, esse é o segundo single de Valesca lançado por sua nova gravadora, The Orchard, subsidiária da Sony Music e sediada em Nova York (EUA).
“Eu e a Rebecca sempre tivemos uma ligação muito boa. Queríamos muito fazer um feat e os fãs também nos pediam essa parceria que finalmente deu certo! A música está muito a nossa cara. Mostra a independência da mulher, tá divertida, tem dança e, claro, tem uma malícia como a gente gosta!” revela Valesca.
Composta por Umberto Tavares e Jefferson Júnior, a canção passeia por várias vertentes dentro do funk, entre elas o funk tradicional e o bregafunk.. “Essa é uma música com compromisso com a dança, com a descontração, com a pista e com a história bem humorada que o funk traz dos duplos sentidos. Em um momento em que ainda passamos por algumas situações machistas no nosso país, essa música traz um bom posicionamento das artistas. É uma inversão de valores do que a gente vê institucionalizado, generalizado na nossa sociedade. A ideia social da música é colocar a mulher nesse lugar de empoderamento e independência” conclui Umberto.
Com a irreverência que marca suas duas décadas de sucesso, Valesca reforça o seu papel na indústria da música . É mais um passo da expansão do funk brasileiro no mercado internacional, após ter conquistado uma categoria própria no Grammy Latino, maior premiação musical do continente.
A música popular brasileira é o gênero em destaque no Amazon Music em outubro, e o serviço de streaming lançará uma série de conteúdos exclusivos que abrem espaço tanto a estrelas consagradas quanto a jovens artistas que estão renovando a cena musical do país. O destaque é o minidocumentário Frescor MPB – O que está acontecendo?, disponível desde a última segunda-feira, 4 de outubro, no app e no canal do YouTube do Amazon Music.
Minidocumentário Frescor MPB – O que está acontecendo?
O minidocumentário debruça-se sobre a nova geração de artistas da MPB. “Eu acho que esse é o futuro da música: a gente não se rotular em um nicho ou em uma caixa. A gente faz música popular brasileira, e isso é lindo demais. É rico, inspirador”, afirma Duda Beat em entrevista para o filme.
Com o argumento inicial assinado pelo cantor e compositor Rubel – ele mesmo é um representante da geração de artistas que está renovando o gênero -, a produção também traz depoimentos de Anavitória, Duda Beat, Cícero, 5 a seco, Tó Brandileone, Liniker, entre outros. Rubel participou de todo o processo criativo do filme junto com Amazon Music e os diretores Fernando Neumayer e Luís Martino. Ele também acompanhou as entrevistas de seus amigos da música.
Créditos: Carolina Vianna | Diego Padilha
A ideia é mostrar como o gênero musical mais brasileiro de todos não ficou preso à obra de grandes nomes do passado, mas renovou-se e segue em processo de desenvolvimento. O trabalho de artistas que buscam cada vez mais sua própria identidade abraça outros gêneros, como o pop, o rap e a black music. “Eu vejo pelo lado mais emotivo, é música para o meu povo. O estilo musical não importa. Se amanhã eu vou fazer rap, axé ou funk, tanto faz. É tudo música popular brasileira, música para as pessoas”, afirma o cantor e compositor carioca Cícero.
No perfil do Instagram do Amazon Music é possível assistir a alguns momentos do making of, como cenas engraçadas que aconteceram durante as filmagens.
Amazon Original EP: 19 de outubro
Ainda com o objetivo de celebrar a MPB, o Amazon Music presta homenagens a um dos mais importantes músicos do Brasil: Milton Nascimento. Um EP original – o primeiro do serviço de streaming no Brasil – com versões para quatro de seus maiores sucessos interpretadas por jovens artistas poderá ser conferido a partir de 19 de outubro no aplicativo do serviço de streaming. São elas: Maria Maria, por Vitor Kley; Nada Será como Antes, por Céu; Cais, por Luedji Luna; e Travessia, por Bryan Behr.
Créditos: Carolina Vianna | Diego Padilha
Todas as músicas do EP têm videoclipes – que também estão disponíveis no aplicativo do Amazon Music. No perfil do Instagram do serviço de streaming será possível conferir os bastidores das gravações.
[RE] Discover: 26 de outubro
Milton Nascimento também é destaque no podcast [RE] Discover deste mês. O programa traça a trajetória do artista, além de contextualizar o gênero MPB no Brasil. Apresentado por Gabriel Leone, o episódio estará disponível no dia 26 no aplicativo do Amazon Music, no Youtube e nos aparelhos Echo.
Créditos: Carolina Vianna | Diego Padilha
[Re] Discover é uma iniciativa de programação global para apoiar catálogos de artistas de todos os gêneros musicais para defender, celebrar e perpetuar uma das experiências mais emocionantes e gratificantes no ambiente de streaming – a descoberta ou redescoberta de boa música. No Brasil, o projeto inclui o lançamento de um episódio mensal do podcast [Re] Discover, bem como novas playlists mensais, homenageando os diferentes ritmos do país.
Uma explosão de cores, de música e de alegria. Assim pode ser descrita a exposição Samsung Rock Exhibition Rita Lee realizada pela Dançar Marketing em parceria com o Ministério do Turismo por meio da Secretaria Especial da Cultura, com patrocínio máster da Samsung, patrocínio da XP e Porto Seguro e apoio UNINASSAU.
A mostra sobre a maior roqueira do planeta, abriu no MIS (Museu de Imagem e do Som), Instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.
“Sou dessas acumuladoras que não jogam fora nem papel de embrulho e barbante. Vou adorar abrir meu baú e dividir as histórias que as traquitanas contam com quem for visitar. Tenho recebido ajuda de uma turma da pesada: o grand maestro da cenografia é do meu querido Chico Spinosa, meu figurinista e carnavalesco da Vai-Vai; a direção é do meu multitalentoso Guilherme Samora e a curadoria é do meu filho João“, conta Rita.
“É muito emocionante. Tem uma parte dessa história que vivi com ela e tem outra que não estava aqui ainda. Então, ver essas roupas, esses momentos tomarem vida, é muito emocionante. São personagens, também, de meus sonhos e imaginação. E é a história de vida da minha mãe. E isso mexe diretamente com minha emoção”, avalia João Lee, o curador.
Créditos: Divulgação
E essa mistura deu à exposição um jeito muito próprio, como conta Guilherme Samora, o diretor artístico. “Acredito que as pessoas vão se surpreender. Existe tanto acervo da Rita que o que enfrentamos nessa exposição foi justamente a edição do que ficaria de fora. Artigos preciosos e raridades não faltam. Por isso, ela foge do estilo de exposições com muitas reproduções ou essencialmente virtuais. Durante a montagem, fiquei arrepiado em diversos momentos, só de sentir o valor de cada peça, de cada sala. Tudo lá tem um motivo. E uma das grandes preciosidades é justamente ter o Chico Spinosa, que trabalhou com a Rita pela primeira vez em 1982, nessa viagem com a gente.”
Spinosa é um artista. Ao visitar a exposição, nada ali é fruto de um padrão, de uma forma ou de escala industrial. Tudo foi pensado, feito e readaptado para uma realidade colorida, seguindo o roteiro da direção: uma roqueira cheia de cor que chega à Terra em um disco voador. Detalhes, como uma aura de Aparecida ou das estrelas feitas à mão, assim como a recriação do palco giratório da tour 1982/1983 (ou O Circo, como ficou conhecida), tudo é feito para a mostra. Artesanal, no melhor sentido da palavra. A equipe colocou o trabalho em cada letra pintada na parede, em cada figurino que precisou ser restaurado ou em cada peruca: todas, com cores e cortes estudados.
Spinosa fala da emoção desse momento: “Encontrar com Rita Lee foi primordial para minha carreira. Alguns anos atrás, nos encontramos para fazer o especial ‘O Circo’, da TV Globo. Eu, paulista, chegando na Globo vindo da TV Tupi, fui fazer o figurino desse especial e foi um marco. Foi como tomar um lisérgico. Rita mudou totalmente a minha maneira de ver. Eu conheci o pop, eu fiquei encantado com a energia, com o colorido e com a estética que essa mulher tem. Nos encontramos outras vezes, em outros trabalhos: no manto de Nossa Senhora Aparecida para o Hollywood Rock de 1995, na Marca da Zorra, nas cabeças de Santa Rita de Sampa, na Erva Venenosa… hoje, com esse convite para a cenografia e o restauro dos figurinos para a exposição, tenho certeza de que Rita sempre foi o melhor do pop e o melhor de mim. Revendo toda a sua obra, me coloco de quatro a essa poetisa. A quem respeito muito. Nesse encontro, aos meus 70 anos, ela me dá energia e me faz mais criativo”.
Um dos destaques? As manequins, com estudos de Spinosa e Samora, e feitas uma a uma por Clívia Cohen, em posições de Rita, com o rosto da artista em todas elas, com uma precisão surreal e excelente interpretação artística.
Créditos: Divulgação
A divisão das salas é temática e, em tantos casos, afetiva. E Rita tem suas preferências: “Todas as peças contam uma história diferente e engraçada. Mas o vestido de noiva que Leila Diniz usou e a bota prateada da Biba eu dou valor. E ambos são produtos de roubo”, diverte-se Rita, ao lembrar que nunca devolveu o vestido depois de usar numa apresentação dos Mutantes e da famosa história das botas, com as quais saiu andando da butique Biba, de Londres, em 1973.
Ela não só foi perdoada pela estilista Barbara Hulanicki, a criadora das botas, como ganhou dela os figurinos da tour Babilônia (1978) que também estão expostos. Assim como o piano de mais de 100 anos que era da mãe de Rita, Chesa, que foi o instrumento com o qual ela teve seu primeiro contato com a música.
O encontro e o amor de Rita e Roberto de Carvalho; a repressão da ditadura (Rita é a compositora mais proibida, segundo dados da época) e a prisão; a família; a causa animal e obras de arte da Rita têm destaque. Assim como estruturas criadas especialmente para a mostra, como o palco giratório, a manequim que levita, o Peter Pan que sobrevoa a entrada…
O estúdio é um caso à parte: terá uma experiência de áudio imersivo que utiliza a tecnologia Dolby Atmos, com projeto desenvolvido pela ANZ Immersive Audio, trazendo uma experiência sonora imersiva para a sala da exposição baseada em um estúdio. Ultrapassando a reprodução de som da maneira convencional, o áudio imersivo proporciona uma escuta similar à vida real, com sons acima, abaixo, aos lados, na diagonal, em toda sua volta. A ANZ espacializou músicas da rainha do rock em 3D, e preparou uma instalação na qual as caixas de som, de altíssima qualidade, foram perfeitamente posicionadas para o público escutar algumas de suas obras como nunca: vindas de todas as direções. “É uma tecnologia que permite que a gente consiga ouvir vários detalhes da música que antigamente a gente não conseguiria. Vai dar claridade aos elementos e muito mais profundidade. E vai ser superinteressante: ao invés de a música te pegar só na direita e esquerda, ela te pega em 360°”, explica João.
Um detalhe especial – e que vai levar a exposição a outro nível – é a visita guiada pela própria Rita. Através de QRCodes, os visitantes poderão ouvi-la contando sobre alas, peças, histórias… “Achamos que ia ficar simpático ter minha voz narrando as histórias das peças, me sinto mais íntima do visitante. Não seria exagero dizer que esta exposição vai ser a mais bacana até agora, porque foi pensada para dar alegria às pessoas no meio de tantas tristezas”.
Guilherme Samora chama atenção para um fato: “Rita é especial. Grande estrela desse universo. Uma mulher cheia de luz e de camadas. Ela representa a liberdade, o colorido, o amor. E é justamente isso que queremos passar na exposição. Portanto, destaco aqui a liberdade criativa que a Dançar Marketing nos concedeu. É essencial ter essa liberdade e esse apoio num projeto que envolva Rita”.
Para Pedro Bianco, presidente da Dançar Marketing, o projeto é especial. “Sem dúvida alguma é uma das exposições mais significativas e marcantes na história da música brasileira. É imperdível! ‘Agora só falta você'”, afirma.
Serviço | Samsung Rock Exhibition Rita Lee Local: MIS – Museu da Imagem e do Som – Avenida Europa, 158, Jardim Europa – São Paulo/SP Horário: de terça a domingo, das 10h00 às 18h00 Ingressos: a partir de R﹩ 25,00, nas plataformas da Ingresso Rápido e INTI Classificação indicativa: Livre
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