Carolina Stofella fala sobre o papel da arte em tempos de pandemia

Carolina Stofella fala sobre o papel da arte em tempos de pandemia

Créditos: Vinicius Mochizuki


A multifacetada Carolina Stofella, conhecida pelas diversas atuações em peças premiadas, bem como sua participação na novela global “Bom Sucesso“, comenta sobre a importância da arte em tempos de pandemia. A atriz está em cartaz na websérie “Desconstruída” e na peça “Loucas“, ambos projetos disponíveis no formato online. Além disso, Carolina gravou ”Temporada de Verão”, da Netflix, que conta com nomes no elenco como Giovanna Lancellotti, Mayana Neiva, entre outros.

A websérie “Desconstruída” foi gravada inteira de forma remota e está disponível por meio do Instagram @desconstruida.serie. A série conta de forma bem humorada a polarização (e dissimulação) por trás dos comportamentos nas redes sociais.

Foi muito especial participar de “Desconstruída”. Um projeto que surgiu de uma forma despretensiosa, que acabou crescendo e juntando uma equipe maravilhosa. Minha personagem é a Olivia Luz, uma produtora de eventos de moda que fica sem trabalho e vê seu casamento chegar ao fim durante a pandemia. Com isso, Olivia utiliza das redes sociais para expor seus problemas e acaba “virando” uma influencer. Com isso ela consegue muitos seguidores, mas também precisa lidar com os haters. A série aborda temas importantes como o cancelamento virtual, de uma forma super leve e divertida.” afirma Carolina.

Na peça “Loucas“, que está disponível no catálogo da Biblioteca Mário de Andrade, Stofella interpreta Maria do Pilar, uma jovem artista que é internada em um hospital psiquiátrico e vive isolada durante 29 anos.

Durante a temporada da peça “Loucas”, São Paulo regrediu novamente para fase vermelha, então decidimos disponibilizar a peça no formato online. Fiquei feliz com a possibilidade de continuar com o espetáculo respeitando o isolamento social. Interpretar Maria do Pilar foi bem diferente de tudo que já fiz porque vivo sua história durante trinta anos. Desde que foi internada, jovenzinha, num manicômio, até a sua morte depois de trinta anos. Além disso, falar sobre a história de uma jovem que foi internada pela família em um hospício apenas por querer viver de sua arte e ser livre, traz a reflexão de como nós mulheres somos silenciadas e taxadas como loucas quando queremos seguir nossos destinos de forma livre e sem julgamentos. É a arte apresentando uma função social”, comenta a atriz.

Para Carolina, a arte tem um papel fundamental durante a pandemia.

A arte salva as pessoas. Neste período em que precisamos ficar reclusos, nada melhor do que assistir um filme, uma série ou ler um livro e escutar uma música para manter a mente sã. Fico muito feliz por participar de dois projetos que estão disponíveis de forma digital e gratuita, sinto que faço meu papel como artista quando levo entretenimento às pessoas, principalmente em situações tão complicadas como a que estamos vivendo agora por conta da pandemia“, comenta Carolina.

Além da Websérie Desconstruída e a peça Loucas, Carolina Stofella também integra o elenco da nova série da Netflix “Temporada de verão”, que traz temas como crescimento pessoal, abismo social e novas experiências.

“Loucas” estreia temporada online

"Loucas" estreia temporada online

Créditos: Thaís Boneville


Escrito em 2009 pela dramaturga uruguaia Sandra Massera, o texto “Loucas” inédito nos palcos brasileiros, estreia no dia 12 de março em formato online. A peça tem no elenco a atriz Carolina Stofella e o cantor Gilberto Chaves, com direção de Dan Rosseto.

A história começa a ser contada no ano de 1882 com Maria do Pílar, ainda uma jovem mulher, escrevendo a sua primeira carta, dentro do hospital psiquiátrico, para a sua família. Nela aparecem os relatos de sua rotina, a convivência com as suas companheiras, os tratamentos médicos aplicados, a falta que está sentindo do mundo externo e de tudo que lhe foi retirado à força.

A partir desse momento durante os próximos 30 anos acontecerá uma série de troca de cartas com familiares e amigos. Pílar sempre afirmará estar lúcida e saudável, em perfeito estado mental, além de solicitar, pedir e até implorar por uma alta médica ou até mesmo ser enviada para um convento.

Todas as respostas recebidas, para as suas diversas cartas, começam com palavras de conforto e incentivo, falando que a internação é somente por um período e que em breve será transferida, mas isso nunca ocorre.

O problema é sempre passado adiante começando pelo seu pai, transferido para o seu irmão e chegando até a sua sobrinha que nem era nascida na época que foi internada, porém todos tem uma desculpa para não tirá-la.

O passar dos anos faz a interna se questionar sobre o tempo, como estará o mundo do lado de fora, o uso contínuo dos remédios e tratamentos oferecidos, além de achar que talvez esteja ficando louca.

Pílar, como tantas outras, acaba os seus dias dentro de um hospital psiquiátrico, esquecida pela família e sociedade. É mais uma mulher, mãe, artista, mas acima de tudo um ser humano, proibida de existir, somente por pensar diferente dos outros.

A personagem não representa apenas a história de Pílar, mas de diversas mulheres que foram obrigadas a renunciar a suas vidas, trancadas em sanatórios exclusivamente por raciocinar, questionar e ter opinião. Outros temas presentes no espetáculo e ainda atuais são o cerceamento aos direitos de escolha, as relações tóxicas e os preconceitos.

Essa é a terceira peça da parceria da atriz Carolina Stofella com o diretor Dan Rosseto, já tendo trabalhado juntos antes nas produções de “Enquanto as Crianças Dormem” (2017) e “Eles não usam Black-Tie” (2018).

"Loucas" estreia temporada online
Créditos: Thaís Boneville

Um dos destaques da montagem serão as canções executadas ao vivo pelo tenor Gilberto Chaves, dando uma emoção a mais para a personagem Maria do Pílar durante os mais de 30 anos de confinamento que viveu dentro de um hospital psiquiátrico.

O texto da peça “Loucas” também marca a estreia do produtor Fabio Camara fazendo a sua primeira tradução para teatro.

Este projeto foi contemplado pela Lei Aldir Blanc n°14017/2020 / Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, ProAC e Governo Federal.

Serviço:

LOCAL: Sympla

DATA: 12/03 até 28/03 (Sexta e sábado 20h e domingo 18h)

INGRESSOS: Gratuito

INFORMAÇÕES: @espetaculoloucas

DURAÇÃO: 50 minutos

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

Carolina Stofella sobe ao palco para as últimas apresentações da peça “Eles não usam Black Tie”


Créditos: Natalia Angelieri


Nos dias 28, 29 e 30 de junho, a atriz Carolina Stofella faz as últimas apresentações da temporada de “Eles não usam Black Tie”, no Teatro Morumbi, em São Paulo. Natural de Santa Catarina, Carolina é conhecida por sua atuação em peças premiadas e agora celebra mais um papel no teatro, desta vez atuando em um clássico e em um dos textos mais importantes da dramaturgia “Eles Não Usam Black Tie”, escrito por Gianfrancesco Guarnieri e que teve sua primeira versão lançada há 60 anos e que teve sua adaptação para o cinema com nomes como Fernanda Montenegro no elenco.

Com viés político e ideológico, a peça mostra uma família dividida entre um pai que organiza uma greve em busca de melhores condições de trabalho, e um filho que rejeita a ideia e busca outros caminhos para uma vida mais segura ao lado da noiva. Na nova montagem de Dan Rosseto, em sua última semana em cartaz no teatro MorumbiShopping, Carolina interpreta Dalva, uma mulher forte e cheia de personalidade, que ganhou destaque na trama ao levar sua voz potente às cenas de conflito e debate.

Créditos: Wesley Diego Emes

Para essa versão da personagem com mais destaque na trama, Carolina teve que intensificar os estudos corporais e vocais, já que Dalva tem uma entonação de voz mais presente nas cenas.

”Estou muito feliz e grata com mais essa oportunidade de interpretar uma personagem de uma peça tão importante e atemporal”, conta Carolina.

SERVIÇO

Local: Teatro MorumbiShopping
Avenida Roque Petroni Júnior, 1089
Jardim das Acácias – São Paulo – SP

Temporada

31 maio a 30 junho
Sexta e sábado, 20h
Domingo, 19h

Duração: 100 minutos

Classificação etária
12 anos

Ingresso: R$ 70,00

Eles não usam Black-Tie volta aos palcos de São Paulo


Créditos: Lz Mota Photos


Após uma temporada de sucesso em 2018, “Eles não usam Black-Tie” um dos textos mais importantes da dramaturgia nacional retorna em nova temporada a partir do dia 31 de maio no Teatro MorumbiShopping. Em 2018, o texto de Gianfrancesco Guarnieri comemorou 60 anos da primeira montagem realizada no Teatro de Arena. A obra transcreve de maneira cotidiana questões sócio-políticas vividas por Tião, personagem que o próprio autor viveu na montagem do Arena.

A história revela a organização de uma greve com suas posições ideológicas, morais e divergentes para cada personagem, o que faz com que as discussões entre pai e filho sejam frequentes. Num plano abrangente estão apoiadas relações familiares como: gravidez, casamento, educação e religião.

Créditos: Lz Mota Photos

A peça tem como pano de fundo reflexões sobre a frágil condição humana, sobre os homens e seus conflitos, trazendo um verdadeiro debate entre a coletividade e o individualismo, simultaneamente cru e sensível.

Com direção do talentoso Dan Rosseto, o elenco é composto pelos atores Paloma Bernardi, Kiko Pissolato, Tiago Real, Miriam Palma, Vicentini Gomez, Samuel Carrasco, Camila Brandão, Paulo Gabriel, Carolina Stofella e Haroldo Miklos.

Créditos: Lz Mota Photos

Serviço

Eles não usam Black-Tie

Teatro MorumbiShopping

Av. Roque Petroni Jr., 1089 – Jardim das Acácias.

31/05 até 30/06 (Sexta e Sábado 20h e Domingo 19h)

INFORMAÇÕES: 11 5123 2800 e www.teatromorumbishopping.com.br

INGRESSOS: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia)

VENDAS PELA INTERNET: COMPRE AQUI!

Enquanto as Crianças Dormem estreia no Aliança Francesa




Por Redação
Estreia nesta quarta – feira (31), no Teatro Aliança Francesa, a nova produção da Applauzo e Lugibi, o espetáculo Enquanto as Crianças Dormem, inaugurando o novo horário de peças no Teatro, às quartas e quintas, às 20h30. 

Foto: Leekyung Kim
Nesse novo texto, um antimusical tragicômico, Dan Rosseto que também assina a direção, discute o que o ser humano seria capaz de fazer para realizar os seus sonhos.

Enquanto as Crianças Dormem, conta a história de Kelly (Carol Hubner) uma fã do musical O Mágico de Oz, que trabalha como atendente de uma rede de fast-food e sonha em imigrar para a América e se tornar uma atriz de musical na Broadway.

Sem perspectivas para realizar o seu desejo, a mulher fantasia sua rotina transformando em números musicais momentos da sua vida: um dia difícil na lanchonete se torna um show onde ela é a grande estrela. Mas como a vida não sorri para a mulher, à medida que a história avança ela acumula experiências ruins, fazendo com que os sonhos se transformem em pesadelos terríveis.

Num inusitado encontro no supermercado, Kelly vê uma possibilidade de transformar o seu sonho em realidade ao conhecer Ellen (Carolina Stofella), uma mulher disposta a financiar passagem, passaporte e dólares para bancar as suas despesas na América.

Mas qual será o preço a pagar? E se há um preço, o que pode acontecer quando alguém muda por completo a sua vida e embarca numa jornada sem redenção? Kelly e Ellen, serão cúmplices ou inimigas? E você, estaria disposto a tudo para realizar um sonho?

O elenco além das atrizes Carol Hubner e Carolina Stofella, conta com os atores, Diogo Pasquim, Haroldo Miklos, João Sá, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco. A peça terá trilha sonora original composta pelo cantor, ator e compositor Fred Silveira.

FICHA TÉCNICA: 
Texto e direção: Dan Rosseto 
Assistente de direção: Diogo Pasquim 
Elenco: Carol Hubner, Carolina Stofella, Diogo Pasquim, Haroldo Miklos, João Sá, Juan Manuel Tellategui, Roque Greco e Samuel Carrasco
Direção de produção: Fabio Camara
Produção executiva: Roque Greco 
Trilha sonora original: Fred Silveira
Letras originais: Dan Rosseto
Figurinos: Kleber Montanheiro
Assistente de figurino: Marina Borges
Cenário e adereços: Luiza Curvo
Cenotécnico: Domingos Varela
Desenho de luz: César Pivetti e Vania Jaconis
Preparação de elenco: Amazyles de Almeida
Direção de movimentos e coreografias: Alessandra Rinaldo e João Sá
Operador de luz e som: Jackson Oliveira
Designer gráfico: André Kitagawa e Francine Kunghel
Fotos: Leekyung Kim
Assessoria de Imprensa: Fabio Camara 
Realização: Applauzo Produções e Lugibi Produções Artísticas

SERVIÇO:
LOCAL: Teatro Aliança Francesa, Rua General Jardim, 182 – Vila Buarque. 226 lugares+ 04 PNE. (Estacionamento conveniado em frente) 
DATA: 31/05 até 27/07 (Quartas e Quinta às 20h30) 

INFORMAÇÕES: 3572 2379 e www.teatroaliancafrancesa.com.br 

INGRESSOS: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)  

DURAÇÃO: 110 min 

CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

‘A ANTESSALA – Na Valsa do Tempo’ estreia no Rio




Estreia na sexta-feira, dia 12 de junho, no teatro Café Pequeno, no Leblon, a comédia A ANTESSALA – Na Valsa do Tempo, com texto de Ana Bez, direção de Ernesto Piccolo e grande elenco

O espetáculo é um questionamento sobre o uso do tempo no mundo contemporâneo. Quem não está com pressa? Estar ou parecer ocupado se tornou, antes de tudo, uma obrigação.

Tentamos fazer o máximo de coisas possíveis, mas acabamos desperdiçando a maior parte do nosso tempo na espera: em antessalas, no trânsito, em filas, no mundo virtual, ao mesmo tempo sendo cúmplices e tentando driblar esses e outros ladroes desse artigo cada vez mais raro e precioso.

É sobre essa sensação de tempo perdido que trata A ANTESSALA. Com uma boa pitada de humor, claro.

Segundo Ana Bez, “Antessala não é um local definitivo. Ela é justamente o não espaço, o lugar nenhum, uma pausa forçada dessas que temos aos montes na rotina da vida diária. Um tempo de espera onde nada acontece: como se esperassem por Godot”. No espetáculo, Eva não paga a conta, Tati não chega ao seu destino, Shirley e Beatriz esperam por Maria Alice que não chega nunca.

Na montagem sob direção de Ernesto Piccolo, as cinco atrizes permanecem todo o tempo no palco. Cada uma está sozinha em seu cenário particular. O tempo é real: a peça se passa num intervalo para almoço. Uma hora e/ou alguns minutos de vida corrida de cada uma das personagens.

Em tom de conversa, as cinco mulheres se comportam como se estivessem num confessionário laico ou num psicanalista sem a pretensão da cura – e aproveitando essa cumplicidade absoluta, somada ao tédio da espera, divagam livremente sobre assuntos como trabalho, família e sexualidade, tecem planos e segredam desejos, dos mais cotidianos e banais até os mais duros e ordinariamente inconfessáveis.

ANA BEZ

Ana Bez é de Florianópolis, tem 48 anos e esta peça marca sua estreia no teatro. “Uma autora de olhar bem humorado, às vezes irônico, mas sempre sensível ao comportamento humano. Suas estórias parecem estar sempre à espera de um flagrante. Talvez porque seus personagens deixem escapar um certo romantismo presente no seu “DNA”. Em meio a situações divertidas, irônicas ou patéticas, bastante comuns ao dia a dia de qualquer pessoa, ou em contextos mais inusitados, seus personagens despertam uma sensação de reencontro com um velho conhecido.” Léo Gama (Diretor de criação da Rede Globo)

ERNESTO PICCOLO

Ernesto Piccolo nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em21 de junho de 1962. Aos12 anos de idade, entra para O Tablado, de Maria Clara Machado. Aos 18 anos, quando fazia a peça “Nossa Cidade”, de Thorton Wilde, foi convidado por Janete Clair para fazer a novela “O Jogo da Vida”, na RedeGlobo, marcando sua estreia na televisão. Aos 23 anos, começa a dar aula de teatro e também acumulara tarefa de diretor. Passa a ser um dos diretores mais ativos do teatro carioca, com diversos prêmios, sendo indicado duas vezes ao Prêmio Shell: melhor direção por “Divã” e na categoria Especial pelo desenvolvimento do projeto Oficinas de Criação de Espetáculo, que ele coordena e dirige no Centro de Artes Calouste Gulbenkian. Recebeu também o Prêmio Coca Cola pela direção do musical infantil “A Guerrinha de Tróia”

 JOANA FOMM

Mineira de Belo Horizonte, aos 75 anos, Joana Fomm coleciona papeis memoráveis na TV, especialmente as personagens frias e calculistas. Estreou no cinema em 1962, e na TV em 1964, na TV Rio. Em seguida, foi para a TV Tupi, onde ficou até 1977, quando chegou na Globo. Seu primeiro papel de sucesso foi a vilã Yolanda Pratini de Dancin Days (1978), e depois vieram a Lúcia de Corpo a Corpo (1984), a Fausta de Bambolê (1987), a inesquecível beata Perpétua de Tieta (1989), e, mais recentemente, a Odete de Boogie Oogie (2014). Entre outras novelas importantes de que participou, estão Coração Alado, Brilhante, Elas Por Elas, Roda de Fogo e Vamp. Também atuou em importantes filmes do cinema nacional, como “O Homem Nu” e “Macunaíma”, nos anos 60, e “Copacabana”, nos anos 90. Participou da série Os Experientes, da Globo, no mês de abril, e, atualmente, está no ar na série Magnífica 70, do canal a cabo HBO.

SAMARA FELIPPO

Realizou diversos trabalhos na TV, entre eles as novelas “Anjo Mau” (1997); “Meu Bem Querer” (1998); “Suave Veneno” (1999); “Malhação” (1999); “Chocolate com Pimenta” (2003); “Da Cor do Pecado” (2004); “América” (2005); “Sete Pecados” (2007) e “O Profeta” (2006); as minisséries “A Casa das Sete Mulheres” (2003) e “JK” (2006); “Dercy de Verdade” (2011) e “O Caçador” (2014) – produções da TV Globo, e da minissérie “José do Egito” (2013) da TV Record.

No cinema participou dos filmes “Concerto Campestre”, lançado em 2005, no qual atuou como protagonista, e “O Dono do Mar”, lançado em 2006.  

Muito envolvida também com o teatro, Samara já participou de vários espetáculos. A atriz atuou em “Orgulhosa demais, Frágil demais” (2013) com direção de Sandra Pera, interpretando Marylin Monroe; “Hamlet“ (2011) dentro do projeto “Shakespeare” com direção de Paulo Reis; “Mulheres Alteradas” (2011), com direção de Eduardo Figueiredo, entre outras peças.

MARIANA MOLINA

Seu interesse pela carreira artística começou aos 9 anos, quando ela pediu à mãe a inscrevesse em uma agência infantil de atores. Por volta dessa época, Mariana começou a fazer comerciais e a trabalhar como modelo.

Em 2001 interpretou Creuza Maria na telenovela Pícara Sonhadora. No ano seguinte Mariana venceu o concurso Caça-Patrulheiro do canal Nickelodeon. Ela concorreu com mais de 12 mil inscritos e, ao final, foi selecionada para se tornar uma dar apresentadoras do programa.

Em 2009 foi selecionada para interpretar a antagonista da temporada daquele ano de Malhação. No ano de 2012 ela foi escalada para o elenco de Amor Eterno Amor interpretando Cris, amiga de Tati (Adelaide de Castro) e Gabi (Olívia Torres), é filha de Beatriz Mainardi (Carolina Kasting) e irmã de João (Luis Augusto Formal).

DORA PELLEGRINO

A atriz carioca, Dora Pellegrino nasceu em 8 de março e a vontade de ser atriz se deu cedo, com onze anos já era a melhor aluna de teatro da escola. Jamais abandonou os palcos e atuou em muitas peças, além de ter integrado um grupo de teatro importante no Rio de Janeiro, o Manhas e Manias.

A estreia na televisão foi em episódio no seriado Ciranda cirandinha, mas já na primeira novela faz muito sucesso com a vilã neurótica Helena em Livre para voar (1984/85), de Walter Negrão.

Dora Pellegrino estreia no ótimo Cabaret Mineiro (1980), de Carlos Alberto Prates Correia: Depois atua em filmes importantes, como O homem do pau-brasil(1981), de Joaquim Pedro de Andrade, O segredo da múmia (1981), de Ivan Cardoso, e Urubus e papagaios (1987), de José Joffily.

CAROLINA STOFELLA

Formada em artes cênicas pela CAL em 2001.

Trabalhou com os principais diretores do cenário teatral brasileiro, entre eles Michel Bercovitch, Thierry Tremouroux, João Brandão, Roberto Alvim e Ricardo Karman.

Fez parte do elenco do espetáculo “Viagem ao centro da terra, vencedor do prêmio Shell especial de montagem, com produção de Marcelo Serrado.

No cinema, atuou em “A Partilha” de Daniel Filho, “Talvez” de Felipe Sassi e “Histórias Íntimas de Julio Lellis; longa vencedor do Cubo – Festival de Cinema do Rio e melhor Doc. Drama no Los Angeles Brazilian Film Festival 2014.

Na televisão fez parte do elenco de Malhação e Os Caras de Pau da Rede Globo.


ELENCO – Samara Felippo (Tati); Mariana Molina (Beatriz); Dora Pellegrino (Eva); Carolina Stofella (Maria Alice) e Joana Fomm (Shirley).

SERVIÇO

ESTREIA: dia 12 de junho (sexta-feira), às 20h

LOCAL: Teatro Café Pequeno / Avenida Ataulfo de Paiva, 269, Leblon, Rio de Janeiro. Tel.: 21 2294-4480

HORÁRIOS: sexta, sábado e domingo, às 20h

DURAÇÃO: 60 min

INGRESSOS: R$40,00 e R$20,00 (meia entrada) / bilheteria: 4ª a domingo, a partir das 16h, ou http://www.compreingressos.com /

CAPACIDADE: 80 pessoas

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos

TEMPORADA: até 26 de julho