Dia do Leitor: 5 livros para curtir as férias de janeiro


Créditos: Divulgação


O ano começou e sem dúvidas ler mais livros está na lista de desejos de muitas pessoas, mesmo o brasileiro ainda não adquirindo o hábito de ler. Segundo uma pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feito pelo Instituto Pró-Livro em 2016, a média de leitura do brasileiro é de 2,43 livros por ano.

No dia 7 de janeiro comemora-se o “Dia do Leitor” e por isso, separamos 5 títulos da Buzz Editora para você ler nas férias de janeiro e colocar a leitura cada vez mais no seu dia a dia em 2022.

Trilogia Amazônia: Onde estão as flores?, A filha dos rios e Nas pegadas da Alemoa, escrito por Ilko Minev

Residente em Manaus, Ilko Minev é búlgaro e desembarcou no Brasil na década de 60. Refugiado de regimes totalitários no seu país de origem, ele escreveu romances para contar os contextos históricos que presenciou. “Tem muita coisa que os brasileiros e os estrangeiros não conhecem sobre a Amazônia. Fala-se muito, mas se conhece pouco, e por isso grande parte das ações bem intencionadas acabam sendo pouco efetivas”, destacou Ilko. As produções são romances que detalham esses acontecimentos e possuem o intuito de preservar a história local e homenagear habitantes.

“Os segredos da Disney para encantar e fidelizar seus clientes” escrito por Dan Cockerell

A Disney, com seu modelo de gestão de pessoas e capacidade de inovar, já se consolidou como uma das maiores referências no mundo quando se trata de superar as expectativas de seus clientes. De maneira criativa e ousada, Dan Cockerell começou sua história sendo funcionário do estacionamento de um parque e, depois de 19 cargos diferentes, chegou à vice-presidência do maior parque temático do planeta: o Magic Kingdom. Neste livro ele compartilha valiosas lições de vida e de liderança que vão ajudá-lo a desenvolver a sua carreira e o seu negócio.

“Faça sua pergunta: Monja Coen”, escrito por Monja Coen

A coleção Faça sua pergunta, exclusiva Buzz Editora, traz a maior referência do Brasil quando o assunto é budismo em sua segunda edição. Monja Coen dedica-se ao zen-budismo, compartilhando sua sabedoria com todos que desejam construir uma vida com mais plenitude, autoconhecimento e equilíbrio. Neste livro você irá conferir as melhores respostas da Monja Coen para as melhores perguntas e poderá ler e reler quando e onde quiser.

Criada em 2016, a Buzz Editora completou seu quinto aniversário em dezembro com uma marca invejável: 40 milhões de livros vendidos entre papel e digital — dos quais 11,4 milhões somente com “Seja Foda”, do colunista da Bússola Caio Carneiro, o título da categoria de negócios que teve mais saída em dois anos consecutivos (2018 e 2019).

“Livros de negócios cresceram nesses últimos quatro/cinco anos. Se você olhar a lista de mais vendidos para trás, o que vendia mais era autoajuda ou ficção. Esse movimento tem a ver com a onda de empreendedorismo”, disse o publisher Anderson Cavalcante. Para 2022, a editora continua impulsionando o seu lema “não é você que vira a página, é a página que vira você”. “Será um ano de uito crescimento, estou animado com a perspectiva de eventos presenciais como festivais literários e noites de autógrafos”, finaliza.

Ana Maria Braga e João Carlos Martins apresentam mostra em SP

Ana Maria Braga e João Carlos Martins apresentam mostra em SP

Créditos: Bruno Sereno


Com a curadoria de Ana Maria Braga e João Carlos Martins, inaugura no próximo dia 25, para comemorar o aniversário da cidade a exposição fotográfica “A Cara de São Paulo: Personagens da Cidade”, dos fotógrafos luso-brasileiros Catarina Machado e Bruno Sereno. A exposição acontece na Galeria de Artes da Casa de Portugal até dia até 26 de fevereiro e apresenta 20 personalidades nascidas ou não na cidade, mas que se reconhecem como paulistanas e fazem uma declaração de amor à cidade num vídeo que também integra a exposição.

Para essa exposição, que é uma iniciativa da Casa de Portugal com o apoio do Metrô de São Paulo, os seus sócios e diretores indicaram pessoas que são a cara da cidade, como: Abilio Diniz, Ana Maria Braga, Carlos Bettencourt, Carlos Tramontina, Demônios da Garoa, Djamila Ribeiro, Emanuel Araújo, Edu Guedes, Fafá de Belém, João Carlos Martins, Leandro Karnal, Marília Gabriela, Monja Coen, Massimo Ferrari, Maurício de Sousa, Nany People, Osvaldinho da Cuíca, Padre Antônio Maria, Silvio Santos e Supla.

Ana Maria Braga e João Carlos Martins apresentam mostra em SP
Créditos: Catarina Machado

Para Ana Maria Braga “nesta exposição para comemorar os 467 anos de fundação poderíamos retratar milhares de caras, rostos e semblantes que muito bem representariam a diversidade desta metrópole, mas foram, entretanto, escolhidas apenas 20 personalidades para integrar a primeira edição, mas fica a promessa para que, nas próximas edições, continuem sendo retratados outros personagens que representam e ajudam a escrever a história desta cidade.

O Maestro João Carlos Martins, que tem a sua história e da sua família ligada à história da Casa de Portugal, disse estar “muito honrado por ser curador ao lado da Ana Maria, nesta exposição que resgata não só a presença portuguesa na cidade, mas que também vai buscar em 20 rostos a identidade pluralista e universalista de uma cidade que acolhe calorosamente quem aqui chega.

A fotógrafa Catarina Machado, 22 anos, nasceu em São Paulo e desde pequena demonstrou suas aptidões para a fotografia capturando imagens em suas viagens de família. Concluiu o curso de Fotografia no Centro Universitário Belas Artes e foi aluna do IIF – Instituto Internacional de Fotografia. Sua percepção sobre a paisagem urbana e os elementos que a constituem já a levaram a realizar 3 outras exposições individuais e participações em algumas coletivas.

O fotógrafo Bruno Sereno, 24 anos, também nascido em São Paulo, é jornalista formado pela Anhembi Morumbi, podcaster e atualmente estudante de Relações Públicas na FECAP. Começou sua trajetória aos 18 anos quando comprou a sua primeira câmera e começou a registrar o Mundo, histórias e pessoas. Na atividade fotojornalística viveu o seu momento mais marcante na cobertura do Carnaval de São Paulo de 2020 no Sambódromo do Anhembi.

Uma réplica da exposição estará ainda disponível para visitação na Estação Paraíso do Metrô de 28 de janeiro a 28 de fevereiro.

SERVIÇO:

Exposição Fotográfica “A Cara de São Paulo: Personagens da Cidade”

Fotógrafos: Bruno Sereno e Catarina Machado

Curadoria: Ana Maria Braga e João Carlos Martins

de 25 de janeiro a 26 de fevereiro

das 9h às 17h

Galeria de Artes da Casa de Portugal

Av. da Liberdade, 602 – Liberdade – São Paulo

Entrada Grátis

Devido ao “protocolo COVID” as visitas devem ser previamente agendadas pelo telefone: (11) 3273-5555

de 28 de janeiro a 28 de fevereiro

Uma réplica da exposição estará disponível a todos os usuários do Metrô na Estação Paraíso

das 6h30 à meia-noite

Visitação livre.

Em novo livro, Monja Coen foca em transformação


Créditos: Michel Filho/Agência O Globo


Aos 72 anos, Monja Coen é uma das principais referências nacionais do budismo. Seguida por uma multidão de pessoas, de diferentes crenças e classes sociais, que a acompanham no canal MOVA do YouTube, com mais de 1 milhão de inscritos, em suas palestras pelo Brasil todo, na rádio e em livros que escreve, ela compartilha ensinamentos de paz, autoconfiança e transformação. A cabeça raspada, a túnica no corpo e um sorriso doce e sereno no rosto são as características mais marcantes da Monja Coen que todos conhecem. Sua trajetória é marcada por intensa transformação física e espiritual e em O que aprendi com o silêncio – uma autobiografia, que chega às lojas pela Editora Planeta, ela compartilha com o leitor memórias de alguns dos momentos mais marcantes de sua história, além de reflexões resultantes de uma vida há quase 45 anos no Caminho Zen.

Cláudia Dias Baptista de Souza, seu nome de batismo, nasceu em São Paulo no ano de 1947 rodeada de livros e música em uma família católica. Casou-se aos 14 anos e teve uma gravidez e um divórcio aos 17. Sua história é marcada por diversos trabalhos: foi repórter do extinto Jornal da Tarde, fez alguns bicos em Londres, na Inglaterra, e em Los Angeles, nos EUA, onde se encantou com o zen budismo, fez o voto monástico e adotou o nome “Coen”, que significa “um só círculo” em japonês. Depois, viajou para o Japão para se aperfeiçoar na filosofia, onde acabou vivendo por oito anos. Regressou à cidade natal em 1995 casada com o monge japonês Shozan Murayama. No ano seguinte, foi eleita presidenta da Federação das Seitas Budistas do Brasil, com mandato de um ano, tendo sido a primeira vez que uma monja de origem não japonesa ocupou a posição. Monja Coen separou-se em 2001 e, no mesmo ano, fundou a própria comunidade, a Zendo Brasil, com sede no bairro do Pacaembu em São Paulo.

Créditos: Divulgação

Sem o objetivo de compor uma autobiografia propriamente dita, Monja Coen compartilha com o leitor detalhes de sua conversão ao zen budismo, de sua trajetória monástica, além de toda transformação que viveu aprendendo a silenciar a mente. A autora também apresenta o que ela chama de “retalhos da memória”, contando ao leitor alguns episódios que evolvem sua infância, seus pais e avós, sua carreira de jornalista durante o período de Ditadura Militar, abuso sexual, voto de castidade, drogas e suicídio.

“Fragmentos que o silenciar da mente deixou vir à superfície a dançar com imagens, música, sons, palavras. Aprendi muito com o silêncio. Ensinou-me a ouvir dentro e fora de mim mesma. Ensina-me a quietude viva e excitante de jamais repetir um instante. Silenciar a mente incessante e luminosa não é calar ape­nas. É encontrar um estado de tranquilidade onde som e silêncio se mesclam.”

FICHA TÉCNICA
Título: O que aprendi com o silêncio – uma autobiografia
Autora: Monja Coen
Páginas: 232
Preço: R$44,90
Selo Academia
Editora Planeta

Dica Acesso Cultural: O que aprendi com o silêncio, Monja Coen


Créditos: Michel Filho/Agência O Globo


O zen, uma das habilidades mentais humanas, chamado por algumas pessoas por “meditar”, mudou a vida de uma das pessoas mais inspiradoras da atualidade, a Monja Coen. Em sua nova obra, O que aprendi com o silêncio – Uma autobiografia, publicado pela Editora Planeta, a líder espiritual que já foi secretária e jornalista apresenta o que aprendeu com este conhecimento. E como ele alterou completamente o curso do seu destino.

A primaz fundadora da Comunidade Zen-Budista Zendo Brasil, sem o objetivo de compor uma autobiografia propriamente dita, compartilha nesse livro detalhes de sua conversão ao zen-budismo e de sua trajetória monástica. Além de toda transformação que viveu desde os tempos em que era uma menina de 14 anos casada, seu tempo como jornalista na Ditadura Militar, até tornar-se uma das figuras religiosas mais admiradas no Brasil. Seguida por uma multidão de pessoas, Monja Coen deixa para os leitores os seus ensinamentos do silenciar.

Zen é uma das habilidades mentais humanas. Alguns chamam de meditar, mas o verbo meditar exige um objeto. O zen está além de sujeito e objeto, além das dualidades, além do eu e do outro. Sentar-se em zen é entregar-se ao momento e perceber que este momento contém em si todo o passado e todo o futuro. A humanidade inteira está presente. O início e o fim em cada inspiração, em cada expiração. (O que aprendi com o silêncio – Uma autobiografia, pág. 59)

Créditos: divulgação

Sem o objetivo de compor uma autobiografia propriamente dita, Cláudia Dias Baptista de Souza, conhecida como Monja Coen, compartilha com o leitor memórias de alguns dos momentos mais marcantes de sua história, detalhes de sua conversão ao zen-budismo, de sua trajetória monástica, além de toda transformação que viveu aprendendo a silenciar a mente.

Entre o que a autora chama de “retalhos da memória”, episódios marcados por intensa transformação são apresentados ao leitor. Desde sua infância em São Paulo, rodeada de livros e música em uma família católica ao seu primeiro divórcio e gravidez aos 17 anos. Coen, que significa “um só círculo” em japonês, faz reflexões resultantes de uma vida e de quase 45 anos no Caminho Zen.

Monja Coen compartilha suas memórias de vida em novo livro


Créditos: Divulgação


Aos 72 anos, Monja Coen é uma das principais referências nacionais do budismo. Seguida por uma multidão de pessoas, de diferentes crenças e classes sociais, que a acompanham no canal MOVA do YouTube, com mais de 1 milhão de inscritos, em suas palestras pelo Brasil todo, na rádio e em livros que escreve, ela compartilha ensinamentos de paz, autoconfiança e transformação. A cabeça raspada, a túnica no corpo e um sorriso doce e sereno no rosto são as características mais marcantes da Monja Coen que todos conhecem. Sua trajetória é marcada por intensa transformação física e espiritual e em O que aprendi com o silêncio – uma autobiografia, que chega às lojas pela Editora Planeta, ela compartilha com o leitor memórias de alguns dos momentos mais marcantes de sua história, além de reflexões resultantes de uma vida há quase 45 anos no Caminho Zen.

Cláudia Dias Baptista de Souza, seu nome de batismo, nasceu em São Paulo no ano de 1947 rodeada de livros e música em uma família católica. Casou-se aos 14 anos e teve uma gravidez e um divórcio aos 17. Sua história é marcada por diversos trabalhos: foi repórter do extinto Jornal da Tarde, fez alguns bicos em Londres, na Inglaterra, e em Los Angeles, nos EUA, onde se encantou com o zen budismo, fez o voto monástico e adotou o nome “Coen”, que significa “um só círculo” em japonês. Depois, viajou para o Japão para se aperfeiçoar na filosofia, onde acabou vivendo por oito anos. Regressou à cidade natal em 1995 casada com o monge japonês Shozan Murayama. No ano seguinte, foi eleita presidenta da Federação das Seitas Budistas do Brasil, com mandato de um ano, tendo sido a primeira vez que uma monja de origem não japonesa ocupou a posição. Monja Coen separou-se em 2001 e, no mesmo ano, fundou a própria comunidade, a Zendo Brasil, com sede no bairro do Pacaembu em São Paulo.

Sem o objetivo de compor uma autobiografia propriamente dita, Monja Coen compartilha com o leitor detalhes de sua conversão ao zen budismo, de sua trajetória monástica, além de toda transformação que viveu aprendendo a silenciar a mente. A autora também apresenta o que ela chama de “retalhos da memória”, contando ao leitor alguns episódios que evolvem sua infância, seus pais e avós, sua carreira de jornalista durante o período de Ditadura Militar, abuso sexual, voto de castidade, drogas e suicídio.

SERVIÇO

Título: O que aprendi com o silêncio – uma autobiografia

Autora: Monja Coen

Páginas: 232

Preço: R$44,90

Selo Academia

Editora Planeta

Monja Coen ministra palestra no Theatro Via Sul Fortaleza




Por Andréia Bueno

Com sete livros publicados e sucesso no Youtube, a religiosa Monja Coen ministra palestra para o público zen-budista no Theatro Via Sul Fortaleza, dias 23 e 25 de agosto, às 20h e 16h, respectivamente.

Foto: Divulgação
Nascida em 1947, em São Paulo, Monja Coen foi jornalista profissional e iniciou suas práticas regulares de zazem no Zen Center of Los Angeles, onde fez seus votos monásticos em 1983. O zazem é uma prática meditativa de observação, que busca o autoconhecimento do ser humano, onde o praticante fica sentado, com o corpo bem alinhado e de frente para uma parede branca, e utiliza técnicas respiratórias, onde aprende a observar suas emoções.
Após anos de treinamento e graduações numa extensa jornada monástica e passagens importantes por templos no Japão, Monja Coen iniciou um pequeno grupo de zazen na casa de um de seus praticantes, que em pouco tempo ficou pequena, sendo criado oficialmente a Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, Templo Tenzui Zenji, com início das caminhadas meditativas em parque públicos, no intuito de levar o zazen e o kinhim (meditação caminhando) para a população paulistana. Hoje, viaja o Brasil realizando palestras, vivências e outras atividades, incluindo grande atendimento a programas de televisão e jornais.

SERVIÇO

MONJA COEN

Datas: 23 e 25 de agosto de 2018

Horário: 20h (quinta); 16h (sábado)

Local: Theatro Via Sul Fortaleza – Av. Washington Soares, 4335 – Edson Queiroz

Ingressos: R$70/R$35 (quinta); R$90/R$45 (sábado)

Capacidade do Teatro: 732 Pessoas

Informações: (85) 3099-1290

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.

Estacionamento no Shopping Via Sul