Veja o elenco de “Lilás – Um Musical em Tons Reais”


Créditos: Caio Gallucci


A MP Produção Cultural, responsável por grandes espetáculos como “Lisbela e o Prisioneiro, O Musical”, “Blink, de Phill Porter” e “Hoje é dia de Maria, O Musical”, volta aos palcos em 2020 com “Lilás, Um musical em Tons Reais“, um texto original de Francisca Braga, com músicas de Djavan.

O espetáculo aborda temas primordiais para o coletivo como inclusão de pessoas com mobilidade reduzida, alienação da sociedade, depressão e drogas. Narrando a história da bailarina Liz que trabalha em uma ONG e dedica sua vida a tirar crianças das ruas. Seu namorado, o artista plástico Miguel acredita que sua parceira se expõe demais em seu trabalho, envolvendo-se em situações perigosas. Apaixonados, a vida do casal de artistas transcorre normalmente até que algo inesperado acontece mudando radicalmente este cenário de amor e leveza. Neste novo panorama, Liz e Miguel terão que reconstruir suas vidas. Uma história verdadeira de amor, força e delicadeza que emociona e inspira. Músicas como “Lilás“, “Um amor puro“, “Samurai” e “Oceano” auxiliam no enredo deste romance.

“Lilás – Um Musical em Tons Reais” traz ao palco o os atores Ligia Paula Machado e Luiz Araújo como o casal Liz e Miguel, o musical tem texto de Francisca Braga, direção geral de Kleber Montanheiro, direção de produção de Ligia Paula Machado, e direção musical de João Pardal os músicos tocam ao vivo no palco. O musical terá arranjos originais para quinze canções de Djavan.

O espetáculo estreia em São Paulo no dia 09 de maio no Teatro Arthur Azevedo, na Moóca, com sessões aos sábados às 21h e domingos às 19h. Os ingressos começarão a ser vendidos em breve.

A Bela e a Fera em cartaz no Theatro NET SP


Créditos: Divulgação


A Bela e a Fera – O Espetáculo Musical, um dos maiores clássicos de animação do cinema está em cartaz no Theatro NET São Paulo até 16 de fevereiro. Uma releitura grandiosa de um dos maiores clássicos de todos os tempos!

Baseado no conto de domínio público francês, “A Bela e a Fera- O Espetáculo Musical” trás para os palcos 50 integrantes, Atores, bailarinos, cantores e Músicos de Orquestra Ao vivo, além de mais de 200 figurinos, cenários grandiosos e projeções em Vídeo Mapping 3D, com alta tecnologia para interagir personagens e cenário. As vozes dos solistas impressionam e encantam a todos além de se emocionarem e se divertirem com os personagens cômicos.

O conto de fadas, escrito pelos Irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm) em 1812, traz a estória de amor entre uma linda e inteligente jovem (Bela) e um príncipe que foi enfeitiçado e transformado em Fera. Bela vive em um vilarejo francês com seu pai, que é capturado e aprisionado pela Fera em seu castelo. A jovem consegue localizá-lo e se oferece para ficar no lugar dele. Sua bondade a faz enxergar o lado humano da Fera, por quem se apaixona perdidamente, quebrando o feitiço.

Com uma estrutura grandiosa, o musical encanta o público de todas as idades. O destaque é a atriz Flávia Mengar, intérprete da Bela, protagonista de outros importantes trabalhos teatrais, como a Dorothy, de O Mágico de Oz, e a Ariel, de A Pequena Sereia. Figurinos assinados por Bruno de Oliveira, um dos mais respeitados profissionais brasileiros, inclusive por ter sido o responsável por vestir os artistas que participaram do show de abertura da Copa do Mundo, em 2014. Dividida em dois atos, a apresentação tem uma hora e meia de duração. Espetáculo imperdível.

Créditos: Divulgação

SERVIÇO:

A Bela e a Fera – O espetáculo musical

16 de Fevereiro – Domingo às 14h00

Theatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360 – 5° Piso, São Paulo – São Paulo

Ingressos: Sympla ou na bilheteria do theatro.

Veja como está o elenco do filme “Escola de Rock”


Créditos: Divulgação


O filme “Escola de Rock”, lançado em 2004, é um grande sucesso até os dias de hoje, tendo inspirado diversas produções derivadas, entre elas, um musical, que recentemente levou plateias de todas as idades a lotarem o Teatro Santander, onde a versão brasileira ficou em cartaz.

Para matar as saudades desse grande clássico do cinema, veja a seguir, como está o elenco de “Escola de Rock”!

Jack Black – Dewey
“Escola do Rock” foi, sem dúvida, o papel que consagrou Black como um grande astro do cinema e da comédia. Hoje, ele continua sendo ator em longas de sucesso, como mais recentemente no filme “Jumanji”.

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Miranda Cosgrove – Summer
Além de Summer, Miranda atuou entre 2004 e 2007 como Megan no seriado “Drake & Josh” e, de 2007 a 2012, como a protagonista de “iCarly”. Outro destaque de sua carreira foi sua atuação na dublagem de “Meu Malvado Favorito”.

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Joey Gaydos Jr. – Zack
Após “Escola do Rock”, Joey passou a se dedicar à sua carreira na música.

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Robert Tsai – Lawrence
O ator, que viveu Lawrence, nunca mais atuou em qualquer produção nas telonas, mas, assim como Joey, passou a se dedicar à música e também à dança.

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Adam Pascal – Theo
O então pequeno Theo acabou fazendo participações em grandes produções da Broadway, como uma adaptação de “Rent” em 2005, “Memphis” e “Chicago”.

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Sarah Silverman – Patty
Sarah acabou consagrando-se como uma grande comediante de stand-up e do cinema. Entre suas aparições recentes estão “Os Muppets”.

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Caitlin Hale – Marta
Após “Escola de Rock” e mais alguns papéis em frente às câmeras, Hale se formou em jornalismo e relações públicas, no ano de 2013.

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Rebecca Brown – Katie
Esse foi o único papel de Rebecca no cinema. Depois dele, Brown se dedicou à música e ao stand-up.

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Mike White – Ned
O comediante foi responsável por Nacho Libre, de 2006, onde o próprio Jack Black estrelou e também criou e estrelou “Enlightened”, da HBO.

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Maryam Hassan – Tomika
A talentosa vocalista da banda de “Escola de Rock” acabou seguindo esta carreira, e se apresentando nos EUA. Também participou do musical derivado, em 2015.

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Kevin Clark – Freddy
O baterista da banda de “Escola de Rock” não teve papéis de grande destaque no cinema, mas se reuniu a alguns astros do longa original quando “Escola de Rock” virou musical na Broadway.

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Joan Cusack – Diretora Mullins
A atriz, indicada ao Oscar por mais de uma vez, continuou na carreira artística.

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Brian Falduto – Billy
O ator se graduou em teatro e música, e exerce as duas profissões em Nova York, onde aparece em peças locais.

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Alesha Allen – Alicia
Allen, após o longa, se manteve longe dos holofotes, aparecendo apenas nas produções “Querem acabar comigo” (de 2005 e 2007) e uma breve aparição em “Jovens Adultos”.

Créditos: Reprodução

Gostou de saber como estão os atores de “Escola de Rock”? Qual era seu personagem preferido? Comente e não deixe de acessar o nosso site para mais novidades!

Relembre 5 personagens de Diego Montez


Créditos: Ricardo Penna/Divulgação


O ator Diego Montez, que recentemente deu vida a William em “Bom Sucesso”, sendo muito comentado graças aos bordões e trejeitos do personagem, já provou mais de uma vez sua versatilidade nos palcos de teatro, no cinema e na televisão. Vamos relembrar 5 personagens da carreira do ator!

Tomás Gomes – Cúmplices de um Resgate
Em 2015, Diego interpretou Tomás Gomes na adaptação brasileira do folhetim “Cúmplices de um Resgate”, exibido no SBT.

Créditos: Reprodução/SBT

Felipe Vasquez – Z4
Na série Z4, exibida pelo Disney Channel, Diego foi Felipe Vasquez.

Créditos: Reprodução / Instagram

Murilo Bragança – Rebelde
No grande sucesso da Record TV, “Rebelde”, Diego Montez viveu Murilo Bragança.

Meu Destino é ser Star
Já nos palcos do teatro, uma das participações mais recentes de Diego foi no musical “Meu Destino é ser Star”, que conta com grandes sucessos de Lulu Santos.

A Noviça Rebelde
Na adaptação do clássico da Broadway para os palcos do Brasil, Diego interpretou Rolf.

Vale lembrar que Diego Montez volta a se apresentar no teatro na pele de seu pai, Wagner Montes, no espetáculo “Silvio Santos Vem Aí”, uma homenagem ao grande comunicador Silvio Santos.

Para saber mais sobre a carreira de Diego Montez, acesse o nosso site e as nossas redes sociais!

Dica Cultural: Leitura de ‘O Último Concerto para Vivaldi’


Créditos: Divulgação


No próximo dia 11 de fevereiro acontecerá no Instituto Cultural Capobianco a leitura do texto inédito “O Último Concerto para Vivaldi” de Dan Rosseto, que também fará a direção. No elenco Amazyles de Almeida, Bruno Perillo e Michael Waisman.

O “Último Concerto para Vivaldi” conta o último ano na vida de um professor de matemática universitário e um violinista profissional que ensaia um concerto de “As Quatro Estações” de Vivaldi. Um deles está com uma doença terminal incurável e tem apenas um ano de vida. Eles decidem transformar a casa em que moram em um hospital para que eles possam viver juntos durante este período. Eles são assistidos por Adilah (Amazyles de Almeida), uma cuidadora muçulmana que deixou o seu país após perder toda a sua família num confronto. Com o agravamento da doença vem uma descoberta que pode abalar a relação de Anton (Bruno Perillo) e Ben (Michael Waisman).

“O Último Concerto para Vivaldi” fecha um ciclo de obras de Dan Rosseto, iniciado com “Manual para Dias Chuvosos” em que o tema morte tem forte importância em sua obra. A peça é um drama em quatro quadros (Primavera, Verão, Outono e Inverno), passando pelas “As Quatro Estações de Vivaldi” e os estágios da doença que nos faz chegar até a morte. Na obra além da discussão sobre o tema, temos um outro assunto relacionado que é morte assistida e a sua discussão sobre ela.

É importante ressaltar que esta obra fala de amor, em qualquer que seja a sua instância. E não trata do tema de forma a levantar bandeiras políticas ou sociais, apenas narra a relação de dois homens maduros e independentes que lutam dia após dia para um deles morrer dignamente, com a aliança e pacto de serem felizes por um ano ou até o término das quatro estações.

Após a leitura do texto “O Último Concerto para Vivaldi” acontecerá um debate com o elenco e autor, mediado pelo jornalista Bruno Cavalcanti.

SERVIÇO:
LOCAL: Instituto Cultural Capobianco (Rua Álvaro de Carvalho, 97 – Centro), 70 lugares. Acesso a deficiente.
DATA: 11/02 (Terças 20h)
INGRESSOS: Gratuito. Reservas pelo e-mail fabio@lugibi.com.br
INFORMAÇÕES: 11 3237 1187
DURAÇÃO: 60 minutos
CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

“Se Essa Lua Fosse Minha” terá nova temporada em São Paulo


Créditos: Victor Miranda


O premiado musical autoral brasileiro “Se Essa Lua Fosse Minha“, escrito por Vitor Rocha e com músicas de Elton Towersey, vem garantindo sucesso desde a sua primeira temporada, com sessões lotadas e ingressos esgotados. Após muitos pedidos do público o musical volta em cartaz em março no Teatro Viradalata em São Paulo.

O musical mescla cantigas populares, brincadeiras de roda e lendas antigas para contar a história de um povo saído de Terrarrosa, província da Espanha, que navega pelo oceano em busca de um lugar para construir um novo amanhã.

Eis que lhe é apresentada a terra de Porto Leste, uma ilha situada no encontro das águas quentes com as frias, mas para a surpresa de todos a terra já está habitada por um outro povo. A diferença de crenças e culturas faz com que uma divisão se torne indispensável e uma linha é riscada no chão a fim de evitar a guerra.

De um lado fica a destemida Leila e do outro o rebelde Iago. Quem é que faria um coração respeitar uma linha riscada no chão? O encontro de almas se dá, mas o dos corpos se torna cada vez mais raro pelo perigo de serem vistos juntos. A lua escuta mais versos de amor do que os próprios amantes. Enquanto isso, da Espanha, vem Belisa, predestinada a se casar com Iago, e da terra vem a flor do alecrim, talvez a solução para ele. O lencinho branco cai no chão. O anel que era de vidro e se quebra. Os pés virados para trás. Um canto que atrai os homens. Pirulito que tanto bate. A história às vezes rima, às vezes ensina e às vezes faz os dois ao mesmo tempo e sem dó, são dois coelhos numa cajadada só. É contada assim de boca e acompanhada por pouco mais de um violão, o que parece pouco, mas não é não. Afinal de nada vale tocar uma orquestra se não souber tocar um coração.

O musical proporciona uma aventura nova ao público, mas de um jeito que os faz se sentir “em casa”. A história é nova e original, mas usa a todo tempo do folclore brasileiro para ser contada, fazendo com que tudo pareça familiar. O texto fala sobre a importância dos sonhos, de querer e fazer o bem, em plantar o amor, fala sobre o ódio e a liberdade. E para falar de tantas coisas universais, atemporais e necessárias, ele usa da cultura e do povo brasileiro.

Serviço

A partir de 03 de março

Teatro do Viradalata (Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo)

Terças e quartas às 21h

Venda de ingressos em breve

Classificação indicativa 12 anos

Duração de 2h10