Prepare-se para conhecer Marilyn Monroe e Maria Callas de um jeito diferente. As atrizes Danielle Winits e Christine Fernandes encarnam a atriz e a cantora lírica na peça Parabéns Senhor Presidente, com temporada em São Paulo que estreia dia 17 de janeiro, sexta-feira, às 21h30, no Teatro J. Safra.
Com texto de Fernando Duarte e Rita Elmôr e direção de Fernando Philbert, a montagem transporta a plateia para o ano de 1962 ao contar a história das duas divas, que sempre estiveram à frente do seu tempo. A comédia biográfica faz um recorte do episódio histórico: a festa de 45 anos de John F. Kennedy, realizada em 19 de maio de 1962 em Nova York — 10 dias antes da data exata do aniversário do ex-presidente dos Estados Unidos. Em cena, graças ao duelo verbal entre as duas, as atrizes abordam temas relevantes sobre o universo feminino como o amor, a realização pessoal versus a profissional e o papel da mulher em uma época ainda controlada por homens. Tudo muito identificável com os dias de hoje. Programe-se!
Serviço – Parabéns Senhor Presidente
Estreia: Dia 17 de janeiro, sexta-feira, 21h30 – Teatro J. Safra – Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo.
Temporada: De 17 de janeiro a 1º de Março de 2020 – Horários: Sexta-feira, às 21h30, sábado, às 21h e domingo, às 20h.
Classificação: 12 anos
Duração: 70 min.
Gênero: Comédia biográfica.
Ingressos: Plateias Premium, Vip e Mezanino – Preço Popular (para até 20% da capacidade de cada setor do Teatro). – Inteira: R$ 50,00 – Meia Entrada: R$ 25,00. Capacidade: 633 lugares.
Depois de esgotados os ingressos na categoria “Preço Popular”:
Ingressos:
Plateia Premium – Inteira: R$ 80,00 e Meia: R$ 40,00
Plateia Vip – Inteira: R$ 60,00 e Meia: R$ 30,00
Mezanino – Inteira: R$ 50,00 e Meia: R$ 25,00
Bilheteria: (11) 3611-3042 – Funcionamento: Sextas-feiras, sábados e domingos. Entre 14h até o horário de início dos espetáculos.
Belchior – O Musical, conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense, através de uma dramaturgia formada por trechos de entrevistas com o próprio cantor. O espetáculo que estreou em abril de 2019 e já foi aplaudido por quase 20.000 pessoas retorna à capital paulista para temporada de apenas duas semanas de 10 a 19 de janeiro de 2020 (sexta a domingo) no recém-inaugurado Teatro Liberdade, sempre às sextas e sábados às 21h e domingos às 18h.
O ator e cantor Pablo Paleologo dá vida ao cantor cearense, enquanto o ator Bruno Suzano interpreta o Cidadão Comum, personagem recorrente nas canções de Belchior e de alguma forma seu alter ego.
Acompanhando os dois atores, o musical conta também com a participação de uma banda ao vivo com seis músicos – Dudu Dias (baixo), Cacá Franklin (percussão), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) – que realizam músicas ao vivo. No repertório sucessos como: ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’.
“BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” marca o resgate de Antonio Carlos Belchior, trazendo a tona seu discurso ainda atual em relação a política brasileira. O cantor acreditava na força do amor e na potência transformadora da arte na vida das pessoas. Diante de um cenário repleto de medo e inseguranças sobre o futuro do país, a voz desse belíssimo poeta se faz necessária para pensarmos um mundo igualitário.
Créditos: Ivana Mascarenhas
O musical conta com a direção de Pedro Cadore, que também assina a organização de textos ao lado de Cláudia Pinto. Mais do que sua biografia, a peça pretende mostrar ao espectador a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da Música Popular Brasileira.
“BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” é uma produção de João Luiz Azevedo, que promete trazer uma sessão de nostalgia aos fãs e aos que não conhecem sua poesia inigualável.
BELCHIOR – O MUSICAL
Data: 10 a 19 de janeiro de 2020 (sexta a domingo)
Horário: sextas e sábados às 21h e domingos às 18h
Em 2019, a caixa se abriu 7 vezes. Foram aproximadamente 600 espectadores! Ingressos esgotados e cadeiras extras em todas as sessões. Um bate-papo genuíno com a plateia ao final de cada apresentação. Uma leitura mais que especial feita para as meninas da Fundação CASA. Agora chegou a vez de 2020!
“Vejo essa peça como uma luz no fim de um longo túnel, um caminho de poesia, música e leveza pra tirar o peso das coisas. Simplificar. Reconectar. Por isso o título. Por isso fazer um bate-papo após o espetáculo. Por isso propor um ambiente intimista. Por isso confiar na força humana dos atores e da arte para transformar.” (Bruno Narchi, autor)
Foi assim que nasceu Diálogos, da vontade e do encontro de seis atores (Bruno Narchi, Thiago Machado, Zuba Janaína, Luci Salutes, Vinícius Loyola e Guilherme Leal) que, juntos, decidiram se dedicar ao texto escrito por Bruno.
Thiago, Luci e Vinícius fazem parte do elenco que, em 2020, dá as boas-vindas ao ator Vitor Moresco, que entra no lugar de Guilherme Leal. Além de interpretarem as cenas, os atores também tocam diversos instrumentos e cantam ao vivo. Bruno cuida da direção geral e Zuba da direção de movimentos.
Figuras conhecidas dos palcos, esses jovens carregam nas costas uma grande bagagem de espetáculos teatrais e musicais como Mamma Mia!, Romeu & Julieta ao Som de Marisa Monte, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Se Essa Lua Fosse Minha, Hair, O Grande Cometa, dentre outros, além de RENT e tick,tick…BOOM!, projetos da Companhia Paralela, da qual Bruno e Thiago fazem parte, ao lado de Bel Gomes e Leopoldo Pacheco.
Créditos: Caio Gallucci
A peça, de forma despretensiosa, nos conecta com o nosso íntimo. Muitas vezes andamos por aí, ao lado de muitos, porém sozinhos e alheios ao outro. Passamos pela mesma rua, comemos no mesmo lugar, nos sentamos na mesma plateia, mas cada um dentro do seu próprio quadrado.
Diálogos fala dessa solidão que nos consome. Da falta de uma ponte que liga um ser humano ao outro. Fala de tempos duros e nervos aflorados, que nos tiram as palavras e colocam pedras na mão da alma mais pacífica. Fala de coisas que não queremos mais falar pois já não sabemos como ou porque não queremos cair em uma teia. Fala de uma sociedade que virou fragmento, quando poderia ser coletivo. Fala sobre abrir aquela caixa dos sentimentos guardados, dos olhares perdidos, e do abraço poupado que nos permitiria respirar melhor.
SERVIÇO
Diálogos
Instituto Cultural Capobianco – Teatro da Memória (aprox. 70 lugares) Rua Álvaro de Carvalho, 97 – Centro Informações: (11) 3237-1187 Vendas: www.sympla.com.br Bilheteria: abre 1h antes do espetáculo. Aceita cartão de débito e crédito. Não aceita cheque. Acesso para deficientes (entrar em contato com o teatro). Ar-condicionado. Ao lado da estação do metrô Anhangabaú
Segundas-feiras de janeiro, às 20h30
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$30,00 (meia) Duração: 80 minutos (60 minutos de peça + 20 minutos para bate-papo após o espetáculo) Recomendação: 12 anos
O espetáculo “A Formiga Fofoqueira e o Mistério da Horta” chega nesta quinta-feira, 09/01, ao Teatro West Plaza para uma curtíssima temporada.
Seu Confusolino (Thiago Hyuga) é dono de uma horta e presenciou um milagre, viu sua Alface receber uma gota de orvalho dourado e ganhar vida. Para cuidar e preservar sua Alface (Beatriz Pfeifer), Seu Confusolino decidi criar um espantalho (Ander Ferraz), que assim, espantaria qualquer passarinho de sua horta. Prestes a ficar pronto, o espantalho também ganha vida. – “Tudo que é feito com amor e carinho, acaba adquirindo vida” (Espantalho). Quando tudo aparentava estar tranquilo, a Alface percebe que suas folhas foram mordidas. Logo, os três tomam coragem para descobrir o mistério da horta: Quem comeu as folhas da Alface.
Durante a investigação, eles se deparam com uma formiga, Carolina, a Formiga Fofoqueira (Victória Vergamine), que diz ser muito famosa por morder o pé do Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo. Apesar de aparentar grande simpatia e cumplicidade, ela esconde algo consigo e esse segredo acaba arrumando uma grande confusão entre todos.
A peça é ambientada na região do nordeste brasileiro, mais especificamente, no quintal da casa do Seu Confusolino. A iluminação, trilha e cenário remetem a essa roça nordestina, porém, ganha força com a presença do ator Thiago Hyuga, o famoso palhaço Xibiu, que é nordestino.
O espetáculo “A Formiga Fofoqueira e o Mistério da Horta” aborda o verdadeiro valor de uma família tratando do amor, do respeito, da compaixão, da compreensão, do perdão e da amizade. Fala ainda sobre a importância da verdade, o reflexo das mentiras, a depressão e o bullying.
SERVIÇO:
A Formiga Fofoqueira e o Mistério da Horta
Temporada: Estreia dia 9 de Janeiro (quinta) até 30 de Janeiro
Estreia no dia 10 de janeiro, no Teatro Bibi Ferreira, Godspell – A Cidade do Amor. O espetáculo inspirado na obra de Stephen Schwartz, o mesmo de Wicked, narra a trajetória do personagem mais famoso da história da humanidade, em meio as dificuldades do dia-a-dia de uma grande metrópole. Venha se emocionar e sentir-se abraçado por essa história de amor que ultrapassa gerações.
Confira o elenco:
Créditos: Divulgação
Serviço:
Teatro Bibi Ferreira Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 931 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01317-001 Telefone: (11) 3105-3129
De 10 de janeiro a 8 de março. Sextas, sábados e domingos. Ingressos aqui
Após a bem-sucedida estreia no Sesc Santo Amaro, o espetáculo O Ovo de Ouro, de Luccas Papp engata nova temporada no Teatro Porto Seguro, de 31 de janeiro a 1º de março. Com direção de Ricardo Grasson, a peça traz no elenco Sérgio Mamberti, Leonardo Miggiorin, Rita Batata, Ando Camargo, além do próprio autor. As sessões acontecem às sextas-feiras e sábados às 20h e domingos às 19h.
A função do Sonderkommando ou comandos especiais, unidades de trabalho formadas por prisioneiros selecionados para trabalhar nas câmaras de gás e nos crematórios dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, inspira o espetáculo. Obrigados a tomar as atitudes mais atrozes para acelerar a máquina da morte nazista, esses prisioneiros conduziam outros judeus à câmara de gás, queimavam os corpos e ocultavam as provas do Holocausto. Quem se recusava a desempenhar esse papel era morto, quem não conseguia mais desempenhar a função, era exterminado com os demais.
“Ovo de Ouro surge da minha necessidade de não deixar morrer esse pedaço tão importante da História que é a Segunda Guerra Mundial, o nazismo e o Holocausto. A ideia de escrever a peça surgiu em 2014, quando eu fui apresentado ao universo do Sonderkommando por meio de um pequeno artigo em uma revista. Essa figura do judeu que tem que auxiliar com o extermínio do próprio povo mexeu muito comigo e minha noção de humanidade, e me incentivou a tentar entender por que eles faziam isso, por que eles não se recusavam. Com este espetáculo temos a oportunidade de falar sobre Segunda Guerra sob o ponto de vista dessa figura pouco conhecida”, explica Luccas Papp.
Créditos: Leekyung Kim
Contada em diferentes episódios e tempos, a trama revela a vida de Dasco Nagy (Sérgio Mamberti), que foi Sonderkommando e sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Em cena, dois planos são apresentados – a realidade e a alucinação – para retratar a relação do protagonista Dasco Nagy quando jovem (Luccas Papp) com seu melhor amigo Sándor (Leonardo Miggiorin), com a prisioneira Judit (Rita Batata) e com o comandante alemão Weber (Ando Camargo). No presente, Dasco é entrevistado, já em idade avançada, por uma jornalista, narrando os acontecimentos mais horrorosos que viveu no campo de concentração e descrevendo a partir do seu ponto de vista os horrores e tristezas da Segunda Guerra Mundial.
O papel de Dasco é dividido pelos atores Sérgio Mamberti, que dá vida ao personagem no tempo presente/alucinação, e Luccas Papp, que o interpreta no passado/realidade, no plano da memória. “Talvez este seja um dos personagens mais desafiadores na minha carreira por uma série de fatores. Um deles é por representar o mesmo personagem que Sérgio Mamberti, o que é uma honra e uma responsabilidade muito grande. Segundo, é que ele é um sonderkommando vivendo situações de caráter tão absurdo. Eu preciso fazer com que o público acredite na realidade do que acontecia nos campos de concentração. Tenho que trabalhar com elementos obscuros no meu interior para trazer veracidade para essas situações. E como a peça é feita em ordem não cronológica – são nove cenas divididas entre passado e futuro – tenho que organizar minha cabeça para conseguir colocar a emoção certa na hora certa”, esclarece o ator e dramaturgo.
Créditos: Leekyung Kim
A dualidade interna entre ser obrigado a auxiliar na aniquilação de seu próprio povo e o medo da morte transforma o Sonderkommando em um complexo personagem a ser debatido. Nesse contexto são muitas as questões discutidas, desde o significado real de humanidade, o medo da morte, os limites da mente e da alma humana e a perda da própria identidade.
A dramaturgia foi inspirada em uma pesquisa sobre obras que discutiam os temas do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial. Entre elas, destacam-se os livros Sonderkomamando: No Inferno das Câmaras de Gás, de Shlomo Venezia, e Depois de Auschwitz, de Eva Schloss; e o filme O Filho de Saul, de László Nemes, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2016.
Serviço: O OVO DE OURO
De 31 de janeiro a 1º de março – Sextas e sábados às 20h. Domingo às 19h.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) – Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
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