O Teatro Cândido Mendes recebe, de 15 de novembro até 22 de dezembro, “No Escuro ou O que faz uma mariposa sem uma lâmpada”, comédia melodramática de Jau Sant’Angelo, baseada na obra de Carlos Gorotiza, dirigida por Jefferson Almeida, que juntos à atriz Vitória Furtado e ao ator Sidcley Batista fazem da peça uma homenagem aos trabalhadores do teatro. As apresentações serão sextas, sábados e domingos, às 20h, com ingressos a partir de 25 reais.
Laura é uma mulher que abandona o ofício de atriz, logo depois de se formar na Escola de Teatro, por causa de uma experiência traumática na sua estreia profissional, fechando-se na bilheteria do Cine Íris, onde trabalhou pelos vinte anos seguintes. Um dia, Laura reencontra um ex-colega dos tempos da Escola de Teatro que através de um “vamos trabalhar juntas” faz reviver a Laura de vinte anos atrás. No calor do acontecimento, Laura larga o emprego e se tranca em seu quarto por dias seguidos numa espera angustiada pelo se retorno à cena. É na clausura do quarto que vemos “O que faz uma mariposa sem uma lâmpada” a medida que Laura confunde realidade e fantasia, a vemos passear pelas personagens que formam seu universo criativo: Blanche DuBois, Nora, Fedra… A realidade passa a ser um peso, e Laura começa a flertar com a loucura. Seu marido, Bento, é aquele que tenta devolvê-la à vida real.
– Em um primeiro momento, “No Escuro” me pareceu uma homenagem às grandes atrizes e às grandes personagens femininas já criadas. E para esta homenagem, Jau faz surgir uma personagem tão linda quanto suas inspirações. A peça é uma declaração de amor ao teatro, sobretudo, à arte de representar. Daí surge a base da encenação: uma peça dentro de uma peça, o teatro como cenário e como receptáculo de um cenário, uma personagem em busca de si através de personagens –, comenta o diretor Jefferson Almeida. – Tudo é metalinguagem; usamos a peça para fazer a nossa homenagem aos trabalhadores do teatro, para mostrar como o teatro opera, como funciona a sua estrutura técnica; o nosso desejo é o de criar mágica, mostrando o truque. E, ao final, provocar, pelo menos, uma pequena reflexão sobre o trabalho por trás da mágica.
O espetáculo fez temporada de estreia em fevereiro de 2019, no Teatro Clara Nunes.
Créditos: Divulgação
Serviço
Local: Teatro Cândido Mendes – Rua Joana Angélica, 63, Ipanema, Rio de Janeiro. Temporada: de 15 de novembro a 22 de dezembro de 2019. Dias e horários: Sextas, sábados e domingos, às 20h. Ingresso: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia) Funcionamento da bilheteria: Terça a domingo, a partir das 13h Vendas online pelo Ticket Mais: www.ticketmais.com.br Telefone para informações: 21 2523-3663 Classificação: 12 anos Duração: 70 minutos
Uma cidade pacata, que poderia ser em qualquer lugar do planeta, onde nada de extraordinário acontece, é transformada completamente pela passagem de um rinoceronte. Sem entenderem a procedência do paquiderme, as pessoas começam a entrar em conflito, enquanto a fera se prolifera incontrolável e misteriosamente. Aos poucos, começam a se dar conta de que são os próprios vizinhos, colegas e familiares que estão se transformando em rinocerontes, como uma epidemia. Todos são afetados, um a um. São cooptados a se tornarem feras, seja por violência, contágio, sedução, ou simples desistência. Apenas um homem irá resistir.
“O Rinoceronte” apresenta o horror atemporal do que Ionesco chamou de histeria coletiva. Escrita em 1959, na França, a peça é tida como uma parábola à invasão do fascismo na Europa e ao pensamento de massa que seguiu assombrando a sociedade, ainda no período pós-guerra. No entanto, a sensação de angústia metafísica pelo absurdo da condição humana, continua presente, como se vivêssemos um eterno pós-guerra; ou uma guerra sem fim. Neste cenário de tanta transformação no mundo, o texto permanece aberto para novas e surpreendentes interpretações, tão atual como uma notícia de jornal.
Serviço
TEMPORADA 11.11 a 02.12 |segunda-feira 20h|
Valor: contribuição consciente Lotação: 60 lugares Classificação etária: 16 anos Duração: 90 minutos Local: Sede das Cias – Escadaria Selarón, Rua Joaquim Silva, 91 – Lapa (RJ)
Com roteiro e direção de Gustavo Gasparani, o musical Samba Futebol Clubeune duas paixões brasileiras: a música e o futebol. Espetáculo multimídia, que estreou no Rio de Janeiro em 2014, mistura música, teatro, dança e vídeo. Samba Futebol Clube foi montado no Centro Cultural Banco do Brasil RJ como o principal evento de artes cênicas do ano da Copa do Mundo no Brasil e foi o mais premiado espetáculo carioca naquele ano: 40 indicações e 10 prêmios no total. Ganhou dois Prêmios Shell nas categorias “ator” (por todo o elenco) e “direção musical”, após seis indicações. Recebeu ainda dois Prêmios Cesgranrio como “melhor diretor” e “melhor coreógrafo”, com também seis indicações. Por fim, recebeu dois Prêmios APTR, por “melhor autor” e “melhor espetáculo”, dois prêmios Reverência, nas categorias “diretor” e “ator” (por todo o elenco) e dois Prêmios Botequim Cultural nas categorias de “melhor autor” e “melhor diretor”. Além da temporada no CCBB, o projeto também esteve em cartaz nos Teatros Carlos Gomes e Leblon, no Rio de Janeiro, e participou do Festival de Curitiba e Festival de Inverno do Sesc, em Friburgo. Em 2018, espetáculo realizou uma turnê pelas cidades de Brasília, Goiânia e Cuiabá, com patrocínio da Petrobras.
Em cena oito atores/músicos, apaixonados por futebol, formam um time de jogadores e torcedores que se revezam numa narrativa dramático-musical enquanto tocam todos os instrumentos, ao vivo, como parte da encenação. Este mesmo elenco também fez os musicais “Gilberto Gil – Aquele Abraço” e “Bem Sertanejo”, ambos com texto e direção de Gustavo Gasparani, e juntos formam um coletivo de teatro há 6 anos.
Se o futebol fosse um esporte silencioso, sem cantoria, sem estádios, hinos e até aquela trilha que embala os melhores momentos da torcida, provavelmente seria algo muito chato. E o que seria da MPB sem a inspiração dos mágicos dribles dos nossos craques? A ligação entre futebol e música é tão bela e entrosada quanto Pelé e Garrincha. Ou Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Para fazer o roteiro do musical, Gasparani se baseou na pesquisa de João Pimentel sobre a história, textos e crônicas relacionadas ao futebol.
Centenas de músicas abordam o tema: hinos dos clubes, músicas que relacionam o futebol ao cotidiano e ao comportamento, crônicas de jogos e conquistas, cantos de torcidas, etc. O jeito do brasileiro de falar, andar, dançar e se apaixonar reverbera o que acontece dentro das quatro linhas. O universo do futebol está lá: o da roça, o da infância, a bola, o gol, o estádio, as disputas das torcidas, a decisão do pênalti, as regras… – brincando e teatralizando o futebol.
O roteiro traz o quê de música e poesia que o futebol nos deu. Retrata sua ligação com a MPB, a partir do samba, e une citações de textos e crônicas sobre o tema de José Lins do Rego, Paulo Mendes Campos, Armando Nogueira, Nelson Rodrigues, Carlos Drummond de Andrade e Ferreira Gullar. As canções ora são cantadas, ora são ditas como texto, criando, assim, um diálogo entre as letras e os textos destes mestres. As histórias sobre o futebol vão sendo contadas, acompanhando a linha evolutiva da música brasileira, começando por “Um a Zero” de Pixinguinha, passando por outros clássicos memoráveis como “Touradas em Madri” (Braguinha/Alberto Ribeiro), “Praia e Sol (Maracanã Futebol)” (Bebeto/Adilson Silva), “Na Cadência do Samba” (Luís Bandeira), “Fio Maravilha” (Jorge Benjor), “Samba do Ziriguidum” (Jadir de Castro/Luis Bittencourt), “Povo Feliz (Voa Canarinho) (Memeco/ Nonô)”, “Pra Frente Brasil” (Miguel Gustavo) e “Aqui é o País do Futebol” (Milton Nascimento/Fernando Brant), num total de 42 canções.
Para a temporada de São Paulo, foram incluídos um samba de Adoniran Barbosa e outro de Germano Mathias, além da adaptação em relação aos times: Corinthians x Palmeiras aqui terão maior destaque do que o clássico Fla x Flu que embalou a temporada carioca.
Utilizando elementos do jogo, da música brasileira e da dança do futebol, o espetáculo traz vídeos com tratamento pop – numa mistura de linguagens e imagens de jogadores e jogadas importantes – que ilustram as histórias entrelaçadas por músicas e textos. O samba, que é a base da nossa música, está lá, mas nos leva à bossa-nova, ao choro e ao rock, ao sertanejo universitário e até ao hip hop.
A direção de movimento, assinada por Renato Vieira, parte dos gestos dos próprios jogadores e torcedores, transpondo e recriando este balé popular tão familiar aos brasileiros para as dimensões do teatro musical. O maestro é Nando Duarte, diretor musical de vários espetáculos de Gasparani.
Samba Futebol Clube retrata a alma do brasileiro. É um espetáculo que conta a relação da MPB com o Futebol de forma divertida, promovendo imensa integração entre palco e plateia. O espetáculo nos mostra como o futebol se tornou um instrumento de identidade da nossa gente a partir de situações dramáticas que trazem à cena não só a música brasileira que fala de futebol, mas o movimento, a dança e a transposição das regras e idiossincrasias do futebol para o nosso cotidiano. Reflete, através do futebol, sobre a fragilidade humana diante da derrota e da vitória. Assim como escreveu o poeta Drummond: “Ganhar, perder, viver”.
Serviço SAMBA FUTEBOL CLUBE
TEATRO UNIMED (223 lugares)
Alameda Santos, 2159 – Jardim Paulista
Bilheteria: De quinta a sábado, das 13h30 às 21h30. Domingos das 10h30 às 18h30
Vendas: www.eventim.com.br e (11) 4020.0084
Quinta, sexta e sábado às 21h | Domingo às 18h
Ingressos:
R$ 100 (plateia) | 50 (balcão)
*Apresentações com Libras toda quinta, dias 14, 21 e 28 de novembro*
Estreia no dia 19 de novembro o monologo 1975, da autora uruguaia Sandra Massera no Instituto Cultural Capobianco protagonizado pela atriz Angela Figueiredo. A peça terá uma direção feita a quatro mãos, por Sandra e Angela, entre o eixo São Paulo-Montevidéu.
No espetáculo Angela interpretará Teresa, uma mulher de 60 anos que teve seu irmão desaparecido durante a ditadura militar no Uruguai, quando ela era adolescente. O texto aborda a questão do desaparecimento de pessoas, de perdas de entes queridos e da passagem do tempo que naturalmente a vida nos impõe.
É um monólogo docemente amargo. Ao desocupar a casa de seus pais, Teresa encontra as cartas que escreveu para seu irmão e para sua avó durante muitos anos. Sua avó morava em Buenos Aires e é uma das Abuelas de La Plaza de Mayo. A peça reflete sobre a força feminina e a trajetória de uma pessoa comum. A encenação traz três planos: o caderno, o que a personagem diz e as inúmeras cartas soltas pelo cenário.
Para a atriz Angela Figueiredo, “o tema é abordado no texto de forma universal e não somente dentro da época da ditadura uruguaia, e sim o sentimento e o vazio deixado pela situação de ter uma pessoa querida desaparecida, sem um fim”.
A peça 1975, surgiu a partir o texto Boneco Sem Rosto, escrito por Sandra Massera para a convocatória de 10 anos do TEATRO DE LA IDENTIDAD organizado pelas Abuelas de Plaza de Mayo que aborda o tema dos desaparecidos na ditadura e também pede alusão ao tema “teatro dentro do teatro”.
Resultando numa sequência de provocações dramatúrgicas sobre o tema das ditaduras. Boneco Sem Rosto foi selecionado para ingressar o espetáculo Identico com dramaturgia de Maurício Kartun e direção de Daniel Veronese que aconteceu em 2010, em Buenos Aires, Argentina. O impacto que o texto causou ao público na sua estreia inspirou a autora a desenvolver o tema, misturando a uma história real, resultando na obra ficcional 1975. A peça estreou em 2015, em 2017 fez turnê na França e teve uma montagem realizada em Buenos Aires em 2018.
O texto 1975, recebeu uma Menção da Convocatória Solo III, e da OBRAS para um personagem do Centro Cultural da Espanha (Montevidéu) e ganhou o Prêmio Florêncio ao Melhor texto de autor Nacional em 2015.
A peça conta com direção de vídeos de Nanda Cipola, que ambienta a história em vários ambientes Teresa passa durante esses anos como a casa na época da sua infância e a praia.
O espetáculo terá trilha sonora cantor e músico Branco Mello dos Titãs, reeditando uma parceria de outros trabalhos no Teatro com a atriz Angela Figueiredo.
Créditos: Divulgação
SERVIÇO:
LOCAL: Instituto Cultural Capobianco (Rua Álvaro de Carvalho, 97 – Centro), 40 lugares. Acesso a deficiente.
Depois do sucesso de público na temporada de estreia na Oficina Cultural Oswald de Andrade, o espetáculo GOMORRA – CRIME, REVOLTA E DOR, escrito e dirigido por Jean Dandrah, encerra sua curta temporada no Teatro Pequeno Ato, nesse próximo 8 de novembro, sexta, às 21 horas. A peça do Grupo Palco Meu de Teatro retrata uma tragédia urbana com personagens que costumam ter sua humanidade ignorada pelo resto da sociedade.
Com uma influência do teatro de Nelson Rodrigues e inspirado livremente em Hécuba de Eurípedes, GOMORRA – CRIME, REVOLTA E DOR lança solene aviso ao opressor. Suas vítimas não permanecerão impotentes. Personagens fortemente pressionadas, podem muito bem se tornar demônios de fúria e ódio e em seu desespero. Um mundo igualmente obscurecido pelo opressor e pelo oprimido. Impossível distinguir vilões dos mocinhos. O espetáculo retrata a crueldade exarcebada de um grupo de excluídos que vivem a margem da sociedade paulistana no final da década de 1970. O retrato de uma desigualdade social crua, nefasta que atravessa décadas num Brasil que insistem em permanecer num limbo sem escrúpulos.
Lente de aumento Traficantes e prostitutas estão em cena e trazem uma alta dose de realismo em seus diálogos e corpos. E, o mais curioso, o público nem sempre repara que a história se dá nessa época. “Vivemos num Brasil cíclico, que ainda não resolveu uma série de questões sociais daquela época. Continuamos sem saber falar sobre prostituição, envolvimento com drogas, além de não saber ou querer lidar com pessoas que se envolvem nessa seara”, explica Jean.
Ao trazer essa história para a plateia, Jean buscou colocar uma lente de aumento nessa situação e fez uma extensa pesquisa, conversando com pessoas em situação de tráfico, prostitutas, psicólogos e outras pessoas que dessem pista sobre esse tema. “Eu sempre me preocupei em fazer um teatro que trabalhasse questões importantes. Um teatro das catacumbas, que mexe com os brios do espectador e o deixa incomodado. Para mim, esse é o sentido da arte”, conta o diretor e dramaturgo que também está em cena.
Créditos: Leekyung Kim
Ao lado de Jean, existem mais 12 atores, selecionados a partir de um chamamento do próprio para compor o elenco. São eles: Alessandra Catarina, Daniela Pinfild, Elizeu Costa, Giovanna Colaccico, Lisandro Leite, Litta Mogoff, Luciano Rocha, Maria Luiza Castelar, Maurício Fiori Júnior, Pedro Bonilha, Renata Bittencourt e Wilton Walban.
Apesar de cada um ter um tom próprio do seu personagem, o que Jean diz que exigiu de todos foi a verdade na fala e no olhar. “GOMORRA é de um realismo muito cruel. Eu não queria que nenhum dos atores pendesse para o caricatural das suas personagens, algo muito faço nas figuras que temos. Esse é um projeto em que enfiamos a mão no lixo e sem luva para revirar tudo de pior que existe no ser humano e na sociedade”.
Oficina Teatro Realista Além das apresentações extras de GOMORRA – CRIME, REVOLTA E DOR, Jean Dandrah também prepara um workshop de Interpretação: o Realismo no Teatro, de 30 de outubro a 27 de novembro, na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Com inscrições feitas pelo site da Oswald até 19 de outubro, a atividade agregar noções básicas da técnica física e vocal do ator e análise de personagens e desenvolver, no participante, sua percepção espacial, temporal, rítmica e sonora, para a representação de situações dramáticas. As técnicas ensinadas são as mesmas que Jean uso para dirigir seu elenco na peça.
Créditos: Leekyung Kim
Serviço GOMORRA – CRIME, REVOLTA E DOR – De 18 de outubro a 8 de novembro, sextas, às 21 horas, no Teatro Pequeno Ato. Duração – 90 minutos. Ingressos – R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia entrada). Vendas antecipadas: http://www.sympla.com.br/gomorra. Recomendado para maiores de 16 anos. Direção e dramaturgia: Jean Dandrah. Realização: Grupo PalcoMeu de Teatro. Produção: Litta Mogoff, Giovanna Colaccico, Renata Bittencourt. Fotos: Kim Leekyung. Cenografia: Lisandro Leite. Iluminação: Roberto Herrera. Figurino: Andrea Pera. Elenco: Alessandra Catarina, Daniela Pinfild, Elizeu Costa, Giovanna Colaccico, Jean Dandrah, Lisandro Leite, Litta Mogoff, Luciano Rocha, Maria Luiza Castelar, Maurício Fiori Júnior, Pedro Bonilha, Renata Bittencourt, Wilton Walban.
Teatro Pequeno Ato – Rua Dr. Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque
Entre 9 de novembro e 29 de dezembro, a Banda Mirim celebra sua trajetória de 15 anos com repertório de espetáculos, leituras encenadas e workshop no Sesc Avenida Paulista.
O musical infantil Felizardo (2004), com pitadas de teatro e circo, abre a programação de espetáculos com apresentações nos dias 9, 10, 15, 16 e 17 de novembro. A peça narra a saga de Aurora, uma menina esperta de seis anos, e de seu amigo imaginário Felizardo. Juntos, eles partem para uma aventura heroica: vão para o reino da natureza e do folclore, onde não existe tempo nem idade.
Já em Festa (2014), o público acompanha o aniversário de Margarida, pontuado pela passagem do tempo e pela delícia dos encontros. Todos os convidados se reúnem em volta de um grande bolo para celebrar a alegria de uma infância que não se apaga nunca. São duas apresentações no dia 20 de novembro, às 11h e 16h.
Outra atração é Buda (2017), nos dias 7, 8, 14 e 15 de dezembro, que conta a história mítica do príncipe Sidarta, que alcançou a iluminação e tornou-se Buda há 2.500 anos. Resultado de três anos de pesquisa, o musical trata com humor e leveza o despertar para o outro, a superação do pensamento e a busca pelo autoconhecimento.
A programação conta, ainda, com leituras encenadas com música ao vivo de quatro peças do repertório da Banda Mirim. Dia 23 de novembro, tem o musical caipira Sapecado (2008), que retrata a cultura regional, as festas populares, lendas e costumes de vários lugares no interior do Brasil. A fábula musical A Criança Mais Velha do Mundo (2011) tem leitura dia 24 de novembro, apresentando várias dimensões do tempo para contar a viagem da menina Magnólia e seu pai rumo ao aniversário de uma prima e a história de uma senhora que está se arrumando para a festa de 90 anos de sua melhor amiga.
Créditos: Divulgação
Com referências do circo-teatro e da Commedia Dell’Arte, dia 30 de novembro, é a vez da ópera infantojuvenil Espoleta (2010) que conta as confusões de um criado que promete ao patrão uma ópera em seu castelo, mas, para economizar, contrata um circo-teatro para a apresentação. Dia 1º de dezembro tem leitura da peça O Fantasma do Som (2013), uma comédia musical radiofônica, que brinca com as variedades do som para narrar a história do fantasma de Janete Azambuja, que ainda vive no estúdio de seu pai e acompanha a gravação da radionovela que vai salvar a emissora da falência.
Para o público adulto, arte-educadores e interessados no universo pedagógico infantil, o projeto traz a oficina Práticas de Criação da Banda Mirim, com encontros nos dias 15, 22 e 29 de dezembro, das 14h às 17h. A oficina, por meio de atividades de difusão e trocas de experiência, visa colaborar com a capacitação e formação dos participantes. Os artistas apresentam as práticas e didáticas do grupo e a criação na linguagem de teatro e música.
Confira abaixo a programação completa:
APRESENTAÇÕES
FELIZARDO (2004)
Dias 9, 10, 15 16 e 17/11, sábados e domingos às 11h
Sessão extra: 15/11, sexta-feira, 16h.
Musical infantil com pitadas circenses e teatrais que passeia pelos caminhos da infância, desde o nascimento, o acordar para o mundo, até o encontro com as primeiras escolhas e responsabilidades. Ora pela ótica de uma menina, ora pela de um menino, narra a saga de Aurora – uma menina esperta de 6 anos – e de seu amigo imaginário Felizardo, que partem para uma aventura heroica: vão brincar, vão para o reino da natureza e do folclore, onde não existe tempo nem idade.
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Loca: Térreo – Praça.
Ingresso: $20. $10 (meia). $6 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos.
FESTA (2014)
Dia 20/11, quarta-feira de feriado às 11h e 16h.
Musical para toda a família que comemora os dez anos do grupo. No espetáculo, a plateia acompanha o aniversário de Margarida, pontuado pela passagem do tempo e pela delícia dos encontros. Convidados, parentes, amigos: todos juntos em volta do grande bolo para celebrar a alegria de uma infância que não se apaga nunca.
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Loca: Térreo – Praça.
Ingresso: $20. $10 (meia). $6 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos.
BUDA (2017)
Dias 7, 8, 14 e 15/12, sábados e domingos às 11h.
A história mítica do príncipe Sidarta, que há 2.500 anos alcançou a Iluminação e se tornou Buda, é apresentada com música ao vivo pelos 11 artistas-narradores da premiada Banda Mirim. O musical, fruto de três anos de pesquisa, trata com humor e leveza sobre o despertar para o outro, a superação do pensamento e a busca pelo autoconhecimento.
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Loca: Térreo – Praça.
Ingresso: $20. $10 (meia). $6 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos.
HISTÓRIA ABERTA
Leituras encenadas com música ao vivo de quatro peças do repertório da Banda Mirim
SAPECADO (2008)
Dia 23/11, sábado às 11h.
Musical caipira para todas as idades, retrata a cultura regional caipira, danças, festas populares, lendas e costumes do sertão. Com personagens típicos e situações genuínas do interior do Brasil, narra a viagem da roceira Assunta, seu cachorro Rex e o carteiro Adauto pela estrada do Bromongó, rumo ao casamento da comadre na Vila do Sapecado.
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Loca: 13º andar – Arte II.
Ingresso: $20. $10 (meia). $6 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos.
A CRIANÇA MAIS VELHA DO MUNDO (2011)
Dia 24/11, domingo às 11h.
Fábula musical que brinca com as dimensões do tempo – ontem, hoje, amanhã – e conta a história de Magnólia, uma menina de 6 anos que sai de viagem com o pai rumo ao aniversário da prima fora da cidade. Enquanto isso, uma senhora também está se arrumando para a festa dos 90 anos de sua melhor amiga. O cruzamento das duas histórias revela o enigma que é o tempo na vida de todo mundo.
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Loca: 13º andar – Arte II.
Ingresso: $20. $10 (meia). $6 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos
ESPOLETA (2010)
Dia 30/11, sábado às 11h.
Uma ópera infanto-juvenil, com referências ao circo-teatro e à commedia dell’arte italiana. O espetáculo brinca com a mistura entre o popular e o erudito. Conta as confusões do criado Espoleta que promete ao patrão uma ópera em seu castelo, mas para economizar contrata um circo-teatro para a apresentação.
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Loca: 13º andar – Arte II.
Ingresso: $20. $10 (meia). $6 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos.
O FANTASMA DO SOM (2013)
Dia 1/12, domingo às 11h.
Comédia musical radiofônica para todas as idades que brinca com variedades do som. Conta a história do fantasma de Janete Azambuja, que ainda vive no estúdio de seu pai e acompanha a gravação da radionovela que vai salvar a emissora da falência. Homenagem à época de ouro do rádio no Brasil, apresentando à plateia infanto-juvenil essa forma criativa que está completamente distante dos dias de hoje.
Duração: 60 minutos.
Classificação: livre.
Loca: 13º andar – Arte II.
Ingresso: $20. $10 (meia). $6 (credencial plena). Grátis para crianças até 12 anos.
OFICINA
PRÁTICAS DE CRIAÇÃO DA BANDA MIRIM
Dias 15, 22 e 29/12, domingos das 14h às 17h.
Por meio de atividades de difusão e troca de experiências, a oficina visa colaborar com a capacitação e formação de arte-educadores focados na educação não-formal em oficinas culturais para crianças e jovens. A atividade abrangerá as práticas artísticas e didáticas do grupo e a criação na linguagem de teatro e música.
Serão apresentados os processos de invenção do grupo e as ideias que norteiam suas criações, bem como conteúdos relativos ao ensino e à aprendizagem da arte, propiciando aos participantes uma experiência artística associada à prática pedagógica e fomentando tais agentes multiplicadores para a aplicação dos exemplos utilizados na oficina em projetos sociais e culturais por onde atuam ou possam vir a atuar.
Duração: 180 minutos
Público-Alvo: Arte-educadores, estudantes de artes cênicas, música, iniciados e interessados no universo pedagógico infantil
Loca: 4º andar – Tecnologias e Artes.
Ingresso: Gratuito. Ingressos com 30 min. de antecedência no local.
Serviço
SESC AVENIDA PAULISTA
Avenida Paulista, 119, Bela Vista, São Paulo
Fone: (11) 3170-0800
Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m
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