Obra de Gabriel García Márquez estreia no Teatro do Sesi SP


Créditos: Leekyung Kim


Estreia em São Paulo, a partir de 5 de setembro, a peça “A Incrível e Triste História de Cândida Erêndira e Sua Avó Desalmada” que ganha encenação no Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp, pelas mãos de Marco Antonio Rodrigues. Celso Frasteschi encarna a avó desalmada e Giovana Cordeiro interpreta a neta, Cândida Erêndira, papel que lhe abre profissionalmente as cortinas do teatro. A adaptação levada ao palco é a mesma elaborada por Boal na montagem francesa, porém, atualizada aqui, na versão brasileira, por Claudia Barral.

Tendo como pano de fundo a triste realidade da exploração sexual de menores nos países pobres, o autoritarismo nos países latino-americanos, a política submetida à economia e o esvaziamento das humanidades, uma avó, em nada parecida com as de conto-de-fadas, obriga sua cândida neta a prostituir-se para recompensar as perdas decorrentes de um incêndio acidental, que a neta supostamente provocara. Terão as raças condenadas a cem anos de solidão uma segunda oportunidade sobre a terra?
Treze atores compõem a trupe de saltimbancos que vai de peripécia em peripécia contando as mil e uma noites de Erêndira em seu percurso, que vai do deserto habitado pelo ‘vento da sua desgraça’ até os ‘entardeceres de nunca acabar’.

E como curiosidade, a peça estreia no mesmo momento em que a Netflix anuncia comprar os direitos de levar às telas em forma de minissérie o clássico do colombiano, “Cem Anos de Solidão”.

Serviço:
Erêndira – A incrível e triste história da Cândida Erêndira e sua avó desalmada
Temporada: de 5 de setembro a 8 de dezembro de 2019 (61 sessões)
Sessões extra: 30 de novembro, 1º, 7 e 8 de dezembro
Horários: quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h
Local: Teatro do Sesi-SP | Centro Cultural Fiesp (Av. Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 120 minutos
Agendamentos escolares e de grupos: ccfagendamentos@sesisp.org.br
Grátis. Reserva antecipada de ingressos pelo site www.centroculturalfiesp.com.br ou remanescentes diretamente na bilheteria do teatro, distribuídos 15 minutos antes de cada sessão.

Paula Serra vive a personagem Sophie em “Escola do Rock – O Musical”


Créditos: Misha Voguel


Em cartaz no Teatro Santander, em São Paulo, o espetáculo “Escola do Rock – O Musical” conta com 42 crianças no elenco, que se revezam entre as sessões, em 3 grupos diferentes. Entre esses talentos, que cantam, dançam e ainda tocam instrumentos ao vivo, está a atriz Paula Serra, de apenas 11 anos, interpretando a personagem Sophie.

A menina, que na história nos palcos é uma das alunas escolhidas para fazer parte do show, carrega a função de contrarregras, ajudando a fazer com que tudo dê certo, inclusive com os efeitos especiais do show.

Este é o primeiro grande trabalho de Paula, que em 2014 começou a fazer aulas de teatro na escola Célia Helena, onde se apresentou em 4 peças de conclusão de curso, também foi aluna das escolas de teatro musical Teen Broadway e Estúdio Broadway, além de aulas particulares de violão, baixo e canto. Paula também fez aulas de ginástica Olímpica. Com apenas 11 anos, a atriz também já integrou o elenco das duas temporadas do musical “Marias do Brasil”, dirigido por Fernanda Chamma, onde deu vida a uma personagem diferente em cada temporada. A peça estreou em 2018, no Paris 6 Burlesque, em São Paulo e Paula vivia a personagem Maria Jussara, já na segunda temporada, em 2019, Paula ganhou ainda mais destaque no palco, vivendo a divertida Maria Bolacha.

O espetáculo é baseado no filme “School of Rock” (2003), escrito por Mike White e estrelado por Jack Black. Nele, o espectador acompanha a história de Dewey Finn, um cantor e guitarrista na casa dos 30 e poucos anos, que ainda deseja se tornar uma estrela do rock. Depois de identificar o talento musical em seus alunos, ao fingir ser um professor substituto em uma prestigiosa e conservadora escola, Dewey forma um grupo do quinto ano, na tentativa de ganhar o próximo concurso: a Batalha das Bandas.

“Escola do Rock”, que conta com elenco de peso, está em cartaz no Teatro Santander, em São Paulo.

SERVIÇO

“Escola do Rock – O Musical”

Teatro Santander (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041)

Vendas: www.ingressorapido.com.br

Quinta e Sexta às 20h30, Sábado e Domingo às 15h e 19h30

Ingressos: De R$75,00 a R$310,00

Duração: 120 minutos

Classificação: Livre

Bilheteria: Domingo a quinta, das 12h às 20h ou até início do espetáculo. Sexta e sábado, das 12h às 22h. Aceita todos os cartões de crédito e débito. Não aceita cheque. Estacionamento no local, R$ 35.

Filho de Chespirito assiste à sessão vip de ‘Chaves – Um Tributo Musical’


Fabiano Augusto, que interpreta Roberto Bolaños, e Mateus Ribeiro, que faz o papel de Chaves, receberam Roberto Gómez Fernández no palco do Teatro Opus. Crédito da foto: Stephan Solon


Chaves – Um Tributo Musical”, que homenageia o gênio da comédia Roberto Gómez Bolaños e todo o seu legado, teve sessão especial para convidados nas últimas terça e quarta-feira. O musical segue em cartaz no Teatro Opus (Shopping Villa-Lobos), em São Paulo.

Crédito da foto: Stephan Solon

Além de Fernández, personalidades como Tiago Abravanel, Ellen Rocche, Ana Paula Minerato, Leopoldo Pacheco, Mauro Sousa, entre outros, também se divertiram e se emocionaram com o musical. Esta é a primeira produção dessa natureza endossada e licenciada pelo Grupo Chespirito e pelo SBT.

Eduardo Martini e Raphael Gama abrem nova temporada de peça em SP


Créditos: Divulgação


Após serem sucesso em Jacareí e ganharem o 1º Festival de Teatro de Mairiporã, Eduardo Martini e Raphael Gama estreiam na capital paulista o espetáculo Uma Lágrima para Alfredo. As apresentações acontecem sempre às terças-feiras, de 3 de setembro a 12 de novembro, e prometem boas risadas ao público do Teatro Folha.

Martini e Gama dão vida a duas senhoras que protagonizam um encontro hilário e cheio de reviravoltas em uma sala de espera de hospital, enquanto ambas aguardam amargamente pela morte do marido. Juntas, dividem experiências e descobrem segredos.

Créditos: Divulgação

Tendo o casamento como ponto de partida, Uma Lágrima para Alfredo ainda percorre outros temas como maternidade, namoro, família, homossexualidade e bullying, sempre do ponto de vista das duas personagens centrais: Dulce e Yolanda.

O projeto abraça a proposta de refletir a vida de mulheres com mais de 60 anos pelo olhar masculino dos dois atores, além de levar ao público uma análise da sociedade atual a partir da percepção de quem viveu os tempos de outrora. Tudo, é claro, com muito humor.

Quando decidi encenar este texto, pensei muito no ‘sofrimento’ das mulheres mais velhas da minha família que, por vezes, tinham que se submeter aos caprichos dos maridos. É uma forma de alertar e de mostrar ao jovem de onde veio a nossa educação“, conta Raphael Gama , autor da peça.

Créditos: Divulgação

Serviço

Estreia: 3 de setembro

Temporada até: 12 de novembro

Apresentações: terça-feira, 21h

Ingresso: R$ 60 inteira (setor1) e R$ 50,00 (setor 2)

Duração: 90 minutos

Classificação: 10 anos

Onde: Teatro Folha – Av. Higienópolis, 618 – Santa Cecilia, São Paulo – SP

Televendas: (11) 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323. Vendas on-line: www.teatrofolha.com.br

Teatro Oficina exibe “O Bailado do Deus Morto” na Galeria Almeida e Dale


Créditos: Divulgação


A obra multidisciplinar de Flávio de Carvalho (1899 – 1973), expoente do modernismo brasileiro, é homenageada em exposição na Galeria Almeida e Dale. Com curadoria de Kiki Mazzucchelli, a mostra Flávio de Carvalho: o antropófago ideal, em cartaz até 19 de outubro, reúne registros das polêmicas performances do artista, além de pinturas e desenhos produzidos entre 1930 e 1970.

Para marcar o período expositivo, o Teatro Oficina faz uma segunda apresentação de trecho da peça O Bailado do Deus Morto. Escrita pelo artista em 1933, a obra discorre sobre a tragédia da morte de deus e apresenta a vida criativa do homem livre de mitos. Com direção de Marcelo Drummond, os 12 atores da Companhia encenam com a musicalidade característica do Oficina e vestem as réplicas das máscaras criadas por Flávio. A primeira encenação foi realizada no dia da abertura da exposição e a segunda será no dia 7 de setembro, às 13h. Para assistir, é preciso se inscrever pelo telefone da Galeria: (11) 3882-7120.

O antropófago ideal

A seleção de obras da exposição oferece um panorama esclarecedor da trajetória multidisciplinar de Flávio de Carvalho, cobrindo cinco décadas de sua produção. “Ele é uma das figuras mais interessantes da vanguarda brasileira do século XX. Seus projetos de cunho conceitual atestam seu extraordinário feito de expandir o campo da arte para além de territórios e formas conhecidos, ampliando assim a própria definição daquilo que pode ser considerado arte“, afirma Kiki.

Flávio de Carvalho realizou cinco performances, intervenções no espaço público, aos quais intitulava como experiências. A mais conhecida é a Experiência n.2, na qual caminhou, usando saia, contra o fluxo de uma procissão de Corpus Christi nas ruas do centro de São Paulo, o que, talvez, seja o primeiro registro de uma performance no Brasil.

Em 1956, quase aos 60 anos de idade, o artista desfilou pelas ruas de São Paulo vestindo um blusão bufante, uma saia plissada e sandálias, um traje projetado, segundo ele, para servir como alternativa ao padrão do terno e gravata e libertar o homem tropical do desconforto causado por estilos de moda importados da Europa. Acompanhado por uma extensa cobertura de imprensa organizada por ele próprio e que pode ser observada em algumas das fotografias presentes nesta exposição, Flávio de Carvalho batizou a obra de New Look (Experiência n.3). As vantagens funcionais da vestimenta foram impressas em um anúncio criado pelo artista, trazendo afirmações mais razoáveis como sua capacidade de minimizar a transpiração excessiva até alegações mais inverossímeis, como sua virtude de evitar guerras devido ao uso de “cores vivas (que) substituem desejos de agressão“.

Serviço
Flávio de Carvalho: o antropófago ideal
Local: Galeria Almeida e Dale
Curadoria: Kiki Mazzucchelli
Endereço: Rua Caconde, 152 | Jardim Paulista – São Paulo
Período expositivo: de 17 de agosto a 19 de outubro
Visitação: de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 10h às 15h
Telefone: 11 3882-7120
Entrada gratuita

O Bailado do Deus Morto
Direção: Marcelo Drummond/ Teatro Oficina
Próxima apresentação: sábado, 7 de setembro, às 13h.
Duração: 20 minutos
Classificação livre
Importante: é necessário fazer a inscrição pelo telefone: (11) 3887-7130

A Borboleta Sem Asas estreia no Teatro Dr. Botica


Crédito: Caio Gallucci


Babi é uma borboleta que nasceu sem asas. Certo dia, ela decide ir até o lago com as outras borboletas, mas elas a destratam por causa de sua deficiência. Ao decidir ir até o lago pela terra, ela conhece diversos outros insetos que a ajudam em sua trajetória, como a abelha Abel, o caramujo Magnólio e o vagalume Lamparino, entre outros, cada um com sua particularidade. O espetáculo estreia dia 7 de setembro de 2019, sábado, às 18h, no Teatro Dr. Botica.

O espetáculo, que tem direção assinada por Bebel Ribeiro e Paula Flaibann, é composto por dez músicas. O diretor musical Vinícius Loyola apostou em diferentes gêneros e referências que alcançam crianças e adultos. Pop, rock, tango, disco e axé integram a trilha sonora. Os figurinos de Juliana Sanches fogem do óbvio na representação dos insetos. “Não quisemos nada muito realista, há apenas alguns elementos do figurino que remetem ao inseto em questão, mas isso só se revela mesmo pela dramaturgia”, contam as diretoras.

O cenário, também assinado por Juliana, é simples e objetivo. Escadas, guarda-chuvas estilizados como flores e puffs em forma de cogumelos enfeitam o jardim que ambienta a história. As diretoras contam que as adaptações feitas no texto foram anotadas em tempo real para manter a dinamicidade da peça.

Serviço:
A Borboleta Sem Asas
De 07 a 22 de setembro de 2019
Sábados e domingos, às 18h
Teatro Dr. Botica
Shopping Metrô Tatuapé – Piso Superior (Praça de Alimentação)
Rua Dr. Melo Freire – Tatuapé / SP
Tel: 11 2251-5775
Duração: 60 minutos
Ingresso: R$40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Classificação: Livre (Recomendado para crianças a partir de 4 anos)