Preta Gil estreia “Mais Preta que Nunca” em São Paulo


Créditos: internet


Após temporada de grande sucesso de ensaios abertos e apresentações no Rio de Janeiro, é a vez de São Paulo receber Preta Gil com seu Stand Up Comedy “Mais Preta que Nunca” nos dias 11 e 12 de setembro, no Theatro Net SP, às 21h.

Nele, a artista, aos 45 anos e 17 de carreira, abre sua “caixa preta” carregada de histórias para contar e músicas para cantar. Este será o primeiro monólogo autobiográfico e musical da carreira da cantora, atriz e apresentadora. O espetáculo ainda é costurado por músicas que permeiam sua história, acompanhada por uma banda só de mulheres.

Dirigida pelo ator e diretor Otávio Muller, “Mais Preta que Nunca” teve duas apresentações no Teatro Net Rio, dias 08 e 09 de agosto, após duas semanas de ensaios abertos no Theatro Bangu Shopping. Após esta estreia em sua cidade natal, Preta segue em turnê nacional com a produção, em datas a serem anunciadas.

“Mais Preta que Nunca” tem, ainda, roteiro de Daniela Ocampo e é dividido em blocos temáticos que recontam sua trajetória e aventuras.

Entre as músicas, além de sucessos da cantora como “Sinais de Fogo” e “Vá se Benzer”, há uma seleção de hits de várias épocas que inclui Frenéticas, Gretchen, Menudo, RPM, Paralamas do Sucesso, Blitz, Gilberto Gil, entre muitos outros. O show conta com muita interação com a plateia, que irá se surpreender com suas revelações bem humoradas.

Serviço: 
“Mais Preta que Nunca”
Quando: dias 11 e 12 de setembro, às 21h
Onde: Theatro Net SP – Rua Olimpíadas, 360 – 5° Piso, São Paulo – São Paulo

Sesc Santo Amaro apresenta o espetáculo “Cais Oeste”


Créditos: Halei Rembrandt


Estreia no dia 06 de setembro, sexta-feira, às 20h, o espetáculo “Cais Oeste“, no Sesc Santo Amaro. A peça fica em cartaz até dia 13 de outubro, sextas às 20h, sábados às 19h e domingos às 18h. Após 30 anos da morte de Bernard-Marie Koltès, seu texto volta para apresentações no teatro brasileiro.

A história de “Cais Oeste” gira em torno de Koch, um empresário que decide se suicidar em um galpão abandonado às margens de um rio. Em seu carro luxuoso, o personagem chega à cidade portuária disposto a tirar a própria vida após ter desviado dinheiro. Nesse ambiente, ele encontra imigrantes e moradores de rua em uma situação oposta.

Esse encontro entre oito personagens em um galpão – este inspirado em um imóvel em desuso que se localizava na cidade de Nova York na década de 1980 – traz para obra de Koltès o choque entre as diferentes classes sociais e desperta um sentimento de contradição: “tem essa pessoa muito rica, que chega com um Jaguar, com um isqueiro luxuoso, e ele tem inveja das pessoas que não têm nada, que apenas sobrevivem“, afirmou o diretor Cyril Desclés em entrevista para a rádio francesa RFI.

O texto misterioso e que se aproxima de um romance policial investiga as nuances de Koch, mas também das outras pessoas que estão no galpão. Monique é a assistente do empresário que tenta impedi-lo de seguir adiante com a ideia do suicídio. Do outro lado da realidade, há a família que presencia a chegada dos dois: Carlos, um jovem a procura de emprego; Clara, a irmã que é contra a partida dele; Cecília, a mãe em busca de um visto de permanência; Fak, que gosta de Clara; Rodolfo, o pai que pouco aparece; e Abad, um homem negro que recusa falar. Entre personalidades e vidas diferentes, os personagens mostram em comum suas obsessões diante do impedimento de viver – apenas sobrevivendo.

O cenário conflituoso ganha montagem no Brasil em meio às identificações do escritor e diretor com o país latino-americano. Após o fracasso do texto de Koltès no teatro em 1986, o autor declarou no ano seguinte que o filme brasileiro “Um Trem para as Estrelas”, de Cacá Diegues, era um “Cais Oeste” que deu certo. Já o diretor Desclés associa a história da peça com suas experiências pessoais no Brasil de improváveis encontros entre pessoas. Além disso, lança um olhar para as configurações de duas cidades do país: “a situação da zona portuária do Rio de Janeiro ou da Cracolândia em São Paulo lembra aquela descrita por Koltès em 1983”, reflete.

Em “Cais Oeste”, o espectador é convidado a destrinchar as relações humanas dentro de um jogo de ambições, tensões sociais e a sensação de medo que transita entre a sociedade.

SERVIÇO

ESPETÁCULO: “CAIS OESTE”, TEXTO DE BERNARD-MARIE KOLTÈS E DIREÇÃO DE CYRIL DESCLÉS

Quando: de 06/09 a 13/10
Horário: Sextas, às 20h; sábados, às 19h; domingos, às 18h.
Local: Teatro (1º andar | 279 lugares)

Classificação: 14 anos

Ingressos: R$ 40,00 (inteira). R$ 20,00 (estudantes, +60 anos e aposentados, pessoas com deficiência e servidores da escola pública). R$ 12,00 (Credencial Plena válida: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciados no Sesc e dependentes).

SESC SANTO AMARO

Endereço: Rua Amador Bueno, 505, Santo Amaro

Acessibilidade: universal.

Horário de funcionamento da Unidade e bilheteria: Terça a sexta, das 10h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Estacionamento da unidade: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena); R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional (outros).

Disponibilidade: 158 vagas para carros e 36 para motos. A unidade possui bicicletário gratuito.

Saiba o que esperar de “Chaves – Um Tributo Musical”


Créditos: Divulgação


Chega nesta sexta-feira a São Paulo, com apoio do Grupo Chespirito e do SBT, o musical “Chaves – Um Tributo Musical“, uma homenagem em forma de espetáculo a um dos artistas mais aclamados de todos os tempos: Roberto Gómez Bolaños. Com participação de suas criações mais famosas, a turma do Chaves. Além disso, a presença de palhaços, que tanto permearam as inspirações do artista prometem emocionar e encantar. “Apresentando” tudo isso está a figura do próprio Bolaños, que será vivido por Fabiano Augusto e orgulhosamente fala um pouco sobre suas criações em um dos números do musical.

Representando o icônico personagem Chaves está Mateus Ribeiro, que entre outros trabalhos, fez o protagonista de “Peter Pan – O Musical”. O ator emociona por sua semelhança com o menino humilde que vive em um barril na vila.

Cenários realistas e objetos de cena que remetem os fãs ao universo mágico da vila do Chaves também estarão presentes, com direito ao barril mais famoso do mundo e tudo o que um espetáculo desse porte pode oferecer. O elenco, formado por grandes nomes do teatro musical do Brasil, certamente vai fazer com que você se emocione e lembre do original, que por tantos anos fez parte da vida de muitos de nós. Coreografia impecável e algumas das canções clássicas do Universo Chespirito também prometem trazer muita nostalgia.

Uma das grandes novidades anunciadas em uma apresentação para a imprensa é o anúncio de um “episódio inédito” presente no espetáculo. Não, não se trata de nenhuma fita perdida ou algo assim. É nada menos do que um episódio escrito pela renomada diretora Fernanda Maia, que assina as músicas e adaptações do espetáculo. Além disso, uma série de outros acontecimentos vão surgindo ao redor desse especial, que tem a ver com o personagem de Bolaños.

Saiba mais sobre quem é quem em Chaves – Um Tributo Musical:

Mateus Ribeiro – Chaves

Créditos: Rafael Beck

O “menino do 8” é interpretado por Mateus Ribeiro. O ator, com diversos prêmios na carreira, fará, em “Chaves – Um Tributo Musical”, seu 14ª musical profissional. Como Chaves, Mateus promete emocionar e encantar a plateia, graças aos trejeitos e expressões muito semelhantes aos do original.

Andrezza Massei – Dona Clotilde

Créditos: Divulgação

A famosa “Bruxa do 71” será vivida por Andrezza Massei, uma atriz com sólida carreira no teatro musical brasileiro. Entre seus recentes trabalhos estão a vilã Úrsula, em “A Pequena Sereia” e “Sunset Boulevard”, onde alternou o papel de protagonista com Marisa Orth. Como Dona Clotilde”, Andressa ficou quase irreconhecível, graças a sua interpretação da personagem, incrivelmente semelhante e à caracterização.

Patrick Amstalden – Professor Girafales

O eterno “Mestre Linguiça” será vivido por Patrick Amstalden, que tem em seu currículo trabalhos de sucesso em produções como “O Musical Mamonas”, “Peter Pan”, “Se Meu Apartamento Falasse”, entre outros. Podemos esperar um Girafales doce, descontraído e apaixonado por Dona Florinda, como sempre foi.

Créditos: Rafael Beck

Maria Clara Manesco – Dona Florinda e Pópis

Maria Clara começou sua carreira em séries de TV como “Quando Toca o Sino” e “Quero Ter um Milhão de Amigos”. Entre os musicais nos quais participou, estão “O Musical Mamonas” e “Castelo Rá-Tim-Bum, o Musical”.

Fabiano Augusto – Roberto Bolaños

O ator Fabiano Augusto, com musicais de grande renome em sua carreira, como “Rita Lee Mora ao Lado”, entre muitos outros, além de extensa carreira como apresentador, fará os fãs relembrarem da grande figura que foi Roberto Gómez Bolaños, graças a detalhes como alguns trejeitos e até mesmo o olhar sempre doce desse grande artista, que Fabiano conseguiu transportar para esse personagem.

Créditos: Rafael Beck

Carol Costa – Chiquinha

Carol Costa, cujos trabalhos recentes incluem a personagem Hebe jovem no espetáculo “Hebe – O Musical”, vive a espoleta Chiquinha. Carol impressiona pela semelhança com Maria Antonieta de Las Nieves, desde gestuais até mesmo a voz da personagem, que está bem parecida.

Créditos: Rafael Beck

Diego Velloso – Quico

Diego Velloso, cuja carreira inclui “O Fantasma da Ópera”, “Les Misérables”, entre outros, em “Chaves – Um Tributo Musical”, dá vida ao tesouro Quico, com direito a bochechas infladas e voz estridente. Com a caracterização, o ator fica ainda mais parecido com Carlos Villagran, o Quico original, fazendo com que a plateia sinta rapidamente toda a nostalgia da série.

André Pottes – Seu Madruga

O ator, que no espetáculo dá vida ao grande Ramón Valdés, o rabugento Seu Madruga, tem grande carreira nos palcos de musicais e chama a atenção pela semelhança com o icônico personagem de Chaves, pai de Chiquinha e alvo das surras de Dona Florinda.

Créditos: Rafael Beck

Ettore Veríssimo – Sr. Barriga e Nhonho

As personagens Sr. Barriga e Nhonho serão interpretadas por Ettore Veríssimo, que possui considerável currículo nos palcos de teatro e cujo um dos musicais o qual integrou o elenco foi “Avenida Q – O Musical” da Broadway. Ettore promete arrancar risadas da plateia com essas duas figuras icônicas que fizeram parte da nossa infância.

Milton Filho, Larissa Landim, Nay Fernandes, Dante Paccola, Davi Novaes, Lucas Drummond, Marcelo Vasquez e Thiago Carreira – Clown

A presença do “clown” no musical, com certeza é uma das grandes surpresas da produção. Essa atividade fez parte de toda a carreira de Bolaños, que sempre criava seus personagens com traços sempre caricatos, remetendo aos palhaços. Em homenagem a isso, um grupo desses personagens faz parte da produção, de uma maneira surpreendente e bem especial, ao lado do personagem de Bolaños.

Créditos: Divulgação

“Chaves – Um Tributo Musical” estreia nesta sexta-feira no Teatro Opus, em São Paulo e está imperdível!

Serviço:
CHAVES – UM TRIBUTO MUSICAL
Apresentado por Ministério da Cidadania e UOL
Realização: Adriana Del Claro e Move Concerts
Estreia: 23 de agosto de 2019
Sessões:
Sexta-feira, 21h
Sábado, 16h e 20h
Domingo, 15h e 19h
Duração: 120 minutos (com 15 minutos de intervalo)
Classificação: Livre
Teatro Opus
4º Piso do Shopping Villa-Lobos
Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo, SP – https://www.teatroopus.com.br
Ingressos: Uhuu

Últimas Semanas do infantil “Vida de Pirata” no Teatro Viradalata


Créditos: Elma Ribeiro


Em agosto, todos os sábados, às 16h, a Cia do Liquidificador volta aos palcos com o espetáculo infantil “Vida de Pirata“, no Teatro Viradalata, e fica em cartaz até 31 de agosto, sempre aos sábados. No palco, uma capitã pirata e sua tripulação vivem muitas aventuras a bordo de seu navio. Tempestades, monstros marítimos, intrigas, caça ao tesouro e dois ratos malandros recheiam essa história sobre amizade, lealdade e viver em busca dos seus sonhos, tudo isso permeado com performances de circo, música e commedia dell’arte. O espetáculo já fez temporada no Centro Cultural São Paulo em 2018 e circulou em unidades do SESI-SP: Mauá, São Bernardo do Campo, Mogi das Cruzes, São José dos Campos e Itapetininga.

Diante da percepção de que a sociedade vive um momento urgente para discutir o tipo de adulto que nos tornamos e “o tipo” de criança que estamos direcionando para a vida adulta, o espetáculo infantil “Vida de Pirata” propõe uma reflexão sobre como o mercado de trabalho e a sociedade de consumo aniquilaram o sonho. Todos os personagens tem representações brasileiras em seus figurinos, como a capitã cangaceira, a navegadora baiana, a imediata gaúcha, o marujo caipira e o músico carioca.

Uma pesquisa realizada em 2017 pelo Instituto Locomotiva identificou que 56% dos trabalhadores brasileiros se consideram infelizes no trabalho. Em relação ao resto do mundo, o brasileiro é um dos que possui a maior carga horária de trabalho, em média, 43,5 horas por semana, ou 8,7 horas por dia: mais do em que países como Dinamarca, França e Estados Unidos, em que a média semanal é, respectivamente, 38,3, 40,5 e 43 horas. Ou seja, mais da metade da população passa mais de 1/3 do seu dia fazendo algo que não lhe traz felicidade. A “normalização” dessa forma de encarar a vida recai sobre as crianças que enquanto os pais estão no trabalho, elas precisam ter sua agenda preenchida, seja por escola integral ou outras atividades. Estas atividades também ambicionam um único propósito: a preparação para o mercado de trabalho na vida adulta.

Essas ações na vida das crianças já trazem consequências: Em estudo publicado em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que o transtorno depressivo é a principal causa de incapacidade de realização das tarefas do dia a dia entre jovens de 10 a 19 anos. No Brasil, não é diferente. Embora não haja dados estatísticos, estima-se que a incidência do distúrbio gire em torno de 1 a 3% da população entre 0 a 17 anos, o que significa, mais ou menos, 8 milhões de jovens. Apesar de existirem diversos fatores para justificar esse índice, o estilo de vida que levamos pode favorecer a manifestação da doença, como explica Marco Antônio Bessa, psiquiatra do Hospital Pequeno Príncipe (PR): “Muitas crianças estão com a agenda lotada de compromissos, o que eleva o grau de estresse, dormem mais tarde, ficam fechadas em ambientes como apartamentos e shoppings, usam aparelhos eletrônicos excessivamente, sob risco de aumento de ansiedade e restrição do contato social, e convivem menos com seus pais”

Mas e o momento de “ser criança”? E a hora de brincar e sonhar? Por que ela acaba? Quando que nós, crianças e adultos, podemos nos aventurar em busca do nosso tesouro pessoal? Quando deixamos de lado nossos sonhos e nos “focamos” apenas em sobreviver em vez de viver? Esses são alguns questionamentos que “Vida de Pirata!” pretende provocar nos adultos e nas crianças. A arte, em especial o teatro é uma experiência de reflexão sobre as questões da cultura e da sociedade, e o “faz de conta” é uma proposta que permite apresentar esses temas densos de maneira lúdica. Um espaço ainda preservado para que se possa sonhar e brincar. Ao apresentar personagens que vivem à margem da sociedade, em busca de seus sonhos mesmo sob dificuldades, pretendemos recuperar no adulto que está assistindo o sentimento de quando imaginava que tudo era possível, e mostrar para as crianças que existem outras maneiras de se viver e de se relacionar com o mundo.

Serviço

Espetáculo infantil “Vida de Pirata”
Data: 03/08 a 31/08,sábados
Horário: 16h
Local: Sala Nobre do Teatro Viradalata
Endereço: Rua Apinajés, 1.387 – Sumaré – São Paulo – SP
Ingresso: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia)
Estacionamento: Não

Compra de Ingresso Online: Sympla
Acessibilidade: acessibilidade completa, com 2 elevadores
Lugares: 241
Público: Livre

“Pouco amor não é amor” ganha nova temporada em setembro


Créditos: divulgação


“Pouco amor não é amor”, de Nelson Rodrigues, é a atração de setembro no Teatro Poeira, em Botafogo, no Rio de Janeiro. A segunda temporada será de 3 a 25 de setembro, às terças e quartas-feiras, com sessões às 21h. O texto reúne os contos da obra homônima publicadas pelo dramaturgo originalmente, entre 1953 e 1954, nas edições dominicais do Jornal da Semana – Flan.

Dando vida aos diversos personagens, estão Alan Pellegrino, Daniel Chagas, Deborah Rocha e Gisela de Castro. O destaque da atuação dos atores está na dinâmica de fazer vários personagens, com pouquíssimas mudanças de figurino, contando apenas com variações no penteado, diferentes adereços, explorando os recursos de voz e entonação.

O diretor Sidnei Cruz faz uma montagem inusitada, mostrando o dramaturgo de forma diferente, extraindo humor do texto, sem que se percam os ingredientes rodrigueanos – amor, morte, família, loucura, traição e ciúme. Cruz soube explorar bem o melodrama cômico, inclusive inserindo a plateia no jogo de cena, o que potencializou tensão e desejo, outras duas armas do “anjo pornográfico”.

Serviço
“Pouco amor não é amor”
Com Alan Pellegrino, Daniel Chagas, Deborah Rocha e Gisela de Castro
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 55 minutos
Temporada de 3 a 25 de setembro
Dias: terças e quartas
Horário: 21h
Ingressos: R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia)
Teatro Poeira – R. São João Batista, 104 – Botafogo
Lotação: 160 lugares

Leonardo Neiva se apresenta no festival “Vermelhos 2019 – Música e Artes Cênicas”


Créditos: Divulgação


Leonardo Neiva, que vem se destacando nos últimos anos como o mais importante barítono brasileiro de sua geração e presença frequente nos mais importantes espetáculos de teatro do país, além de orquestras, será, no dia 17 de agosto, uma das atrações do festival “Vermelhos 2019 – Música e Artes Cênicas“.

O evento acontece até o dia 18 de agosto, no Centro Cultural Baía dos Vermelhos, em Ilhabela, litoral paulista. Na extensa programação, estão concertos, recitais de música erudita, apresentações de dança de música popular e instrumental.

A apresentação de Leonardo Neiva está confirmada no dia 17 de agosto, às 20h no Teatro de Vermelhos – Centro Cultural Baía dos Vermelhos e os ingressos podem ser adquiridos através do site do festival.

Entre os principais trabalhos de Leonardo Neiva, estão o de protagonista do espetáculo “Les Miserábles” no Brasil e no México, “O Fantasma da Ópera”, em 2018, além de I Pagliacci (Silvio) e Thais (Athanael) no Teatro Municipal de Santiago do Chile, entre muitos outros. Esteve, recentemente, no júri de “Cultura, O Musical”. Não perca a oportunidade de conferir o talento de um artista completo ao vivo!

Serviço:

5º festival “Vermelhos 2019 – Música e Artes Cênicas”.

Quando: 17 de agosto, sábado às 20h30

Onde: Teatro de Vermelhos – Centro Cultural Baía dos Vermelhos

Av. Governador Mário Covas Júnior, 11970 – Urubu, Ilhabela -SP

Para mais informações: https://www.vermelhos.org.br/vermelhos2019