“Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate” estreia no Teatro Renault


Créditos: João Caldas


O Instituto Artium de Cultura, abrirá a temporada de “Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate”, musical apresentado pelo Ministério do Turismo e pela Brasilprev (líder e especialista do setor de previdência privada) baseado na obra de Roald Dahl, um dos mais importantes escritores do mundo.

O diretor canadense John Stefaniuk, que realiza sua terceira incursão no Brasil, após ter dirigido a montagem de O Rei Leão, da Disney, e Billy Elliot, do Atelier de Cultura, conta com 38 atores em cena para levar aos palcos a história de Charlie Bucket, um garoto pobre, que acha um dos cobiçados bilhetes dourados que lhe dá o direito a visitar a misteriosa fábrica do chocolateiro Willy Wonka.

Willy Wonka está há anos isolado em seus pensamentos e fantasias. Sai ao mundo para buscar um sucessor de coração puro que possa tomar seu lugar. Ele lança o concurso de busca a um dos cinco bilhetes dourados colocados aleatoriamente em suas barras de chocolates. As estratégias de cada um dos premiados para encontrarem os bilhetes começará a revelar suas formas de lidarem com situações e revelará suas personalidades.

As crianças premiadas, acompanhadas por um familiar, entram na fábrica acolhidas por seu dono, e mergulham em um mundo da mais pura fantasia. Este passeio, por vários dos setores que fabricam e desenvolvem seus incríveis e mágicos produtos, permitirá a gradativa eliminação das crianças que não tem os atributos de valores e afeto que Willy Wonka enxerga em si mesmo, quando ele próprio era uma criança.

O público deve esperar as icônicas cenas dos dois filmes de A Fantástica Fábrica de Chocolate. É com grande encantamento que serão apresentadas a fonte de chocolate, o laboratório de miniaturização, a sala dos esquilos, o elevador de vidro que sobrevoa o palco e efeitos especiais como a menina que infla como uma amora gigante.

O diretor John Stefaniuk construiu um Willy Wonka engraçado, irônico e repleto de emoções. Sua direção imprime um ritmo muito dinâmico, que se mescla com as arrojadas coreografias de Floriano Nogueira.

Willy Wonka será vivido pelo ator Cleto Baccic, premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) por sua atuação como Dom Quixote em O Homem de La Mancha.

Créditos: João Caldas

Michael Carnahan (Billy Eliott, São Paulo) é o responsável pelo projeto do maior cenário de musical construído no Brasil. Seu projeto imprime alegria às cenas por utilizar muitas cores e recursos tecnológicos avançados.

O figurino de Lígia Rocha e Marco Pacheco harmoniza-se com os cenários e dá ampla liberdade de movimentos para as coreografias. As personagens serão lúdicas e caracterizadas por cores que articulam-se com o design de luz, a cargo do premiado Mike Robertson (Annie, Billy Eliott e Escola do Rock, todos em São Paulo). O visagismo baseia-se no humor e no excesso, sob talento de Feliciano San Roman.

A direção musical estará sob a batuta do Maestro Daniel Rocha (Prêmio Bibi Ferreira por Annie) que regerá uma orquestra completa para a orquestração original, com 17 músicos para executar as músicas de Marc Shaimann. Ele também assina as letras do musical ao lado de Scott Wittmann. Serão executadas também músicas originais do filme, compostas por Leslie Bricusse e Anthony Newly.

A montagem conta com efeitos especiais nunca antes vistos em cena no Brasil, como os que serão usados para o desaparecimento das crianças ao longo da visita à Fábrica. Além disso, oito projetores de ponta foram locados especificamente para o projeto, devido às diversas cenas com projeção mapeada que serão complementadas por um painel de LED de 18m por 16m.

A primeira tradução mundial do original em inglês está sob as talentosas mãos de Mariana Elizabetsky e Victor Mületahler. O espetáculo estreará no Teatro Renault, um dos mais importantes e tradicionais palcos do país. O teatro é um dos poucos espaços do Brasil capazes de receber a montagem de Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate, devido à complexidade técnica do seu cenário com 15 metros de altura, efeitos especiais e elevador de vidro que voa pelo palco.

A empresa Fly by Foy foi contratada para realizar o momento mágico do voo do elevador de vidro. É uma das empresas mais experientes do mundo, tendo participado de produções como Mary Poppins, Billy Elliot, Wicked, O Rei Leão, Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, entre outros. A produção também contratou a designer de bonecos Bea Brandauer, de Hamburgo, responsável pelos bonecos da montagem de O Rei Leão, da Disney.

Créditos: João Caldas

Escrito por Roald Dahl, o livro Charlie and the Chocolate Factory foi publicado em setembro de 1964, inicialmente nos Estados Unidos. Em 1971, foi lançada a primeira adaptação para o cinema. O primeiro esboço para o roteiro foi escrito pelo próprio Roald Dahl e posteriormente reescrito por David Seltzer, dando origem ao filme Willy Wonka and the Chocolate Factory, com direção de Mel Stuart e Gene Wilder no papel de Willy Wonka. No Brasil, o filme foi traduzido como A Fantástica Fábrica de Chocolate. Em 1972, o filme foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Original e Gene Wilder foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia ou Musical.

A segunda adaptação para o cinema foi feita em 2005, com direção de Tim Burton, roteiro de John August e Johnny Depp no papel de Willy Wonka, lançada com o título original do livro: Charlie and the Chocolate Factory. No Brasil, o filme foi novamente traduzido como A Fantástica Fábrica de Chocolate. Foi indicado ao Oscar na categoria de Melhor Figurino e ao BAFTA nas categorias de Melhor Maquiagem, Melhor Figurino, Melhor Direção de Produção e Melhores Efeitos Especiais. Johnny Depp foi indicado ao Globo de Ouro na categoria de melhor Ator em Comédia ou Musical e Wonka’s Welcome Song foi indicada ao Grammy na categoria de Melhor Canção.

Em junho de 2013, o musical Charlie and the Chocolate Factory estreou no West End (UK), adaptado por David Greig. Além de utilizar a música Pure Imagination, retirada da adaptação cinematográfica de 1971, o musical apresentou uma nova trilha escrita por Marc Shaiman e Scott Wittman.

O musical foi reformulado na Broadway e estreou em 2017. Em 2018, foi iniciada uma turnê do espetáculo nos Estados Unidos. Em seguida o espetáculo foi realizado em Sydney (2019), Melbourne (2019), Milão (2019) e Oslo (2019).

“O personagem Willy Wonka criou um universo que está presente na memória popular há anos, e fazer parte disso, por meio do apoio da Brasilprev, é muito importante, principalmente pela oportunidade de contribuir para uma retomada segura e responsável destes eventos”, diz Ângela Beatriz de Assis, diretora presidente da Brasilprev, líder e especialista em previdência privada. “Aguardamos mais de um ano pela estreia e esse é um dos primeiros espetáculos a abrir as portas para o público. Desejamos que quem vá ver o musical possa se encantar novamente e que seja um momento de descontração e alegria no período de pandemia em que ainda vivemos”. O espetáculo conta também com o patrocínio máster da Vivo e da Comgás.

Observando os protocolos de saúde, o espetáculo do Instituto Artium de Cultura admitirá apenas pessoas vacinadas contra a COVID-19 e contará com a capacidade de público limitada a 80% do espaço garantindo o distanciamento social, além de medidas de segurança como a disponibilização de álcool em gel em diferentes pontos estratégicos, entradas e saídas organizadas e testagem de toda a equipe.

SERVIÇO

CHARLIE E A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE

Teatro Renault (1.570 lugares)

Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista

Bilheteria: de terça a sábado das 12h às 18h; Em dias de eventos até o início dos mesmos. Aceita cartões de crédito (Amex, Visa, Credicard e MasterCard), cartões de débito (Visa Electron e Redeshop) ou dinheiro. Ar condicionado. Acessibilidade.

Vendas: ticketsforfun.com.br

Sexta-feira às 20h30

Sábado às 15h30 e 20h30

Domingo às 14h30 e 19h30

Ingressos: De R$ 50 a R$ 310

Duração: 150 minutos (com 20′ de intervalo)

Classificação Indicativa: Livre

Gênero: Teatro Musical

Estreia dia 17 de Setembro de 2021

Clientes Brasilprev têm 30% de desconto na aquisição de ingressos do musical Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate. Desconto não cumulativo, válido para todas as sessões, exceto no setor Balcão Economy.

Comédia musical Silvio Santos Vem Aí! volta em cartaz no 033 Rooftop


Créditos: Adriano Dória


Com texto de Marília Toledo e Emílio Boechat, direção de Fernanda Chamma (que também assina a coreografia) e Marília Toledo, além de direção musical de Marco França, a comédia musical Silvio Santos Vem Aí! volta para o 033 Rooftop (na cobertura do Teatro Santander), no complexo JK Iguatemi, em São Paulo, após temporada interrompida por conta da pandemia.

O espetáculo faz um recorte na vida do apresentador e empresário Senor Abravanel (vivido pelo ator Velson D’Souza) desde sua infância, quando era camelô no Rio de Janeiro, até a década de 90, logo após a consolidação do SBT. Com personagens icônicos como Gugu Liberato, Hebe, Elke Maravilha, Wagner Montes, Bozo, Pedro de Lara entre outros, a peça promete agradar todas as gerações.

O elenco é formado pelos atores Adriano Tunes (Velha da Praça, Nahim), Andreas Trotta (Leon), Bianca Rinaldi (Íris), Bruno Kimura (Anestesista, Bailarino Russo), Daniela Cury (Rebeca Abravanel e Hebe Camargo), Diego Montez (Wagner Montez, Sidney Magal, Boni), Gigi Debei (Mara Maravilha, Telemoça), Giselle Lima (Sônia Lima, Cidinha), Gustavo Daneluz (Silvio Jovem), Hellen De Castro (Gretchen, Telemoça), Ivan Parente (Pedro de Lara), Ju Romano (Rosana, Telemoça), Juliana Bógus (Aracy de Almeida), Léo Rommano (Atrasildo, Manoel de Nóbrega Alternante), Lucas Colombo (Bozo), Paula Flaibann (Elke Maravilha), Pedro Passari (Swing), Rafael Aragão (Alberto Abravanel e Silvio Alternante), Roquildes Junior (Roque), Thiago Garça (Pablo e Bailarino Russo), Velson D’Souza (Silvio Santos), Verônica Goeldi (Boneca, Bolinha de Sabão e Telemoça) e Vinícius Loyola (Gugu Liberato, Gilliard e Sérgio Mallandro).

Créditos: Adriano Dória

Para Marília Toledo, fazer um musical 100% nacional é um dos principais desafios deste trabalho e também o seu maior orgulho. “Falar de uma figura tão emblemática da nossa cultura popular, usando a música como fio condutor da história, nos permite uma boa liberdade estética. Isso se dá porque conhecemos bem os personagens ligados ao Silvio Santos, além dos ritmos e canções que acompanharam a trajetória do apresentador e empresário desde sua ascensão profissional até a década de 90, que é a linha cronológica da dramaturgia, escrita por mim e pelo Emilio Boechat”, comenta Marília.

Emilio Boechat conta que a peça foi escrita ao longo de um ano e meio. “Investimos um bom tempo levantando uma timeline de eventos importantes na vida do Silvio. Depois jogamos esses eventos dentro da estrutura clássica de um musical. Foi quando decidimos contar a história do Sílvio por meio de um devaneio, como em ‘All That Jazz’. A partir daí, escrevemos poucas cenas juntos. Como era difícil coincidir nossas agendas de trabalho, eu escrevia algumas cenas quando podia e ela também. Pouco antes do início dos ensaios escrevemos juntos as cenas que faltavam. Mas sabíamos que com a entrada do Marco França muitas cenas com diálogos seriam transformadas em música. Era um desejo dos dois que o espetáculo fosse conduzido pelas canções”, comenta.

O ator Velson D’Souza, de 35 anos, foi o escolhido para interpretar Silvio Santos – ele trabalhou no SBT em novelas como ‘Cristal’, ‘Revelação’ e ‘Vende-se Um Véu de Noiva’, e com o próprio apresentador no Programa Sílvio Santos. Para se preparar para esse papel desafiador, ele conta que tem procurado fugir da caricatura do homenageado, que já foi imitado por tantas personalidades.

Créditos: Adriano Dória

“Estou tentando partir da desconstrução. Minha abordagem é olhar as situações da vida dele com o máximo de verdade, da maneira mais próxima de mim, do que eu vivi e me colocar no lugar dele. Acho que a convivência com ele ajudou bastante, sobretudo para perceber que ele é daquela forma que conhecemos mesmo quando não está em cena. E trazer um pouco da voz do Silvio, sobretudo do timbre. Não para ficar aquela coisa carregada, mas para termos uma pequena diferenciação de quando é o showman e quando está conversando com outras pessoas fora de cena, como, por exemplo, com Manoel da Nóbrega. O grande lance é não ficar aquela caricatura do Silvio Santos que todo mundo faz. E isso também funciona para o gestual. Tem a questão da mão, que é muito presente, toda aquela postura altiva e elegante do Silvio. Eu acho que temos que entender isso e atravessar. Quando ele era jovem, provavelmente não era igual ao que é hoje. Mas temos que fazer algo que lembre como ele é hoje”, revela o ator.

Antes do início do espetáculo, haverá um pré-show com diversas atrações do programa Silvio Santos ao longo de décadas no ar, como a “Porta da Esperança”, o “Foguete do sim ou não” e o “Roletrando”, além de um bar com comidas típicas do Domingo no Parque, como salgados, pipoca, refrigerante e algodão doce, entre outros.

É justamente a novidade e o ineditismo que pautam a direção de Fernanda Chamma. “O processo criativo do musical do Silvio está sendo bem bacana. Fechamos um elenco expressivo do teatro musical, então, estou trabalhando com uma liberdade de criação dos personagens de uma maneira bem inusitada e atemporal. Eu não quero rótulos – mesmo que estejamos trabalhando com personalidades bem conhecidas, acho que tudo o que não é previsível será bem aceito. E acho que estamos fazendo um espetáculo com muito ritmo, diversão e um formato diferente. Sempre quero ser diferente e não parar de criar nunca, pois é uma forma de respeito ao público e ao teatro musical. E o Silvio Santos é isto: uma persona única, jamais existiu e nem existirá outra similar. Acho que tem que ter esse ineditismo, humor, alegria e um estilo SBT de se fazer”, explica a diretora.

Créditos: Adriano Dória

A trilha sonora é composta por músicas que marcaram a trajetória de Silvio Santos até a década de 1990 e animaram os programas de auditório. “Fazer esse projeto é inevitavelmente olhar para o passado e revisitar minha infância, na qual esse universo não só do programa, mas das músicas – sobretudo da década de 1980 – esteve tão presente. A minha função primeira é ser fiel aos arranjos originais, tentando mudar minimamente, colocando um pouco da minha personalidade, mas sem ferir a identidade dessas canções que estão nesse imaginário e que fizeram parte dessa época. E a outra parte compor canções novas que tenham a ver com a necessidade da dramaturgia. Dentro desse repertório popular que estava presente nas vinhetas do programa do Silvio tem um pouco do jingle publicitário. Para reforçar esse caráter, resolvi trabalhar com o Fernando Suassuna, um grande músico e amigo de infância. Ele escreveu as letras e eu compus todas as canções originais. Acho que todos estão bem felizes com o resultado”, acrescenta o diretor musical Marco França.

Para zelar pela segurança do público e funcionários, Silvio Santos Vem Aí está seguindo todas as regras determinadas pelas autoridades sanitárias para o retorno do espectador ao teatro. O público será limitado a 67% da capacidade e o 033 Rooftop trabalhará com um mapa de lugares que garante o distanciamento social de 1 metro, de acordo com os protocolos autorizados pelo poder público para o retorno das atividades presenciais. O uso de máscara é obrigatório.

SERVIÇO
SILVIO SANTOS VEM AÍ!
Temporada: 15 de outubro a 21 de novembro de 2021
Sessões: sextas-feiras às 20h30, sábados às 15h30 e às 20h30, domingos às 15h e às 20h
Duração do espetáculo: 2 horas e 15 minutos (com 15 minutos de intervalo)
Local: 033 Rooftop (cobertura do Teatro Santander)
Capacidade: 248 lugares / 67% do total
Abertura das vendas: 10 de setembro de 2021
Setores e preços: Setor VIP R$180,00 e Setor 2 R$75,00
Link de vendas on-line: www.sympla.com.br
Bilheteria física: das 12h às 20h
Formas de pagamento: Dinheiro, Cartão de débito e Cartão de crédito.

Amazon Prime Video lança o teaser trailer oficial de A Roda do Tempo


Créditos: Divulgação


O Amazon Prime Video lançou o teaser trailer oficial de sua próxima série de fantasia A Roda do Tempo, baseada na série de livros homônima. Os três primeiros episódios da primeira temporada serão lançados na sexta-feira, 19 de novembro, com novos episódios disponíveis a cada sexta-feira seguinte, levando ao final da temporada em 24 de dezembro.

A Roda do Tempo é uma das séries de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, com mais de 90 milhões de livros vendidos. Situada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro da incrivelmente poderosa organização feminina chamada Aes Sedai, quando ela chega na pequena cidade de Dois Rios. Lá, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco jovens, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Baseada nos romances de fantasia mais vendidos de Robert Jordan, A Roda do Tempo foi adaptada para a televisão pelo produtor executivo e showrunner Rafe Judkins. Larry Mondragon e Rick Selvage da iwot productions, Mike Weber, Ted Field da Radar Pictures, Darren Lemke Marigo Kehoe e Uta Briesewitz também servirão como produtores executivos, com Briesewitz definida para dirigir os dois primeiros episódios. Rosamund Pike atuará como produtora e Harriet McDougal e Brandon Sanderson como produtores consultores. A Roda do Tempo é co-produzida pelo Amazon Studios e pela Sony Pictures Television.

“Reação em Cadeia” com Bruno Gissoni e André Bankoff no elenco, estreia nos cinemas


Créditos: Divulgação


Com distribuição da Paris Filmes e Downtown Filmes, o longa de ação REAÇÃO EM CADEIA, terceira produção do ator e cineasta Márcio Garcia (“Amor por Acaso” e “Angie”), tem sua estreia prevista para o dia 16 de setembro exclusivamente nos cinemas de todo o Brasil.

O elenco principal conta com a presença de Monique Alfradique (“Chorar de Rir” e da novela “A Dona do Pedaço”), Bruno Gissoni (“Até que a Sorte nos Separe 3” e da novela “Orgulho e Paixão”), André Bankoff (“Gostosas, Lindas & Sexies” e “Bate Coração”), Adriano Garib (“Getúlio” e a série “Bom Dia, Verônica”), Silvio Matos (“Antes que Eu Me Esqueça” e “Silvio Matos”), Juliana Knust (das novelas “Jezabel” e “Apocalipse”), Victor Lamoglia (“Missão Cupido” e “Como Hackear Seu Chefe”), Chico Melo (“Simonal” e “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora É Outro”) e Junior Lisboa Calheiros (“E.A.S.: Esquadrão Antissequestro” e “Amor por Acaso”).

Recheado de cenas de ação e muita velocidade, o filme conta a história de Guilherme (Bruno Gissoni), um auditor que descobre um desfalque na empresa onde trabalha e se envolve numa rede de corrupção que abastece o sistema político brasileiro.

Ao se envolver emocionalmente com Lara (Monique Alfradique), uma antiga namorada do colégio, ele acaba entrando em uma cilada ainda maior ao descobrir que a jovem namora o problemático Zulu (André Bankoff). Para tentar livrar-se da dívida do namorado, Lara envolve Guilherme em um esquema criminoso. Lavagem de dinheiro e tráfico de drogas são alguns dos problemas que Guilherme terá que se livrar, além do encalço da Polícia Federal.

REAÇÃO EM CADEIA conta com a direção de Márcio Garcia, que também assina o roteiro ao lado de Thiago Dottori e a supervisão do roteiro de Bráulio Mantovani (de sucessos como “Tropa de Elite” e “Cidade de Deus”).

Amazon Studios anuncia Argentina, 1985, com Ricardo Darín e Peter Lanzani


Créditos: Amazon Studios


Iniciaram as filmagens de Argentina, 1985, filme inspirado na história real de Julio Strassera, Luis Moreno Ocampo e sua jovem equipe de heróis improváveis. O filme apresenta a batalha à la Davi-contra-Golias na qual, sob constante ameaça, o grupo ousou perseguir a sangrenta ditadura militar da Argentina contra todas as probabilidades e em uma corrida contra o tempo para fazer justiça às vítimas da junta militar.

Com um elenco repleto de estrelas liderado por Ricardo Darín (O Segredo de Seus Olhos; Relatos Selvagens) no papel de Julio Strassera e Peter Lanzani (O Clã; O Anjo) como Luis Moreno Ocampo, o filme é dirigido por Santiago Mitre (Paulina; A Cordilheira) e roteirizado por Mitre e Mariano Llinás (La Flor; Histórias Extraordinárias).

Filmado nos locais onde a história realmente aconteceu, Argentina, 1985 terá um lançamento nos cinemas argentinos antes de estrear exclusivamente no Amazon Prime Video em mais de 240 países e territórios em todo o mundo. O filme, co-produzido pelo Amazon Studios, La Unión de los Ríos, Kenya Films e Infinity Hill, é também o primeiro filme argentino Original Amazon.

Créditos: Amazon Studios

“É empolgante fazer parte de um projeto tão ambicioso que levará o público a uma jornada por um ponto crucial na história da Argentina”, disse Javiera Balmaceda, Head de Conteúdo Original de Países Latinos de Língua Espanhola do Amazon Studios. “O incrível e internacionalmente reconhecido elenco, diretor e toda a equipe de produção argentinos certamente nos trarão um dos filmes mais atraentes e bem produzidos que manterão nosso público falando sobre isso”.

“Estamos entusiasmados em apoiar a perspectiva de Santiago Mitre neste thriller emocionante da vida real que reflete um julgamento que mudou a justiça”, disseram os produtores. “Foi uma alegria trabalhar em um projeto que finalmente compartilhará essa história argentina de tirar o fôlego em todo o mundo”.

Após o lançamento nos cinemas locais, os membros Prime Video poderão assistir Argentina, 1985 em qualquer lugar e a qualquer hora no aplicativo Prime Video.

‘Cinderella, o Musical’ retorna à São Paulo com Fabi Bang no papel título


Créditos: Priscila Prade


Uma das mais famosas histórias da literatura universal ocupa o palco de São Paulo a partir do dia 02 de setembro. ‘Cinderella, o musical’ estreia no Teatro Liberdade, após ser visto por mais de 200 mil pessoas em suas montagens anteriores. Com Fabi Bang encabeçando o novo elenco, ‘Cinderella’, de Rodgers & Hammerstein, tem direção original e versão brasileira de Charles Möeller e Claudio Botelho e Vanessa Costa assinando a direção da remontagem. O espetáculo retorna em grande estilo, trazendo nomes como André Loddi (Príncipe Topher), Gottsha(Madrasta), Helga Nemetik (Fada Madrinha), Diego Montez(Jean Michel), em um elenco de 22 atores. A produção é da Touché Entretenimento. “Banco RCI Brasil” apresenta o espetáculo, que tem patrocínio da Lorenzetti e Eurofarma.

O elenco da nova montagem conta ainda com Luana Bichiqui (Charlotte), Thuany Parente (Gabrielle), Conrado Helt(Sebastian), Fernando Palazza (Lorde Pinkleton), Pâmella Rossini (ensemble e cover Cinderella), Nathalia Serra (ensemble e cover Charlotte), Felipe Assis Brasil (ensemble, cover Príncipe e cover Lorde Pinkleton), Igor Miranda (ensemble e cover Sebastian), Ana Luiza Ferreira (ensemble, cover madrasta e cover fada), Leticia Mamede (ensemble e cover Gabrielle), William Sancar(ensemble, assistente Sebastian, cover Jean), Raquel Riga (ensemble), Caru Truzzi(ensemble), Alberto Goya (ensemble), Murilo Ohl(ensemble), Victor Vargas (ensemble) e Afonso Monteiro (ensemble e cover assistente Sebastian).

Créditos: Priscila Prade

A versão brasileira é repleta de momentos especiais, mas a cena de maior impacto é o momento no qual a Fada Madrinha deixa a princesa pronta para o baile em, literalmente, um passe de mágica. Tudo graças a efeito holográfico em 3D, usado pela primeira vez em cena no Brasil. Os efeitos visuais tomam conta da peça em outros momentos, como quando a Fada Madrinha voa e também quando monstros invadem e incendeiam a plateia.

Com direção da consagrada dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, a versão brasileira de ‘Cinderella’ estreou no Brasil em 2016, passando por Rio, São Paulo (em duas temporadas) e várias capitais brasileiras. O espetáculo colecionou prêmios, como o Reverência (Melhor espetáculo voto popular, cenário e iluminação), Bibi Ferreira (Melhor cenário) e Botequim Cultural (Melhor figurino).

– Aceitamos o convite porque é um musical maravilhoso! Além de criarem ‘Cinderella’, Richard Rodgers e Oscar Hammerstein são autores de espetáculos que determinaram os pilares dos musicais da Broadway nos anos 40, como ‘Oklahoma’ e ‘ Carousel’. Muitos não sabem, mas foram Rodgers e Hammerstein que estabeleceram o padrão de qualidade desta forma de se fazer teatro – contextualiza Charles Möeller.

Créditos: Priscila Prade

O musical estreou na Broadway em 2013, com as imortais canções de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein, e novo texto de Douglas Carter Beane, recebendo nove indicações ao Tony Awards, além de vencer três Dramas Desk. É baseado na versão do conto de fadas ‘Cinderella’, particularmente na versão francesa Cendrillon ou La PetitePantoufle de Verre, de Charles Perrault. Esse clássico ganhou uma versão musical para a TV, em 1957, já com as canções de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein, estrelado por Julie Andrews. Este é o único musical da dupla escrito especialmente para a televisão e ganhou duas novas versões:em 1965 e 1997.

‘Cinderella, O Musical’ é uma realização da Touché Entretenimento, de Renata Borges, e tem direção musical de Carlos Bauzy, figurinos da remontagem de Toninho Miranda, cenografia de Rogério Falcão, coreografia de Alonso Barros, luz original de Maneco Quinderé, adaptação de luz de Russinho, desenho de som de Gabriel D´angelo e chapelaria de Denis Linhares. Marcelo Vasquez é o diretor residente e Marcelo Farias é o diretor musical residente.

Não se atrasem, o baile vai começar!

Serviço

‘Cinderella, o musical da Broadway’
Local: Teatro Liberdade
Estreia:02 de setembro
Endereço: Rua São Joaquim, 129, Liberdade

Horários:
Quintas e sextas: 20h30
Sábados: 16h e 20h30
Domingos: 16h e 20h

• O espetáculo será realizado presencialmente, respeitando todas as regras de distanciamento e as demais normas sanitárias.

Preços:

Plateia Baixa R$ 240,00/R$ 120,00
Plateia Alta R$ 200,00/R$ 100,00
Balcão A R$ 150,00/R$ 75,00
Balcão B R$ 120,00/R$ 60,00

Vendas: eventim.com.br

Classificação etária: Livre

Duração: 150 min (com 15 minutos de intervalo)