2ª parte da última temporada de Fuller House chega repleta de referências e emoção

Alerta de spoiler! Se você ainda não assistiu à segunda parte da despedida de “Fuller House”, assista antes de continuar lendo. A aguardada segunda parte da última temporada da série “Fuller House”, um remake da original “Full House”, chegou ao catálogo da Netflix repleta de referências, para a alegria dos fãs saudosos, sem deixar de lado uma boa dose de ineditismo e emoção para aqueles que se afeiçoaram tanto à versão nova, quanto à antiga na época de sua exibição. A primeira parte da 5ª temporada da série foi marcada, principalmente, pelo pedido de casamento triplo de Steve, Fernando e Jimmy, um grande número musical onde todo o elenco participou, para a surpresa de DJ, Kimmy e Stephanie. Entre episódios que remetiam muito à original, a série conseguiu mostrar ao público que veio sim para trazer uma nostalgia, mas sem deixar de ter seu enredo próprio, com situações diferentes. A segunda parte trouxe a preparação para o casamento triplo, sempre de forma divertida, tanto por parte das noivas quanto dos noivos, a separação da família, pois, supostamente cada família iria ter sua própria casa longe uma da outra, além da surpresa da gravidez de Stephanie, que vale lembrar, teve um filho com Jimmy através da barriga “emprestada” de Kimmy. Como não poderia deixar de ser, a família decidiu ficar na mesma casa, mostrando que os Fuller nunca se separam. Outro ponto interessante é a participação de Danny, Joe e Jesse na história atual, com seus enredos paralelos acontecendo durante a temporada, como por exemplo o episódio onde Jesse tenta descobrir quem mordeu sua filha, promovendo uma grande investigação envolvendo a família toda. O ponto alto da segunda parte da última temporada é, certamente, a “releitura” da cena onde Stephanie entra com o carro de Joe na cozinha da casa, porém dessa vez, ela mesma preparou o jantar para o Dia de Ação de Graças. No final, o jeito metódico de DJ salva o momento, já que ela mesma preparou um jantar “à parte” no quarto de seus filhos, com toda a tradição que Stephanie iria quebrar, inovando no menu da noite. Inegavelmente, ainda ficou um gosto de “quero-mais”, ainda com o fim, ficaram muitas coisas por acontecer, que os fãs gostariam muito de ver. Mas, até o momento, essa foi a despedida oficial. Será que vem mais novidades por aí? “Fuller House” está disponível na Netflix, com todas as temporadas. E você, assistiu a despedida da série? Gostou? Conte para a gente e não deixe de acessar o nosso site http://acessocultural.com.br/ para saber mais sobre suas séries preferidas!

Créditos: Netflix


Alerta de spoiler! Se você ainda não assistiu à segunda parte da despedida de “Fuller House”, assista antes de continuar lendo.

A aguardada segunda parte da última temporada da série “Fuller House”, um remake da original “Full House”, chegou ao catálogo da Netflix repleta de referências, para a alegria dos fãs saudosos, sem deixar de lado uma boa dose de ineditismo e emoção para aqueles que se afeiçoaram tanto à versão nova, quanto à antiga na época de sua exibição.

A primeira parte da 5ª temporada da série foi marcada, principalmente, pelo pedido de casamento triplo de Steve, Fernando e Jimmy, um grande número musical onde todo o elenco participou, para a surpresa de DJ, Kimmy e Stephanie. Entre episódios que remetiam muito à original, a série conseguiu mostrar ao público que veio sim para trazer uma nostalgia, mas sem deixar de ter seu enredo próprio, com situações diferentes.

A segunda parte trouxe a preparação para o casamento triplo, sempre de forma divertida, tanto por parte das noivas quanto dos noivos, a separação da família, pois, supostamente cada família iria ter sua própria casa longe uma da outra, além da surpresa da gravidez de Stephanie, que vale lembrar, teve um filho com Jimmy através da barriga “emprestada” de Kimmy. Como não poderia deixar de ser, a família decidiu ficar na mesma casa, mostrando que os Fuller nunca se separam.

Outro ponto interessante é a participação de Danny, Joe e Jesse na história atual, com seus enredos paralelos acontecendo durante a temporada, como por exemplo o episódio onde Jesse tenta descobrir quem mordeu sua filha, promovendo uma grande investigação envolvendo a família toda.

2ª parte da última temporada de Fuller House chega repleta de referências e emoção
Créditos: Netflix

O ponto alto da segunda parte da última temporada é, certamente, a “releitura” da cena onde Stephanie entra com o carro de Joe na cozinha da casa, porém dessa vez, ela mesma preparou o jantar para o Dia de Ação de Graças. No final, o jeito metódico de DJ salva o momento, já que ela mesma preparou um jantar “à parte” no quarto de seus filhos, com toda a tradição que Stephanie iria quebrar, inovando no menu da noite.

2ª parte da última temporada de Fuller House chega repleta de referências e emoção
Créditos: Netflix

Inegavelmente, ainda ficou um gosto de “quero-mais”, ainda com o fim, ficaram muitas coisas por acontecer, que os fãs gostariam muito de ver. Mas, até o momento, essa foi a despedida oficial. Será que vem mais novidades por aí? “Fuller House” está disponível na Netflix, com todas as temporadas.

E você, assistiu a despedida da série? Gostou? Conte para a gente e não deixe de acessar o nosso site para saber mais sobre suas séries preferidas!

Resenha: “A Verdade”


Créditos: Dalton Valério


O espetáculo “A Verdade”, que estreou recentemente em São Paulo, já passou pelo Rio de Janeiro e foi grande sucesso. Originalmente de 2011, teve estreia simultânea na França e Alemanha, sendo premiado inclusive fora da Europa.

A divertida comédia acompanha Michel, interpretado por Diogo Vilela, que, acreditando estar no controle da sua situação relacionando-se de forma extraconjugal com a esposa de seu melhor amigo, no decorrer da trama acaba entendendo que não é bem assim e propõe um questionamento: ao inventar-se uma mentira, a quem estamos enganando verdadeiramente?

De forma a retratar situações cotidianas, o quarteto se envolve em uma verdadeira rede de mentiras, onde, no final, o traidor acaba se sentindo traído e provando de seu próprio veneno. Porém, a situação embaraçosa acaba se tornando irônica e até divertida graças aos diálogos leves e sempre com tom humorístico.

O elenco é composto, ainda, por Bia Nunnes, Carolina Gonzalez e Paulo Trajano, que desenvolvem o enredo de uma forma bem próxima à realidade de muitas das pessoas que estão assistindo, como as atividades corriqueiras do protagonista, que joga, vez ou outra, Tênis com seu melhor amigo.

“A Verdade” está em cartaz no Teatro Vivo, com direção de Marcus Alvisi e texto original de Florian Zeller.

Serviço:
Temporada: de 24/01 a 28/03/2020 (não haverá sessão nos dias 21,22 e 23/02)

Horários: Sextas às 20h, Sábados às 21h e Domingos às 18h

Classificação Indicativa: 12 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: de R$40 a R$90

Capacidade: 274 lugares

Local: Teatro Vivo
Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 – Morumbi, São Paulo – SP

Bilheteria
De terça a quinta: das 14h às 20h*. De sexta a domingo: das 14h até o início da peça*.

Ponto de Venda sem Taxa de Conveniência
Bilheteria Teatro Vivo
Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 – Morumbi, São Paulo – SP
Telefone: 3279-1520

Elis e Eu: 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe


Créditos: Divulgação


Que Elis Regina foi uma das maiores cantoras que o Brasil já teve, todo mundo sabe. Sua discografia memorável e sua partida foi e é sentida até hoje pelos fãs, mas é inimaginável entender o que os seus três filhos João Marcello, Pedro e Maria Rita sentiram. Quase como um desabafo, o relato afetuoso e cheio de memórias é o mote para o livro “Elis e Eu: 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe”, escrito por João Marcello Bôscoli, filho mais velho de Elis Regina com Ronaldo Bôscoli, que foi lançado pela Editora Planeta.

A obra já se inicia com o relato da fatídica morte de Elis, e de como foi para João Marcello, com seus 11 anos de idade, perceber que de repente não teria mais a mãe ao seu lado. Angustiante, o leitor sente no âmago a dor desse garoto que passa por uma reviravolta com a morte da sua progenitora, a separação dos irmãos e o distanciamento dos até então amigos da cantora.

Entretanto não é só de tristeza que se compõe o livro. O leitor também se diverte com as peraltices de João Marcello e das broncas de Elis. É prazeroso conhecer o seu lado mãe. Sempre atenta com o futuro dos filhos e que tipo de pessoas se tornarão, vemos a cantora cuidadosa ao desenvolvimento de cada um e a responsabilidade que sentia de mostrar a realidade do país na época, vide o famoso caso em que Elis, acompanhada de João Marcello, foi visitar a cantora Rita Lee na cadeia. Esta, que após o fato se tornou amiga de Elis, é lembrada nas histórias de Marcello e também escreveu o prefácio do livro.

Além dos relatos de João Marcello, o livro é repleto de fotos inéditas de Elis Regina: desde fotos da infância à momentos ao lado dos filhos. “Elis e Eu: 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe” é um livro afetuoso sobre o amor de mãe pela ótica de seu primogênito. Uma genuína declaração de amor e saudade.

Musical ‘Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz retorna à capital paulista em curta temporada


Créditos: Claudia Ribeiro


Após uma longa temporada de sucesso que estreou em 2013, e visto por mais de 200 mil espectadores, o musical Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz retornou à capital paulista na última sexta-feira (19), para uma curta temporada no Teatro Porto Seguro.

O espetáculo biográfico traz momentos importantes da vida de Cazuza. A relação com os pais, a entrada na banda Barão Vermelho, o temperamento impulsivo, sua linguagem poética e, ao mesmo tempo, libertadora, o sucesso, as relações amorosas e a descoberta da doença que o levou à morte. Com um elenco afiado e empolgado, o musical é recheado de momentos divertidos e emocionantes.

Créditos: Claudia Ribeiro

O elenco formado é quase o mesmo da temporada de 2013. O ator Osmar Silveira dá vida à Cazuza, trazendo todos os trejeitos do cantor e uma interpretação visceral que arrebata o público logo de primeira. Em algumas sessões, o protagonista também será interpretado por Bruno Narchi, que também vive o personagem Serginho Maciel. Marcelo Varzea e Susana Ribeiro repetem a parceria e transbordam cumplicidade como João e Lucinha Araújo, pais de Cazuza. Já Fabiano Medeiros impressiona como Ney Matogrosso. O elenco ainda é completado por André Dias, Fabiana Tolentino, Oscar Fabião, Igor Miranda, Dezo Mota, Rafaela Machado, André Viéri, Philipe Carneiro, Carol Dezani, Carlos Leça e Matheus Paiva.

O repertório do musical foi muito bem escolhido, trazendo sucessos da banda Barão Vermelho e músicas da carreira solo de Cazuza. Não podiam ficar de fora canções como “Pro Dia Nascer Feliz”, “Codinome Beija-Flor”, “Bete Balanço”, “Exagerado”, “Ideologia”, “Preciso Dizer Que Te Amo”, “Faz Parte do Meu Show”, além de composições de Cazuza que ele nunca chegou a gravar como “Malandragem”, “Poema” e “Mais Feliz”.

Créditos: Claudia Ribeiro

É praticamente impossível não sair do espetáculo extasiado e emocionado com toda a produção dirigida por João Fonseca. O musical Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz tem texto de Aloísio de Abreu e estará em cartaz até dia 25 de agosto, no Teatro Porto Seguro.

Resenha: Circo Turma da Mônica – Brasilis


Créditos: Divulgação


Segue em cartaz até o início de agosto no Teatro Opus em São Paulo, Circo Turma da Mônica – Brasilis, a nova superprodução musical da Maurício de Sousa Produções. Com a brilhante direção de Mauro Sousa, o espetáculo celebra a diversidade e riquezas culturais brasileiras.

Com um elenco repleto de estrelas, Brasilis é protagonizado por ícones como Fafy Siqueira e Paula Lima. Fafy dá vida à “Vó Dita”, personagem inspirada na avó de Maurício de Sousa, e que conduz a história, interpretando a avó de Chico Bento. Vó Dita é uma contadora de histórias sobre a cultura e o folclore brasileiro.

Créditos: Divulgação

Por sua vez, Paula Lima, solta a a voz, ao vivo, nas canções ao longo do espetáculo, todas inéditas e autorais, criadas nos estúdios da MSP. Passeando pelas cinco regiões do Brasil, o espetáculo enaltece a pluralidade ( seja na  culinária, dança, folclores, entre outros) e as diferenças existentes em cada canto do nosso país.

Em um mix de teatro e circo, Brasilis conta também com artistas circenses que abrilhantam os números que compõe a produção. Além de Chico Bento, Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão, o musical conta com a participação dos personagem Papa – Capim, Jurema e a nova personagem , Milena.

Créditos: Divulgação

O cenário e a trilha sonora são um show à parte. Repleto de cores e com letras que remetem à cultura, a mensagem que Brasilis passa é de que é primordial amar e principalmente, saber respeitar as diferenças. Com uma versão moderna da Turma da Mônica, a produção leva o público a refletir sobre valores, família e nosso papel na sociedade e no planeta. Com sua inconfundível batida, o grupo Olodum encerra o espetáculo com chave de ouro.

A turnê terá duração de seis meses e percorrerá dez cidades dentre as cinco macrorregiões do País, totalizando mais de 80 apresentações. Após a temporada em São Paulo, o Brasilis – um espetáculo do Circo Turma da Mônica segue para Belém (PA), Fortaleza (CE), Natal (RN), Recife (PE), Brasilia (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). As informações de teatros, datas, horários de sessões e valores de ingressos, já podem ser conferidas por meio do site www.circoturmadamonica.com.br .

SERVIÇO

São Paulo – até 04/08  – Teatro Opus
Belém – 16/08 a 18/08 – Teatro Sesi
Fortaleza – 23/08 a 25/08 – Teatro RioMar Fortaleza
Natal – 30/08 a 31/08 – Teatro Riachuelo
Recife – 6/09 a 7/09 – Teatro RioMar Recife
Brasília – 14/09 a 15/09 – Teatro Ulysses Guimarães
Curitiba – 21/09 a 22/09 – Teatro Positivo
Belo Horizonte – 28/09 a 29/09 – Sesc Palladium
Rio de Janeiro – Temporada de 5/10 a 27/10 – VillageMall
Porto Alegre – 1 a 3/11 – Teatro Bourbon Country

Valores depende de cidade para cidade.

A partir de R$ 37,50

Site para consulta e compra: www.circoturmadamonica.com.br.

Resenha: live-action “O Rei Leão”


Créditos: Divulgação / Disney


Estreia nesta quinta-feira (18), a versão realista de “O Rei Leão”. O clássico dos anos 90 ganhou uma nova roupagem, com personagens reais e um acréscimo de meia hora em relação à animação. Para os fãs do filme de 1994, o longa de 2019 promete muita emoção, nostalgia e surpresas que com certeza deixarão satisfeitas as crianças daquela época.

A abertura chega para deixar os espectadores de boca aberta! Com alguns takes idênticos aos da animação, impressiona a riqueza de detalhes, a quantidade de cores e movimentos, além de nos apresentar ao pequeno Simba, que acaba de nascer. O momento do encontro entre Mufasa, Sarabi e Simba é emocionante.

Créditos: Divulgação / Disney

O live-action teve algumas modificações de roteiro, mas sem deixar o sentido original para trás. Cenas de animação foram substituídas por novas, reais e carregadas de muito mais emoção. Exemplos disso é a primeira aparição de Scar, que não esmaga um inocente ratinho e nem coloca o calau Zazu na boca. Entretanto, essas cenas foram realizadas de forma que o contexto é o mesmo: o ratinho ganhou mais tempo em cena, passeando pelos galhos de árvores, até que Scar o pegue, de forma um pouco mais gentil. Já Zazu é perseguido por Scar, mas consegue fugir assim que Mufasa chega.

O número de “O Que eu Quero mais é ser Rei” continua cheio de magia, dentro das possibilidades de um filme realista. O show de cores e diversidade de animais, por vezes, nos faz esquecer que estamos vendo uma produção feita em live-action. As cenas de Simba e Nala correndo por baixo dos elefantes são de tirar o fôlego. O momento do salvamento de Simba e Nala, pelo pai do leãozinho, é emocionante e muda em relação ao filme: Zazu ganha mais espaço, orientando Mufasa em como tratar o filho, em cena parecida com a do musical, no teatro.

Créditos: Divulgação / Disney

“Se Preparem”, conforme dito antes, chega mais curta, com um Scar sombrio e imponente. Mas não perde em nada para o encanto do original, que mostra o plano do vilão para tomar o trono Real. O final do número musical é uma releitura fiel do original, com o Scar em cima de uma pedra alta, com a lua compondo o cenário.

E se você acha que consegue se preparar para a cena da morte de Mufasa, repense. A fidelidade com a da animação impressiona e emociona. O estouro da manada está quase igual e, para a surpresa de todos, a queda e morte do pai de Simba está praticamente uma versão realista do desenho, com todos os detalhes.

A chegada de Timão e Pumba é um alívio ( para compensar a cena anterior), que promete tirar o fôlego. A dupla, divertida como sempre, não deixa nada a desejar. Uma curiosidade é que, segundo os dubladores, as falas foram gravadas antes mesmo de o filme ficar pronto. Ao ver as cenas prontas, você irá se surpreender com a sintonia entre os dois. Durante “Hakuna Matata”, prepare-se para ver Pumba como nunca foi visto antes!

Créditos: Divulgação / Disney

A parte final vem com muita ação e uma dose de humor. A famosa “Hula” deu lugar a uma homenagem ao longa-metragem de “A Bela e a Fera”, uma substituição justa do incrivelmente fantasioso para algo mais real, mas com tanta descontração quanto. A volta de Simba às Terras do Reino é embalada pela tão falada “Spirit”, canção original de Beyoncé para o filme.

Personagens

Vale destacar as hienas, que, diferente do original, possuem falas o tempo todo de cena, inclusive arrancando risadas dos espectadores. As expressões das emoções dos personagens também ficam claras, combinadas com as dublagens. Beyoncé, como Nala, passa a impressão de que a personagem e ela foram feitas uma para a outra.

Scar chega menos glamouroso do que o da animação de 1994, mais velho e malvado do que antes. As cenas com as hienas são descontraídas, apesar de aparecerem nos momentos mais tensos de filme.

Créditos: Reprodução / Disney

O sábio Rafiki possui poucas falas, mas sua carga emocional foi transferida para o longa atual. O momento em que ele descobre que Simba está vivo está emocionante.

Se você quer conferir de perto, “O Rei Leão” está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil, em versões dublado e legendado! Confira o trailer: