Após uma temporada de sucesso em 2018, “Eles não usam Black-Tie” um dos textos mais importantes da dramaturgia nacional retorna em nova temporada a partir do dia 31 de maio no Teatro MorumbiShopping. Em 2018, o texto de Gianfrancesco Guarnieri comemorou 60 anos da primeira montagem realizada no Teatro de Arena. A obra transcreve de maneira cotidiana questões sócio-políticas vividas por Tião, personagem que o próprio autor viveu na montagem do Arena.
A história revela a organização de uma greve com suas posições ideológicas, morais e divergentes para cada personagem, o que faz com que as discussões entre pai e filho sejam frequentes. Num plano abrangente estão apoiadas relações familiares como: gravidez, casamento, educação e religião.
Créditos: Lz Mota Photos
A peça tem como pano de fundo reflexões sobre a frágil condição humana, sobre os homens e seus conflitos, trazendo um verdadeiro debate entre a coletividade e o individualismo, simultaneamente cru e sensível.
Com direção do talentoso Dan Rosseto, o elenco é composto pelos atores Paloma Bernardi, Kiko Pissolato, Tiago Real, Miriam Palma, Vicentini Gomez, Samuel Carrasco, Camila Brandão, Paulo Gabriel, Carolina Stofella e Haroldo Miklos.
Créditos: Lz Mota Photos
Serviço
Eles não usam Black-Tie
Teatro MorumbiShopping
Av. Roque Petroni Jr., 1089 – Jardim das Acácias.
31/05 até 30/06 (Sexta e Sábado 20h e Domingo 19h)
Ao chegar no Teatro Viradalata, o público será conduzido ao palco, onde estarão dispostas mesas e cadeiras. Entre comes, bebes e cantorias de um típico bar de karaokê, dois casais improváveis vivem encontros e desencontros, compondo um cenário repleto de questionamentos sobre relações nos dias de hoje e amores não correspondidos. O espetáculo Segunda Okê tem texto de Cristiane Wersom, direção de Marcio Macena e encerra temporada dia 20 de maio no Teatro Viradalata. Em cena estão Cristiane Werson, Talitha Pereira, Murilo Cunha e Pedro Bosnich, que também assina produção do espetáculo. No último dia, Negra Li e Patrícia Coelho fazem participação especial na peça.
Inspirada por uma das mais conhecidas comédias de William Shakespeare, Sonho de Uma Noite de Verão, a peça Segunda Okê marca a continuidade da parceria de Pedro Bosnich e Cristiane Wersom, que montam sua terceira peça como dupla. Idealizada por Pedro, o espetáculo parte de uma proposta de encenação não tradicional. “É uma maneira de fazer com que o público seja de fato parte da montagem“, conta o ator.
A peça utiliza com frequência o improviso, especialidade de Cristiane Wersom. “Faz mais de 15 anos que trabalho com esse recurso. As dinâmicas dependem muito do retorno do público, mas vamos abordá-los de forma muito amorosa. Quem topar fazer uma participação não será isolado, mas sim integrado a proposta do espetáculo“, diz. Ela conta que os trabalhos conjuntos com Bosnich dão certo devido à vontade da dupla em viabilizar projetos e trabalhar com diversos gêneros diferentes. Desde outubro de 2018, montaram juntos a comédia romântica Na Cama e o drama O Bosque Noturno.
Créditos: Tarciso Ramos
SEGUNDA OKÊ Temporada: 1º de abril a 20 de maio, segundas-feiras, às 21h Classificação: Livre. Duração: 70 minutos. Capacidade: 130 lugares (público senta em cadeiras dispostas no palco. Não serão utilizadas as poltronas do teatro). Ingressos: R$50 (inteira) e R$ 25 (meia).
TEATRO VIRADALATA Rua Apinajés, 1387 – Perdizes. Telefone: (11) 3868-2535. Horário da bilheteria: Para espetáculos durante a semana: de terça a quinta, das 11h30 às 14h30. Para espetáculos apresentados aos fins de semana: sexta, das 18h às 22h; Sábado e domingo, das 13h às 22h Estacionamento (vallet): R$ 20,00.
Com elenco renovado, a peça “Eu Nunca” segue em turnê com os atores Francis Helena Cozta, Vitor Britto e Júlio Oliveira faz apresentação neste sábado, 18/05, no Teatro Municipal Adélia Lourenzetti em Lençóis Paulista com entrada gratuita e nos dias 25 e 26 de maio no Teatro Colinas em São José dos Campos, interior de São Paulo.
“Eu Nunca” conta a história de três amigos de vidas extremamente diferentes, David (Vitor Britto), Théo (Júlio Oliveira) e Duda (Francis Helena Cozta) convivendo e dividindo suas intimidades até o limite do suportável. A peça traz à tona as questões mais emergentes da juventude moderna de modo que o jovem possa repensar o seu lugar no mundo. A ação é basicamente interna, a partir das lembranças, reflexões e críticas desses jovens.
O Sesc São Paulo, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, realiza em 18 unidades na capital a 15ª edição da Virada Cultural. Entre às 18h do dia 18 e às 18h do dia 19 de maio, a programação do Sescna Virada Cultural acontece nas unidades 24 de Maio, Avenida Paulista, Belenzinho, Bom Retiro, Campo Limpo, Carmo, Centro de Pesquisa e Formação, CineSesc, Consolação, Interlagos, Ipiranga, Itaquera, Parque Dom Pedro II, Pinheiros, Pompeia, Santana, Santo Amaro e Vila Mariana, com atividades artísticas gratuitas e voltadas a todos os públicos.
As unidades participantes estendem seu horário de funcionamento, com o objetivo de ampliar o alcance das atividades da Virada para toda a cidade. O Sesc Avenida Paulista e o Cinesesc avançam na madrugada e estarão abertas ao público até às 4h e 4h30, respectivamente. As demais encerram suas atividades até às 2h, e retomam no domingo pela manhã com programações até às 18h.
Créditos: Pablo Bernardo
O Sesc Ipiranga recebe durante a Virada Cultural uma programação diversa para todas as idades. Teatro, música, circo e literatura se integram numa rede de atividades gratuitas.
Música
Entre os destaques da programação, no dia 18/5, às 18h, acontece o show da girlgroup brasileira de K-Pop, High Hill. Composto por 5 meninas – Mari, Egla, Demetria, Rayssa e Aya – o grupo lançou seu último single “Impossível Não se Apaixonar”, que alcançou a marca de 1 milhão de visualizações.
Às 22h, a drag queen Gloria Groove chega para a festa. Conhecida por seus hits contagiantes, a artista LGBT também se apresenta no Quintal, área aberta da Unidade.
No dia 19/5, às 16h, a diversão fica por conta de “Tiquequê – Barulhinho, Barulhão”. O trio canta, dança e faz do corpo percussão para dialogar com as crianças.
Teatro e Dança
A peça “Ícaro”, em cartaz dentro do projeto Teatro Mínimo, acontece gratuitamente no sábado, às 19h30. O ator e dramaturgo Luciano Mallmann mistura relatos reais e ficcionais sobre os desafios de pessoas cadeirantes, construindo um monólogo a partir das experiências e percepções sobre a deficiência.
Às 22h, o grupo House of Zion apresenta “Jam Vogue”, dança performática que surgiu em meados dos anos 1970 nas comunidades negra e latina de Nova Iorque e traz em sua essência o foco em performances de gênero e sexualidade.
Créditos: Alessandra Nohvais
No Teatro, o espetáculo “Buraquinhos ou O Vento é Inimigo do Picumã” fala sobre violência policial e marginalização periférica, no dia 18, às 20h30, e 19/5, às 18h. O enredo narra história de um menino negro – morador de Guaianases, zona leste de São Paulo – que vai a padaria no primeiro dia do ano, a pedido da mãe. No caminho, ele é abordado por policiais que o perseguem enquanto disparam sobre ele tiros de arma de fogo. A fuga se desenrola em uma maratona pelo mundo, passando por países da América Latina e África.
No dia 19/5, às 11h, o Teatro da Unidade recebe “Mexerica”. A apresentação infantil conta as aventuras de uma gatinha que conhece cachorros e gatos do Hip Hop, um pássaro b. boy e uma coelhinha surda para ensinar que conviver com as diferenças pode ser muito divertido e enriquecedor.
Circo
No dia 18/5, às 18h, o “Cortejo Poético” acontece com a Cia. Poesias e Palhaçarias. A intervenção artística é feita por três palhaços e um músico, com poesias, canções e muitas palhaçadas.
Concomitantemente, a Cia. Suno apresenta “Suno Revirante na Virada”, que mistura circo, dança e música, apresentando números e intervenções que dialogam com a cidade e suas vertentes culturais. Às 21h, cerca de 20 acrobatas, coordenados pela Cia LaMala, apresentam “Contato”.
Créditos: Daniel Docko
No dia 19/5, às 13h, acontece “Cabaretize!”, com a Cia. do Liquidificador. No espetáculo, uma trupe realiza audições para completar o elenco do seu próximo show de cabaré e convidam o público a demonstrar o seu talento. Às 15h, “O Circo de Lampezão e Maria Botina”, com o grupo Caravana Tapioca, conta a história de Maria Botina, que sonha em ser levada por um cangaceiro e Pontolino Lampezão, que finge ser valente para conquistá-la.
Literatura
No dia 18/5, às 19h, a intervenção “Verso Móvel Sound System” traz um triciclo adaptado com estrutura de som e faz intervenções disparando áudios gravados por poetas nordestinos de forte expressão.
Já no domingo, às 13h, o Coletivo As Rutes leva “Mensagens de Mulheres Sábias” para diversos espaços da Unidade. Na atividade, cada participante é convidado a escrever um cartão postal que poderá ser postado pelo grupo ou que fará parte da próxima intervenção. Às 14h, o Núcleo Girândola cria uma “Rua de Rimas”. Com pequenos adereços cênicos e acompanhados de violão, flauta e instrumentos de percussão, os poemas de importantes poetas brasileiros são apresentados.
Serviço
*Retirada de ingressos para os espetáculos do Sesc na Virada:
A retirada antecipada de ingressos é necessária para apresentações que ocorrem em espaços fechados no Sesc, conforme a capacidade de cada local; Para participar, basta retirar os ingressos nas bilheterias das unidades do Sesc a partir das 17h do sábado, 18/5; Espetáculos adultos: dois ingressos por apresentação, para até três apresentações. Espetáculos Infantis: quatro ingressos por apresentação, para até três apresentações. Sesc Ipiranga – Rua Bom Pastor, 822
A Cia dos Reis traz de volta a comédia “Louca Terapia”, desta vez com nova roupagem e um novo casal para ser atendido pelos terapeutas mais picaretas de todos os tempos. A peça que ficou entre as seis melhores comédias do ano de 2016 e cumpriu temporada com bom retorno de crítica e público, faz sua primeira temporada deste ano no Teatro West Plaza. O quarteto promete gargalhadas e reprise de algumas das cenas já vistas na primeira versão.
Na história, Guto e Will se conhecem e pouco tempo depois decidem morar juntos. Por terem vidas muito diferentes e comportamentos opostos logo surgem problemas na relação, então sem contar um para o outro eles decidem procurar terapia alternativa e acabam caindo nas mãos de dois farsantes que de terapeutas não tem nada. Os picaretas Jhon e Miguel ao invés de resolver as questões da relação acabam deixando o casal tão louco quanto eles.
Serviço Louca Terapia, o casal agora é outro Teatro West Plaza Av. Francisco Matarazzo – Água Branca, São Paulo – SP Sala Laura Cardoso. Curta temporada Dias 16, 23 e 30 de maio. Quintas Feiras às 21 horas Gênero: Comédia Classificação: 14 anos Duração: 90 minutos Elenco: Ivo Ueter, Patrique Novais, Thiago Mantovani e William Avelar Direção: Ivo Ueter Realização: Cia dos Reis Valores: R$ 50,00 (Inteira) R$ 25,00 meia entrada.
No intuito de apresentar ao público um pouco mais sobre o elenco, divulgaremos um especial semanal de entrevistas com os atores do espetáculo. Esta semana o Acesso Cultural entrevista com Felipe Catão.
Ator e cantor, estudou teatro pela SP Escola de Teatro e pelo curso técnico de Teatro Musical do Sesi, como cantor estudou canto erudito com Milena Tarasiuk, canto popular no conservatório Scalla e também belting contemporâneo com Douglas Tholedo. Catão já fez mais de 5 espetáculos teatrais como: “Sonhos de uma noite de Verão“, “Rock Horror Show“, “Great Expectations The Musical” e “Cenas Obscenas“.
Como cantor fez parte do elenco do “Brooklyn Restaurante” em Garçons Cantores e atualmente no “Paris 6” com o show de cantores fixo aos domingos. Além disso é solista de bandas e shows cantando pop, blues e musical.
Acesso Cultural: Como surgiu seu interesse pelo teatro e pela música?
Felipe Catão: Fui uma criança muito ligada a música por influência da minha mãe, me lembro das ‘longas’ viagens (para uma criança qualquer estrada é uma eternidade), então para fugir da repetição da famosa pergunta:
– Mãe, tá chegando?
Mamãe logo entendeu que a música me distraía e que havia um grande interesse: tenho a recordação de descer para o litoral ouvindo Peninha, Elis Regina, Marisa Monte. Mas a paixão arrebatadora veio na adolescência com as divas dos anos 80/90: Whitney, Celine, Mariah, Aguilera, com certeza essas quatros principais referências mudaria minha vida para sempre. Aquelas vozes me tocavam profundamente, foi arrebatador, ali entendi que a música me tocava de forma diferente.
O teatro começou fazendo um barulho diferente, fiz peças na escola, na igreja, estudei na adolescência, mas só tocou meu coração quando associei a importância da música, da trilha e das diversas formas que ela poderia ser inserida no teatro, seja como uma peça com músicas, uma peça musicada ou musical, depois disso consegui me enxergar dentro desse universo.
Créditos: Divulgação
AC: Como você enxerga a importância de um musical como “Forever Young”, sendo uma mensagem positiva na vida das pessoas?
FC: Forever Young é uma peça necessária e fundamental principalmente nos dias de hoje com essa onda enorme de desamor. Na peça mostramos com muito bom humor e muito respeito como é viver sendo idoso, então a peça tem uma genialidade de mostrar os pequenos detalhes do envelhecimento como o andar e depois passando pelas dificuldades da vida com uma mensagem muito divertida e de forma leve, o grande destaque são as nuances e as oscilações desses personagens, quando eles lembram, refletem, se emocionam contando suas histórias de vida.
Com isso a platéia embarca nas suas próprias reflexões, riem, se emocionam, acho que com certeza depois da peça muitas mães, pais, vovós e vovôs recebem uma ligação, um carinho, uma atenção e acredito que a maior lição seja a de viver intensamente e a intenção é que todos saiam mais apaixonados pela dádiva da vida.
AC: Escolha 3 músicas de “Forever Young” mais especiais para você.
FC: I Got You Baby: A canção é lindíssima e a cena (com todo destaque as atuações de Ton Prado e Renatinha Ricci) é linda demais, eu amo a relação desses velhinhos, a forma que eles se amam, se cuidam, se conhecem e essa canção retrata esse amor.
Forever Young: Claro sem deixar de mencionar a interpretação ímpar da Janaína Bianchi, é uma canção arrebatadora, a cena é fortíssima e mostra um momento de vulnerabilidade da personagem que é lindíssimo, a platéia se emociona e acredito que ali todos fazem o questionamento: seremos para sempre jovens?
Medley de Canções: Menciono esse momento com muito carinho, porque cada canção recortada nesse medley é muito emblemática, é um momento da peça musicalmente muito nostálgica, divertidíssima de cantar e onde consigo de alguma forma trazer ao meu personagem um toque com carinho e respeito do Catão como artista.
Créditos: Divulgação
AC: Você considera que existam características de seu personagem em “Forever Young” parecidas com as suas próprias? Se sim, quais?
FC: Sim, meu personagem ele é muito quieto, tem suas pausas longas de silêncio e isso é muito o Catão adulto.
Com o tempo a gente vai se respeitando mais, se ouvindo mais e essa voz interior é muito importante pra mim, então me identifico com as pausas desse personagem, como ele reage as coisas que estão acontecendo com o olhar, com o corpo e tenho visto muita beleza nisso e nos momentos de diversão onde ele pode ser quem ele é verdadeiramente sem julgamentos, sendo feliz e autêntico.
AC: Existe algum personagem de sua carreira que seja seu predileto?
FC: Com toda certeza esse meu personagem é o mais importante, a confiança que a mim foi depositada, o aprendizado diário com a produção desse espetáculo, o carinho, cuidado e respeito com os atores que o fizeram antes de mim, ressaltando minha admiração ao Marcos Tumura, que me ensinou muito através da sua criação para esse personagem e gosto muito de estar inteiro no meu presente, o poder do agora. Então, todo meu amor e minha energia estão focadas nesse momento para esse personagem fazendo com que ele certamente seja o mais importante e que me deu uma nova visão sobre a vida.
AC: Como foi o processo de preparação para atuar em “Forever Young”?
FC: O processo foi muito importante pra mim como artista, primeiro foi um momento muito solitário de assistir inúmeras vezes a peça, de estudar o material, de encontrar esse corpo, esse gestual, essa voz, fiz isso durante um mês antes do meu primeiro encontro com o Jarbas.
Então, foram dias e dias de muita repetição das canções, dos recortes dos medleys, dos tempos, de me entender com o material todo, para depois cuidar de cada parte com mais atenção.
Tive ajuda profissional de uma grande atriz e amiga: Érica Correia, que me ajudou muito, principalmente com os tempos e minha ansiedade e me preparou para o meu encontro com o Jarbas. Toda minha gratidão e amor.
Quando começamos os ensaios presenciais, o Jarbas me limpou, me deu uma direção mais acertiva do meu personagem, me mostrou sua visão como diretor, me libertou de algumas crenças e vícios que eu já tinha adquirido e criado e depois veio o processo lindo de florescimento de fazer a peça com platéia e a repetição que agora é semanal: de se jogar e aprender fazendo, executando esse exercício é uma das coisas mais lindas da profissão.
Confira os bastidores do musical Forever Young:
Serviço Teatro Folha Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 / Terraço Televendas: (11) / 3823 2423 / 3823 2737 / 3823 2323 Horário de funcionamento da bilheteria: terça a quinta-feira, das 15h às 21h; sexta-feira, das 15h às 21h30; sábado, das 12h às 22h30; domingo, das 12h às 20h Pela Internet: http://bit.ly/2OJd8Zz Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube Folha 50% desconto. Cliente Porto-Seguro 50% de desconto.
Temporada: até 30 de maio Sessões: Quartas e Quintas às 21h Ingressos: De R$30,00 à R$70,00 Contatos Grupos – teatrofolha@conteudoteatral.com.br Duração: 100 minutos Recomendação: 10 anos Gênero: comédia musical
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